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Cerveja prejudica o andamento da dieta

 

Não adianta contar calorias compulsivamente e, na hora de encher o copo, não prestar atenção no que se bebe. A cerveja, segundo o site da revista BOA FORMA, é uma opção problemática para quem quer perder peso. Um chope de 300 ml tem, em média, 150 calorias. Pode não parecer tanto, mas o difícil é parar no primeiro copo. É nessa hora que todo o esforço do regime não vale mais nada.


Existem poucos estudos avaliando se a cerveja interfere, ou não, na medida da cintura. Porém, um dos principais é feito por equipes de cinco centros de estudos da Dinamarca e publicado na revista americana International Journal of Obesity, que revela que a bebida aumenta, sim, a circunferência do abdômen. Está certo que, para isso, é preciso beber mais de cinco copos todos os dias da semana. Mas os brasileiros que bebem chegam perto disso, inclusive as mulheres. Na balada, elas pedem uma, depois outra, mais uma, até a quarta garrafinha.


Segundo a nutricionista Adriana Kobayashi, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, e Bem-Estar, é importante também comer quando se está bebendo. Do contrário, os efeitos de embriaguez serão muito mais rápidos. E o enjôo no dia seguinte maior, alerta.


O segredo para não cair em outra armadilha que vai engordar é escolher porções que tenham proteína, gordura e carboidrato do bem. Uma torrada de peito de peru com azeite, por exemplo, é bem melhor do que um croquete de carne. Para se ter uma idéia do perigo, uma porção de provolone à milanesa tem cerca 800 calorias.


Mulher bebe menos: Não adianta lutar contra a fisiologia. Mulheres não podem e não devem beber como os homens. Por terem menos água no organismo (52%, contra 61% nos homens) as mulheres atingem uma taxa de álcool no sangue mais alta em um menor intervalo de tempo, diz a endocrinologista Gláucia Duarte, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

O álcool pode, inclusive, mexer com os hormônios. Em excesso, a bebida alcoólica altera o metabolismo do estrogênio hormônio feminino que, em desequilibro, age da mesma forma que a insulina contribuindo para os estoques de gordura, completa Andréia Naves, diretora da VP Consultoria em Nutrição.

Consuma em doses moderadas: A cerveja, por outro lado, pode ser boa para o coração. Segundo estudos científicos realizados em diferentes países, a bebida fermentada tem uma grande quantidade de vitaminas do complexo B, além de antioxidantes substâncias que ajudam a reduzir o colesterol ruim e elevar o bom. Mas, para se obter esses benefícios, a dose deve ser moderada: uma latinha da bebida, três vezes por semana (quatro no máximo).

Porém, os médicos advertem: quem tem gastrite, úlcera, diabetes, nível de triglicérides alto, antecedentes de alcoolismo na família ou excesso de peso não deve beber, nem mesmo moderadamente.

Fonte: Portal Abril – Mulher / Notícia & Estilo - 14/08/2008

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