Notícias de mercado
2003 - Maio
Cervejaria Kilsen
Em 1996 surgiu em Chapecó, Santa Catarina, a Cervejaria Kilsen, que iniciou suas operações visando atender a região sul do Brasil e também o Mercosul. Sua linha de produtos compreende: cerveja Pilsen (garrafas de 600 ml e latas de 350 ml), cerveja Extra (garrafas de 600 ml) e Malzbier (garrafas de 600 ml). A cervejaria fornece também chope filtrado em barris KEG.
O mestre cervejeiro responsável pelo processo é Edinor Reese.
Fonte: 13/05/2003
Cervejaria Heineken compra a BBAG
A holandesa Heineken comprou a Brau-Beteiligungs AG (BBAG), maior cervejaria da Áustria, por € 1,9 bilhão, expandindo assim seu mercado na Europa Central. O preço é 10,2 vezes maior que o lucro registrado pela BBAG no ano passado. A Heineken vai pagar € 769 milhões para adquirir 68,7% das ações da empresa austríaca. Os outros € 1,13 bilhão serão usados posteriormente numa oferta pública pelo resto dos papéis.
Fonte: Gazeta Mercantil - Comércio & Serviços
Lucro da Molson cresce 80%
A cervejaria Molson, a maior do Canadá, registrou lucro de US$ 42,6 milhões em seu 4° trimestre fiscal, 80% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. As vendas subiram 10%, para US$ 352,9 milhões. A redução de custos nas unidades canadenses e de sua controlada Kaiser contribuíram para a melhora do resultado trimestral. Até 2006, a meta de corte de custos da Kaiser é de US$ 68,7 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil - Comércio & Serviços
Kaiser quer ampliar vendas da Bock em 26%
A cervejaria Kaiser pretende ampliar as vendas da cerveja Bock em cerca de 26% este ano em relação ao inverno passado, período de produção e comercialização da bebida. Entre os meses de maio e setembro, a cervejaria pretende comercializar 4,5 milhões de litros da Kaiser Bock, segundo o gerente de produto da empresa, Benjamin Rosenthal. Para elevar as vendas neste inverno, a Kaiser aposta no aumento da distribuição da bebida e de uma maior rotatividade nos pontos-de-venda.
Fonte: DCI (Diário do Comércio Industrial) - Agronegócios
AmBev tem lucro de R$ 508,9 milhões no primeiro trimestre
O resultado trimestral da AmBev registrou um Ebitda 26,1% maior que o do mesmo período de 2002. O total foi de 677,1 milhões de reais, incluindo as operações nacionais e internacionais da companhia de bebidas.
De acordo com a empresa, é a primeira vez que os resultados refletem o impacto da aliança com a Quinsa, da qual a AmBev possui 40,5% do capital. A compra das ações da holding que controla a cervejaria argentina Quilmes foi fechada no final de janeiro deste mês. Com relação às operações brasileiras, o Ebitda apresentou evolução de 25,1% e chegou a 637,2 milhões de reais - valor que corresponde a 94,1% do total consolidado.
A receita líquida da AmBev com as operações brasileiras cresceu 13,2%. Durante os três primeiros meses do ano, o volume de vendas de cervejas cresceu 5,4% e diminuiu 4% em refrigerantes. Apesar desta queda, o volume comercializado foi 7% maior que o do primeiro trimestre de 2002. Já a receita líquida consolidada, que inclui as vendas internacionais, registrou crescimento de 11,3% em relação ao ano passado.
A operação brasileira teve lucro pró-forma de 467,6 milhões de reais, contra 281,9 milhões no primeiro trimestre de 2002. O lucro consolidado foi de 508,9 milhões de reais - resultado que não pode ser comparado com o do ano anterior em razão do efeito das operações com a Quinsa.
O balanço trimestral da AmBev informa ainda que a empresa prevê cortes de custos entre 150 e 200 milhões de reais ao longo de 2003.
Fonte: Portal Exame
AmBev relança a Bohemia escura e Original
A AmBev pretende relançar em junho duas novas cervejas, dentro da sua estratégia de vendas para o inverno. A primeira é a versão escura da marca Bohemia, lançada em meados do ano passado como produto-teste, dentro do segmento dominado pela Kaiser Bock. O segundo investimento é no reposicionamento da Original, marca do portfólio da Antarctica que nunca teve investimentos significativos em marketing, embalagem e vendas. Os relançamentos foram confirmados ontem pelo diretor de vendas da AmBev, Luiz Fernando Edmond, em teleconferência para explicar os resultados da companhia no primeiro trimestre.
Por trás do esforço sobre os dois produtos está o foco da cervejaria em apostar nos itens com maior potencial de gerar rentabilidade. O carro-chefe é a própria Bohemia, relançada em 2001, que já detém 2% do mercado nacional e cujo crescimento no primeiro trimestre foi de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Fonte: Valor Econômico
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