Notícias de mercado
2004 - Agosto
Lucro da AmBev dobra e atinge R$ 265 milhões no trimestre
A AmBev, maior fabricante de bebidas do Brasil e quinta maior cervejaria do mundo, teve um lucro líquido de R$ 265 milhões no segundo trimestre deste ano. Esse resultado é 106,3% maior que o registrado no mesmo trimestre do ano passado, mas está abaixo das projeções traçadas por analistas consultados pela Thomson Financial Brasil, que estimavam lucro de R$ 301 milhões. Os maiores ganhos foram obtidos com o aumento da rentabilidade, já que a receita líquida somou R$ 2,182 bilhões, crescimento modesto de 16,8% - havia sido de R$ 1,8 bilhão em 2003.
Além disso, o maior crescimento aconteceu com as operações da AmBev no exterior - a empresa está presente em quase todos os países da América do Sul. A receita líquida dentro do Brasil cresceu apenas 6,4% no período, para R$ 1,67 bilhão.
O diretor-geral da AmBev, Carlos Brito, acredita que nos próximos meses a recuperação econômica brasileira ajude a elevar as vendas da empresa no mercado doméstico. "Esperamos que o crescimento da atividade produtiva e a redução do desemprego no país resultem em um aumento efetivo da massa de renda disponível, incentivando a demanda por bens de consumo", disse o executivo no balanço divulgado pela AmBev. Após perder mercado para a Nova Schin no início do ano, a empresa também afirmou que voltou a ganhar espaço sobre a concorrência no segundo trimestre. De acordo com o balanço divulgado, que cita pesquisa ACNielsen, a participação da AmBev no mercado brasileiro cresceu de 65% em março para 66,3%.
Fonte: Folha Online
AmBev lança cerveja sem álcool
A AmBev, dona de marcas como Skol, Brahma e Antarctica, lançou em 26.8. sua mais nova cerveja, a Liber, que se intitula a primeira e única sem álcool do País e que pertence ao portfólio dos produtos da marca Brahma. Mas a Kronenbier, da própria AmBev não é sem álcool? A gerente de Marketing de Brahma, Lígia Gonçalves, diz que não. E explica: "A legislação brasileira classifica como "sem álcool" cervejas com até 0,5% de teor alcoólico em volume e a Kronenbier e as concorrentes Bavaria e Nova Schin sem álcool estão nessa categoria. "O que a AmBev pretende, agora, é criar um novo mercado, o das cervejas 0,0% sem álcool", diz Lígia. Hoje, as cervejas sem álcool têm uma fatia de 0,75% das vendas do País, que giram ao redor de R$ 10 bilhões. Nesta categoria, diz Lígia, "em mercados como a Espanha esse tipo de cerveja tem fatia de 6% das vendas. “Nossa aposta é que a participação do produto aumente”. De qualquer forma, 88% do volume de cerveja sem álcool produzido são consumidos nas Regiões Sul e Sudeste, onde a disputa das marcas é mais visível. Por isso mesmo, nesta fase inicial, a Liber será vendida nas embalagens lata (350 ml) e long neck (355 ml) e distribuída apenas nas regiões Sudeste e Sul, ancorada por publicidade criada pela agência Africa, de Nizan Guanaes. Segundo Lígia, o que muda entre a Liber e a Kronenbier é o processo de produção. "As cervejas sem álcool hoje vendidas no País têm o seu processo de fermentação interrompido, aí se retira parte do álcool." No caso da Liber, diz ela, o processo de fermentação é integralmente concluído e só após é que se faz a retirada integral do álcool, preservando sabor e cor. Para isso, a AmBev importou equipamentos de dealcoolização da Alemanha, que retiram o álcool. No mundo, apenas alguns países possuem a tecnologia, a exemplo de Espanha, Egito, Líbano, Alemanha, China e Bélgica. Com um volume de vendas de cerveja que não cresce nos últimos cinco anos, as cervejarias como a AmBev encontraram na diversificação de portfólio, a exemplo das cervejas de trigo e escura, uma forma de manter o faturamento do setor com produtos de maior valor.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
AmBev vende R$ 4,5 bilhões no semestre
A AmBev anunciou em 12 de agosto que encerrou o primeiro semestre com vendas de R$ 4,5 bilhões frente a R$ 3,8 bilhões do mesmo período de 2003. O lucro bruto chegou a R$ 2,6 bilhões ante R$ 1,8 bilhão, mas o lucro líquido registrou queda de 10,6%, passando de R$ 637,4 milhões no primeiro semestre de 2003 para os atuais R$ 570,071 milhões. As operações no exterior contribuíram para 13% do lucro. O resultado só não foi pior porque no segundo trimestre o lucro líquido chegou a R$ R$ 265,1 milhões, 106% superior ao de igual período de 2003. Essa queda, segundo o diretor de Relações com Investidores da AmBev, Pedro Aidar, teve a ver com custos financeiros altos, embora a empresa tenha reduzido gastos com vendas, distribuição e logística. Além disso, houve redução de 7,3% nas vendas no segundo trimestre em comparação com o mesmo período de 2003, compensada, em parte, por reajuste de preços e venda de produtos premium, mais caros. A previsão da AmBev é a de que as vendas encerrem o ano com crescimento de 3%, apesar dessa retração. A companhia que tinha participação de mercado de 68% em junho de 2003, encerrou junho com 66,3%, fatia melhor que a de 63,2% em dezembro.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Nova ofensiva publicitária da Molson
Os canadenses da Molson decidiram reagir no mercado de cerveja no País. Compraram por R$ 18 milhões uma cota de patrocínio da cobertura da TV Globo dos Jogos de Atenas. E lançam no fim de semana uma nova ofensiva publicitária, criada pela W/Brasil. É a primeira campanha desde que o ex-presidente da São Paulo Alpargatas Fernando Tigre assumiu o comando da Kaiser. Tigre, que transformou a Havaianas num produto da moda, quer reposicionar a Kaiser que, com a Bavaria, já chegou a ter fatia de 23% do mercado e hoje tem 11%.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Faturamento da Schincariol tem alta de 114%
O Grupo Schincariol informou em 12 de agosto que fechou o primeiro semestre do ano com faturamento de R$ 1,14 bilhão, conforme antecipou o Estado há 15 dias. O crescimento foi de 114% em relação ao primeiro semestre de 2003, isso porque a cerveja Nova Schin só foi lançada em setembro, com a campanha "Experimenta", que elevou as vendas do grupo de Itu (SP). Por ser de capital fechado, o grupo não divulgou o lucro. No segundo trimestre, as vendas chegaram a R$ 544 milhões, dobrando o volume de negócios na comparação com o mesmo período de 2003. De acordo com o Instituto AC Nielsen, em julho o Grupo Schincariol detinha participação de mercado de 13,1%.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Vendas da AmBev voltam a subir após um ano de queda
Depois de um ano em queda, as vendas de cerveja da AmBev voltaram a subir em julho. O diretor-geral da empresa, Carlos Brito, afirmou que o crescimento foi de 6% no mês passado, o primeiro desde junho de 2003. "O desempenho deve ser repetido em agosto", disse ontem, em teleconferência com analistas. A AmBev vinha sofrendo com a retração nas vendas por causa da falta de disponibilidade de renda da população e das baixas temperaturas dos últimos meses. Além disso, a companhia perdeu participação com o acirramento da concorrência, sobretudo após a campanha de lançamento da Nova Schin. No segundo trimestre do ano, as vendas de cerveja recuaram 7,3%. A melhora dos últimos meses é atribuída à retomada da economia. "O desempenho de julho é uma prova da recuperação interna", afirmou. "Também temos de acreditar que as temperaturas irão melhorar daqui para frente." A participação da AmBev no mercado de cervejas chegou a cair para 62,6% em novembro do ano passado.
Segundo dados da ACNielsen, subiu para 66,4% em julho - ainda assim abaixo dos 70% na época da união entre Brahma e Antarctica, em 1999. Para recuperar mercado, a AmBev teve de elevar os gastos com marketing. O diretor financeiro da companhia, Felipe Dutra, afirmou que as despesas com vendas terão alta entre 20% e 25% neste ano.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Ratinho vai fabricar cerveja em Ribeirão Preto
O apresentador e empresário Carlos Roberto Massa, o Ratinho, confirmou que vai construir uma fábrica de cerveja e de chope em Ribeirão Preto.
Ratinho não quis adiantar valores, mas o negócio movimentará R$ 50 milhões e o apresentador será o acionista majoritário, com 75% de participação. Os 25% restantes serão de um grupo local de empresários. "Eu não quero adiantar muita coisa sobre o assunto, porque estarei aqui de novo no próximo mês para divulgar esse negócio", afirmou. Até lá, o apresentador e o grupo de investidores esperam que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncie o aporte de recursos para a fábrica, pois foi pedido financiamento de 80% do valor previsto. A unidade deverá ser construída no Distrito Empresarial, cujas obras de infra-estrutura foram retomadas depois de dez anos, e o prefeito Gilberto Maggioni (PT), candidato à reeleição, pediu que o anúncio oficial fosse feito perto das eleições. A marca produzida na unidade terá o nome da própria cidade. "Vão se chamar cerveja e chope Ribeirão, já que aqui é uma referência no Brasil e é uma cidade que está em franco crescimento", disse Ratinho, que já é parceiro da Cervejaria Colônia, no Sul do Brasil.
"Depois que eu me associei à marca, a produção da Colônia saltou de 170 mil caixas para 1 milhão", afirmou. Apesar de ser rotulada muitas vezes de a capital brasileira do chope, por causa da fama conquistada pela rede de choperias Pingüim e pelas fábricas na primeira metade do século passado, a única unidade fabril da bebida em Ribeirão é a pequena Colorado, que tem distribuição local. No ano passado, a Molson voltou a produzir chope na cidade, por meio da Kaiser, mas a experiência durou pouco. Em junho, a cervejaria canadense anunciou o fechamento da unidade por considerá-la deficitária. Ratinho tentou comprar a fábrica, mas a Molson não quis vendê-la. "Eu poderia me acomodar com o baita salário que recebo no SBT, mas quero participar e ajudar quem não teve a oportunidade que eu tive", disse Ratinho.
"Quando ninguém confiava no Lula, eu confiei. Economicamente, ele está consertando o Brasil".
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Nasce a InBev, controlada pelos belgas
A AmBev formalizou em 27 de agosto sua fusão com a belga Interbrew. A nova gigante mundial da cerveja vai se chamar InBev, com sede na cidade belga de Louven, e com participação de 53% a 55% na brasileira AmBev. Numa assembléia de acionistas que não chegou a durar uma hora, por um placar de 84% de votos favoráveis, 11% contrários - capitaneados pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) - e 5% de abstenção, a AmBev vai incorporar a Labatt. O braço da Interbrew no Canadá e na América do Norte e última etapa para a conclusão da fusão anunciada em março.
A Previ, no entanto, promete entrar com recurso na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), espécie de xerife do mercado de capitais, para impedir o negócio. As chances, porém, são mínimas, uma vez que numa primeira tentativa a CVM alegou não ter motivos para condenar o negócio. "Queremos saber como ficará o controle da AmBev e questionamos o preço da operação", afirmou Sérgio Rosa, presidente da Previ. "As explicações dadas não recuperaram nossa confiança no negócio. Queremos saber se a marca continuará a ocupar espaço relevante no mercado." O voto contrário da Previ foi acompanhado por acionistas minoritários representados pelo Bank of New York e por seis fundos minoritários preferencialistas, todos estrangeiros. A AmBev, independentemente da ameaça da Previ de entrar com recurso na CVM, anuncia segunda-feira sua nova estrutura administrativa. Nos corredores da empresa, é dado como certo que o atual presidente da AmBev, Carlos Brito, deve assumir o comando dos negócios nas Américas. O acordo põe fim ao discurso costurado pelo publicitário Mauro Salles em 1999, quando foi anunciada a fusão de Brahma e Antarctica, de que essa seria a primeira etapa de uma multinacional verde-amarela gigante, que levaria para o exterior marcas nacionais como o Guaraná Antarctica. Pelos cálculos da própria AmBev, a InBev deve controlar a AmBev com uma participação que vai de 53% a 55%. Um acordo de acionistas, porém, prevê uma gestão compartilhada da InBev entre brasileiros e belgas. Já a AmBev continua a ter como sócios, além da InBev, os minoritários e a Fundação Antonio e Helena Zerrenner (dos funcionários da Antarctica). A participação da Braco (que reúne a participação de Jorge Paulo Lehmann, Carlos Alberto Sicupira e Marcell Telles, todos do Garantia) passa ao poder dos belgas. Para Victório De Marchi, co-presidente do Conselho da AmBev, o acordo é "um importante passo para a expansão da companhia para as três Américas e a entrada da cerveja Brahma e do Guaraná Antarctica em novos e importantes mercados". A AmBev espera capturar US$ 190 milhões ao ano em sinergias com a incorporação da Labatt, que também resultará em 40% da atual geração de caixa em dólar.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
AmBev pulveriza marcas segmentadas
A líder absoluta do mercado cervejeiro lançou recentemente uma dezena de novidades. Com cerca de 66% de participação no mercado cervejeiro e fabricante das duas marcas líderes no Brasil (Skol e Brahma), a AmBev não parece querer dar espaço para as pequenas cervejarias e demonstra interesse sobretudo nos nichos de mercado premium, hoje responsáveis por 6% de todas as cervejas vendidas no País. Prova disso é o incremento o seu portfólio com produtos derivados das linhas já existentes e os relançamentos recentes. "Nosso papel é estar sempre inovando com o que há de melhor para os clientes. E tem mais: pelos contatos com os consumidores, notamos que eles querem, cada vez mais, novidade nas prateleiras", afirma a gerente de inovações, Lizandra Freitas. A mais recente novidade, apresentada na semana passada, é a Brahma Liber, que a empresa define como a primeira cerveja 0,0% de álcool no Brasil. A Brahma, na verdade, já havia incrementado sua linha com dois retornos: no ano passado, com a Brahma Light, e neste inverno, com a Brahma Bock. Mais uma vez, a estratégia esbarra na seguinte oportunidade: mercado potencial, mas pouco explorado no Brasil. Nos EUA, por exemplo, o segmento de cerveja light representa 45% das vendas, enquanto na Venezuela esse índice é de 40%. A AmBev informa que seis das dez primeiras marcas de cerveja nos EUA são da versão light. A AmBev, na verdade, apresentou a sua Brahma Light em agosto de 2003, ressaltando a baixa caloria e o mesmo sabor da versão original como a vantagem e diferencial do seu produto. Uma cerveja normal tem em média 150 calorias, enquanto a Brahma Light possui 96 calorias (referência para lata), informa a empresa. À época, teve como slogan de lançamento "Calorias de menos, Gostosa demais", da agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, que atualmente cuida apenas da líder Skol. "Como todos os segmentos de mercado, o de cerveja vai se desenvolvendo, pedindo novos produtos. Só estamos dando a resposta", reforça Lizandra. Produto para agregar valor à marca, a AmBev não informa quanto a Brahma Light representa das vendas totais de Brahma. Vale ressaltar que essa é a segunda marca de cerveja mais vendida do Brasil, com cerca de 19,5% de market share. De acordo com dados da AmBev, fornecidos pela AC Nielsen, 50% dos lares brasileiros têm algum produto light. De 1990 a 2002, o segmento cresceu mais de dez vezes, de US$ 150 milhões para US$ 2,8 bilhões. Outro incremento da linha Brahma veio com a versão Bock, para o inverno. A empresa diz que nesta época do ano a participação de cervejas escuras sobe para 2,5% do mercado, em comparação com 1,7% do verão. A Brahma Bock é vendida em edição limitada com garrafas de 600 ml, nos mercados de São Paulo e Paraná. No entanto, se tem um segmento que a AmBev está apostando de verdade é o premium. Prova disso é o desenvolvimento da linha Bohemia, que, no momento, além da pilsen, conta ainda com a versão escura, Weiss (de trigo) e a Royal Ale, por enquanto vendida como uma linha especial, ao preço médio de R$ 5 a garrafa. "Primeiro, apresentamos a escura, há dois anos, e em 2003 lançamos a Weiss, as duas como série especial. O sucesso foi tanto que resolvemos transformá-las em produtos de linha", esclarece Lizandra. Weiss e Escura já representam 10% do volume de Bohemia. A empresa não descarta que o mesmo venha a acontecer com a Royal Ale, com receita tipicamente inglesa. "Trata-se de uma boa estratégia para dar mais valor à imagem da marca." Mesmo com o potencial de crescimento - na Argentina, por exemplo, segundo a AmBev, o consumo de cerveja premium representa 15% do total, enquanto nos EUA é de 25% -, a empresa nega que essa estratégia seja uma forma de combater as pequenas cervejarias, as quais em grande parte trabalham com produtos artesanais, alguns já presentes nas grandes redes de supermercados. "A participação das pequenas cervejarias ainda é muito pequena, a soma de todas elas juntas é pouco representativa e consideramos essa concorrência muito saudável. A presença das pequenas não muda nossa estratégia." A executiva comenta que muita coisa se modificou recentemente no mercado de cerveja e que a informação do consumidor - principalmente com parâmetros externos - obriga as empresas a estar em constante inovação. "O consumidor se sofisticou, quer sabores diferenciados e a Bohemia tem um trabalho muito grande nesse sentido. Apesar da pilsen representar a maior parte das vendas da AmBev, não dá para trabalhar apenas nessa linha". Além de Bohemia, outro produto considerado premium no portfólio da AmBev é a Antarctica Original, vendida apenas em bares e restaurante na versão garrafa de 600 ml. Para dar maior enfoque à marca, que raramente está na mídia, a AmBev acaba de apresentar uma nova campanha, assinada pela agência AlmapBBDO. A ação de Antarctica Original é focada em material de ponto-de-venda, mídia impressa e alternativa. A líder de mercado - com pouco mais de 30% de share - também está na lista de inovações. Ganhou a versão Skol Beats - em garrafas long neck, especialmente para ser consumida nas baladas pelo público jovem - e ainda a Big Neck, garrafa de 500 ml com tampa de rosca e boca redonda. "A Skol sempre inovou e, mesmo sendo líder de mercado, a cerveja mais consumida no Brasil, não deixa de surpreender o consumidor."
Fonte: Gazeta Mercantil - Mídia & Marketing
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