Notícias de mercado
2004 - Dezembro
Warsteiner quer ampliar sua capacidade na América do Sul
O grupo alemão Cramer (Warsteiner) divulgou que irá aumentar a capacidade de sua cervejaria na Argentina dentro dos próximos 10 anos para até 2,4 milhões de hectolitros. Nestes dias foi comemorado o jubileu de 10 anos da filial Isenbeck Argentina em Zarate próximo a Buenos Aires. Por ocasião do jubileu, foi inaugurada uma nova linha de envasamento com capacidade para 50 mil garrafas por hora por Albert Cramer e o responsável argentino, Dr. Gustavo Möller-Hergt. Esta linha possibilita um aumento de capacidade dos atuais 1 milhão de hl para 1,5 milhão de hl anuais. Na inauguração foram cheias 12.270 garrafas de um litro por hora. A Isenbeck Argentina é a número 3 no país, entre 5 cervejarias, principalmente com a marca Isenbeck Premium Argentinia. A marca é produzida de acordo com o Reinheitsgebot alemão com 17 unidades de amargor e teor alcoólico de 4.6% vol. A venda ocorre através de empresa própria, a BCA, que também oferece a marca Warsteiner. A Warsteiner com uma produção em torno de 60.000 hl representa a número 3 entre as marcas premium na Argentina e está presente com 1,6% de participação de mercado no segmento premium. A cerveja Warsteiner custa no comércio em torno de 1,70 - 2,20 pesos a garrafa e é oferecida principalmente em caixas de 12 x 1 litro (garrafas retornáveis), com participação de 85%. As garrafas de vidro de 1 litro dominam 90% do comércio argentino como um vasilhame típico para a família. Vasilhames de menor capacidade com são oferecidos pela Isenbeck são direcionados ao público jovem. O preço para a Isenbeck oscila em torno de 1,20 pesos por garrafa de 1 litro e com isso levemente acima do preço médio de mercado. Na gastronomia o preço da cerveja oscila em torno de 6-12 pesos por meio litro. A marca premium é vista pelo mercado como produto de qualidade e não se atém a faixas de preço.
O consumo per capita na Argentina encontra-se atualmente em torno de 34 litros para uma população de 38 milhões de habitantes. Destes, cerca de 13 milhões moram na região da capital Buenos Aires. Em médio prazo, o Grupo Cramer planeja aumentar sua presença na América do Sul. Na mira está o Brasil, onde talvez seja construída uma outra cervejaria. O Grupo Cramer possui participação ativa em Camarões, Nigéria, Gâmbia e na Rússia e Mauritânia existem joint ventures. A garrafa de 1 litro deve também ser testada na Alemanha.
Fonte: Info Dienst
Heineken aumenta sua participação na Nigéria
A cervejaria Heineken N.V. assume na Nigéria a maioria da participação na Consolidated Breweries, a número 3 no mercado local e com um faturamento de € 49,5 milhões e ativa principalmente no segmento de produtos populares. Ela aumenta sua participação de 24% para 50.05%. Não se divulgou o valor da compra da cervejaria de 965.000 hl. Os órgãos reguladores locais ainda devem aprovar a aquisição. A principal marca da Consolidated Breweries com duas cervejarias, em Ijebu-Ode no sudeste da Nigéria e em Awo-Omamma no sudoeste, é a marca “33”, que é fabricada sob licença, e “Hi-Malt”. A Nigéria é um mercado em crescimento com um volume de produção de 10,2 milhões de hl em 2003. Nos próximos anos a Heineken espera um crescimento médio anual de 3%. A Heineken mantém no mercado cervejeiro nigeriano a liderança no segmento de mercado premium e a maioria no segmento premium onde atua a Nigerian Breweries Plc.
Fonte: Info Dienst
Cervejas retomam disputa publicitária
A guerra das cervejas, que teve os seus momentos mais quentes no ano passado, chega à TV neste verão com algumas mudanças. A Schincariol lança uma nova cerveja, a Antarctica renova suas campanhas de mídia e a Kaiser muda de agência de propaganda e de jingle. Em 14.12 a Schincariol anunciou oficialmente o lançamento da NS2, uma cerveja com tequila e limão. A bebida começou a ser vendida ontem e a empresa diz que quer concorrer com as bebidas classificadas como "ice" e com a Skol Beats, da AmBev. "Não somos concorrentes da Antarctica. O posicionamento do grupo Schincariol é marcar uma concorrência direta com a Skol e a Brahma", diz Luiz Cláudio Taya de Araújo, diretor de marketing da Schincariol.
A AmBev, por sua vez, faz referências à Schin em suas campanhas da Antarctica e diz que não há guerra das cervejas entre a Schin e a Skol. "A coisa da nova já está velha. O que todas as cervejas querem é se comparar à Skol mesmo, ela é a líder", diz Alexandre Loures, gerente de comunicação da AmBev.
Quanto à Kaiser, na sexta estreou a primeira campanha da Giovanni, FCB para a empresa. O filme intitulado "Lançamento" tenta grudar no ouvido do consumidor com a repetição do "Vem Kaiser Vem". Durante este ano, a W/ Brasil foi a dona da conta.
Fonte: Folha de São Paulo
Nova Schin atiça a concorrência em agressiva campanha de verão
O Grupo Schincariol inicia o verão com agressiva campanha de marketing criada pela Fisher America, que tem dois objetivos: renovar a marca Nova Schin, lançada em setembro de 2003, e reconquistar mercado. "Nossa meta é chegar a março exibindo pelo menos 16,5% de participação", diz o gerente de Marketing do Grupo Schincariol, Luiz Cláudio Taya de Araújo.
Hoje, a Nova Schin tem participação de 11%, que chega a 12,6% somando a Primus e a Glacial, duas outras marcas do grupo. Como cada ponto porcentual desse mercado equivale a R$ 100 milhões, a disputa é sempre acirrada. A AmBev perdeu mercado com a entrada da Nova Schin - tinha 66,1% e chegou a ficar com 62% -, recuperou terreno e tem hoje fatia de 67%, conquistada por marcas como Skol, Brahma, Antarctica e Bohemia. Além da publicidade que marca o início do verão - período em que o setor realiza em média 30% das vendas anuais -, Araújo diz que os medidores de vazão, implantados para a cobrança de impostos pela Receita, vão delinear uma nova realidade de mercado. "Nos últimos meses, aumentamos a produção e a venda em volume, embora as pesquisas de mercado, do Instituto ACNielsen, indiquem queda na nossa participação", lamenta Araújo, confiando que os medidores corrigirão o que classifica de "distorção dos indicadores". Mas é a estratégia de marketing a principal arma do Grupo Schincariol para recuperar terreno e ampliar vendas. "Optamos por uma linha de irreverência e com muito humor vamos provocar os concorrentes", diz Araújo. Foram contratados para esta estratégia quatro humoristas da novíssima geração da televisão brasileira: Ceará (Pânico) e Bruno Garcia (Sexo Frágil) e a dupla Heloisa Périssé e Ingrid Guimarães (Sob Nova Direção). Com o conceito "Cerveja tem que ser nova. Quanto mais nova melhor", os humoristas vão para a praia e flagram consumidores tomando o que chamam de cerveja velha, convidando-os a experimentar o novo. Com isso, a marca procura prolongar a vida do rótulo Nova Schin, que entrou em cartaz em setembro de 2003 com a bem-sucedida campanha "Experimenta". Araújo diz que a estratégia integra o orçamento de marketing do grupo para este ano, de R$ 180 milhões, que deve ser ampliado no próximo ano. "A concorrência nesse mercado é boa para as empresas e para o consumidor. Se a AmBev estivesse sozinha nesse mercado, o preço da cerveja 600 ml certamente já teria chegado a R$ 5", diz, provocando a líder e lembrando que esta cervejaria chegou a reduzir o preço da cerveja Antarctica e até da Brahma para enfrentar a Nova Schin.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Poder jovem comanda a AmBev
O co-presidente da AmBev, Victorio De Marchi, é o único a exibir cabelos brancos nos dois andares que a sede da empresa ocupa num sofisticado e moderno prédio do Itaim, na zona sul de São Paulo. É um remanescente da Antarctica, a empresa que se fundiu com a Brahma, em 1999, dando origem à AmBev. Desde quando compraram a Brahma, em 1985, a turma do Garantia - um agressivo banco de investimento capitaneado por Jorge Paulo Lemann, Marcel Herman Telles e Carlos Alberto Sicupira -, deu poder aos jovens. O resultado foi o revigoramento de marcas, como Skol, líder de mercado, e a revitalização de Brahma, por meio de uma linguagem mais atual. E o que era um teste justificado pela necessidade de um time que vestisse a camisa e invadisse o mercado, sacudindo a distribuição e as vendas, virou regra. Nos corredores dos dois andares da sede da empresa, o que se vê é a informalidade e muita gente jovem que passará a ocupar ainda mais poder a partir de 1º de janeiro, quando a gigante InBev, a corporação que surge da fusão da brasileira AmBev com a belga Interbrew, começa a operar. O presidente da AmBev, Carlos Brito, de 44 anos, por exemplo, passará a ser o presidente da região América do Norte da nova corporação, a maior plataforma de comercialização e produção de cerveja do mundo que se dividiu em cinco regiões estratégicas: América do Norte, a América do Sul - inclui o Brasil -, Europa Oriental, Europa Ocidental e Ásia.
A AmBev responderá pelas operações nas Américas e a Interbrew pelas três outras. Brito terá como parceiro na empreitada de conquistar mercado na América do Norte, Miguel Patrício, de 38 anos, que era diretor de Marketing da AmBev e passa a ocupar esse cargo na região comandada por Brito e que deverá responder por 40% do negócio das Américas. Os alvos de Patrício e Brito são Estados Unidos e México, já que no Canadá, a Labatt já figura entre as líderes de mercado. Os dois estão otimistas. Terão como reforço para esse mercado marcas globais como a Beck's e a Stela Artois, dois ativos importantes do mercado cervejeiro global. Para o lugar de Brito, agora ampliado pela força de vendas da América do Sul, quem sobe é Luiz Fernando Edmond, engenheiro de 38 anos, que ingressou como trainee nos quadros da AmBev em1990 e ocupava a diretoria de Vendas e Distribuição. O desafio de Edmond será o de manter a fatia de mercado da empresa, que detém 67% das vendas no Brasil, onde cada ponto porcentual equivale a R$ 100 milhões. Mais: dar gás à expansão dos negócios na América Latina, onde o crescimento tem sido sustentado por aquisições, como a participação na argentina Quilmes, e pelo lançamento de Brahma em países da região. Nessa expansão, uma curiosidade: a tradicional cerveja Brahma foi rebatizada para Brahva na Guatemala porque nesse país essa palavra significa cio animal. E se Edmond vai comandar os negócios na América Latina, para o seu lugar na diretoria de Vendas e Distribuição da AmBev, sobe Bernardo Paiva, de 36 anos, que também começou na empresa como trainee, em 1991. Já o pernambucano Carlos Lisboa, de 34 anos, que ocupava a gerência de Marketing de Skol, assume em 1.º de janeiro a diretoria de Marketing, uma área vital da empresa, que contou com orçamento de R$ 350 milhões este ano, E se essa turma está comemorando a ascensão, outros começam a fazer as malas em direção à Bélgica.
O atual diretor de Finanças e Relações com Investidores da AmBev, Felipe Dutra, de 39 anos, por exemplo, vai assumir o posto de diretor financeiro da InBev. Ele será substituído, no Brasil, por João Castro Neves, de 38 anos, atual diretor de Refrigerantes. Claudio Garcia, de 36 anos, atual diretor de Tecnologia da Informação da AmBev passa a ocupar o mesmo cargo na InBev. Ninguém com mais de 50? Não. Todos são jovens. Em comum, são profissionais com curso superior e a maioria deles tem MBA em universidades americanas ou inglesas. São ágeis e ousados, mas causam surpresa.
O gerente de Comunicação da AmBev, Alexandre Vieira Loures, de 29 anos, por exemplo, deixou de cabelos em pé o seu correspondente da Quilmes argentina, quando chegou para uma reunião de negócios. As secretárias ficaram atrapalhadas e mais ainda o chefe, lá acostumado a tratar com homens de cabelos brancos. Mas é esse vigor e a vontade de ser líder que reforçam ainda mais a escolha dos controladores pelos jovens. Brito é um exemplo clássico. Bateu à porta do Garantia pedindo uma bolsa de estudos. Conseguiu a bolsa e o emprego porque foi ousado na abordagem. É assim que a AmBev conquista mercado.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia
Schincariol planeja investir R$ 100 milhões em fábrica no MS
A Schincariol irá investir R$ 100 milhões na construção de uma fábrica no Mato Grosso do Sul, com capacidade de produção de 1,5 milhões de hectolitros de cerveja. Segundo Adriano Schincariol, superintendente da empresa, a companhia está negociando um pacote de incentivos com o governo local e ainda não definiu em que cidade ficará a nova unidade - a nona da companhia. Parte desses recursos devem ser financiados pelo BNDES, mas o valor ainda não está fechado. Nas últimas três fábricas da Schincariol, cerca de 40% do volume total de recursos foram financiados pelo banco. A nova unidade será destinada, a princípio, apenas ao envase de cerveja, que será produzida na fábrica de Itu (SP). O objetivo da nova fábrica é abastecer o Mato Grosso do Sul, norte de São Paulo e norte do Paraná. A região Centro-Oeste já é atendida pela unidade de Alexânia, em Goiás. Há cinco anos o grupo tinha duas fábricas e fecha 2004 com sete - cuja capacidade de produção é de 2,25 bilhões de litros - além das da unidade anunciada em Mato Grosso do Sul e a de Benevides, no Pará, já em construção.
A Schincariol estima fechar o ano com um faturamento de R$ 2,8 bilhões, um aumento de 50% em relação ao ano passado. "Esse crescimento deve-se, sobretudo, à Nova Schin", afirmou Adriano. No entanto, de acordo com dados da ACNielsen, a principal marca do Grupo Schincariol perdeu participação de mercado desde o seu lançamento no ano passado com a campanha "Experimenta". Em outubro de 2003, a Nova Schin tinha 12,3% de participação e em outubro deste ano estava com 11,1%. Em outubro, a fatia da Antarctica era de 11,3%, a Brahma tinha 19,5% e a Skol, 31,4%. A empresa contesta os dados da ACNielsen. "Eles não auferem a região Norte, onde somos muito fortes, e não medem quiosques de praia e a venda em favelas", afirma Adriano. De acordo com a companhia, um estudo encomendado à consultoria Trevisan, que é também quem audita o balanço da companhia, indica uma participação de 16% no mercado nacional. "Nielsen cobre entre 70% e 80% do mercado", diz Luiz Cláudio Taya de Araújo, gerente de marketing. Apesar da acirrada disputa pela terceira colocação no mercado com Antarctica - que chegou a fazer uma campanha direta referindo-se ao mote da Nova Schin - e até da proximidade maior de preço entre as marcas, segundo a Schincariol, sua cerveja tem um posicionamento jovem e concorre com Brahma e Skol. De acordo com a ACNielsen, o preço médio de Nova Schin por litro em todos os canais e embalagens é de R$ 2,87, a Antarctica é R$ 3,15, Brahma é de R$ 3,44 e Skol, R$ 3,52. Além da disputa nas gôndolas e na TV, o round, mais uma vez, continua em outras instâncias.
A Schincariol entrou no CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) pedindo que o filme da Skol fosse tirado do ar (o CONAR atendeu a solicitação) e a AmBev acionou a Justiça comum contra a propaganda da Nova Schin, mas o pedido foi indeferido. No caso da propaganda da Antarctica (boa contra nova), a Schin disse que não irá se manifestar. Para o verão, a Schincariol aposta no lançamento da NS2, cerveja aromatizada com tequila e limão e teor alcoólico de 4,7%.
Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia
Cervejaria Petrópolis planeja sua terceira fábrica
A cervejaria Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Cristal, investiu R$ 80 milhões este ano para dobrar sua capacidade de produção de 1,5 bilhão para 3 bilhões de litros. A empresa começa a operar com a nova capacidade produtiva nas fábricas de Petrópolis (RJ) e Boituva (SP) no final do mês. Para 2005, a companhia planeja investir outros R$ 50 milhões numa nova linha de latas e em novos tanques de fabricação. Os planos continuam ambiciosos para 2006. "Pretendemos construir uma nova fábrica", diz Walter Faria, presidente do conselho da cervejaria. "Estamos olhando para Minas Gerais, alguns estados do Nordeste e do Sul e, já temos algumas propostas", completa. O lacre higiênico, a propaganda boca-a-boca e o preço competitivo fizeram da cervejaria o principal caso de sucesso entre as pequenas cervejarias. Esse segmento passou de 4% do setor, em 2000, para 10% este ano, segundo a ACNielsen. O faturamento da Petrópolis deve fechar 2004 em R$ 160 milhões, um crescimento de 40% em relação aos R$ 114 milhões do ano passado. Em 2001, quando as marcas foram compradas pelo atual grupo - ex-distribuidores de Schincariol - o faturamento foi de R$ 21 milhões. A atuação da empresa está restrita ao interior de São Paulo, sobretudo Ribeirão Preto e Rio Preto, além do Estado do Rio, incluindo a capital. "Com a nova capacidade de produção entraremos com força na capital paulista e em todo o Estado de São Paulo", afirma Faria. As marcas já estão nos principais supermercados da cidade, mas, segundo Faria, a demanda supera a produção da companhia. "Estávamos com falta de produto e iremos normalizar agora", diz. O lacre higiênico, desenvolvido em parceria pela USP, Unicamp e a Krones, fabricante da linha de envasamento - e exclusivo das marcas Itaipava e Cristal nos primeiros seis meses - ajudou a impulsionar as vendas. "Não só aumentou as vendas, como o valor agregado do produto", diz Faria, acrescentando que o preço subiu em cerca de 15% com a nova tecnologia. Há cerca de seis meses, a cervejaria adotou o rótulo nas cervejas long neck.
Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia
Antarctica comemora resultados da “BOA” como 3ª mais vendida
A AmBev, que já tem posições consolidadas com o primeiro e o segundo lugares no ranking das cervejas mais vendidas no Brasil (Skol e Brahma, respectivamente), termina 2004 com a Antarctica na terceira colocação, o que indica que esta foi a marca que mais cresceu neste ano - um aumento de 20% no volume de vendas, informa a fabricante. Segundo a AmBev, parte deste bom desempenho nas vendas se deve ao sucesso da campanha "BOA", lançada em novembro de 2003 pela cervejaria e pela AlmapBBDO, agência responsável por esta conta. De acordo com a AmBev, com base em dados do Instituto ACNielsen, a Antarctica registrou em novembro deste ano 11,4% de market share - em novembro de 2003 detinha 8,7% do mercado. Além do humor, as campanhas ressaltam qualidade de produto - fecham o ano com o bordão "Cerveja não tem que ser nova, tem que ser boa", uma alfinetada na Nova Schin, do Grupo Schincariol. Os garotos-propaganda que mais atuaram foram a musa Juliana Paes e o humorista Bussunda. Além da propaganda, a marca adotou outras estratégias de marketing para reforçar o seu posicionamento. A cerveja patrocinou eventos como o carnaval de Recife e Olinda 2004 (o de Olinda já está confirmado para 2005), as maiores festas de São João do Brasil, etc.
Além de vender a camiseta da "BOA", a Antarctica colocará no mercado 100 milhões de latas decoradas com este tema, disponíveis em supermercados, bares e restaurantes em todo o Brasil, com previsão de ficar até de março de 2005.
Fonte: Gazeta Mercantil - Mídia & Marketing
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