Notícias de mercado
2009 - Setembro
AmBev poderá pagar indenização de R$ 70 mi à Femsa
A Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) poderá pagar uma indenização de R$ 70 milhões à Femsa pela comercialização da cerveja da marca Puerto del Sol após sua proibição, em dezembro de 2006.
A decisão, em primeira instância, foi da 27ª Vara Cível de São de Paulo e publicada ontem no Diário Oficial. A definição da cobrança deverá ocorrer até o final deste ano, em julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme o advogado da Femsa, André Giacchetta. Segundo ele, o valor equivale à multa diária de R$ 500 mil pelo período de mais de quatro meses em que ocorreu a venda indevida da marca Puerto del Sol.
Segundo a ação, a AmBev anunciou o lançamento da Puerto del Sol em maio de 2006. Dias após, a Femsa obteve liminar proibindo a comercialização, alegando haver registrado, dois meses antes, o nome Sol, no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). Além disso, argumentou que já trazia a cerveja Sol para o Brasil, antes de adquirir o controle da cervejaria Kaiser, que passou, então, a distribuir o produto.
No entanto, em 31 de maio, a AmBev conseguiu um efeito suspensivo no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) liberando a comercialização da Puerto del Sol. A venda ocorreu normalmente até dezembro de 2006, quando o TJ-SP confirmou a proibição. Segundo Giacchetta, mesmo com a proibição, a AmBev manteve a comercialização do produto ao longo do verão de 2007. "Mesmo após a proibição, a AmBev alegou que ainda existiam estoques e produtos colocados no mercado. Temos indícios de que a Puerto del Sol foi comercializada até maio de 2007", afirmou.
De acordo com ele, os lucros e os gastos com publicidade da AmBev destinados a Puerto del Sol, enquanto a marca estava proibida de ser vendida, serão objetos de uma outra indenização, que também corre na 27ª Vara Cível de São Paulo. "Essa ação está em fase de perícia, com a solicitação do exame dos livros contábeis da AmBev para averiguar o valor da indenização", disse. A expectativa dele é de que a decisão saia no primeiro semestre de 2010. Conforme a decisão, a cerveja Puerto del Sol continha algumas características que poderiam levar o consumidor a confundi-la com a Sol.
Entre elas, o modelo premium long neck, a garrafa transparente e o destaque na embalagem apenas para o nome Sol, com uma serigrafia vermelha, semelhante à da marca da Femsa.
A AmBev confirmou por meio da assessoria de imprensa, que retirou o produto do mercado no primeiro semestre de 2007 e informou que vai recorrer da decisão em primeira instância.
Fonte: AE Agência Estado – 01/09/2009
Polícia suíça apreende Keineken depois de queixa da holandesa Heineken
A polícia suíça apreendeu mil garrafas de cerveja Keineken, feita naquele país, depois de a holandesa Heineken ter reclamado que a sua marca estava a ser violada.
"O nome Keineken parece ser um trocadilho suíço para dizer Não Heineken", considerou o grupo holandês.
Jeroen Breuer, porta-voz da Heineken, disse hoje que um juiz do cantão suíço de Obwalden deu ordem para que a polícia apreendesse as cervejas Keineken, reiterando que a marca tinha desrespeitado a concorrente holandesa.
Fonte: Lusa - 02/09/2009
Oktoberfest inicia montagem para receber foliões
A um mês para a maior festa alemã das Américas, o Parque Vila Germânica começa a se transformar para receber os foliões para a Oktoberfest 2009. No total, a festa terá 18 pontos de vendas de alimentação, alguns destes já começaram a ser construídos e ganham suas primeiras formas.
A construção do Biergarten – Jardim da Cerveja - terá em sua estrutura um deque avançando sobre parte da calçada da Rua Alberto Stein. Para isso a cerca foi deslocada, avançando o canteiro central da via, o que ampliará o espaço físico da festa. Outras obras também foram realizadas para receber a Oktoberfest 2009.
A antiga casa de carnes Fleisch Haus, sofreu reformas para se transformar em um posto permanente da Polícia Militar. O ambulatório, que atenderá não somente a festa de outubro, como também os eventos sediados no Parque, foi construído sob o mezanino do Setor 3. O piso também recebeu manutenções e a partir da próxima semana iniciam as montagens no interior dos setores.
Fonte: Mercado & Eventos – 02/09/2009
AmBev consegue liminar contra multa do CADE
O Tribunal Regional Federal em Brasília cassou ontem no final da tarde, por meio de uma liminar, a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) que multou a fabricante de cerveja AmBev em R$ 352 milhões - a maior multa já aplicada na história do órgão.
A decisão liminar em primeira instância também decretou a nulidade do processo administrativo que culminou na decisão de multar a companhia.
O CADE pode recorrer da decisão. A decisão do CADE de multar a companhia foi tomada no dia 22 de julho, um dia depois de a empresa apresentar uma proposta de R$ 12 milhões em troca do fim do processo, que corre sob sigilo. A idéia da AmBev era que a verba fosse destinada para treinamento de técnicos dos órgãos antitruste brasileiros na Europa e nos Estados Unidos.
Como revelou em sua edição de ontem o jornal Valor, os conselheiros do CADE consideraram a proposta imoral. Para o CADE, o fato de a companhia arcar com o treinamento de servidores públicos que posteriormente iriam instruir e julgar processos em que ela responde como ré viola a moralidade administrativa.
A AmBev entrou com o recurso contra a decisão do CADE na terça-feira. Na ação, a empresa contesta tanto o valor da multa quanto a avaliação do CADE de que ela adotou práticas anticoncorrenciais em um programa de relacionamento com bares e restaurantes, chamado Tô contigo. Para o CADE, o programa, que previa a distribuição de brindes como refrigeradores, mesas e cadeiras para os pontos de venda, levou a AmBev a conseguir exclusividade com bares e restaurantes, prejudicando a concorrência no setor.
O CADE aplicou a multa com base no faturamento total da companhia, e aplicou o porcentual máximo de 2% por entender que houve uma intenção deliberada da AmBev de prejudicar a concorrência. O órgão teria apreendido documentos internos demonstrando a preocupação da empresa em alertar os funcionários a tomar cuidado com as autoridades antitruste.
Para fazer sua proposta de acordo, a Ambev aplicou 1% sobre o faturamento do chamado mercado relevante para o caso. O programa "Tô contigo" envolvia apenas cerveja de garrafa de 600 ml e atingia 10% do canal de vendas bares e restaurantes.
Procurado, o CADE disse que ainda não havia sido notificado da liminar. A AmBev também não quis se manifestar.
Fonte: Estadão de Hoje - Economia & Negócios, por Mariana Barbosa – 03/09/2009
CADE não recorrerá de liminar da AmBev sobre multa
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) informou hoje que não recorrerá à Justiça para derrubar a liminar concedida à cervejaria AmBev para suspender multa aplicada em julho. Segundo explicações do Conselho, para garantir essa decisão liminar, a companhia terá que depositar em juízo o valor da multa, de R$ 352 milhões. A empresa tem uma semana para fazer o depósito, que não precisará ser necessariamente em dinheiro. A Justiça Federal de Brasília deu como alternativa a apresentação de uma carta fiduciária, que é um documento jurídico assinado por um banco garantindo o pagamento da multa.
Diante da garantia, a assessoria do CADE informou que o órgão vai esperar o julgamento final do mérito pela Justiça da ação impetrada pela AmBev na última terça-feira. O Conselho ainda não foi formalmente notificado, mas ontem a Procuradoria do conselho buscou informações nos autos do processo no Tribunal Regional Federal (TRF) em Brasília sobre as condições da concessão da liminar. O CADE também foi informado que a liminar não anula o julgamento que condenou a AmBev por prática anticompetitiva, apenas suspende o pagamento definitivo da multa até que haja uma decisão final de mérito. O processo segue em segredo de justiça, a pedido da empresa. (...)
Fonte: AE Agência Estado, por Isabel Sobral – 03/09/2009
Projeto prevê cortar ICMS das cervejarias
Indústrias artesanais que produzem até 200 mil litros de chope por mês serão beneficiadas
A esperança das microcervejarias artesanais em diminuir o sabor amargo dos impostos cobrados sob o chope tem chances de ser concretizada. Está em fase final a redação de um projeto de lei proposto pelo governo do Estado que prevê benefícios às microcervejarias de Santa Catarina. A principal mudança será a redução de 12 pontos percentuais no recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sob os produtos vendidos pelas empresas, que hoje é de 25%. A intenção da Secretaria Estadual da Fazenda é que o projeto entre em tramitação na Assembléia Legislativa até o início da próxima semana.
O texto prevê que somente cervejarias com produção de até 200 mil litros de chope por mês podem ser beneficiadas. A expectativa do presidente da Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina (ACASC), Edgar Freitas, é que oito empresas sejam favorecidas, mas não revelou quais. A redução é uma reivindicação que vem sendo feita há dois anos. Apesar da esperança, Freitas mantém cautela: – É cedo para especulações. Ainda é um projeto de lei.
Para o sócio-proprietário da Schornstein de Pomerode, Maurício Zipf, se a redução vier, será em boa hora. Segundo Zipf, a cervejaria enfrenta uma crise que teve início há um ano, com a Lei Seca. A Oktoberfest sem o feriadão e as chuvas contínuas prejudicaram o movimento tanto dentro do Parque Vila Germânica, quanto na sede da cervejaria. O golpe mais duro foi a tragédia de novembro, que fez o movimento de turistas cair em relação aos anos anteriores.
– A diminuição do imposto dará um novo fôlego aos que estão trabalhando com lucro quase zerado. A medida evitará que cervejarias da região fechem as portas – espera Zipf.
O Gerente Industrial da Zehn Bier, Guilherme Albani, acredita que o benefício poderá compensar o inverno ruim e ser revertido em investimentos nas fábricas, melhorando a qualidade do atendimento aos turistas.
– Poderemos reverter a redução em melhorias na cervejaria e na fábrica. O objetivo é torná-las pontos turísticos mais fortes e atrair novos investimentos – deseja Albani.
A Schornstein e a Zehn Bier possuem capacidade para produção mensal de até 30 mil litros cada.
De acordo com a proposta, a Cervejaria Eisenbahn não receberia o incentivo. Segundo o Gerente Industrial da Eisenbahn, Gerhard Beutling, a cervejaria possui capacidade para produção mensal de 250 mil litros.
Segundo a Secretaria da Fazenda, o projeto para redução do ICMS às microcervejarias deve entrar na pauta até a próxima semana.
Fonte: Jornal de Santa Catarina – 03/09/2009
Questionamentos sobre cervejas especiais - Parte II
Como definido na coluna anterior, compartilho com vocês a segunda parte de nossa seção "perguntas e respostas" sobre cervejas especiais.
A cerveja pertence ao mundo da gastronomia?
Sem sombra de dúvidas... Sabemos que as cervejas populares costumam beirar o insosso, pois a intenção é ganhar o máximo de aceitação no mercado, diferente das cervejas especiais, que buscam justamente ter estilo e personalidade própria. Ou seja, cada cerveja tem suas características particulares e sua companhia ideal na gastronomia. Nesse universo, além da grande diversidade de cores, existe uma extensa variedade de sabores. Cervejas mais amargas e lupuladas, ou mais adocicadas, com toques frutados ou condimentados, mais ou menos alcoólicas, mais refrescantes, sabores tostados, cervejas com maltes defumados, entre outros. Assim podemos criar diversas propostas de harmonizações, seja por semelhança (ex.: pratos leves e cervejas idem) ou por contraste (ex.: pratos picantes com cervejas mais adocicadas). O lúpulo e a carbonatação (gás carbônico) ajudam ainda a limpar o paladar e prepará-lo para o próximo gole ou garfada. A combinação de queijos e cervejas, por exemplo, é incrível e surpreendente. Com o tempo, cada vez mais teremos o prazer de ver a cerveja associada à alta gastronomia. Restaurantes sofisticados, que costumam ter grandes chefes cuidando de seus cardápios e excelentes cartas de vinhos, já começam a perceber a necessidade de cuidar também de sua oferta em cervejas. Para os apreciadores de cervejas especiais, é quase um insulto encontrar tanta qualidade do ambiente aos pratos e na hora de pedir sua cerveja, nada de especial ser apresentado.
Qual a importância da temperatura para a cerveja?
A importância da temperatura correta para as cervejas está diretamente relacionada à percepção que teremos do produto. Uma temperatura incorreta pode tanto mascarar defeitos de uma cerveja de baixa qualidade como pode também esconder aromas e traços de personalidade de uma cerveja especial. A cerveja, por ser uma bebida gaseificada, torna-se mais agradável e refrescante se consumida em temperaturas mais amenas, o que não significa "estupidamente gelada". Temperaturas abaixo de 3ºC inibem a percepção completa de nossas papilas e botões gustativos e conseqüentemente prejudicam a percepção do sabor (*).
(*) Sabor é a associação de aromas + gostos básicos (doce, salgado, ácido, amargo e umami) + estímulos táteis (químicos e/ou mecânicos - como calor, frio, adstringência, ardência, etc.)
Há uma temperatura ideal para cada tipo de cerveja?
Sim. Apenas como referência de consumo, podemos citar o exemplo dos vinhos. Os espumantes, mais ácidos e carbonatados, são servidos em temperaturas mais baixas, já os tintos e mais alcoólicos, em temperaturas mais elevadas.
Ou seja, temos ai uma ligação direta com o quesito álcool e robustez. Na cerveja também funciona assim. Cervejas mais carbonatadas e ácidas e com teores alcoólicos mais baixos (entre 3,5 e 6%) - como as pilsens, weissbiers (de trigo) e lambics com frutas - devem ser servidas entre 4 e 7º C. Já as cervejas mais complexas e alcoólicas - como uma strong ale ou uma vintage beer - devem ser consumidas entre 8 e 14ºC. Veja alguns exemplos de estilos e sugestões de temperaturas ideais para seu serviço:
Geladas (4 a 7ºC): Pilsner, Weissbier, Fruit Lambics, Kölsch, Münchener Lagers, Stout, Schwarzbier, etc.
Frias (8 a 10º C): Pale Ale, Belgian Ale, Dunkel Weissbier, Bock, Gueuzes, Smoked, Strong Lagers, etc.
Temperatura Ambiente / Cave (11 a 16º C): Strong Ales, Vintage Beer, Eisbock, Quadrupel, Barley Wine, etc.
O que acontece se essa temperatura não for respeitada (muda o sabor, bebida estraga etc)?
Temperaturas muito baixas prejudicam, por exemplo, as formações de espuma ocultam defeitos como oxidação e traços químicos e desfavorecem a percepção dos aromas e sabores, por inibirem o perfeito funcionamento das papilas e botões gustativos. Ou seja, deve-se consumir entre 0 e 4ºC, apenas cervejas que você não deseja efetivamente degustar e apreciar e, sim, simplesmente consumir para se refrescar.
Como o organismo percebe essa temperatura?
A temperatura, além de ser notada por estímulos visuais (pelo simples fato de olharmos um copo suado já sabemos que tal bebida está gelada), é uma percepção tátil. Os estímulos táteis são transmitidos por neurotransmissores, presentes na pele e mucosas, ao nosso sistema nervoso central. Na boca, os responsáveis por esta função são justamente as diversas papilas e botões gustativos.
Dica Final
Permitam-se desvendar e conhecer novos sabores e culturas. Isso não apenas no universo da cerveja, mas em tudo na vida! E é claro: BEBAM COM RESPONSABILIDADE. Celebrem seus momentos especiais, mas façam com que estes momentos sejam lembrados e não esquecidos.
Fonte: GPHR News, por Tatiana Spogis (Gerente de marketing e treinamentos) – 04/09/2009
A estratégia de um líder de mercado: cerveja polar
Para o dicionário cerveja significa uma bebida levemente alcoólica, feita de cevada e lúpulo, os paulistanos pedem uma “breja”, já os cariocas pedem uma “gelada”, assim como em alguns outros lugares do Brasil é “chopp” ou uma “biritinha”, uma forma própria e peculiar.
No Rio Grande do Sul, em qualquer um dos milhares de bares existentes pelo estado a forma certa de se pedir cerveja é “Polar”. Trata-se de uma empresa tipicamente regional e altamente nacionalista vendida somente no território gaúcho. Você pode estar pensando que nos tempos atuais e modernos esta estratégia é antiquada, muito pelo contrário, já são mais de 80 anos desta forma e após várias tentativas frustradas, a marca passou a ser uma das holdings da AMBEV no Brasil, porém com atuação única e restrita ao Rio Grande do Sul.
Líder de mercado, ele move os gaúchos pelo prazer de estarem consumindo um produto “próprio”, da terra, pela qual o plano de ação inclui provocar outros os estados vizinhos como Santa Catarina, Paraná, porém os alvos prediletos são os cariocas e os paulistas. Ao visitar o site da empresa, sua página de entrada já especifica a possibilidade: Gremista ou Colorado? A opção escolhida faz abrir uma página personalizada em azul ou vermelhos (cores que embalam os times), vale a pena conferir no www.polarexport.com.br
Fonte: Blog da comunicação, por Marcello Ghigonetto - 04/09/2009
Cervejarias pretendem aumentar preços
As grandes cervejarias do mundo pretendem elevar os preços da bebida nos próximos meses. Já analistas de mercado expressam dúvidas quanto à capacidade das empresas colocarem em prática os aumentos planejados, enquanto outros apontam para a concentração de alguns mercados, como o norte-americano, como um fator favorável a uma política de preços mais agressiva.
No primeiro semestre, a capacidade de impor preços mais altos ou ao menos de mantê-los nos níveis de trimestres anteriores ajudou a contrabalançar o impacto da queda das vendas provocada pela crise econômica.
Nos EUA, a AB InBev e a MillerCoors — joint venture entre a SABMiller e a Molson Coors — pretendem aumentar preços a partir do final deste mês. O vice-presidente de vendas e gerenciamento de receita da MillerCoors, Brad Schwartz, fez afirmações na mesma linha. "Nós percebemos uma capacidade muito forte de fixação de preços no ano até agora e projetamos um ambiente favorável", afirmou.
De modo geral, no entanto, o desempenho das vendas é contrário ao dos preços. O volume global vendido pela AB InBev, controladora da AmBev no Brasil, diminuiu 1,1% no segundo trimestre em comparação com igual período do ano passado, ficando aquém da previsão de analistas.
A Bud Light, líder no mercado dos EUA, por exemplo, sofreu queda de 8,6% de suas vendas no período de quatro semanas terminado em 9 de agosto frente a igual intervalo do ano passado, de acordo com a consultoria Information Resources. As vendas da MillerCoors recuaram 0,8%, para os varejistas, e 1,1%, para os atacadistas, nos EUA no segundo trimestre ante igual período do ano passado.
Analistas apontam que cervejarias que durante anos se beneficiaram da migração de consumidores para as marcas prêmio, caso da Heineken, poderão enfrentar em breve uma reversão dessa tendência, o que dificultaria planos de novos reajustes. "A tendência de longo prazo é o consumidor migrar para marcas mais caras, mas isso está se revertendo", disse o especialista em bebidas Andrew Holland, da corretora Evolution Securities, ao Financial Times.
A companhia, no entanto, parece ainda não sentir muito o impacto disso. Ao contrário; a Heineken prevê que a melhoria do mix de produtos conquistada no primeiro semestre, resultante do aumento da fatia das marcas mais caras no volume total de vendas, continuará ajudando o grupo no segundo semestre "Não vemos necessidade de mudar fundamentalmente nossa estratégia", disse seu executivo-chefe, Jean-François van Boxmeer.
No primeiro semestre do ano, os aumentos de preços promovidos pela Heineken contrabalançaram a queda de 7% do volume de cerveja vendido no período e contribuíram para que seus resultados superassem as previsões do mercado. O lucro do grupo cresceu 20% na comparação com igual período do ano passado, para 489 milhões de euros, aproximadamente US$ 700 milhões. Com o aumento do desemprego e a queda da renda disponível, especialmente na Europa Ocidental, o volume deve seguir sob pressão, mas a fabricante acredita que esse declínio vai desacelerar.
Fonte: Portal Bem Paraná com AE Agência Estado - Economia – 05/09/2009
Vinho oficial da Copa do Mundo e versões de cervejas chegam ao Brasil
A marca de vinhos oficial da Copa do Mundo 2010, Nederburg, já está disponível em algumas casas do país, como no paulistano Chalé Pizza & Wine Bar.
Os clientes podem provar as três versões da bebida (tinto, rosé e branco): Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e Rose. As edições comemorativas ficam disponíveis até o fim de 2010.
Para quem gosta das bebidas oferecidas pela cervejaria inglesa Fuller's, a Boxer do Brasil traz para o país a versão de 330 ml das cervejas EBS, Golden Pride, Honey Dew e London Porter - que já eram comercializadas em latas e garrafas de 500 ml. Por ter tamanho um pouco menor, as novas garrafas facilitam o manuseio e evitam desperdícios.
Fonte: Folha Online - 06/09/2009
Itaipava vai patrocinar Brawn GP, de Barrichello, no GP de Interlagos
A marca de cerveja Itaipava, da Cervejaria Petrópolis, vai patrocinar a equipe Brown GP no Grande Prêmio de Fórmula 1 do Brasil, que acontece no dia 18 de outubro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O nome da cerveja estará estampado nos capacetes e carros de Rubens Barrichello e Jason Button, pilotos da equipe.
O acordo entre a cervejaria e a Brawn GP foi firmado em agosto e prevê, além das ações de patrocínio, a veiculação da campanha de responsabilidade "Lugar de Piloto é na Pista. Se Beber não Dirija". Segundo o gerente de marketing da Cervejaria Petrópolis, Douglas Costa, a parceria com a Brown faz parte da estratégia de desenvolvimento da marca Itaipava.
Além da Fórmula 1, a Itaipava estará presente em outras competições automobilísticas do Brasil, como a Stock Car, Stock Jr, Fórmula Truck e as provas do Itaipava GT Brasil, que envolve as categorias Itaipava GT3, Itaipava Trofeo Maserati e Copa Renault Clio.
"É com muito prazer que damos as boas-vindas à Cervejaria Petrópolis à equipe Brawn GP e à Fórmula 1. A disputa no Brasil chama sempre a atenção do grande público e possui uma atmosfera inigualável. É um prazer ter, justamente nesta corrida, a parceria de uma empresa brasileira tão prestigiada", afirmou Nick Fry, chefe-executivo da Brawn GP.
Fonte: Portal Exame - Marketing – 08/09/2009
AmBev contrata 350 funcionários para o verão
Com a aproximação do verão – a estação mais importante para os fabricantes de bebidas - a AmBev iniciou a contratação de novos funcionários.
Entre julho e agosto a companhia já admitiu 200 pessoas para atuar nas suas 33 fábricas no país e até o final de setembro outras 150 vagas também serão preenchidas. O período de novembro a fevereiro representa 55% do volume total de vendas da empresa.
Dona de 69% do mercado, a AmBev emprega atualmente 39 mil funcionários – sendo 23 mil só no Brasil.
Às 12h06, as ações preferenciais da AmBev (AMBV4, sem direito a voto) subiam 0,43%, negociadas a 138,50 reais. No mesmo instante o Ibovespa registrava alta de 0,08%, aos 57.900 pontos.
Fonte: Portal Exame - Negócios – 09/09/2009
MPM cria para AmBev
A AmBev, a maior empresa privada de bens de consumo do Brasil, estréia hoje (10) uma nova campanha assinada pela MPM.
As peças de mídia impressa são estreladas pelos próprios funcionários da companhia e mostram quem está por trás de cada conquista da empresa, seja na inovação para os consumidores, na gestão ambiental de excelência e no consumo responsável de bebidas. A campanha terá veiculação nos principais jornais e revistas do país.
Um dos anúncios, por exemplo, mostra que a principal matéria prima da AmBev é gente e apresenta o supervisor de vendas Paulo Cesar do Carmo, há 11 anos funcionário da companhia. Como um bom guerreiro, Carmo aparece com uma garrafa de Brahma na mão com o seguinte texto: “A AmBev sabe que para entender o consumidor é preciso mais do que tecnologia e experiência: é preciso ter gente boa”.
A criação é de Joanna Monteiro e Rogério Lima, com direção de Joanna e Augusto Coelho. O atendimento é de José Boralli, Gisele Pansera e Cândida Semensato. A mídia ficou por conta de Daniel Chalfon, Gabriel Queiroz e Silvia Ramazzotti.
Fonte: AdNews – 10/09/2009
Rússia limita venda de cerveja para combater alcoolismo
O presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, ordenou hoje restrições às vendas de cerveja e bebidas similares. A medida é um esforço russo para enfrentar o alcoolismo, problema grave no país.
Medvedev já lamentou publicamente o problema da bebida e seus efeitos para o bem-estar nacional. As novas restrições planejadas impediriam a venda de cerveja em latas ou garrafas maiores que um terço de litro (cerca de 330 mililitros).
A regra vale apenas para "bebidas leves", mas não para vinho, vodca e outras bebidas mais fortes. Um estudo publicado em junho no periódico científico britânico "The Lancet" aponta que a bebida é culpada por mais da metade das mortes entre russos de idades entre 15 e 54 anos, desde o colapso da União Soviética em 1991.
Fonte: AP e AE Agência Estado – 11/09/2009
Ruprecht Loeffler é homenageado com o Selo Comemorativo pelos seus 92 anos de vida
Em comemoração aos 92 anos de vida do cervejeiro Ruprecht Loeffler, a Câmara de Vereadores de Canoinhas, realizou na última terça-feira, 08, sessão solene com lançamento de selo comemorativo dos Correios, realizado pelo assessor técnico dos Correios em Santa Catarina, José Manoel de Aguiar, que representou o diretor regional Eduardo Ribeiro.
O selo tem estampada a ilustre figura de seu Loeffler e sua Cervejaria centenária, ponto turístico de nossa cidade e orgulho de nossa gente. O requerimento foi do vereador Wilson Pereira.
Na mesma ocasião, também foram homenageados o Juiz André Alexandre Happke e sua esposa Simone Denardi Happke, que desenvolvem brilhante serviço social, onde receberam o título de cidadãos honorários de Canoinhas, em atendimento ao requerimento do vereador Paulo Glinski.
Os 100 anos do IF-SC Instituto Federal de Santa Catarina também foi homenageado pela Câmara de Vereadores, através de sua reitora Consuelo Sielski Santos. O requerimento foi do vereador Beto Passos, que fez questão de lembrar que nos próximos dias a cidade de Canoinhas ganhará a sua Escola Técnica Federal.
Selo Comemorativo
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos emite selos postais e carimbos comemorativos para homenagear e promover personalidades, fatos históricos, instituições e eventos marcantes no contexto sociocultural do nosso país.
O selo em homenagem aos 92 anos do cervejeiro Rupprecht Loeffler é personalizado e composto de duas partes: A primeira contém as imagens do ipê amarelo e da bandeira do Brasil. Na segunda parte está a imagem do senhor Loeffler ostentando um caneco de chopp em destaque aos 92 anos, e ainda os dizeres: Cervejeiro Rupprecht Loeffler – Poder Legislativo – Canoinhas/SC.
Fonte: O Planalto – 11/09/2009
AmBev volta a ganhar mercado, e corretora prevê lucro forte
A AmBev teve crescimento de 0,3 pontos percentual em sua participação no mercado brasileiro de cervejas em agosto, segundo informações divulgadas pela Nielsen. O resultado garantiu à companhia 69,2% de participação no mercado.
Como conseqüência, segundo a corretora Link Investimentos, a expectativa é de bons resultados no terceiro trimestre do ano, com "crescimento de vendas maior que o do mercado e forte geração de caixa". A corretora recomenda a compra dos papéis da AmBev.
Os analistas qualificam a evolução da participação de mercado da AmBev em 2009 como "impressionante". A empresa não perde espaço desde janeiro deste ano e, nos oito primeiros meses, acumula ganho de 2,2 pontos percentuais.
O esperado, de acordo com a corretora, era justamente o oposto. Devido às mudanças fiscais e da Lei Seca, que diminuiu o consumo de cerveja em bares e restaurantes, a expectativa era de estagnação ou perda da participação de mercado da AmBev.
Porém, para os analistas, a empresa se adaptou rapidamente ao novo cenário e apresentou inovações nas embalagens, com o lançamento de novas latas e garrafas de 1 litro. "Como nesses casos o preço pago por mililitro de cerveja acaba sendo menor e as pessoas, por conta da crise, estavam buscando forma de economizar, essas embalagens foram um grande sucesso", diz o relatório da Link.
O segundo lugar em participação de mercado no mês de agosto ficou com a Schincariol, que apresentou recuo de 0,6 pontos percentual, para 12,1%. Em seguida vieram a cervejaria Petrópolis, com crescimento de 0,3 pontos percentual em sua fatia, chegando a 9,9%, e a Femsa, que registrou queda de 0,1 ponto percentual, para 6,9%.
As ações da AmBev (AMBV4) operavam em alta de 0,27%, a 138,98 reais, às 14h31 desta segunda-feira (14/09), enquanto o Ibovespa registrava alta de 0,36%, aos 58.574 pontos.
Fonte: Portal Exame - Finanças – 14/09/2009
A Europa permanece como o maior produtor mundial de cerveja
A Europa está defendendo a sua posição de liderança como o maior produtor mundial de cerveja, de acordo com um novo relatório apresentado pelo The Brewers of Europe em Bruxelas. Com uma produção anual de 427 milhões de hectolitros (hl), a Europa permaneceu à frente da China (393 milhões de hl) e os Estados Unidos (234 milhões de hl), confirmou o relatório, que foi conduzido em todos os 27 países da Comunidade Européia, mais Noruega, Suíça, Croácia e Turquia.
A Alemanha manteve-se como o maior produtor de cerveja europeu (103 milhões de hectolitros), seguida pelo Reino Unido (49,5 milhões de hl), Polônia (36,9 milhões de hl) e Espanha (33,4 milhões de hl). A Alemanha possui também o maior número de cervejarias (1.330), apontou o relatório.
“O que é mais interessante é o fato que o número de cervejarias pela Europa cresceu cerca de 25% nos últimos três anos, de aproximadamente 3.000 em 2006 para 3.733 atualmente,” disse o secretário geral do The Brewers of Europe, Rodolphe de Looz-Corswarem, na apresentação do relatório, e disse adicionalmente que “os governos nacionais, a economia européia, e os cidadãos europeus se beneficiam enormemente da produção e venda de cerveja em termos de empregos, faturamento e é claro, o prazer em beber.”
Direta e indiretamente, 2,5 milhões de empregos na Europa podem ser atribuídos aos setores de produção e venda, que trazem para a economia européia um adicional de € 59 bilhões em termos de valor adicionado e aos governos nacionais aprox. € 57 bilhões em impostos. “Estes são números muito impressionantes, especialmente sob a luz da crise econômica atual,” disse Looz-Corswarem. “Os governos devem ser sensatos para avaliar estes fatos quando discutirem sobre aumento de impostos que recaem sobre os ombros dos cervejeiros europeus,” disse ele.
De acordo com o relatório, desde que o último relatório similar foi conduzido por Ernst & Young em 2006, as condições gerais de negócio para os cervejeiros europeus tem se deteriorado de modo geral.
Houve aumento das matérias-primas de origem agrícola, e custos gerais associados à produção, (aprox. 24%) e impostos (aumento de aprox. 30% na Holanda) e aumentaram dramaticamente em alguns países, enquanto que a queda em geral da economia colocou restrições adicionais ao setor. Rodolphe de Looz complementou, “mesmo desde o início de 2009, 16 países europeus aumentaram os impostos sobre a cerveja.”
“Os tempos estão difíceis no momento, mas para que o negócio cervejeiro cresça, necessitamos da estrutura de negócios correta, a mentalidade correta dos decisores políticos que elaboram as nossas leis, inovação dentro do setor, especialmente ao mesmo tempo, nosso próprio e continuado reconhecimento que o nosso modelo de negócio se apóia em nossa reputação para conduzir nosso negócio profissionalmente e responsavelmente.”
Em resumo, o secretário geral do The Brewers of Europe declarou que “este relatório prova que o setor cervejeiro europeu é um componente chave da economia européia e um que necessita que lhe seja dada a liberdade para que permaneça competitivo, que possa aumentar a oferta de empregos, para que a economia européia cresça, aumentar as exportações, para aumentar a reputação do setor na Europa e globalmente e aumentar o número de consumidores que bebem cerveja moderadamente.”
Fonte: GlobalMalt nº38 – 14/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
O novo status da cerveja
O consumo de cerveja no Brasil está mudando. Cervejas especiais, com os mais variados aromas e sabores, estão sendo adicionadas ao cardápio de bares e restaurantes. São cervejas feitas de trigo, maturadas em carvalho, com toques de mel, café – ou até rapadura. Algumas, a exemplo dos vinhos, têm a safra estampada no rótulo.
A mudança se deve à melhor difusão das bebidas artesanais, produzidas por mais de 100 microcervejarias nacionais, e das premium importadas. Elas já respondem por 6% do mercado brasileiro. É pouco em comparação com os números dos Estados Unidos (12%) e da Europa (20%). Mas, aqui, a adesão às cervejas especiais triplicou em sete anos. "Hoje, qualquer grande supermercado tem uma gama variada de rótulos", diz Enio Rodrigues, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja. Alguns restaurantes, como o paulistano Sal, já oferecem um cardápio indicando o casamento perfeito entre comida e cerveja.
Com a ajuda dos especialistas Cassio Piccolo, do bar Frangó, e Eduardo Passarelli, do Restaurante Forneria Melograno, em São Paulo, Veja elaborou uma lista com dez das melhores e mais caras cervejas especiais que podem ser degustadas no país – e os pratos que, na linguagem dos degustadores, melhor se harmonizam com elas. Montagem com fotos de Mario Rodrigues e Germano Luders.
Marca: Colorado Indica
Tipo: Índia Pale Ale
Origem: Brasil
Características da bebida: produzida por uma microcervejaria de Ribeirão Preto (SP), leva rapadura na composição, tem notas intensas de malte e caramelo, amargor característico do lúpulo e aroma floral
Temperatura ideal: 4 a 6 graus
Tipos de prato que acompanha: comida indiana, queijo grana, carne assada, salmão grelhado
Preço: 18 reais
Fotos Pedro Rubens
Marca: Deus
Tipo: Ale elaborada por champenoise
Origem: Bélgica
Características da bebida: sabor e aroma com notas adocicadas de abacaxi, compota de frutas e manjericão. É fabricada seguindo-se o mesmo método usado na produção de champanhe: a garrafa com a bebida fica pendurada de cabeça para baixo durante um ano e é girada 45 graus duas vezes ao dia. Lembra bastante um espumante e deve ser servida em flutes, taças apropriadas para esse tipo de vinho
Temperatura ideal: 0 a 2 graus
Tipos de prato que acompanha: ostras, camarão, mariscos, sobremesas à base de frutas
Preço: 220 reais
Marca: Maudite
Tipo: Strong Ale
Origem: Canadá
Características da bebida: muito saborosa, segue a escola belga com um aroma de malte bem intenso, cor avermelhada e 8% de teor alcoólico
Temperatura ideal: 10 a 14 graus
Tipos de prato que acompanha: carnes grelhadas e comidas picantes
Preço: 58 reais
Marca: Jenlain Ambrée
Tipo: Bière de Garde
Origem: França
Características da bebida: levemente frutada, tem sabor intenso e aroma do malte, toques de caramelo e baixo amargor
Temperatura ideal: 6 a 10 graus
Tipos de prato que acompanha: mariscos, carnes assadas e comida condimentada
Preço: 45 reais
Marca: Lust Prestige
Tipo: Ale elaborada por champenoise
Origem: Brasil
Características da bebida: produto nacional da microcervejaria Eisenbahn, de Blumenau (SC), também é fabricada pelo método do champanhe. O sabor e o aroma lembram pêssego em calda e abacaxi
Temperatura ideal: 0 a 2 graus
Tipos de prato que acompanha: peixes de mar, frutos do mar, sushi e sobremesas à base de frutas
Preço: 100 reais
Marca: Estrella Damm Inedit
Tipo: Bière Blanche
Origem: Espanha
Características da bebida: refrescante, com toques cítricos e médio corpo, é ótima para tomar como aperitivo
Temperatura ideal: 6 a 8 graus
Tipos de prato que acompanha: salada ou aperitivo
Preço: 54 reais
Marca: Fuller’s ESB
Tipo: Extra Special Bitter
Origem: Inglaterra
Características da bebida: de cor cobre, tem um amargor acentuado e aroma de especiarias
Temperatura ideal: 10 a 12 graus
Tipos de prato que acompanha: frango grelhado
Preço: 29 reais
Marca: Chimay Grande Réserve Safra 2008
Tipo: Trapista – Vintage Beer
Origem: Bélgica
Características da bebida: tipo de cerveja produzido em monastérios Trapistas na Bélgica e na Holanda. Como os vinhos, tem safra, vem em garrafa com rolha e pode ser guardada em adega por muitos anos. Produzida por autofermentação, tem cor marrom-escura e sabor e aroma complexos, que lembram chá preto e tabaco
Temperatura ideal: 14 a 16 graus
Tipos de prato que acompanha: risoto ou carne de cordeiro
Preço: 89 reais
Marca: Guinness Extra Stout
Tipo: Stout
Origem: Irlanda
Características da bebida: é a Guinness com G maiúsculo, que deu origem a todas as outras do gênero. Seu aroma e gosto lembram café torrado, chocolate ou bala toffee. Cerveja encorpada, bastante seca e amarga, com 8,6% de teor alcoólico
Temperatura ideal: 10 a 12 graus
Tipos de prato que acompanha: ostras ou torta de chocolate
Preço: 33,90 reais
Marca: Samichlaus Safra 2007
Tipo: Strong Lager
Origem: Áustria
Características da bebida: o líquido dourado é engarrafado apenas em 6 de dezembro, dia de São Nicolau, que dá o nome à cerveja. O aroma lembra castanha e frutas secas. Tem elevado teor de açúcar e álcool (14%)
Temperatura ideal: 14 a 16 graus
Tipos de prato que acompanha: foie gras, linguiça condimentada e sobremesas natalinas como o panetone
Preço: 37,50 reais
Fonte: Veja Guia - Bebidas - Ed. 2130 – 16/09/2009
Ações da Anheuser sobem em retorno à Bolsa de Nova York
As ações da Anheuser-Busch InBev voltaram a ser negociadas na bolsa de Nova York nesta quarta-feira, 10 meses após a compra da cervejaria norte-americana pela belga InBev, que passou o registro da empresa para a bolsa de Bruxelas.
Os ADRs da maior cervejaria do mundo, que também controla a brasileira AmBev, são negociadas na bolsa de Nova York sob o antigo símbolo da Anheuser-Busch, "BUD", uma referência à sua mais famosa marca de cerveja, a Budweiser.
"Esse símbolo BUD é o mesmo, mas agora representa uma empresa maior, mais forte, mais diversificada, mais global, com marcas que lideram nos principais mercados ao redor do mundo", disse o presidente-executivo da Anheuser-Busch InBev, Carlos Brito, à Reuters em entrevista.
As ações da empresa operavam em alta de 1,51 por cento às 14h48 (horário de Brasília), cotadas a 46,95 dólares na bolsa de Nova York.
A Anheuser-Busch InBev foi formada no final do ano passado, quando a InBev, fabricante belga das cervejas Stella Artois e Beck's, comprou a norte-americana Anheuser-Busch por 52 bilhões de dólares.
Desde então, a empresa anunciou planos para abrir um escritório em Nova York, e passou a informar seu balanço trimestral em dólares, embora Brito afirme que não há planos para transferir a sede da companhia da Bélgica para os Estados Unidos.
A InBev se endividou em 45 bilhões de dólares para financiar a fusão, concluída em novembro, e estabeleceu uma meta para se desfazer de 7 bilhões de dólares em ativos para ajudar a pagar a dívida.
Brito afirmou que continua comprometido com essa meta de 7 bilhões de dólares, mas que não tem pressa para cumprir o objetivo, dado a atual situação financeira do grupo.
"Estamos numa situação muito melhor em termos de liquidez e de geração de caixa, e por isso, não temos pressa nem estamos sob pressão", disse.
Cada ADR representa uma ação ordinária da Anheuser-Busch InBev, que continuará sendo negociada também na bolsa de Bruxelas sob o símbolo de "ABI".
As ações da Anheuser-Busch InBev negociadas na Europa mais que triplicaram de valor desde novembro, para acima dos 31 euros.
Fonte: Reuters, por Martinne Geller e Nicole Maestri – 16/09/2009
Crown deve investir em nova fábrica de latas para bebidas no Brasil para atender a crescente demanda
A Crown anunciou hoje que sua subsidiária brasileira, Crown Embalagens SA, pretende construir uma nova fábrica para latas de bebida de 60 milhões de dólares no Brasil. A nova unidade deverá estar operacional no segundo trimestre de 2011 e terá uma capacidade anual inicial de 700 milhões de latas.
A nova fábrica será localizada no Sul do Brasil para atender à crescente demanda da região. A CROWN Embalagens tem uma forte presença no país com latas de bebidas em Cabreúva e Estância, e de uma fábrica em Manaus.
A capacidade de produção anual da companhia em 2011 será de aproximadamente 4 bilhões de latas. "A demanda por latas de alumínio para bebidas no Brasil é forte e espera-se que as tendências positivas continuem", disse Raymond L. McGowan, presidente da Crown Divisão Américas. "O Brasil é um mercado importante para nós e nosso parceiro de joint venture naquele país, Petropar SA. Esta expansão demonstra nosso compromisso em apoiar as crescentes necessidades de nossos clientes globais e locais e para ajudá-los a continuar a construir suas marcas na região."
Fonte: Crown Holdings, Inc – 16/09/2009
Cervejaria Petrópolis controla emissão de poluentes de 70 veículos em sua unidade em Teresópolis
De acordo com a Cervejaria Petrópolis, foi realizada, pelo segundo ano consecutivo, o controle da emissão de poluentes dos caminhões e demais veículos que circularam nas dependências de suas fábricas.
“Em Teresópolis, houve a inspeção de 70 veículos, com total aprovação pelos medidores. Os veículos inspecionados que estiveram em conformidade com as normais legais receberam um laudo técnico e um selo para atestar sua aprovação no teste”, aponta a nota.
Perfil da Cervejaria Petrópolis - Fundada em 1994, a Cervejaria Petrópolis - que produz as marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal e Black Princess - é a terceira maior do setor no país. Nesses anos, a empresa tem ampliado sua participação no mercado por meio de investimentos na qualidade de seus produtos e em equipamentos com tecnologia de ponta, mão-de-obra especializada, além da implementação de uma eficiente rede de distribuição.
Fonte: Revista Fator – 17/09/2009
Oktoberfest começa em Munique com tentativa de recorde e veto a fotos
A Oktoberfest, festa da cerveja que todos os anos acontece na cidade alemã de Munique, abriu neste sábado sua 176ª edição, com o prefeito da cidade, Christian Ude, destapando o primeiro barril por volta das 12h (7h em Brasília).
Milhares de pessoas vestidas com os tradicionais trajes folclóricos bávaros começaram a se reunir cedo no local em que é realizada a mais internacional das festas populares alemãs.
Em 2008, os visitantes da Oktoberfest consumiram 104 bois e 6,6 milhões de litros de cerveja - a média é de um litro por pessoa.
Neste ano, os organizadores do festival, que acontecerá até 4 de outubro, esperam novamente um público de aproximadamente seis milhões de apreciadores da bebida.
Entre as novidades desta edição, está um novo desafio. O presidente da Associação Alemã de Amigos do Beijo, Marco Wanke, tentará bater o próprio recorde e beijar 10 mil mulheres em apenas três dias.
Os organizadores também proibiram os jornalistas de tirar fotos de pessoas embriagadas e mulheres com os seios à mostra, por entenderem que esses registros prejudicam a imagem da festa e violam a intimidade dos participantes.
A Associação de Jornalistas da Baviera criticou a medida e disse que a "censura" impede a imprensa de dar uma imagem geral do evento.
Fonte: Agência EFE, em Berlim – 19/09/2009
AB InBev enfrenta estatais chinesas
Os empresários brasileiros Marcel Telles, Carlos Alberto Sicupira e Jorge Paulo Lemann estiveram na China no início de setembro. Em companhia dos demais membros do conselho de administração e do CEO da Anheuser-Busch InBev, Carlos Brito, fizeram um "tour" pelos bares e pelos supermercados da cidade de Xangai.
O objetivo do trio - que ficou famoso no Brasil após promover a fusão entre Brahma e Antarctica - era conhecer de perto o mercado chinês. A China é hoje o maior desafio da AB InBev, a maior fabricante de cerveja do mundo. A multinacional investe pesado no país asiático e o plano é ocupar a vice-liderança dentro de três anos. Hoje, a AB InBev é a terceira maior cervejaria da China. Mas os obstáculos são significativos. Com um consumo per capita de apenas 30 litros por ano, a China já é o maior mercado de cerveja do planeta, superando os Estados Unidos. Por esse critério, as perspectivas de crescimento são explosivas. Nos EUA, cada pessoa bebe, em média, 70 litros de cerveja por ano. No Brasil, são 58 litros. Estimativas do setor apontam que a China deve responder por mais de 40% do crescimento do consumo de cerveja do mundo nos próximos anos.
Estatais
Formada pela aquisição da americana Anheuser-Busch pela belgo-brasileira InBev (que por sua vez surgiu da união entre Interbrew e AmBev), a AB InBev está acostumada a liderar na maioria dos mercados em que opera. Mas, na China, ainda ocupa uma tímida terceira colocação, atrás das estatais chinesas CR Snow e Tsingtao.
No mercado premium chinês, a multinacional está em primeiro lugar, com a marca Budweiser. Segundo o vice-presidente de gestão da região Ásia Pacífico da AB InBev, Sérgio Saraiva, a empresa está promovendo uma estratégia agressiva de marketing, com propagandas na TV, para transformar a Harbin, uma marca que é forte no norte do país, em uma cerveja nacional, capaz de superar a Tsingtao. A tarefa é complicada porque a rival é quase sinônimo de cerveja na China. O gosto, aliás, é parecido com o da cerveja brasileira.
O mercado chinês de cerveja é cheio de particularidades sem paralelo em nenhum lugar do mundo. Estima-se que existam hoje 250 cervejarias no país e uma infinidade de marcas. Há três anos, eram cerca de 400 cervejarias. Quase todas as cidades de médio porte na China possuem uma cerveja local, que é motivo de orgulho para a população e, muitas vezes, é sustentada pelos governos locais. Uma pulverização tão expressiva não é sustentável e as três líderes estão comprando "market share", em uma verdadeira maratona de aquisições de fábricas regionais. Por serem estatais, a CR Snow e a Tsingtao levam vantagem. Elas possuem "guanxi" com os governos locais - palavra em mandarim que significa rede de relacionamentos e é fundamental para fazer negócios na China. Mesmo assim, a AB InBev possui hoje 34 cervejarias na China e dois centros de engarrafamento. Desse total, 10 são joint ventures com fábricas locais.
A empresa emprega 34,6 mil pessoas com faturamento líquido de 11 bilhões de yuans (US$ 1,6 bilhão). Além das três marcas principais - Budweiser, Harbin e Sedrin -, a AB InBev possui 14 marcas locais, muitas das quais devem desaparecer. Outro aprendizado para AB InBev na China é a distribuição. No Brasil, por exemplo, boa parte da rede é própria, o que garante uma vantagem competitiva para a empresa. Na China, são atacadistas privados, alguns ainda pequenos e pouco profissionais. Nesse caso, a estratégia da companhia é atrair o parceiro com a Budweiser, uma cerveja premium, cuja distribuição é bastante lucrativa. Mais tarde, a AB InBev atrela a venda da Budweiser a outras marcas, como a Harbin.
A InBev só ganhou musculatura para concorrer no mercado chinês depois da compra da Anheuser-Busch no ano passado. A tradicional cervejaria americana estava presente na China desde 1984 e já era forte com a Budweiser. A marca Harbin, que se transformou na aposta da InBev para o mercado popular chinês, também pertencia à AB.
Além disso, a AB possuía 27% de participação na hoje arquirrival Tsingtao, mas as ações foram vendidas no começo deste ano. Os volumes de cerveja vendidos pela AB InBev na China já são significativos, mas as margens de lucro continuam ainda muito pequenas, por conta da acirrada competição com os players locais. Conforme o balanço divulgado pela multinacional, a região Ásia/Pacífico respondeu por 3% da rentabilidade do conglomerado no ano passado. Quase 80% do lucro veio das Américas. A China, portanto, é uma aposta de longo prazo e um exercício de paciência para Brito, Sucupira, Telles, Lehman e o agressivo time da AB InBev.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia – 20/09/2009
Chope gelado e conservado
A Oktoberfest deste ano marcará a estréia do Duotank, um tanque com capacidade para mil litros de chope que armazena a bebida, mantém a temperatura em 0 °C e a pressão estabilizada. O equipamento chegou na sexta-feira, da Holanda. A intenção da Brahma, dona do produto, é aumentar a vida útil do chope, que por não ser fermentado (sic), precisa de cuidados especiais. É a primeira vez que este tipo de tecnologia é utilizada no Brasil. Serão 40 tanques nos bares dentro dos pavilhões 2 e 3.
Fonte: Diário Catarinense – 20/09/2009
Nas Bierbörse, na Alemanha, cada noite é um pregão em que o preço da cerveja varia
Que os alemães têm algumas das melhores cervejas do mundo, isso ninguém discute. O bom desempenho do mercado financeiro deles também não é novidade. Agora, a idéia de misturar cerveja e cotações da bolsa de valores num único ambiente é o que tem chamado a atenção de muitos turistas que desembarcam todo ano na Alemanha.
Numa "Bierbörse" alemã, que significa nada mais do que "bolsa de valores de cerveja", o objetivo não é relaxar, mas se divertir, beber e, é claro, pechinchar preços. A brincadeira funciona exatamente como o mercado financeiro, na base da lei da oferta e da procura. Quanto mais uma cerveja é vendida, mais cara ela fica, e vice-versa. A graça, no entanto, é ver o mercado "oscilar", conforme você faz seu pedido. Dessa forma, é possível conseguir bons descontos.
Atualmente, Berlim possui pelo menos dois grandes bares onde funciona uma bierbörse. Um deles é o Berliner Republik, o primeiro a oferecer a brincadeira aos seus clientes. Lá, a bolsa abre todos os dias, e começa a "operar" depois que o mercado de verdade já está fechado - a partir das 18 h. De dia, é um bar e restaurante comum.
O engenheiro Sergio de Barros, que esteve em Berlim ano passado, conta que chegou a comprar algumas cervejas com quase 40% de desconto, graças ao sistema.
- O "crash" da Bolsa é o melhor momento para conseguir preços baixos, pois as ações, ou melhor, as cervejas ficam com seus valores mínimos - explica Sergio, que angariou uma Postdamer Rex por 1,60 euros, 0,90 euros mais barata do que o valor que estava sendo cobrado na "abertura do pregão" daquele dia.
O sino que anuncia o "crash", aliás, é quase como a chegada do Apocalipse para alguns clientes mais afoitos, que precisam disputar a atenção dos garçons num curto intervalo de tempo antes que os preços voltem a subir. A "bolsa etílica" leva exatos sete minutos para se recuperar, por isso é preciso ser rápido, e ficar muito atento às telas espalhadas pelos restaurantes, que informam os preços e as cotações das cervejas.
Apesar do conceito de mercado financeiro, dificilmente você vai encontrar pessoas gritando, como nos antigos pregões - a não ser quando a bendita sineta que anuncia o "crash" toca. O ambiente do Berliner Republik é bem agradável e em nada lembra uma bolsa de valores de verdade. Pelo contrário, o que se vê são grupos de amigos se divertindo sem fazer muito alarde.
Além disso, muitos bares expandem o conceito de "bolsa da cerveja" e incluem na lista outras bebidas. O Dax Bierbörse, na cidade de Bielefeld, no estado de Renânia do Norte-Vestfália, por exemplo, oferece todos os drinques do cardápio na brincadeira, inclusive os não-alcoólicos.
Para muitos brasileiros, o conceito é novo. Mas, na Alemanha, as bolsas da cerveja existem desde a década de 90. E não podia ser diferente, num país onde a bebida é praticamente um símbolo nacional. A idéia das "bierbörses", no entanto, surgiu em outro país bom de copo, a Inglaterra.
Fonte: O Globo, por Luisa Valle – 21/09/2009
Brasil Master Chopp 2009
Belo Horizonte já tem o melhor tirador de chope da cidade. Giovano dos Santos, do Bar Ideal, foi o vencedor da competição que reuniu 20 bares da cidade na disputa do melhor tirador de chope do país.
Belo Horizonte foi palco, pela primeira vez, do Brasil Master Chopp, campeonato profissional que seleciona os melhores tiradores de chope do País. Aconteceu no espaço Canadá Eventos e reuniu os 20 melhores bartenders de diferentes bares da cidade para avaliar todo o requinte e protocolo quando se trata de servir cervejas.
Giovano dos Santos, do Bar Ideal, foi o vencedor da disputa, e irá disputar ao lado de Arnaub Amorim, do bar Chope Time, que conquistou o segundo lugar, a grande final brasileira. A etapa finalista acontece em 25 de setembro, em São Paulo. A atriz e cantora Emanuelle Araújo deu um tempo dos palcos para uma passagem rápida a cidade e apresentou a final do campeonato em Belo Horizonte.
O evento, que está na 4 ª edição, é promovido pela Real Academia do Chopp, é uma das etapas do campeonato mundial da categoria, o Stella Artois World Draught Master, que ocorrerá este ano em Nova York, EUA, e tem como objetivo incentivar a cultura cervejeira.
Campeonato
O campeonato é disputado em duas categorias: Chopp Brahma Master e Stella Artois Challenge. Os profissionais são avaliados nas categorias: Respeito ao ritual, Qualidade no serviço, Habilidade e destreza e Simpatia. Os três primeiros colocados na categoria Chopp Brahma Master ganham prêmio em dinheiro. Já o vencedor da Stella Artois Challenge representará o Brasil no campeonato mundial da categoria - Stella Artois World Draught Master, uma das principais competições de tiradores de chope do mundo, que este ano passa a acontecer em Nova York, EUA. As edições anteriores aconteceram em Leuven, na Bélgica. A final será realizada no dia 29 de outubro.
Fonte: Jornal O Debate – 21/09/2009
Visite a fábrica da Guinness
Os mais sortudos estarão em Dublin, depois de amanhã, para comemorar os 250 anos da Guinness da forma ideal: com um copo na mão, brindando na porta da famosa cervejaria. Não é o seu caso? Festeje perto de casa mesmo - haverá eventos em quase todos os cantos do mundo -, mas programe logo sua visita às instalações da fábrica na capital irlandesa.
O tour pelos sete andares do prédio é marcado pela interatividade e atrai até 13 mil pessoas em um único fim de semana, público que dá a exata noção da popularidade da marca.
Você não chegará a acompanhar o processo de envase da bebida, mas conhecerá em detalhes o legado de Arthur Guinness, que nos idos de 1759 provou ser um ótimo negociante.
Ele fez um contrato de leasing de 9 mil anos para garantir acesso à puríssima água vinda da Montanha Wicklow e às instalações da então pequena cervejaria de Dublin.
Interativo
Durante a visita o turista participa de jogos de computador e pode provar a cevada torrada, com gosto semelhante ao do café, que dá à bebida sua característica tonalidade escura. E, claro, aproveita para matar a sede. Na metade do caminho fica o laboratório de testes, onde são servidas edições especiais da marca.
É possível pegar quantos copos quiser (ou agüentar). Mas vá com calma: o melhor mesmo está no fim do tour. No andar mais alto fica o Gravity Bar, onde você poderá gastar a ficha que ganhou na entrada e degustar o seu pint. Com muita calma, apreciando a bela vista panorâmica de Dublin. O bar tem paredes de vidro e a cidade estará aos seus pés, em 360 graus.
SAIBA MAIS
Guinness: o ingresso para o tour nas instalações da fábrica custa 15 (R$ 39,70) na bilheteria ou 13,50 (R$ 35,70) na internet. Mais informações: http://www.guinness-storehouse.com
Fonte: O Estado de São Paulo, por Adriana Moreira – 22/09/2009
O aquecimento global está afetando a quantidade de alfa-ácidos dos lúpulos
O climatologista Martin Mozny do Instituto Hidrometereológico tcheco e sua equipe descobriram que a qualidade dos lúpulos Saaz – a delicada variedade usada para fabricar a Pilsen – tem diminuído nos últimos anos, onde a revista New Scientist citou a Metereologia Agrícola e Florestal. Eles dizem que o culpado é a mudança climática na forma de aumento das temperaturas do ar.
A equipe de Mozny usou um modo de dados de alta resolução de padrões de tempo, rendimento da colheita e qualidade do lúpulo para estimar o impacto das mudanças climáticas sobre os lúpulos Saaz na República Tcheca entre 1954 e 2006. Os lúpulos Saaz da melhor qualidade contém cerca de 5% de alfa-ácidos, o composto que produz o paladar amargo delicado das Pilsens.
O estudo descobriu que a concentração de alfa-ácidos nos lúpulos de Saaz tem caído em cerca de 0,06 porcento por ano desde 1954, e modelos de rendimentos de lúpulo e qualidade mediante futuros cenários globais de aquecimento predizem maiores reduções.
Mas este não é um caso isolado, as regiões de cultivo de lúpulo no leste da Alemanha e no centro da Eslováquia tem observado mudanças similares em suas colheitas.
Não são apenas os lúpulos tchecos que estão participando aqui, diz Francesco Tubiello, um especialista em colheitas da Comissão Européia e autor líder do capítulo de agricultura do Quarto Relatório de Estimativa IPCC. "As famosas regiões de plantio de lúpulo no leste da Alemanha e no centro da Eslováquia estão enfrentando a mesma situação," diz ele.
Isto não significa que o mundo irá ficar sem cerveja em curto espaço de tempo. Mas espere, isto é apenas a ponta do iceberg. Atualmente, nós estamos presenciando mudanças em plantações inteiras que usamos para produzir consumíveis. É ingênuo pensar que estas mudanças são limitadas a um pequeno número de plantações usadas para produzir cerveja. Esta situação irá se tornar mais e mais comum, não apenas para cervejas especiais, mas para alimentos de base.
As mudanças climáticas estão se infiltrando em nossas vidas diárias, o que deverá acontecer para que nós possamos entender que o aquecimento global não vai embora e que nós estamos causando isso?
Esta compreensão poderá vir muito tarde para nós para fazermos algo para corrigir.
A frase “aja agora!" não é apenas um slogan ambientalista muito utilizado, é uma necessidade.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1396 – 22/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Diferentes países, diferentes cervejas
Alguém poderia argumentar sem fim sobre que cerveja é a melhor, mas qual marca vende mais? Uma pesquisa interessante foi efetuada por Bootsnall.com. Aqui estão as colocações de vendas de cerveja em várias das maiores nações que bebem cerveja no mundo (exceto a Rússia).
EUA: muitas pessoas acreditam que a Budweiser é a líder absoluta no mercado americano. Entretanto, a sua Bud Light é a que detém o título desde 2001. Esta marca possui 16% de market share das vendas globais apesar do fato de que está disponível apenas nos EUA, Canadá, Colômbia, México, Irlanda, e Suécia. Budweiser é a segunda melhor nos Estados Unidos. As próximas são Miller Lite, Coors Light, e Corona Extra.
Canadá: no momento, a marca mais popular no Canadá é a Labatt Blue. A Coors Light está em Segundo lugar e a Molson Canadian em terceiro. A última ganhou a terceira posição da Budweiser em 2005.
Brasil: de acordo com Bootsnall.com, a marca preferida no Brasil é a Skol. A Brahma possui 20% do mercado e a Antarctica – 14%. Pode parecer que o mercado é tomado por uma competição feroz, mas não é o fato: todas essas marcas pertencem à mesma cervejaria, à divisão brasileira AmBev da AB InBev.
México: no México, as opiniões correntes coincidem com a realidade. A Corona é mesmo a cerveja mais vendida. Ela é também a cerveja mais distribuída no mundo e pode ser comprada em mais de 150 países. Mas vamos retornar ao México. As mais amadas cervejas do país (segunda e terceira posição) são a Tecate e Dos Equis.
A Tecate Light está em seus calcanhares.
Alemanha: as 1.300 cervejarias da Alemanha (no número total de cervejarias, o país está atrás apenas dos Estados Unidos) oferecem uma extremamente ampla escolha de cervejas, embora as lagers, é claro, dominem o mercado. Krombacher, Bitburger, Warsteiner, e Beck’s são as cervejas alemãs mais populares e exportadas.
Holanda: o título é seguramente da Heineken. Sua rival mais próxima é a Amstel, que é produzida na maioria para exportação, mas não há competição entre elas, pois foi adquirida pela Heineken em 1968. A Grolsch está na terceira posição, mas consideravelmente distante.
Reino Unido: o país é tradicionalmente famoso pelas suas ales. Entretanto, recentemente as ales tem perdido espaço para as lagers em todas as frentes e Carling tem mantido o seu primeiro lugar por muitos anos. A australiana Foster’s e a belga Stella Artois estão em segundo e terceiro lugar respectivamente. Carlsberg é a quarta cerveja mais popular no Reino Unido.
Irlanda: muitas pessoas acreditam que as vendas de stout tem caído recentemente. De fato, a Guinness tem perdido participação de Mercado durante os últimos anos, mas ainda domina o mercado cervejeiro irlandês e mantém mais da metade dele.
Entre as lagers, a Harp é considerada a marca mais popular, mas também é produzida pela dona da Guinness, a Diageo.
Bélgica: o céu dos amantes da cerveja serve uma gama esmagadora de cervejas. As especialidades belgas incluem cervejas trapistas e de trigo, com frutas e especiarias. Mas este é o lar da cervejaria número 1 do mundo, a AB InBev. Consequentemente, a Stella Artois deveria ser a cerveja mais popular do país. Entretanto, esta não é o fato, já que o seu market share é de aprox. 8%. É a cerveja Jupiler da AB InBev que Jupiler que está na posição de líder de mercado (40%).
A República Tcheca: a nação com o maior consumo de cerveja per capita no mundo, e o lar da lendária Pilsner Urquell, a progenitora de todas as Pilsens. Mas a Pilsner Urquell é apenas a segunda no ranking. Sua irmã mais barata e democrática Gambrinus é a líder de vendas. Ambas pertencem à SABMiller.
Japão: não é o maior país que mais bebe cerveja. Após as populares máquinas que vendem cerveja em lata terem sido banidas pela incapacidade de controlar a idade dos consumidores, o Mercado cervejeiro japonês caiu mais de 60%. Acredita-se que a Asahi Super Dry seja a marca líder no Japão, seguida pela Kirin, Sapporo, e Suntory.
Austrália: a cerveja australiana Foster’s é famosa dentro do continente verde. Mas não é tão popular em casa como o seu pessoal de marketing tenta nos convencer. As preferências de cerveja da Austrália diferem de estado para estado. Cada estado é dominado por marcas locais. Entretanto, Victoria Bitter (VB) pode ser reconhecida como a cerveja mais popular no país. A cerveja Toohey’s é a líder em New South Wales, enquanto que a XXXX é a cerveja mais pedida em Queensland.
China: a China é o maior Mercado cervejeiro do mundo, apesar do extremamente baixo consumo per capita. A cerveja líder é a Snow, seguida pela Tsingtao, com a Zhujiang e Yanjing bem atrás.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1396 – 22/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Mundo: uma olhada dentro do futuro da indústria cervejeira
Embora não no mesmo ritmo em todo lugar, mas a produção global de cerveja continua a crescer. Mas a receita global para o sucesso ainda não está à vista, como cada mercado continua a apresentar seus aspectos individuais, segundo a Beverages Manager.
Isto naturalmente possui um impacto no maquinário de uma cervejaria, mas há ao menos um princípio geral que se aplica mundialmente: todo o maquinário e sistemas atualmente devem fornecer a qualidade de cerveja requerida e também ajudar ativamente as cervejarias a trabalhar de modo mais flexível e econômico, a usar ingredientes melhor e a conservar recursos – na produção, enchimento e transporte em medidas iguais.
De qualquer modo, há alguns lampejos de luz. De acordo com os números da ACNielsen, nem todo tipo de cerveja está sofrendo restrições por parte do consumidor. Pilsen, e em particular Export e Alt, e ‘black beer’ tem perdido vendas, mas os consumidores tem comprado mais cerveja de trigo e em particular cervejas sem álcool. Também é gerada demanda através de embalagens, especialmente pelas unidades de unidades menores retornáveis, como por exemplo, os six pack de 0,33 litros ou o multipack de 6 x 0,5 litros.
De acordo com a empresa de pesquisas ao consumidor alemã GfK, muitos consumidores compram estes como uma alternativa à embalagens descartáveis que desapareceram das prateleiras dos revendedores após a introdução do depósito mandatório.
E adicionalmente as mudanças demográficas estão acelerando esta tendência para pequenas unidades de embalagens.
O portifólio de produto e embalagem de uma cervejaria irá, portanto, se tornar crescentemente variável – flexibilidade é importante. E haverá também mais ênfase em trabalhar de modo mais eficiente, de fato, ao redor do mundo. No futuro, cada produto residual ou subproduto será usado, para aumentar a eficiência do processo como um todo, prevêem os especialistas.
Adicionalmente, as cervejarias irão continuar a crescer, de modo a distribuir o seu investimento por hectolitro e custos de produção o mais amplamente possível. Mas também há espaço para nichos ou fornecedores regionais.
Produtos especiais e inovadores e a proximidade com os consumidores podem ser os caminhos para levar ao sucesso em mercados fortemente consolidados.
Haverá, portanto, também um mercado para maquinários e sistemas menores, mas elas devem tentar igualar-se tecnologicamente às grandes empresas, acreditam os especialistas.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1396 – 22/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Drinktec 2009 – Qualidade e não apenas quantidade
A Drinktec, a feira mundial de Tecnologia de Bebidas e Alimentos Líquidos, é insuperável neste segmento. Pela extensa gama de produtos, alcance internacional e qualidade dos visitantes em particular, este evento é imbatível em qualquer parte do mundo. Esta foi uma das descobertas que surgiram de uma pesquisa representativa efetuada na Drinktec 2009, entre 14 e 19 de setembro.
A maioria dos visitantes e expositores da Drinktec 2009 acredita que o pior da crise já passou. A feira deste ano atraiu mais de 60.000 visitantes de 170 países, em torno de 10 mil a menos que o esperado. Mas este fato não afeta as boas impressões da feira, porque seus participantes estão em sua maioria confiantes que o pior período da crise na indústria de bebidas já passou.
O evento juntou os decisores da indústria internacional de bebidas e alimentos líquidos em Munique, o que deu novo ímpeto ao setor. "Virtualmente todos os CEO´s e presidentes de empresas ao redor do mundo vieram para cá", foi a opinião unânime dos expositores, todos eles elogiando a “extremamente elevada” qualidade dos visitantes. Conversas intensas foram mantidas em muitos estandes, lançando as fundações para decisões de investimentos vindouros; muitos dos expositores relataram que assinaram acordos comerciais na feira. Mesmo que o clima relativo a investimentos é ainda de cautela, a Drinktec 2009 marcou uma virada na tomada de decisões.
Volker Kronseder, presidente da Krones AG, maior expositor da Drinktec em metros quadrados, e presidente do conselho da Drinktec 2009, descreveu como sentiu o ambiente nos corredores: "As pessoas não estão mais paralisadas com choque, a vida está retornando ao setor." É uma visão que ele compartilha com muitos de seus colegas do setor. Menno Holterman, da Norit, também vê luz no horizonte após a Drinktec 2009. "Há mais apetite por investimentos novamente, quando o ROI está correto. Nós assinamos vários contratos."
Apesar dos números decrescentes, os organizadores declararam que o evento de seis dias provou ser o ponto central para os segmentos de cerveja e bebidas. A quantidade pode ter diminuído, disseram, mas a qualidade dos negócios sendo fechados aumentou.
O sucesso no transcorrer da Drinktec 2009 despertou elevadas expectativas por parte dos expositores e visitantes, com relação ao desenvolvimento econômico futuro. Suas declarações otimistas são refletidas nos resultados da pesquisa. De acordo com ela, 64% dos expositores e 56% dos visitantes acham que situação econômica vai melhorar. Isto é consideravelmente mais positivo do que as expectativas após a Drinktec 2005.
"Qualidade, não quantidade"
Onde quer que você olhasse nos doze pavilhões de exposição da feira, a imagem geral era de profissionais interessados de todas as partes do globo, buscando inovações, estudando equipamentos e plantas, e conduzindo intensas conversas comerciais e negociações nos escritórios dos expositores e lounges VIP.
Em todas as áreas da exposição, a ênfase era economia de custos e soluções sustentáveis. Nos estandes estava claro que visitantes de fora da Alemanha eram a maioria. "Notavelmente houve um elevado número de visitantes da China, Índia, Japão e América Latina," foi o que observou Marcus Ley da Ecolab, por exemplo. Ele sintetizou: "Qualidade, não quantidade" – esta frase foi uma das mais proferidas pelos expositores, quando se comentava sobre a qualidade dos visitantes.
A proporção de visitantes internacionais aumentou para 55%
Uma visualizada no número de visitantes confirma a imagem vista nos pavilhões. Em termos de representação internacional, a Drinktec foi capaz de expandir ainda mais, mesmo já apresentando um nível elevado.
Cerca de 33.000 visitantes viajaram do exterior para Munique; eles vieram de um total de 170 países. Isso novamente aumentou significativamente a proporção de visitantes internacionais para 55%. Particularmente houve fortes aumentos no número de visitantes da China, Índia, EUA, África do Sul, México e Emirados Árabes Unidos, e da América do Sul e África. Em termos de visitantes da Alemanha, entretanto, o números refletiram a esperada queda, em torno de 27.000 visitantes.
"Ponto de encontro da indústria de bebidas mundial"
Em termos de termos de avaliação dos visitantes, a queda no número de expositores alemães teve um papel apenas insignificante. O fator crítico para eles, no que se refere ao sucesso de sua participação na feira, foi a qualidade dos visitantes e o fato que os visitantes vieram de todas as partes do mundo – isto foi o primordial para os expositores. Jürgen Henke, gerente de marketing do Grupo GEA, resumiu o evento como segue: "Você não pode medir o sucesso de uma feira apenas pelo número de visitantes. A Drinktec é a plataforma de comunicação chave para o nosso setor, é o ponto de encontro da indústria de bebidas mundial. É lá que todos nos encontramos”.
A maioria dos visitantes veio do negócio de bebidas não-alcoólicas
Os visitantes da Drinktec 2009 vieram de todas as partes da indústria de bebidas e alimentos líquidos. Pela primeira vez, os profissionais de bebidas não-alcoólicas formam o maior grupo, com 40%, seguido pelos visitantes da indústria cervejeira, com 37%. Um claro aumento foi observado no número de visitantes das áreas de negócios sucos de frutas (16% dos visitantes), leite (10%) e alimentos líquidos (8%).
Isso mostra que a expansão do portfólio da feira de negócios, ao incluir alimentos líquidos, foi recebida e aceita pela audiência de todo o mundo.
Nove por cento dos visitantes vieram do segmento do vinho, vinho frisante e destilados, três por cento vieram do atacado e varejo de bebidas.
A próxima Drinktec ocorrerá em Munique, de 16 a 21 de setembro de 2013.
Fonte: Feira Drinktec 2009 e AHK – Câmara Brasil - Alemanha – São Paulo
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Relatório de pesquisa de mercado aponta que o valor total do mercado global de cerveja irá atingir U$ 540 bilhões em 2012
De acordo com o relatório de uma nova pesquisa de mercado efetuada por ReportLinker, a Inteligência de Negócios antecipa que o valor do mercado global de cerveja irá crescer em uma taxa composta de crescimento anual de 1,6% durante 2007-12 para alcançar o valor total de U$ 540 bilhões em 2012. O mercado global de cerveja foi avaliado em aproximadamente U$ 507 bilhões em 2008, um aumento de 1,8% sobre 2007.
A mudança na preferência por cervejas premium em mercados emergentes devido ao aumento do poder aquisitivo, e diferenciação de produto e atividades de marketing e promocionais em mercados maduros irá ajudar a conduzir o aumento no valor de mercado cervejeiro até 2012, diz o relatório. A expectativa é de que as regiões da Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África sejam as líderes no consumo de cerveja por valor até 2012.
De acordo com o relatório, as cervejarias líderes da indústria cervejeira global são:
Fonte: GlobalMalt nº39 – 22/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Cerveja irlandesa Guinness comemora 250 anos de existência
A tradicional cerveja irlandesa Guinness comemora 250 anos de existência nesta quinta-feira com festas e brindes em bares de todo o mundo. A cerveja escura é um dos principais produtos da economia e da cultura da Irlanda. A empresa vai celebrar em 24 de setembro o Dia do Arthur, quando em 1759 o fundador Arthur Guinness assinou o termo de uso da fábrica Saint James's Gate, em Dublin, por nove mil anos.
Serão realizadas festas em Dublin, Nova York, Lagos, na Nigéria, e Kuala Lampur, na Malásia. Em cada uma dessas cidades, será realizado às 17h59, no horário local, um "brinde ao Arthur", seguido por shows. Em Dublin, serão 60 apresentações em bares e praças da cidade.
Segundo a empresa, são vendidos mais de dez milhões de copos de Guinness por dia em todo o mundo e 1,8 bilhões de unidades por ano. A cerveja do tipo Stout e de colarinho cremoso é vendida em mais de cem países em todo o mundo, inclusive no Brasil, e é fabricada em quase 50. A Guinness hoje é parte do grupo Diageo - dona de outras marcas de bebidas ícones como Johnnie Walker, Smirnoff, Baileys e Cuervo.
A Guinness também é mundialmente reconhecida pela grande força de seu marketing. A empresa foi a criadora do Livro Guinness dos Recordes e construiu em sua sede em Dublin um museu com sete andares que conta a história da cerveja e vende as dezenas de produtos licenciados com a marca, como roupas, copos, imãs e objetos de decoração. Uma edição limitada da bebida em comemoração ao aniversário, a Guinness 250, foi lançada em abril.
A celebração dos 250 anos de Guinness ocorre no momento em que a Irlanda, que ficou conhecida nos anos 90 como o tigre celta por sua forte expansão econômica, enfrenta as conseqüências da crise mundial. O desemprego é crescente e a projeção do banco central do país é de que a economia irlandesa registre uma retração de 8,3% este ano. Pela primeira vez desde 1995, o número de pessoas que deixou o país foi maior que o de recém-chegados, nos doze meses encerrados em abril.
Fonte: O Globo – 23/09/2009
A catedral romana da cerveja
"São uns loucos esses romanos." A frase de Obelix, gaulês dos quadrinhos que se divertia estapeando legionários de César, cabe bem ao visitante que entra no Open Baladin. Inaugurado ontem no centro de Roma, o bar cervejeiro é o recordista em variedades de chope artesanal do país. São 40 torneiras servindo receitas diversas.
A título de comparação, o Frangó, um dos principais templos cervejeiros do Brasil, tem seis torneiras de chope, apenas duas de microcervejarias brasileiras. Em Porto Alegre, o Biermarkt trabalha com oito chopeiras, todas para micros nacionais e cervejas caseiras. A marca italiana, porém, fica atrás de alguns bares dos Estados Unidos, que têm mais de 50 tipos de chope.
A visão de quem entra ali é impactante. Perfiladas, as 40 torneiras cromadas lembram um antigo órgão de igreja. Nelas, porém, a "sinfonia" é outra: india pale ales com doses maciças de lúpulo, como a excelente Birra del Borgo Re Ale, barley wines densas e alcoólicas e até uma receita de inspiração egípcia, que leva mirra - a Baladin Nora -, enchem os copos dos freqüentadores, vindas de 30 produtores artesanais italianos.
A idéia, segundo os idealizadores, é tornar o local um "retrato" da cena cervejeira do país, que vive um boom nos últimos 15 anos. Hoje, estima-se que existam cerca de 300 microcervejarias na Itália, contra pouco mais de 100 no Brasil. Outro reflexo do crescimento pode ser visto no Open na forma de garrafas, são mais de cem tipos, muitos expostos atrás das chopeiras, de forma inspiradora.
O Open nasceu da parceria de dois cervejeiros conhecidos na Itália: Matterino Teo Musso, que está à frente da badalada Le Baladin (uma micro situada na minúscula comune de Piozzo, em Cuneo, mas com fama internacional), e Leonardo Divincenzo (que comanda a Birra del Borgo em Borgorose, a 100 km de Roma).
Quem resiste à tentação de se debruçar sobre o balcão pode pegar o corredor à esquerda. No caminho, rápida vista da cozinha - sim, felizmente também há petiscos para degustar ali. Uma sala com luzes azuladas, frias, abriga os barris de chope em temperatura controlada, para aumentar sua validade. É o "centro nervoso" do Open.
Há um ambiente menor, dedicado às cervejas "convidadas". No último dia 15, quando foi aberto a convidados - entre eles o Paladar -, o Open servia as estrangeiras La Trappe, trapista holandesa, e a belga Saison Dupont.
Se você ainda tiver forças - e equilíbrio para subir um lance de escadas -, vai pensar que deixou o bar sem querer. Há dois ambientes decorados como se fossem a "casa da nonna", com móveis antigos e fotos de família em preto e branco.
Musso e Divincenzo pretendem repetir a experiência em Nova York em 2011. Mais imediata, porém, é a preocupação matemática de fazer "girar" 800 litros de cerveja periodicamente (com 40 chopeiras ligadas a um barril de 20 litros cada). Para essa tarefa, os donos do Open contam, além dos apreciadores de cervejas locais, também com a multidão de turistas que, até agora, prefere as birretas (equivalente italiano às cervejas industriais sem muita graça) italianas ou a irlandesa Guinness, favorita entre os britânicos.
Open Baladin - Via degli Specchi 5/6, Campo de Fiori, Roma. www.openbaladin.com
Fonte: O Estado de São Paulo, por Roberto Fonseca – 24/09/2009
Em um ano, Cervejaria Petrópolis atinge 60% de sua capacidade de produção
Em pouco mais de um ano de atividade, a unidade de Rondonópolis da Cervejaria Petrópolis - que fabrica exclusivamente a cerveja e o chope Crystal há pouco ultrapassou em mais de metade sua capacidade de produção, que é de 200 milhões de litros de cerveja por ano.
Por meio de seu Revendedor Autorizado, a empresa já comercializa a cerveja e o chope Crystal produzidos em Rondonópolis para os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Goiás.
A unidade de Rondonópolis da Cervejaria Petrópolis possui 240 colaboradores contratados diretamente, formado em sua maioria (cerca de 90%) por rondonopolitanos. Há ainda 70 pessoas, também da cidade, contratadas para serviços diversos, como terceiros.
"A Cervejaria Petrópolis está plenamente satisfeita com o investimento realizado em Rondonópolis. Gradualmente, a fábrica tem cumprido seu objetivo de produzir cerveja para as regiões Centro-Oeste e Norte, sendo uma importante plataforma para empresa para estas regiões", afirma Agostinho Gomes da Silva, conselheiro consultivo da Cervejaria Petrópolis.
A receita: qualidade, tecnologia, distribuição e qualificação
A Cervejaria Petrópolis possui, além de Rondonópolis, unidades em Boituva (SP), Petrópolis (RJ) e Teresópolis (RJ).
A empresa produz cervejas de grande aceitação por parte dos consumidores: Itaipava, Crystal, Petra, Lokal Bier e Black Princess. Este alto nível de aceitação tem incentivado a Cervejaria Petrópolis a investir em quatro pontos primordiais, que são na verdade a receita de seu sucesso: qualidade dos produtos, tecnologia dos equipamentos, distribuição eficiente e qualificação profissional.
Nos últimos anos, seu mix de produtos obteve crescimento significativo. Em 2009, a empresa investe em duas linhas de cervejas especiais: Petra - formada por Petra Aurum, Petra Schwarzbier, Petra Bock e Petra Weiss Bier - e Black Princess e Black Princess Gold.
Fonte: O Documento - 24/09/2009
AmBev apresenta Brahma Fresh para Rondônia
Na noite desta quinta-feira, 24, a equipe AmBev, representada pelo gerente regional de marketing Gustavo Segantinno, gerente comercial Roger Righi, a gerente de marketing Priscilla Mendonça e o gerente de vendas Francislan Soares, recebeu convidados e imprensa para apresentar seu novo lançamento, a cerveja Brahma Fresh. O evento foi na casa Pioneiros Pub e contou com a atração musical Forró Madeira, que tocou canções do legitimo forró pé-de-serra para um público de cerca de 200 pessoas.
Destaque para a presença de empresários de estabelecimentos que vão revender o produto e personalidades, que experimentaram em primeira mão a nova Brahma Fresh.
O produto
Para atender aos consumidores de regiões de clima quente, a Brahma investiu um ano e meio em pesquisas. O resultado é um líquido de sabor mais suave e refrescante que recebeu o nome de Brahma Fresh e é voltado para o mercado do norte e nordeste. O produto estará disponível nos estabelecimentos de Porto Velho e demais municípios do Estado a partir de 28 de setembro de 2009.
A decisão de levar Brahma Fresh para Rondônia é “oferecer mais uma opção de consumo, sem deixar de lado a qualidade característica de Brahma", explica Maria José Haito, gerente de produto de Brahma Fresh. "Brahma está sempre em busca de novidades para oferecer aos seus consumidores. O desenvolvimento de Brahma Fresh mostra que a marca está antenada aos anseios do consumidor brasileiro, que aprecia inovações", completa.
Brahma Fresh possui características diferentes da cerveja Brahma. Trata-se de uma cerveja pilsen refrescante, com líquido mais suave e cor mais clara. A cerveja está disponível em garrafa retornável de 600 ml e lata de 350 ml.
A nova cerveja será encontrada inicialmente em bares, restaurantes e supermercados de Rondônia. A chegada do produto no estado será acompanhada também por uma campanha de publicidade criada pela agência África com anúncio em TV, outdoors, mobiliário urbano, spots em rádios, além de cartazetes, bandôs e faixas nos pontos-de-venda.
Lançada com exclusividade em Salvador em julho de 2007, Brahma Fresh também pode ser encontrada na Bahia, Ceará, Fortaleza, Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Pará, Rio Grande do Norte e Macapá.
Consumo responsável
A AmBev foi a primeira empresa do setor de bebidas a desenvolver um programa de Consumo Responsável. Criado há seis anos, o Programa AmBev de Consumo Responsável, atua em duas frentes, com as campanhas "Se Beber, Não Dirija" e "Peça o RG", além de outras ações, como a doação de mais de 58 mil bafômetros e campanhas de conscientização de venda responsável de cerveja para 1 milhão de estabelecimentos.
As ações ocorrem por meio de campanhas publicitárias, engajamento em programas governamentais e orientação dos consumidores em eventos das marcas AmBev.
Fonte: Tudo Rondonia – 25/09/2009
Reinado das fermentadas
Chope com colarinho ou sem colarinho? Por mais que a decisão seja uma questão de gosto, para os entendidos, ele é imprescindível. O motivo? É o colarinho que permite manter o aroma, a temperatura e o sabor característico da bebida. Para provar que tirar um bom chope exige técnica e conhecimento, foi realizado, em Porto Alegre, na última segunda-feira, a Regional Sul do Brasil Masterchopp 2009. Representando 20 bares de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, os tiradores de chope disputaram a seletiva de melhor tirador de Brahma e Stella Artois. A final nacional será realizada hoje, em São Paulo.
O salão principal do Leopoldina Juvenil ficou com ares de boteco. O samba corria solto e, nas mesas, petiscos variados, do aipim ao pastelzinho, da bolinha de queijo ao croquete. Participantes e convidados tiveram a oportunidade de degustar chopes tirados com perfeição, enquanto os candidatos tinham a tarefa de servir três copos da bebida e apresentarem aos jurados. O tamanho do colarinho – o ideal é de 2,5cm – era analisado em milímetros. Mas nem só isso estava em jogo.
O copo certo para cada tipo de bebida já estava escolhido. O primeiro passo, para os concorrentes do Brahma, era apresentar copos perfeitamente limpos. Antes de servir o chope em copos bem gelados, era preciso desprezar o primeiro jato da bebida. Nada de superstição de oferecer ao santo, mas sim para evitar que a espuma fosse em excesso. O chope deveria escorrer suavemente, no copo inclinado a 45 graus, e ocupar 2/3. A seguir, o colarinho cremoso tinha que escorrer além da capacidade do copo, o chamado choro. Depois de secar a base do copo, o concorrente deveria então oferecer a bebida com o desejo de saúde.
Simples? Nem tanto. Para o Stella Artois, o colarinho é substituído pela coroa, que se forma ao voltar o cálice à posição vertical, quando estiver com a metade do volume preenchido. O choro, nesse caso, não existe. E tem ainda uma espátula que ajuda a retirar as bolhas maiores da espuma, fazendo com que ela dure mais. Muita técnica para aumentar o prazer dos clientes.
Para compensar o esforço, o vencedor da etapa nacional do chope Brahma vai ganhar um prêmio em dinheiro. E o do Stella Artois, que exige mais empenho, vai representar o Brasil no Stella Artois World Draught Master, em Nova York, no dia 29 de outubro.
Tantas exigências fazem com que o bom tirador seja um expert. O que fez com que Gabriel Almeida Coelho, um porto-alegrense de 21 anos e que garante a qualidade da bebida na Bazkaria, se sagrasse o campeão da Regional Sul. Isso na categoria Stella Artois. A vitória garantiu a sua participação na final, que será realizada hoje, em São Paulo. Em segundo lugar ficou Renan Louis Feijó (Jazz Café) e o terceiro lugar, Carla da Silveira (Z Café). Na categoria chope Brahma, o vencedor foi o paranaense André Gustavo Ramos (Aos Democratas, de Curitiba). Renato Alves (Boteco Dona Neusa) ficou em segundo, e, em terceiro, Rodrigo Anastácio (Boteco do Joaquim).
|
SAIBA MAIS |
|
As cervejas devem sempre ser servidas das mais delicadas às mais robustas. Na hora da harmonização, as combinações ficam melhores quando seguem alguns padrões: |
|
Semelhança – Pratos e cervejas com elementos comuns de doçura, acidez, tostados, frutados, herbais, ou de cores. |
|
Contraste – Pratos e cervejas com elementos contrastantes, como por exemplo, doçura e amargor, acidez e doçura, refrescância e picância, claro e escuro, leveza e robustez. |
|
Equilíbrio – Pratos delicados com cervejas delicadas, pratos robustos com cervejas robustas. |
Fonte: Zero Hora - Bebida – 25/09/2009
Alemanha proíbe vôos sobre o festival Oktoberfest
Autoridades alemãs proibiram todos os vôos de passarem sobre o festival Oktoberfest neste sábado, em Munique, depois de uma série de ameaças de terror islâmicas contra a Alemanha por conta de sua presença no Afeganistão. A proibição, uma medida normalmente reservada para visitas de Estado de alto escalão, valerá até o final do festival, em 4 de outubro.
Cerca de 6 milhões de visitantes por ano lotam as tendas do parque Theresienwiese durante o festival de cerveja conhecido ao redor de mundo, que dura 16 dias.
O evento deste ano começou em 19 de setembro.
Grupos de terror islâmicos como o Al-Qaeda e o Taleban divulgaram vídeos e mensagens de áudio com ameaças contra a Alemanha nas últimas duas semanas, no momento em que os cidadãos se preparam para as eleições nacionais neste domingo. O vídeo mais recente, divulgado pelo Taleban na sexta-feira à noite, incluía imagens da Oktoberfest e ameaçava a Alemanha de ataques como vingança por sua presença militar no Afeganistão.
"Dada a situação de segurança atual, vemos uma proibição de vôos como necessária", disse a principal autoridade de segurança do Estado da Bavária, o ministro do Interior, Joachim Herrmann, neste sábado.
A Oktoberfest já foi alvo no passado. O festival abriu neste sábado com um minuto de silêncio pelas vítimas de um ataque com bomba que matou 13 pessoas e feriu outras 200 em 26 de setembro de 1980.
Fonte: AP e AE Agência Estado - 26/09/2009
Agência européia quer fabricar pão e cerveja no espaço
Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) enviará nesta semana à Estação Espacial Internacional (ISS) fermento para estudar como o produto se comporta na falta de gravidade e tentar elaborar no cosmos cerveja e pão.
"Queremos realizar a experiência em estado de microgravidade para saber o efeito do crescimento do fermento e conferir também se nestas condições se pode conseguir proteína", explicou hoje Ronnie Willaert, um dos autores do projeto.
As mostras de fermento serão enviadas à ISS na nave russa Soyuz TMA-16 que parte na quarta-feira (30) e na sexta-feira chegará ao laboratório orbital com um cosmonauta russo, um astronauta americano e o turista espacial canadense Guy Laliberté, o fundador do famoso Cirque du Soleil.
Se o experimento der certo, os cientistas vão desenvolver tecnologias para produzir no espaço pão e cerveja para os astronautas, disse à imprensa Willaert, professor de bioengenharia da Universidade Aberta de Bruxelas, na base de Baikonur (Cazaquistão).
O cientista detalhou que se trataria de uma cerveja especial, cuja presença de álcool não seria danoso, mas inclusive útil, para a saúde dos astronautas.
"Em princípio, a finalidade da experiência é fabricar alimentos e bebidas em condições de falta de gravidade terrestre, o que seria benéfico para as tripulações da estação espacial", disse o especialista, segundo a agência russa RIA Novosti.
Além disso, os resultados permitirão estudar novas possibilidades para fabricar em terra cerveja e pão de longa conservação.
No final do ano passado, uma empresa japonesa fabricou cerveja a partir de uma cevada cultivada no Espaço.
Fonte: Agência EFE – 28/09/2009
Curitibano vence Brasil Master Chopp da AmBev na categoria Chopp Brahma Master
Marcio de Souza, do Na Mata Café (SP), foi o campeão da 4ª edição do Brasil Master Chopp - competição de tiradores de chope promovida pela Real Academia do Chopp, da AmBev. Como prêmio, vai representar o Brasil no World Draught Master, campeonato mundial da categoria, que acontece no dia 29 de outubro em Nova York e tem por objetivo incentivar a cultura cervejeira.
O segundo colocado na categoria foi o gaúcho Gabriel Almeida Coelho, do Bar Bazkaria (Porto Alegre) e a terceira posição ficou com Vivian Aline Salmeron (Charles Edward´s - São Paulo), a grande vencedora do ano passado.
Na categoria Chopp Brahma Master, o primeiro lugar ficou com o curitibano Andre Gustavo Ramos, do bar Aos Democratas. Já as segundas e terceiras posições foram para os baianos Sandro Silva Souza, do Oliva Gourmet Cozinha e Chopp, e Jailson Soares Santos, do Acqua Café, respectivamente.
A final brasileira reuniu 19 competidores: 12 na categoria Chopp Brahma Master e sete na categoria Stella Artois Challenge. Os competidores foram avaliados nos quesitos: Respeito ao ritual, Qualidade no serviço, Habilidade, Destreza e Simpatia. A participação no campeonato é aberta a todos os estabelecimentos que fazem parte da Real Academia do Chopp. A lista completa dos participantes e outras informações do campeonato podem ser conferidas no site www.brasilmasterchopp.com.br.
A NewStyle assina a estratégia de ativação do programa (promoções, blitz, materiais de PDV etc.), além de toda a produção do evento, das seletivas regionais à grande final nacional.
RANKING FINAL NACIONAL
Categoria Stella Artois Challenge
1º Marcio de Souza - Na Mata Café (São Paulo)
2º Gabriel Almeida Coelho - Bar Bazkaria (Porto Alegre)
3º Vivian Aline Salmeron - Charles Edward´s (São Paulo)
Categoria Chopp Brahma Master
1º Andre Gustavo Ramos – Bar Aos Democratas (Curitiba)
2º Sandro Souza – Oliva (Salvador)
3º Jailson Soares Santos – Acqua Café (Salvador)
RANKING SELETIVA SÃO PAULO
Categoria Stella Artois Challenge
1º Vivian Aline Salmeron Silva - Charles Edward's (São Paulo)
2º Márcio de Souza - Na Mata Café (São Paulo)
3° Pedro Fernandes de Barros - Giardino Café e Restaurante (São Paulo)
Categoria Chopp Brahma Master
1º Gilvandro Andrade Trindade - Genuíno Choperia (São Paulo)
2º Vagner Damião Bizerra - Seo Gomes (São Paulo)
Sobre o Brasil Master Chopp
A partir das seletivas regionais serão escolhidos os melhores tiradores de chope para a final em São Paulo. Serão selecionados os dois melhores profissionais na categoria Chopp Brahma Master e o primeiro colocado na categoria Stella Artois Challenge em cada região.
A final premiará os três primeiros colocados em cada categoria. Em 2008, a bartender Vivian Salmeron da Silvia, do bar paulistano Charles Edward´s, foi a grande vencedora do Brasil Master Chopp e representou o Brasil na Bélgica ficando em 11° lugar de 29 adversários.
A disputa internacional - World Draught Master
Realizado desde 1997, o campeonato Stella Artois World Draught Master reúne, anualmente, os melhores tiradores de Chopp Stella Artois dos cinco continentes. A competição conta com um júri de seis especialistas de diferentes países. O objetivo é escolher o tirador de Chopp Stella Artois que segue todas as etapas do ritual de maneira perfeita. O campeão da disputa ganha uma viagem para o destino que escolher, em qualquer lugar do mundo. Para os segundo e terceiro lugares, o prêmio é uma viagem para qualquer lugar da Europa. O campeonato, que sempre aconteceu em Leuven, na Bélgica, passa a acontecer, a partir deste ano, em Nova York, EUA.
Fonte: Paranashop com colaboradores – 28/09/2009
Cerveja do grupo Schincariol é uma das 100 melhores do mundo
Na edição deste mês da revista americana Imbibe-liquid culture, a cerveja Lust, da Cervejaria Eisenbahn (integrante do Grupo Schincariol), localizada em Blumenau (SC), entrou na lista das 100 melhores cervejas do mundo.
A bebida está entre as raras cervejas do mundo que incorpora na sua produção método próprio dos champanhes. Após a primeira fermentação, a cerveja é engarrafada e sofre adição de açúcar e leveduras de vinho, o que provoca uma segunda fermentação da cerveja.
Durante esse processo, as garrafas permanecem nas caves em repouso até que essa nova fermentação tenha fim. Na seqüência, ela é colocada em um pupitre com inclinação de 45º, onde permanece por cerca de três meses para que o contato com as leveduras amplie seus aromas, enquanto os sedimentos próprios desse processo se depositam no gargalo da garrafa. Só então, essas leveduras são retiradas (dégorgement) e a cerveja está pronta para o consumo.
Segundo a Imbibe, esses procedimentos conferem à cerveja um aroma "frutado agradável e notas de leveduras".
Fonte: Jornal Periscópio – 28/09/2009
Biergarten pronto e de cara nova
Mais amplo, rodeado de flores e ainda com uma área ao ar livre, própria para ser aproveitada durante o dia ou à noite. É com esta cara nova que o Biergarten, Jardim da Cerveja, espera o público da 26ª Oktoberfest este ano no Parque Vila Germânica. O espaço, que a cada ano é mais requisitado, é destinado aos foliões que desejam bater papo e confraternizar em um ambiente aconchegante. Acompanhado, é claro, de boa música, pratos típicos e muito chope.
Este ano, o Jardim da Cerveja foi ampliado em 400 metros quadrados e invadiu parte da Rua Alberto Stein, explica o presidente do Parque Vila Germânica, Norberto Mette. Também ganhou um deck com mesas ao ar livre e jardins. Assim como na edição passada, haverá mesas e bandas embaixo do toldo. Mas neste ano, um único ponto gastronômico fará a venda de pratos típicos. As barracas dos tradicionais lanches, como codorna, hamburgão e x-alemão, vão ficar em frente ao Biergarten. Mette lembra que os lanches foram transferidos para o lado de fora para dar mais espaço. Dentro da estrutura também haverá três pontos de venda de chope Brahma e cervejas importadas.
– O deck tem aproximadamente 250 metros quadrados e outros 150 metros quadrados de jardim. O Biergarten é um espaço que tem muita procura. Por isso ele precisou ser ampliado – explica Mette.
Serviço
Biergarten - Funcionará de quinta-feira até o dia 18. Sábados e domingos abrirá às 11h e de segunda a sexta-feira, às 18h.
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Festa Alemã – 29/09/2009
As empresas cervejeiras globais irão aumentar os preços das cervejas para compensar o impacto das quedas nas vendas
As maiores cervejarias do mundo planejam aumentar os preços das cervejas nos próximos meses. Analistas, entretanto, expressam dúvidas sobre a habilidade de certas empresas em implementar estes aumentos planejados, enquanto que outras apontam para a concentração de alguns mercados, como nos EUA, como um fator favorável para uma política de preços mais agressiva.
Durante o primeiro semestre, a habilidade de impor preços mais elevados ou ao menos mantê-los nos níveis dos trimestres anteriores ajudou a compensar o impacto das quedas nas vendas provocadas pela crise econômica.
Nos EUA, MillerCoors e AB InBev esperam aumentar os preços a partir do fim deste mês. O volume total vendido pela AB InBev caiu 1,1% no segundo trimestre comparado com o mesmo período de 2008.
Mesmo nos mercados europeus, onde a concentração é menor que nos EUA, as cervejarias parecem encontrar espaço para pensar em novos ajustes em um futuro próximo, apesar deles também estarem registrando vendas fracas.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1397 – 29/09/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
| < Anterior | Próximo > |
|---|