Notícias de mercado
2010 - Setembro - Parte I
STJ livra AmBev de indenizar distribuidora de bebidas do Paraná
A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) modificou decisão que havia condenado a Indústria de Bebidas Antarctica Polar (antiga denominação da Companhia de Bebidas das Américas - AmBev, anterior à fusão das marcas Brahma e Skol com a Antarctica) a pagar indenização à Distribuidora de Bebidas Santiago. A ação, inicialmente movida pela revendedora exclusiva, localizada em Laranjeiras do Sul, no Paraná, refere-se à quebra do acordo de distribuição de bebidas.
A relação contratual entre a Distribuidora de Bebidas Santiago e a AmBev teve início em 1984. A revenda tinha a exclusividade da marca Antarctica em dez municípios do estado do Paraná. Em 1995, a AmBev criou um programa de aperfeiçoamento para suas revendas, que incluía avaliações periódicas e premiações para as empresas que se destacassem. A distribuidora teria sido obrigada a realizar investimentos, como aquisição de computadores, aumento do número de funcionários, aplicação de programas de controle de estoque, entre outras exigências. Três anos depois, em 1998, a indústria de bebidas notificou a distribuidora sobre o término do contrato de distribuição por não haver mais interesse na manutenção do acordo.
Embora os contratos firmados garantissem exclusividade à distribuidora de bebidas na região geográfica onde ela atuava, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) concluiu que a AmBev fazia vendas diretas a preços inferiores aos praticados para a revenda. O TJ-PR também acolheu o pedido para condenar a AmBev a pagar indenização pela ruptura do acordo de distribuição de bebidas, de modo a alcançar os danos emergentes e os lucros cessantes.
No STJ, entre outras alegações, a AmBev questionou os investimentos realizados pela distribuidora de bebidas e sustentou que a rescisão unilateral do contrato, precedida de denúncia com sete meses de antecedência, constitui exercício regular de direito. O relator, ministro Luis Felipe Salomão, ponderou que não se pode afirmar que os contratos devem ser mantidos a todo custo, sem observância das partes. Após o voto-vista do desembargador convocado Honildo de Mello Castro, no entanto, a 4ª Turma decidiu, por maioria, aceitar o pedido da Companhia de Bebidas das Américas. Para o ministro, o entendimento do relator causaria insegurança jurídica aos contratos. Ele disse que a suspensão das atividades de distribuição é um direito bilateralmente assegurado às partes, não se revestindo de nenhum abuso que possa gerar indenização.
Fonte: DCI – 01/09/2010
Com investimentos em alta, cresce busca por mestre-cervejeiro
A expansão do consumo de cerveja no Brasil, que se reflete em investimentos de pelo menos R$ 3 bilhões em novas fábricas pelas duas principais cervejarias do País, faz grandes empresas correrem atrás de profissionais que atuam na área industrial do setor, como gerentes de produção e mestres-cervejeiros. Pela primeira vez neste ano, a AmBev criou um trainee específico para o setor fabril. Já a Schincariol incluiu em sua folha de pagamento uma sommelier de cervejas.
Segundo dados do Instituto Nielsen, o mercado de cervejas movimentou mais de R$ 31 bilhões no ano passado, alta de quase 11% sobre 2008. Neste ano, o avanço promete ser maior: o consumo da bebida atingiu 2,42 bilhões de litros no primeiro trimestre, crescimento de 15,9% sobre igual período de 2009.
A demanda se refletirá em novas fábricas. A líder AmBev investirá R$ 2 bilhões no País em 2010 para aumentar a capacidade produtiva em até 15%. Já a vice Schincariol informa que deverá investir R$ 1 bilhão neste ano na expansão de três unidades do grupo na Região Nordeste.
Para atrair profissionais, a AmBev realizou pela primeira vez, no primeiro semestre, um programa de trainee direcionado para a área industrial. O processo de seleção "extra" começou em abril e os selecionados iniciaram na empresa em agosto. O trainee regular do grupo, que aceita inscrições até o dia 7, terá novas vagas para gerentes de produção e mestres-cervejeiros, de acordo com Rodrigo Pacca, especialista em recrutamento da empresa. "Após 20 anos de trainee, fizemos esse processo especial pela primeira vez para fazer frente à expansão da produção."
Na Schincariol, as inscrições para o programa de trainee foram abertas na segunda-feira – o salário oferecido é de R$ 3,4 mil. São 20 vagas para os diversos setores da companhia, sendo que 5 serão reservadas para a área industrial, informa Américo Garbuio Junior, diretor de desenvolvimento humano da companhia. "Desde 1998, incluímos os mestres-cervejeiros no programa de trainee. Dos 25 que temos hoje em atividade, 17 foram formados internamente", afirma.
A Schincariol criou também uma nova função: a sommelier de cervejas. Após um curso na Alemanha, a ex-trainee Káthia Zanatta assumiu a função de promover marcas especiais da companhia, como Eisenbahn e Baden Baden, pelo País. Hoje, ela mostra a bares e restaurantes como harmonizar o cardápio, "casando" a oferta de pratos e petisco com o tipo certo de cerveja.
‘Privilégio’
A engenheira de alimentos Mariana Lopez, de 23 anos, foi contratada pela AmBev para o trainee da área industrial no mês passado. "Terminei a graduação em julho e tinha certeza de que queria atuar na área industrial, seja como mestre-cervejeira, na área de envase, de qualidade ou de projetos", diz.
A trainee afirma que a carreira de mestre é vista como um "privilégio" na AmBev, pois os escolhidos para a função fazem um curso de seis meses no exterior, bancado pela empresa. Bianca Franzini, de 26 anos, que está na AmBev desde 2007, foi selecionada para um curso de pós-graduação nos EUA. Depois de passar por outras fábricas da empresa no País, atualmente ela é responsável pelo controle da produção da unidade de Curitiba.
Fonte: O Estado de São Paulo, por Fernando Scheller – 01/09/2010
Mais antigas cervejas do mundo são achadas no Báltico
As "mais antigas cervejas do mundo" foram descobertas nesta quinta-feira em meio aos destroços de um navio no Mar Báltico, alguns dias depois do início das operações para a retirada do mesmo local de garrafas de champanhe de 200 anos, anunciaram as autoridades.
"Acreditamos que são de longe as mais antigas garrafas de cerveja do mundo", declarou Rainer Juslin, um porta-voz do governo local de Aaland, uma província semi autônoma da Finlândia.
As garrafas de cerveja, intactas, foram retiradas dos destroços de um navio que está a 50 metros de profundidade, talvez há mais de 200 anos.
Os mergulhadores se depararam com o carregamento no momento em que participavam de uma operação no local para retirar 70 garrafas de champanhe, descobertas em julho. O champanhe está sendo considerado o mais antigo ainda em condições de ser bebido do mundo.
A cerveja estava no navio não identificado que as autoridades de Aaland acreditam que tenha naufragado no início dos anos 1800.
A origem do navio e a data exata de seu naufrágio não foram determinadas pelos especialistas. "A temperatura constante e a (baixa) luminosidade forneceram as condições ideais para a conservação, e a pressão presente nas garrafas (de cerveja) permitiu evitar que a água do mar entrasse pela rolha", indicou o comunicado divulgado nesta quinta-feira.
Em relação ao champanhe, a hipótese de que fosse da casa Veuve Clicquot, uma das mais conhecidas do mundo, foi mencionada em julho, pois as rolhas ainda traziam o desenho de uma âncora, exclusivamente utilizado por esta produtora.
Mas depois de ter provado um pouco do champanhe, um representante da marca considerou no início de agosto que pertencia à casa Juglar, que já não existe mais.
As garrafas de champanhe podem valer dezenas de milhares de euros cada uma.
O carregamento do navio pertence legalmente às autoridades das ilhas de Aaland. Este arquipélago de língua sueca pertence à Finlândia, mas possui um governo local autônomo.
Fonte: Da AFP – 02/09/2010
Cerveja nos EUA
O ano de 2009 ficou marcado como o terceiro seguido de declínio da produção de cervejas nos Estados Unidos, segundo o relatório Beer Handbook 2010, produzido pela Beverage Information Group, a entidade que concentra estatísticas sobre o setor.
Fonte: Valor Online - 03/09/2010
Gigantes de bebidas alcoólicas comemoram resultado positivo
Heineken registrou no primeiro semestre de 2010 um lucro líquido de 695 milhões de euros, com alta de 42% nos ganhos da operação mundial da companhia, frente ao mesmo período do ano anterior.
No Brasil, o volume de vendas teve alta de 14,2% em virtude do crescimento econômico e da Copa do Mundo de Futebol. As marcas que mais contribuíram para esse aumento foram Kaiser, Bavaria e Heineken.
O segmento Premium mundial cresceu 4,1%, acima do desempenho do portfólio geral. Já o volume total de cervejas caiu 2,3% organicamente, como reflexo do aumento de impostos sobre produtos industrializados e pelo fraco ambiente econômico devido à crise mundial.
Outra fabricante que registrou bons resultados foi a Diageo, detentora de marcas como a Guiness, Smirnoff e Johnnie Walker. O crescimento do lucro foi de 12%, antes dos impostos, no ano finalizado no último dia 30 de junho. As vendas também aumentaram 5%, alcançando 9,9 mil libras (€ 12,1 milhões).
Mais uma vez os países emergentes impulsionaram os resultados. América Latina, África e Ásia colaboraram com um terço dos proveitos da empresa. "A diversidade global do nosso negócio, juntamente com a força e alcance das nossas marcas (...) dá-nos confiança de que seremos capazes de melhorar o crescimento dos lucros operacionais que apresentamos este ano", afirma Paul Walsh, CEO da Diageo.
Fonte: Jornal de Negócios - 03/09/2010
Itaipava lança lata temática da Stock Car
A Itaipava lança uma lata temática para ativar o patrocínio à Stock Car. Serão mais de sete milhões de unidades com o logo da categoria e dois carros vermelhos em alusão à equipe Itaipava Racing Team. Para promover o consumo responsável da bebida, as latas trazem a mensagem "Lugar de piloto é na pista! Se dirigir, não beba!".
Fonte: Portal do Giro News – 03/09/2010
Antiga cerveja africana continha antibiótico, mostra estudo
Uma análise química dos ossos de antigos núbios mostra que eles consumiam regularmente o antibiótico tetraciclina, muito provavelmente na cerveja. Os antibióticos, substâncias capazes de matar bactérias e conter infecções, foram descobertos cientificamente em 1928, com a penicilina.
A pesquisa, encabeçada pelo antropólogo George Armelagos da Universidade Emory e pelo químico Mark Nelson, da Paratek Pharmaceuticals, está publicada no American Journal of Physical Anthropology.
"Tendemos a associar drogas que curam doenças à medicina moderna", disse, em nota, Armelagos. "Mas está ficando cada vez mais claro que essa população pré-histórica estava usando evidência empírica para desenvolver agentes terapêuticos. Não tenho dúvida de que sabiam o que estavam fazendo".
Armelagos havia descoberto, em 1980, aparentes traços de tetraciclina em ossos humanos da Núbia, atual Sudão, datados de 350 a 550. Mais tarde, ele e colegas associaram a fonte do antibiótico à cerveja núbia.
O grão usado para fazer a bebida fermentada continha a bactéria estreptomices, que produz tetraciclina. A questão passou a ser determinar se a "contaminação" com antibiótico era acidental ou proposital.
Envolvendo-se na pesquisa, Nelson realizou um procedimento para extrair a tetraciclina dos ossos de antigos núbios mumificados. Segundo ele, os restos mortais estavam "saturados" do produto. "Estou convencido de que eles tinham a ciência da fermentação sob controle e estavam produzindo a droga de propósito".
Outros povos da época, como jordanianos e egípcios, também usavam cerveja para fins terapêuticos.
Fonte: Estadão – 03/09/2010
Mulheres estão insatisfeitas com a indústria cervejeira
Uma pesquisa feita com 1.800 mulheres, entre 18 e 60 anos, concluiu que elas estão insatisfeitas com a indústria cervejeira. Apesar de existirem tantos consumidores, quanto consumidoras, a CEO do grupo Bolsa de Mulher, Andiara Petterle, afirma que as mulheres percebem que esse mercado ainda não é voltado para elas.
Segundo ela, 88% das mulheres consomem cerveja e essa é a bebida favorita delas. Petterle explica que as mulheres sentem falta de "uma cerveja mais adequada ao paladar feminino" e com uma embalagem "mais bonita" também.
Outro ponto fraco é a comunicação, que não é focada para esse público, que apesar de ignorado, contribui na movimentação dos cerca de R$ 10 bilhões do setor.
Veja o vídeo no link:
Fonte: Folha de São Paulo Online – 04/09/2010
Australiana Foster's rejeita oferta de US$ 2,5 bi por unidade de vinhos
O Foster's, maior grupo cervejeiro da Austrália, rejeitou a oferta de US$ 2,5 bilhões feita por uma empresa de investimentos por sua unidade de vinhos, classificando-a como muito baixa, o que levou suas ações a avançar mais de 6% à espera de propostas mais altas.
Investidores foram surpreendidos pela abordagem ao segundo maior negócio de vinhos no mundo, que custou ao Foster's bilhões de dólares em cancelamentos e agora está sendo separado do lucrativo negócio de cerveja.
A operação também aumentou a especulação de que candidatos ao grupo combinado, que tem valor de mercado de US$ 11 bilhões, podem se aproximar agora.
"Isso coloca toda a companhia em jogo. Se você é um dos maiores cervejeiros, provavelmente não gostaria de estar preso a um negócio de vinhos que não entende ou quer", disse Tom Elliott, diretor da MM&E Capital.
"Agora sabemos que existem potenciais compradores aí fora, você pode fazer uma oferta pela companhia inteira sabendo que pode se livrar do negócio de vinhos para uma empresa de investimentos ou outro interessado", disse ele.
As vendas de vinhos do Foster's - que incluem as marcas Beringer, Penfolds e Wolf Blass - foram afetadas por uma forte recessão nos EUA e pela tendência de compra de vinho a granel na Austrália.
Fonte: Reuters, em Melbourne, por Victoria Thieberger – 08/09/2010
Gigante cervejeira SABMiller estuda expandir operações na América Latina
A gigante cervejeira SABMiller está estudando expandir suas operações na América Latina, uma região que já representa a maior fonte de receita da empresa.
O presidente da SABMiller para a América Latina, Barry Smith, afirmou que alguns de seus mercados mais atrativos na região, incluem o Brasil, a Argentina e, em menor escala, a Costa Risca.
Após consolidar suas operações em países como a Colômbia e o Peru, a SABMiller está agora numa posição "para buscar uma expansão geográfica maior", disse o executivo.
Segundo Smith, a companhia não tem nenhuma meta específica "no radar". Mas a SABMiller ainda vê espaço para crescimento na Colômbia, que responde por cerca de 50% de seus negócios na América Latina. A cervejeira é um player dominante nesse país, onde tem 98% de participação do mercado. No Peru, a companhia possui 89,3% do mercado.
O consumo de cerveja per capita na Colômbia e no Peru está muito abaixo do consumo da Venezuela, líder regional, o que dá a oportunidade para a SABMiller continuar a expandir suas vendas, declarou o executivo.
O crescimento do volume de vendas na América Latina deverá ser de cerca de 4% a 6% no médio prazo, uma redução em relação às perspectivas do ano passado, em parte por que o imposto sobre as vendas de cerveja aplicado na Colômbia afetou as vendas da companhia no país.
A SABMiller mantém operações na América Latina desde 2001, mas aumentou sua presença em 2005 com a aquisição da colombiana Bavaria por US$ 5,6 bilhões. A empresa tem atualmente negócios no Peru, Colômbia, Equador, Panamá, Honduras e El Salvador.
O cenário competitivo na América do Sul mudou desde que a holandesa Heineken anunciou no ano passado a compra da Femsa Cerveza, uma empresa que muitos analistas esperavam que a SABMiller iria adquirir. As informações são da Dow Jones.
Fonte: AE Agência Estado, Por Clarissa Mangueira - 08/09/2010
Natal e verão elevam produção das indústrias de bebidas
Na Vinícola Salton, por exemplo, os pedidos de setembro, outubro e novembro costumam representar 50% do faturamento – a companhia faturou R$ 210 milhões em 2009 e quer atingir R$ 240 milhões neste ano. Luciana Salton, gerente de marketing, aposta em aumento de 25% nas vendas de espumantes, em função do verão e das celebrações de Natal e Ano Novo.
Na Cervejaria Petrópolis, a capacidade produtiva aumentou cerca de 25% para atender à demanda de fim de ano e início de 2011. O otimismo é tanto que a empresa já busca profissionais temporários para elevar em até 7% seu efetivo.
Novos funcionários também serão contratados pela AmBev, companhia cujo pico de produção está previsto para novembro, devido à rápida comercialização de cervejas e refrigerantes no período. Os investimentos da fabricante no período integram o montante de R$ 2 bilhões destinados às unidades produtivas até o final de 2012. É de 15% o aumento previsto na produção de bebidas da AmBev.
Fonte: Brasil Econômico – 09/09/2010
Cerveja artesanal vira negócio lucrativo
A empresa nasceu do sonho de juntar o agradável ao rentável. Apaixonado por cerveja, o catarinense Juliano Mendes se juntou ao pai, Jarbas, e ao irmão, Bruno, para criar a própria bebida.
De 1997 a 2002, a família viajou por diversos países e visitou mais de 50 cervejarias ao redor do mundo com o intuito de conhecer melhor o produto. Ao voltarem ao Brasil, decidiram criar uma cerveja artesanal, que em 2002 passou a ser desenvolvida por um mestre cervejeiro com mais de 30 anos de experiência trazido da Alemanha.
A Eisenbahn, que começou pequena e familiar, cresceu. Nos últimos oito anos, a família lançou 14 cervejas e chopes com a marca, recebeu inúmeros prêmios e homenagens internacionais. Em 2008, a grife foi comprada pelo segundo maior fabricante de cervejas do Brasil.
A Eisenbahn é um dos exemplos de empresas que começaram pequenas e despontaram no mercado. Juliano, um dos fundadores, reconhece que o vôo tão alto surpreendeu até mesmo os criadores.
"Na época, praticamente não existia um mercado de cervejas premium no Brasil. Não imaginávamos chegar tão longe, fornecendo para todo o País e para os Estados Unidos e ainda ganhando tantos prêmios internacionais", afirma o empreendedor, que hoje é consultor de cervejas especiais do Grupo Schincariol.
Harmonização das cervejas
Um dos motivos para o sucesso, na opinião do gerente da Unidade de Atendimento Individual do SEBRAE (UAI), Enio Pinto, é a paixão que a família tinha pelo negócio. "É preciso afinidade com a área em que se vai atuar. O dinamismo dos pequenos negócios é muito grande. Se não há afinidade, o empreendedor não se mantém atualizado das novidades do mercado e nem acompanha as tendências", afirma.
O diferencial da cerveja, na opinião de Juliano, é o fato de ela ser voltada ao público apreciador da alta gastronomia e que tem prazer em degustar a bebida. A escolha do gosto, segundo ele, é feita com o objetivo de harmonizar a cerveja com pratos bem elaborados.
"Queremos contribuir para uma experiência gastronômica mais rica. Nunca nos preocupamos em tropicalizar as receitas. Seguimos a tradição e produzimos produtos fiéis aos estilos criados na Europa centenas de anos antes", afirma.
Para atingir o objetivo, o grupo se preocupou em disseminar a cultura cervejeira no Brasil por meio de palestras, degustações e concursos entre produtores artesanais.
Atualmente, a função de dar continuidade às metas da marca é do Grupo Schincariol. Em 2010 será lançada mais uma cerveja com a grife Eisenbahn: a São Sebá, vencedora da 3ª edição do Concurso Mestre Cervejeiro.
Fonte: Agência SEBRAE de Notícias, por Mariana Flores – 09/09/2010
Anúncio da Skol serve como exemplo a publicidade de bebidas
Desde 2003, o Conar desaprova que a publicidade de bebidas alcoólicas tenha como tema principal o apelo "sensual"
O Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) julgou nesta quinta-feira (09), durante reunião de seu conselho, um recurso referente à campanha "Garota do tempo Skol - o jeito redondo de ver o clima", criada pela F/Nazca S&S. O caso já havia sido avaliado em dezembro de 2009, quando foi solicitado que um vídeo postado no YouTube, no qual uma modelo realiza um strip-tease, sofresse alteração. Na ocasião, um ensaio sob o mesmo conceito na revista VIP foi arquivado, sem sofrer restrições.
Por recurso do próprio Conar, o processo foi reavaliado nesta quinta, com a decisão anterior em relação ao vídeo sendo mantida, além da recomendação de sustação do ensaio impresso, por unanimidade - o que inviabiliza um pedido de recurso. Segundo a entidade, que recentemente julgou e condenou, em diferentes instâncias, a primeira campanha da cerveja Devassa Bem Loura, criada pela Mood e protagonizada pela atriz Paris Hilton, a decisão serve como exemplo e jurisprudência para futuras campanhas do segmento.
Desde 2003, o Conar desaprova que a publicidade de bebidas alcoólicas tenha como tema principal o apelo "sensual" - palavra empregada no lugar de "erótica", utilizada até então, exatamente para ilustrar o quão rigoroso o conselho pretende ser quanto aos casos que se aplicam.
Fonte: Propmark, por Karan Novas – 09/09/2010
VLB – Berlin: Tecnologia Diferenciada
Em Berlin – Alemanha está localizada uma instituição tecnológica moderna, conhecida nos setores internacionais de pesquisa da cevada e no segmento cervejeiro. O Instituto de Pesquisa e Ensino para Cervejarias (Versuchs – und Lehranstalt für Brauerei – VLB) é referência: com tradição desde o século 19, o VLB – um laboratório de análises de matérias-primas – presta serviço para cervejarias e instituições de pesquisa. A Agrária, um dos principais produtores de cevada no Brasil e fornecedor de malte para diversas marcas brasileiras de cerveja, recorre ao laboratório para realizar um dos passos importantes em sua constante busca por melhores variedades de cevada e malte: a micromalteação (malteação em pequena escala) a partir de 50 gramas. O procedimento orienta a seleção dos genótipos com potencial para se chegar à melhor qualidade. O Informativo Agrária, em sua edição especial de julho/agosto deste ano, conversou com o Dr. Frank, do VLB, sobre as atividades da instituição. A Newsletter da Agromalte reproduz aqui um resumo da entrevista.
Informativo/Newsletter Agromalte – É necessária uma tecnologia diferenciada para se fazer micromalteação?
Frank Rath – A tecnologia da micromalteação foi desenvolvida por nós especialmente para sua utilização no cultivo (obtenção) de plantas. Nisso, demos valor a que os resultados assim alcançados apresentem um alto grau de reprodutividade e sejam bem comparáveis com os resultados de pequenas malteações convencionais.
Informativo/Newsletter Agromalte – A micromalteação é hoje uma tendência no setor cervejeiro? Isto é: são muitas as empresas que recorrem a este processo?
Frank Rath – No setor internacional de cevada cervejeira, observamos a tendência de uma crescente aceleração dos procedimentos de cultivo (obtenção) até o lançamento e a liberação de novas cultivares. No quadro deste desenvolvimento, o processo de micromalteação oferecido por nós é um instrumento muito valioso, que é cada vez mais utilizado por nossos clientes alemães e internacionais.
Informativo/Newsletter Agromalte – Há quanto tempo existe o VLB, quantos funcionários e quais são suas mais importantes atividades hoje? De que setores – em geral – são as firmas que utilizam seus serviços? Maltarias, cervejarias, instituições de pesquisa?
Frank Rath – O VLB Berlin foi fundado já em 1883 como instituição de pesquisa da indústria alemã de cerveja e malte. Hoje, com mais de 120 funcionários, o VLB é um prestador de serviços, operando em nível mundial, para a indústria de cerveja e para toda a indústria de fornecedores até a agricultura e cultivo (obtenção) de variedades. Os principais pontos de nosso trabalho são pesquisa, orientação, análise de serviços assim como formação e aperfeiçoamento profissional.
Fonte: Newsletter Agromalte 25ª edição – 10/09/2010
AmBev lança campanha global de consumo responsável
A AmBev realiza amanhã uma campanha global de consumo responsável de bebidas alcoólicas. Batizada de Dia de Responsa – Be(er) Responsible Day, em inglês -, a campanha terá a participação dos 116 mil funcionários da companhia no mundo, sendo 30 mil no Brasil, na Venezuela, no Equador, no Peru, na Guatemala e na República Dominicana. O valor do investimento na ação não foi revelado, mas os aportes no Brasil fazem parte dos R$ 40 milhões previstos na área de sustentabilidade para 2010.
"Não nos interessa a margem ou o lucro obtidos no consumo excessivo de bebidas alcoólicas, não queremos volume no curto prazo. Queremos vendas e consumo consciente do nosso produto e o objetivo da ação é educar o consumidor", afirmou o diretor de Relações Socioambientais da AmBev, Sandro Bassili, em encontro com jornalistas hoje. Há dez anos, a AmBev organiza iniciativas desse tipo e em 2003 criou o Programa AmBev de Consumo Responsável, a partir das discussões da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os efeitos do uso inadequado de bebidas alcoólicas.
"O desafio do consumo responsável é global e não há uma regra padrão para combater o consumo nocivo de bebidas alcoólicas no mundo. Mas as responsabilidades institucionais são as mesmas: não vender bebidas com álcool a menores de idade, não beber e dirigir. Nesse ano houve a ''exportação'' das idéias brasileiras e estamos todos no começo de uma longa caminhada", disse o vice-presidente de Relações Corporativas da companhia, Milton Seligman.
No mundo, a marca líder de cerveja de cada região da companhia deverá ser a "embaixadora" da campanha. No Brasil, a marca escolhida foi a da cerveja Brahma. Entre as ações previstas no País estão a colagem de cartazes em cerca de 20 mil pontos de venda estampados com o ex-jogador de futebol Cafu com a frase: "A regra é clara. Menor de idade não pode beber". Serão colocadas ainda placas em dez estádios de futebol que serão utilizados amanhã em jogos do Campeonato Brasileiro.
Haverá exibição de vídeos com mensagens do presidente mundial da AB InBev, Carlos Brito, e do presidente da AmBev, João Castro Neves, e a distribuição de pulseiras aos funcionários com frases alusivas ao consumo responsável. Também serão doados nove mil bafômetros nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e será lançado um novo site da companhia com foco na campanha.
Além disso, a AmBev anunciou o trabalho em parceria com quatro organizações não-governamentais (ONGs) para o desenvolvimento de projetos de consumo responsável em comunidades de baixa renda: Casa do Zezinho (SP), Unas Heliópolis (SP), Cufa (RJ) e Instituto Bola pra Frente (RJ).
As iniciativas da AmBev não devem parar amanhã. A empresa tem conversado com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a formulação de pesquisas sobre o setor de bebidas. A primeira, já finalizada, é sobre o álcool informal, que mostrou que 60% dos destilados consumidos no Brasil é informal.
A próxima, que não tem data para ser divulgada, será sobre o impacto econômico da cadeia de cerveja no Brasil. Além disso, a AmBev prepara para o dia 29 de novembro um seminário com representantes do governo brasileiro e de outras ONGs para mostrar o que já foi feito na área de consumo responsável com as quatro instituições parceiras.
Fonte: AE Agência Estado, por Suzana Inhesta - 14/09/2010
Kaiser X Brahma
O técnico da seleção brasileira de futebol, Mano Menezes, anunciou ontem que firmou contrato com a marca Kaiser, da Heineken Brasil, para ser o garoto-propaganda da cerveja. O problema é que a marca concorrente, a Brahma, da AmBev, é patrocinadora oficial da seleção brasileira.
A Kaiser, segundo nota divulgada pela Heineken, apostou em Mano por ele ter todas as características que vão ao encontro com a marca: seriedade e credibilidade. "Mano representa, acima de tudo, um momento de renovação e é essa mensagem que queremos transmitir", afirma Nuno Teles, diretor de marketing da Heineken. Mano participará de campanhas, materiais promocionais, ações e eventos da marca, além de filmes publicitários. A AmBev, entretanto, continua patrocinando a seleção, por meio de contrato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), promovendo a cerveja Brahma e o guaraná Antarctica.
Fonte: Valor Econômico – 16/09/2010
Budweiser ficará para 2011
A AmBev, subsidiária da gigante Anheuser-Busch Inbev (AB Inbev), planeja lançar a cerveja Budweiser no Brasil nos primeiros meses de 2011, segundo Milton Seligman, vice presidente de relações corporativas da companhia. Ele diz que a equipe de marketing da empresa já definiu o projeto de posicionamento para a marca no mercado brasileiro e agora trabalha na eleição da agência de propaganda que fará o lançamento do produto. “Temos o hábito de primeiro fazer o dever de casa e depois partir para a contratação de nossos parceiros”, afirma Seligman.
O processo de eleição do prestador de serviço, no entanto, está conturbado. Nesta semana, a Leo Burnett que estava na etapa final da concorrência pela conta anunciou a perda da disputa dando a entender que a DM9DDB, com quem competia, havia vencido. A AmBev, por outro lado não confirma a definição. E a África, outra agência da holding ABC, de Nizan Guanaes, também passou a ser avaliada como candidata à conta — a DM9 pertence ao mesmo grupo de Guanaes em sociedade com a rede internacional DDB. A Ambev ainda não definiu uma data para divulgar a escolha definitiva da sua agência.
Seligman afirma que, por uma questão estratégica e conjuntural do mercado cervejeiro, a companhia não pretende lançar a bebida neste ano. É comum, no último trimestre, a pressão por preços menores aumentar em função da concorrência nas vendas para o verão. “Estamos, efetivamente, aguardando o momento certo para o lançamento”, diz o executivo. “Trata-se de uma marca que deu certo no mundo e não podemos correr o risco de errar no Brasil”. Para Adalberto Viviani, consultor especializado no mercado de bebidas da consultoria Comcept, a AmBev tem um extenso portfólio e não vale a pena tanto esforço para chegar ao mercado em uma temporada que será muito boa, para a companhia e também para todo o mercado. “O aumento do poder de consumo do brasileiro deve fazer deste verão um dos melhores para o mercado de cervejas”, afirma Viviani.
Fonte: Brasil Econômico - 16/09/2010
Crescimento da área de bebidas puxa produtora de gás carbônico Carbo Gás
A Carbo Gás, produtora de CO2 (gás carbônico) para as indústrias de alimentação e bebidas, acaba de retomar um projeto paralisado durante o período de crise financeira. Pertencente ao grupo pernambucano JB, produtor de açúcar, álcool, energia elétrica e combustível, a empresa está investindo R$ 20 milhões na instalação de duas novas unidades no Nordeste. O aporte, fruto de capital próprio e de empréstimos do Banco do Nordeste e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai permitir um importante aumento na capacidade produtiva diária de 144 toneladas de gás carbônico para 444 toneladas por dia. Hoje, a empresa trabalha a 90% de sua capacidade instalada. “Com o setor de bebidas puxando o crescimento e realizando grandes investimentos na produção, a exemplo da AmBev e da Schincariol, resolvemos nos preparar, uma vez que o gás carbônico é um insumo importantíssimo para a indústria de bebidas”, afirma Fernando Mota, diretor-executivo da Carbo Gás. Atualmente, a empresa tem três fábricas de gás carbônico instaladas em dois endereços onde o grupo JB tem destilarias de álcool. Duas em Vitória de Santo Antão (PE), município situado a uma hora de Recife, e uma em Linhares (ES). As duas novas unidades produtoras, de maior porte e cujas bases estão prontas desde 2008, serão instaladas dentro do mesmo ambiente físico onde já funcionam as outras três operações Carbo Gás.
Demanda em alta
O gás carbônico produzido pela empresa é adquirido por cerca de cem fábricas da região, que além de AmBev e Schincariol inclui a Pepsi. Geralmente, a indústria cervejeira tem produção interna de gás carbônico, mas não é autossuficiente, ainda mais neste período de forte crescimento do setor. Outro negócio atendido pela Carbo Gás é o de extintores, mas seu volume é menor em relação ao setor de bebidas.
Copa e Olimpíada
O aumento da capacidade de produção e também de estocagem vai permitir que a Carbo Gás acompanhe a expansão do setor de bebidas nos próximos cinco anos, o que inclui o movimento provocado pela realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil. As duas novas unidades produtoras da empresa devem entrar em produção em maio de 2011, fazer com que o negócio trabalhe a 40% de sua capacidade instalada, e trazer resultados nas vendas do próximo ano. Depois de faturar R$ 21 milhões no ano passado, a Carbo Gás estima fechar este ano com um total de R$ 27 milhões em vendas. A meta para 2011, ano em que sua capacidade produtiva estará trabalhando com folga, é chegar aos R$ 40 milhões. Além de ganhar dinheiro com a venda do gás carbônico, a empresa também tem uma pequena fatia da sua receita advinda do aluguel de tanques de estocagem do gás.
Fonte: Brasil Econômico - 16/09/2010
Casa da Cerveja traz ao Brasil os melhores rótulos franceses
A Casa da Cerveja, empresa especializada na pesquisa e importação de cervejas especiais, foi buscar na região de Frandles, na fronteira com a Bélgica, novos itens para incrementar seu portfólio de rótulos importados. A carta da importadora, que preza pela excelente procedência de suas bebidas, passa a contar agora com as cervejas La Maline e Etoile du Nord, da Brasserie Thiriez, 3 Monts e Gavroche, da Brasserie St. Sylvestre, La Divine e Le Scotch, da Brasserie de Silly, e Page 24, da Brasserie St. German.
La Divine - Brasserie de Silly
A La Divine, produzida na Brasserie de Silly, é uma cerveja refermentada, de doce e aveludado aroma, que equilibra o sabor do malte caramelo com o lúpulo, causando uma ótima sensação ao paladar. Em seu rótulo está a imagem do quadro “O Nascimento de Vênus”, de Sandro Botticelli, representado pela figura feminina da Deusa Vênus, da mitologia grega. La Divine combina com diversos tipos de pratos, desde aperitivos, entradas, pratos principais e sobremesas. Recomenda-se não bebê-la em temperaturas muito frias.
Blond Ale | 9,5% Alc. | 750 ml.
Origem: França
Temperatura de serviço entre 7 e 10°C.
Le Scotch - Brasserie de Silly
A Le Scotch, produzida na Brasserie de Silly, é uma cerveja de rico e robusto sabor adocicado, que flerta com o amargor do lúpulo. Seu aroma é uma mistura de diversas frutas com o doce do caramelo. Sua coloração é marrom-avermelhada, não muito escura, e oferece um sabor incomum.
Amber Ale | 8% Alc. | 750 ml.
Origem: França
Temperatura de serviço entre 6 e 9° C
La Maline - Brasserie Thiriez
Produzida na Brasserie Thiriez, é uma cerveja de coloração preta, com leve sabor de carvalho tostado que se equilibra entre o amargo e o doce. O sabor especial deve-se ao malte torrado como se fosse um grão de café.
Amber Ale | 5,8% Alc. | 750 ml.
Origem: França
Temperatura de serviço 10° C
Etoile du Nord – Brasserie Thiriez
A Etoile du Nord, produzida na Brasserie Thiriez, a partir de um projeto de colaboração entre cervejarias belgas, francesas e inglesas. Leve, aromática e com baixo teor alcoólico.
Blond Ale | 4,5% Alc. | 750 ml.
Origem: França
Temperatura de serviço entre 6º e 8 C
3 Monts – Brasserie St. Sylvestre
A 3 Monts, da Brasserie St. Sylvestre, deve seu nome aos três montes que cercam a cervejaria: o Monte Cassel, o Monte Noir e o Monte des Cats. A beleza do local parece ter sido absorvida pela cerveja, que apresenta sabores riquíssimos. Com líquido licoroso e lupulado, de amargor marcante (resultado da utilização do lúpulo flamengo), a bebida possui paladar peculiar, com espuma firme e persistente. Harmoniza bem com queijos de cheiro e sabores fortes.
Blond Ale | 5% Alc. | 750 ml.
Origem: França
Temperatura de serviço entre 8 e 12° C
Gavroche - Brasserie St. Sylvestre
A Gavroche, da Brasserie St. Sylvestre, é uma cerveja muito especial. Como o personagem homônimo do romance Os Miseráveis, de Victor Hugo – de quem herdou o nome –, o rótulo possui presença ímpar, marcante e generosa. Configura-se como uma bebida forte, de coloração vermelho-caramelado e alto teor alcoólico (8,5%). Sofre uma segunda fermentação na garrafa, o que a destaca em meio às cervejas francesas. Os sabores do lúpulo e dos maltes se pronunciam em perfeito equilíbrio, enquanto as notas frutadas, generosamente acentuadas pela alta fermentação, são um espetáculo à parte. Seus aromas são complexos, passeando entre o doce e o amargo.
Amber Ale | 8,5% Alc. | 750 ml
Origem: França
Temperatura de serviço por volta dos 10° C
Page 24 – Brasserie St, German
A Page 24, da Brasserie St. German, é uma cerveja de coloração dourada, não pasteurizada, fermentada em um total de três vezes, sendo a última delas quando já está engarrafada. A Page 24 Amber apresenta marcante sabor dos maltes torrados.
Amber Ale | 6% Alc. | 750 ml
Origem: França
Temperatura de serviço entre 6° e 8° C
Sobre a Casa da Cerveja
Desde 2005 a Casa da Cerveja atua no mercado brasileiro importando produtos especiais das melhores cervejarias e mosteiros trapistas da Europa, sobretudo da Bélgica, onde estão localizadas seis das sete tradicionais abadias produtoras de cerveja artesanal no mundo. Atualmente trabalha também com variedades de países como Alemanha, Escócia, Inglaterra e outros, sendo responsável por possibilitar que os amantes brasileiros da bebida apreciem em seu país o que há de melhor no segmento em todo mundo.
Em cada garrafa uma história de tradição cheia de corpo, cheiro, cor e sabor, que é trazida com exclusividade ao Brasil após intensas pesquisas e etapas de rigorosa seleção. A aceitação às cervejas gourmet européias tem sido tão boa que a Casa da Cerveja está preparando para o segundo semestre de 2009 a inauguração de sua primeira loja, aguardem... Mais informações no site www.casadacerveja.com.br
Fonte: Atitude Press Assessoria em Comunicação, disponível no portal Maxpress Net – 16/09/2010
Brahma lança programa televisivo
Programa será apresentado por André Henning e Alexandre Gimenes e mistura futebol e bom humor
A Brahma lança o "Brahmeiro Futebol Clube", primeiro programa televisivo e proprietário da marca. Em parceria com o Esporte Interativo, primeira rede de televisão aberta do Brasil dedicada exclusivamente ao esporte, o programa apresentará os principais acontecimentos da rodada do futebol brasileiro por meio da visão e da paixão dos torcedores de futebol.
A iniciativa reforça o incentivo da Brahma ao futebol brasileiro, um dos principais pilares da marca. "Realizamos uma série de ações junto aos clubes do país, além de patrocinar a seleção brasileira desde 2001. O lançamento de Brahmeiro FC vem reafirmar essa relação de parceria de Brahma com os torcedores do futebol nacional”, afirma César Portella, gerente de trade de Brahma.
O programa, apresentado por André Henning e Alexandre Gimenes, mistura futebol e bom humor com a visão dos torcedores, que poderão participar das reportagens e interagir com os apresentadores por meio de comunidades na internet
De acordo com CEO do Esporte Interativo, Edgar Diniz, o programa de TV é o primeiro do canal criado sob medida para uma marca. "O Brahmeiro FC foi desenvolvido em parceria com a equipe do canal, da Brahma e da Africa, com base nos conceitos da marca e no perfil do brasileiro apaixonado por futebol e cerveja", comenta o executivo.
O Brahmeiro FC vai ao ar todas as quintas-feiras das 22h às 0h em São Paulo sintonizado pelo Canal 36 UHF e poderá ser visto em todo o Brasil através do site http://esporteinterativo.terra.com.br/.
Fonte: Propmark – 17/09/2010
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