Notícias de mercado
2010 - Outubro
Estudo aponta potencial de fusões e aquisições no mercado de cerveja
O mercado brasileiro de cervejas se mostra interessante para aquisições de empresas por grupos estrangeiros. Schincariol e Petrópolis seriam as duas companhias mais atraentes para uma aquisição ou fusão. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Lafis sobre o segmento no Brasil.
'Dos principais mercados emergentes, o Brasil é a região onde o setor apresenta maior potencial de crescimento', afirma o estudo. Dada a estagnação das economias maduras, a demanda crescente dos países emergentes tem merecido a atenção das companhias estrangeiras e, dentro dessas, o Brasil é uma das mais promissoras, uma vez que a Índia e a China possuem restrições culturais ao consumo de bebidas alcoólicas.
Dentro de um mercado bastante concentrado - 68% estão nas mãos da Ambev, de acordo com a Nielsen - os alvos mais atraentes para os investidores estrangeiros (dentro do ramo das cervejarias tradicionais), segundo a consultoria, seriam a Schincariol e a Petrópolis.
A Schincariol - que tem em seu portfólio as marcas Nova Schin, Devassa, Glacial, Cintra, Primus, NS2 e Nobel - se apresenta como uma boa oportunidade de investimento devido à sua ampla atuação no território nacional e expansão na América Latina.
A liderança da companhia na região Nordeste, que tem sido vista com alto potencial de crescimento, também é outro ponto de atração da Schincariol. O estudo cita ainda o fato de a empresa não ter obtido ganhos de market share nos últimos anos, mantendo-se na casa de 12%, o que poderia abrir um espaço para uma revisão estratégica do seu posicionamento do mercado.
'Mas a Schincariol é familiar e está se profissionalizando. Ela não mostra interesse em ser comprada. A empresa é atraente, mas não enxergamos como algo próximo a possibilidade de um grande player estrangeiro adquiri-la', pondera a analista setorial Júlia Perez, responsável pelo estudo.
A Petrópolis - que tem as marcas Crystal, Lokal, Itaipava, TNT, Black Princess e Petra - por outro lado, se apresenta como uma alternativa, mas não tão forte, segundo o estudo. Apesar de ter uma participação de mercado semelhante à da Schincariol, de 10%, a distribuição da empresa está centrada apenas nas regiões Sudeste e Centro-oeste o que dificultaria a conquista do mercado nacional pela estrangeira.
O estudo destaca ainda a categoria de cervejas premium como uma possível porta de entrada de empresas estrangeiras no país. Neste sentido, o segmento das microcervejarias seria atraente por estar posicionado no público que busca diferenciação do produto e menos preocupado com preço.
'Essa pode ser uma forma de as empresas estrangeiras começarem a entender melhor o mercado brasileiro, como um todo. Esse segmento tem alto potencial de crescimento com o aumento da massa salarial do brasileiro e a sofisticação do consumo', afirma a analista.
Fonte: Valor Online, por Vanessa Dezem - 01/10/2010
Anheuser-Busch InBev mostra boa forma 2 anos após fusão, diz executivo
A Anheuser-Busch InBev, resultado da compra em 2008 da cervejaria americano Anheuser-Busch por parte do grupo belgo-brasileiro InBev, está "em plena forma" dois anos depois da operação, garantiu hoje em Nova York o executivo-chefe da companhia, o brasileiro Carlos Brito.
Brito, que participou do encontro de líderes empresariais World Business Forum, aberto hoje na cidade americana, afirmou que o gigante do setor cervejeiro já está "pronto para o negócio" após ter finalizado com sucesso seu processo de fusão em um tempo no qual teve de superar a crise mundial.
"Agora estamos muito contentes. Após dois anos de problemas, nos quais ocorreu a crise bancária, estamos prontos e nos encontramos em uma posição reforçada", explicou Brito no fórum empresarial que será encerrado amanhã.
Em 2008, a InBev adquiriu a americana Anheuser-Busch, formando o maior grupo cervejeiro mundial e um dos cinco maiores produtores no setor alimentício.
O executivo-chefe da Anheuser-Busch InBev afirmou ainda que a companhia conta com "uma melhor posição de liquidez", além de estar pagando sua dívida de maneira mais rápida e de já ter recuperado sua liberdade.
O World Business Forum começou hoje com a intenção de reunir centenas de diretores de companhias de todo o mundo para debater sobre os novos desafios empresariais e econômicos que enfrenta o mundo.
Entre os participantes da primeira jornada, estiveram um dos executivos-chefes do fabricante alemão de software para empresas SAP, Bill McDermott, assim como o ex-presidente e ex-executivo-chefe do conglomerado General Electric, Jack Welch.
Amanhã acontecerá a jornada mais midiática do encontro, já que contará com a participação do ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, um dos principais defensores da luta contra a mudança climática, e do diretor de cinema James Cameron, criador de filmes tão bem-sucedidos como "Titanic" e "Avatar".
Fonte: Agência EFE – 05/10/2010
Linha de long-neck da Petrópolis fornecida pela Krones é uma das mais rápidas do mundo
Com desempenho de 78.000 garrafas por hora, linha de alta tecnologia está instalada, desde abril, em Boituva, a maior das quatro plantas do Grupo
Das 15 linhas de quatro plantas do Grupo Petrópolis – Boituva (SP), Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ) e Rondonópolis (MT) –, 12 são da Krones. E a empresa não pára de crescer, assim como o mercado cervejeiro no Brasil. Em abril de 2010, foi instalada em Boituva, maior fábrica do Grupo, uma linha para garrafas de vidro long-neck não retornáveis com desempenho de 78.000 garrafas por hora, uma das mais rápidas do mundo.
As quatro plantas cervejeiras da Petrópolis têm uma capacidade de produção de 17,3 milhões de hectolitros, 10 milhões apenas na planta de Boituva, que conta com seis linhas da Krones. São cerca de 3.000 colaboradores, além de outros 8.500 na cadeia de distribuição. Em 2009, foram produzidos 15 milhões de hectolitros, com um movimento de vendas de R$ 2,3 bilhões.
A linha para 78.000 garrafas long-neck por hora, uma das mais destacadas do mundo, é uma das novidades da empresa. As garrafas são despaletizadas por uma máquina Pressant que trabalha com altas faixas de velocidade e, logo após, são verificadas por dois inspetores Linatronics. Dando seqüência, a linha é composta por um sistema monobloco rinser-enchedora (modelos Variojet e Mecafill).
A Petrópolis instalou uma base de aço inoxidável sob o monobloco rinser-enchedora, que permite que fragmentos de vidro e líquidos sejam removidos de forma higiênica.
“Com a enchedora Mecafill, nós conseguimos um conteúdo de oxigênio no pescoço da garrafa de menos de 0,10 miligramas por litro”, explica o gerente da planta, Alberto Flister. “Isso assegura à nossa cerveja shelf-life de seis meses sem alteração de sabor.”
A linha ainda conta com um pasteurizador Sander Hansen de alta tecnologia. Todas as máquinas seguintes são dispostas em pares, o que garante a alta performance da linha. Duas rotuladoras Topmatic, cada uma com três estações de cola fria, decoram as garrafas com rótulos de corpo, contra-rótulo e staniol envolvente no colarinho.
Duas máquinas embaladoras de cartão formam embalagens six-pack. A seguir, duas Variopac Pro agrupam em 12 ou 24 garrafas em shrink-packs, com ou sem bandeja. A paletização é feita com uma Modulpal e um Robobox.
Fonte: N/Couto Comunicação / Krones do Brasil, por Anderson Couto - 07/10/2010
Oktoberfest espera atrair mais de 700 mil pessoas a Blumenau
A Oktoberfest 2010 começa nesta quinta-feira (7), em Blumenau (SC), com atrações variadas para agradar os amantes da cultura germânica e da cerveja. Às 19h30, o primeiro desfile oficial colore a Rua XV de Novembro, no Centro da cidade, com grupos folclóricos vestidos a caráter, bandas, as belas rainha e princesas da festa, além dos praticantes de caça e tiro.
O festival é considerado a maior festa alemã das Américas e costuma atrair um público médio de 700 mil pessoas ao longo de 18 dias. A programação prevê shows diários de música típica às 19h, exceto aos domingos, quando as bandas se apresentam a partir das 12h. Nos intervalos entre um show e outro, grupos folclóricos mostram coreografias e figurinos fiéis aos costumes germânicos.
Além da programação cultural, a cerveja é um dos grandes atrativos do Oktoberfest. O evento tem acompanhado a evolução do mercado brasileiro, abrindo espaço para quem quiser variar do chope com rótulos artesanais e importados. Duas tradições alegram especificamente o público cervejeiro: o Bierwagen (desfile diário com distribuição gratuita de chope no Centro de Blumenau) e a competição do chope em metro, que premia o participante que virar 600 ml da bebida em menos tempo.
A beleza das descendentes de alemães também tem espaço nobre na Oktoberfest, que elege anualmente uma rainha e duas princesas. Edição deste mês marca o fim do mandato das beldades eleitas em 2009 e elege o trio que ajudará a divulgar a festa em todo o país a partir do início de 2011. O concurso está previsto para o último domingo, dia 24, às 20h, com entrada franca.
E o esporte também tem vez na festa com os Schützenvereine (sociedades de atiradores) da cidade, que promove competições para premiar o Rei do Tiro.
Os ingressos custam de R$ 3 a R$ 15, mas quem for vestido de traje típico não paga. Entretanto, não basta aparecer de suspensório e chapéu vermelho. A organização está divulgando dicas para quem quiser se dar bem. Homens: camisa (vale manga curta, desde que não seja camiseta de algodão), calça abaixo do joelho com suspensório da mesma cor, meias brancas e sapatos (nada de tênis). Mulheres: vestidos de Frida do joelho para baixo, blusas claras sem decote e tiara florida.
Serviço
Desfiles Oficiais na Rua XV de Novembro
Dia 7, quinta-feira, desfile de abertura – às 19h30
Dia 9 e 23, sábado – às 16h
Dia 13 e 20, quarta-feira – às 19h30
Dia 17, domingo – às 10h
Festa da Melhor Idade
Dia 14, das 12h às 17h nos setores 1 e 2. Entrada grátis
Danças típicas - Diariamente, em diferentes pontos de Blumenau.
Ingressos
Sábados, domingos e nos dias 11 e 12, os ingressos serão cobrados a partir das 15h;
Sextas e sábados e nos dias 10 e 11, o ingresso custa R$ 15;
Domingo, dia 24, a entrada é grátis a partir das 11h;
De segunda a quinta, custa R$ 6 (exceto dia 11).
* Pessoas vestidas com traje típico alemão não pagam.
* Meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 60 anos.
Fonte: G1 – 07/10/2010
Ambev investe em cerveja que não ‘estufa’
Nos últimos três anos, a Ambev ouviu 2,5 mil pessoas por mês para saber o que precisava mudar na fórmula da cerveja para que o brasileiro consumisse mais. Os consumidores, segundo a empresa, foram quase unânimes: queriam ir menos ao banheiro e se sentir menos "estufados" depois de algumas latinhas.
O centro de desenvolvimento de produtos da empresa ainda não conseguiu atender ao primeiro pedido, mas o segundo chegará ao mercado paulista neste fim de semana.
Produzida por meio de um ciclo rápido de baixa fermentação, a Skol 360º é uma cerveja mais leve, com 4,2% de teor alcoólico. "Chegamos a um líquido que não causa aquela sensação de empapuçamento, principalmente quando se associa cerveja à comida", explicou o mestre cervejeiro Luciano Horn, responsável pelo desenvolvimento do novo produto da linha Skol, marca que detém 33% de participação no mercado brasileiro.
A intenção, segundo a Ambev, é mais do que alcançar um público que não está habituado a beber cerveja, mas introduzir a bebida em "ocasiões" em que ela ainda sofre resistência, como as que envolvem refeições. "Quando pensa em reunir os amigos para comer, o brasileiro opta por outro tipo de bebida – a exceção é o churrasco", diz Pedro Earp, diretor de marketing da Skol.
A fórmula foi desenvolvida em conjunto por profissionais dos centros de desenvolvimento tecnológico da empresa no Brasil, na China, EUA e Bélgica. A empresa não divulgou quanto investiu no projeto – disse apenas que o valor integra os R$ 2 bilhões destinados ao País em 2010.
Consumo
Para alguns consultores especialistas em cerveja, por trás da estratégia da Ambev de agradar os consumidores, acabando com a sensação de "estufamento", há dois interesses evidentes: aumentar o consumo no mercado brasileiro e reduzir custos de produção, já que o período menor de fermentação permite que os tanques sejam melhor aproveitados, com cerveja nova.
A Skol 360º começou a ser testada em abril, em Goiás e Brasília. "Atingimos 10% de participação nos dois mercados nesse período", diz Carlos Lisboa, vice presidente de marketing da Ambev. A partir de sábado, o produto estará à venda em São Paulo, Campinas, Santos, Sorocaba e no Vale do Paraíba. Até o início de 2011, deve ser oferecido em todo o território nacional. O preço sugerido é o mesmo da Skol tradicional.
A campanha publicitária, desenvolvida pela F/Nazca, também começa a ser veiculada no fim de semana. Alguns dos elementos estéticos das campanhas da Skol foram mantidos. Mas, para dar uma identidade nova ao produto, a agência criou a figura do "homem-baiacu" – pessoas que "inflam" , como o peixe, depois de tomar um copo de cerveja. "Nosso desafio foi mostrar que essa não é um produto de nicho: é um produto novo, que vem para concorrer com a própria Skol", diz Fábio Fernandes, sócio da agência.
Fonte: O Estado de S. Paulo, por Naiana Osca e foto de divulgação por Raquel Cristi – 13/10/2010
Mundo: O consumo de cerveja a crescer até 1,5% neste ano - previsão
Depois de apenas um crescimento marginal no ano passado, o consumo de cerveja do mundo deve crescer entre 1% e 1,5% em 2010, segundo um relatório da Plato Logic.
O consumo de cerveja da Europa deve cair 1,8 por cento. A região da América tem previsão de um crescimento baixo este ano, enquanto que Ásia/Pacífico e a África e regiões do Oriente Médio deverão apresentar crescimento acima de 4 por cento.
"Estamos prevendo uma recuperação em 2010 e o consumo mundial de cerveja deve atingir mais de 2,3 bilhões de hectolitros em 2020", disse o diretor Ian Pressnell da Plato. O mercado de cerveja do mundo cresceu menos de 0,5 por cento, para 1,8 bilhões de hectolitros em 2009.
O mercado chinês de cerveja é estimado em cerca de 430 milhões de hectolitros, quase duas vezes tão grande como o segundo maior mercado, os Estados Unidos, em 2009, enquanto o Brasil ultrapassou a Rússia para se tornar o terceiro maior mercado, deixando a Alemanha ainda na quinta posição.
A cerveja chinesa Snow manteve-se no topo das marcas de cerveja líderes em 2009. A cerveja fabricada por uma joint venture envolvendo a segunda maior cervejaria do mundo, SABMiller, foi seguida pela Bud Light e Budweiser da maior cervejaria do mundo, InBev, nas três primeiras posições inalteradas desde 2008.
Outra marca da AB InBev, a Skol, estava em quarto lugar, seguida pela cerveja mexicana Corona, Tsingtao, cerveja Brahma da AB InBev, Heineken, Beijing Beer e Coors Light para elencar as 10 maiores marcas.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1435 – 13/10/2010
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Cerveja sobe 10%
Verão e festas de fim de ano aquecem as vendas de cerveja em Uberaba, mas um aumento de R$ 0,20 por unidade já pesa no bolso do consumidor.
Marcos Nirschl, proprietário de um bar localizado na praça Manoel Terra, amargou o reajuste e garante que não vai repassar ao consumidor. “Se continuar tranqüilo, acho que não vou precisar vender mais caro, mas vamos torcer para que o valor não suba ainda mais”, observou. No bar são comercializadas cerca de 20 caixas do produto semanalmente e a procura maior gera em torno do público universitário, por conta da proximidade com uma instituição de ensino.
Por outro lado, o comunicado que ainda não foi feito oficialmente pela Ambev confunde as distribuidoras. O dono de um estabelecimento no bairro São Benedito informa que embora não tenha recebido o acréscimo oficialmente, já está trabalhando com o novo preço. “A informação concreta ainda não está definida. Alguns ainda vendem pelo preço antigo e outros já estão vendendo com 10% de aumento. A caixa de uma marca com boa saída passou de R$ 59 para R$ 63, ou seja, R$ 0,17 a unidade”, explicou.
A reportagem contatou supervisores que confirmaram o aumento desde o dia 11, mas não se pronunciaram sobre os reflexos nas vendas.
Fonte: JM Online – 15/10/2010
África e Ásia puxam vendas da SABMiller
As vendas de cerveja do grupo anglo-africano SABMiller cresceram 1% em volume no semestre fiscal encerrado em 30 de setembro, conforme anunciou a companhia em seu relatório divulgado ontem.
Fonte: Valor Online - 19/10/2010
Consumo na Oktoberfest está 25% maior, dizem organizadores
O público da Oktoberfest 2010 está menor que o de 2009, mas já consumiu cerca de 25% a mais de bebidas e refeições a seis dias do fim da festa. De acordo com a organização da festa alemã, a contagem de visitantes está 22% abaixo do ano passado. Entretanto, as vendas de chope estão 26% maiores, assim como as de refrigerante (25%) e comida (14%).
O último sábado (16) registrou o pico de público, com 83.987 pessoas. Ao todo, pouco mais de 395 mil pessoas passaram pela Vila Germânica até este domingo (17) e consumiram mais de 386 mil litros de cerveja – o equivalente a 0,97 litro per capita. A média é animadora para o evento brasileiro, que já conseguiu praticamente igualar o desempenho da festa original de Munique, na Alemanha, onde o cálculo é de um litro por pessoa.
A seis dias do fim da Oktoberfest de Blumenau, a organização já revê a expectativa de público, que de 800 mil passa a 600 mil visitantes.
Fim de semana
Um dos destaques da programação do fim de semana foi o desfile de domingo (17), realizado pela primeira vez de manhã. O evento calcula que mais de 30 mil pessoas assistiram à parada na Rua XV de Novembro, a maioria famílias. Segundo os organizadores, a intenção foi diversificar a data e horário para dar oportunidade a quem trabalha no sábado.
Entre as mais de 100 atrações do desfile, a novidade foi a Pirâmide Humana formada por homens do Batalhão do Exército de Brasília (DF). Em seguida, passaram os grupos folclóricos, carros alegóricos, bandas típicas e brinquedos desenvolvidos especialmente para a festa.
Serviço
A Oktoberfest vai até o próximo domingo (24), quando será eleito o novo trio da realeza, com uma rainha e duas princesas para divulgar a festa no Brasil todo. No último dia, o ingresso é grátis. Até lá, as entradas custam R$ 6, de segunda a quinta. Na sexta e sábado, o preço sobe para R$ 15. Idosos e estudantes munidos de carteirinha com foto e data de validade pagam meia. E quem for vestido de trajes típicos entra de graça.
Fonte: G1 – 19/10/2010
Vonpar e Norsa crescem
A receita bruta do terceiro trimestre da Vonpar Bebidas, franqueada da Coca-Cola e distribuidora da cervejaria Heineken Brasil no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, subiu 22,1% versus o terceiro trimestre de 2009, o que resultou em um crescimento de R$ 415 milhões no faturamento da empresa.
Fonte: Valor Online - 20/10/2010
Cerveja brasileira nos EUA, só a Schin
A multinacional belgo-brasileira AB InBev, dona das marcas Brahma e Antarctica, controla quase metade do mercado de cervejas dos Estados Unidos, dois anos depois de comprar a cervejaria americana Anheuser-Busch. Mas quem quiser beber uma cerveja brasileira por aqui só vai encontrar a Nova Schin.
Fonte: Valor Online - 20/10/2010
Agromalte obtém certificação ISO 22.000:2006
A maior maltaria do Brasil agora também possui o padrão de qualidade ISO 22.000:2006 (Sistema de Gestão de Seguração de Alimentos). Após auditoria da BvQI realizada entre os dias 20 e 22 de setembro, a Agromalte (Indústria de malte da Cooperativa Agrária Agroindustrial) recebeu a declaração de que está apta à certificação ISO 22.000:2006 – o certificado será emitido em breve. A ampliação do padrão de qualidade é o coroamento de um trabalho que começou há três anos e exigiu investimento em estrutura e equipamentos e implantação de novos procedimentos de segurança alimentar.
“A Agromalte se antecipou às exigências do mercado do futuro, que será a certificação dos processos”, declarou o coordenador da maltaria, Frank Nohel, ao resumir sua opinião. O segundo malteiro da indústria, Vilmar Schüssler, lembrou que a maltaria da Agrária sempre investiu em qualidade. Porém a diferença – conforme afirmou – é que o sistema atual “tem o aval de uma empresa especializada”.
A supervisora Crislane Brazil, que participou da implantação das medidas para a ISO 22.000:2006 ressaltou também o engajamento de todos os profissionais da indústria: “Isso nos mostrou que diante de um desafio a Agromalte é capaz de superá-lo”, avaliou. Para a supervisora, “agora a responsabilidade é ainda maior, porque o peso de uma certificação nos faz ainda mais comprometidos não só com a manutenção do sistema, mas também com a melhoria contínua dele.”
Fonte: Newsletter Agromalte 26ª Edição – 20/10/2010
Nova cultivar de cevada cervejeira será lançada oficialmente hoje, dia 20/10
Uma nova cultivar de cevada cervejeira será apresentada hoje, dia 20 de outubro, no distrito de Entre Rios (Guarapuava): a BRS Brau. O material foi desenvolvido pela Embrapa no âmbito de um convênio de pesquisa com empresas privadas, entre elas a Cooperativa Agrária. Integrantes da Embrapa, da agrária e demais empresas parceiras estarão na associação de funcionários da Cooperativa (ARCA), em um jantar de confraternização, para o lançamento oficial da nova cultivar.
Em 2008, dois lançamentos de cultivares de cevada cervejeira da Embrapa também ocorreram durante o WinterShow, com BRS Elis e BRS Cauê.
Na safra deste ano, os produtores de cevada da Agrária já incluíram a BRS Brau entre as cultivares que estão utilizando numa área que gira em torno de 27 mil hectares. Na região de atuação da Cooperativa (maioria das propriedades situadas no centro-sul e centro-oeste do Paraná), o cultivo do cereal se dá entre os meses de junho (semeadura) e novembro (colheita).
Fonte: Newsletter Agromalte 26ª Edição – 20/10/2010
Lucro da Coca-Cola Femsa soma US$ 173 milhões no trimestre
O terceiro trimestre representou para a Coca-Cola Femsa um período de pequenos avanços nos resultados. Entre julho e setembro, o lucro líquido da empresa mexicana engarrafadora da Coca-Cola somou 2,249 bilhões de pesos mexicanos (US$ 173 milhões), um leve crescimento de 0,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo divulgou a companhia em nota nesta quinta-feira (21), o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 5,9%, para 5,239 bilhões de pesos mexicanos.
A receita, por sua vez, totalizou 25,675 bilhões de pesos mexicanos (cerca de US$ 2 bilhões), o que representou uma queda de 1,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados, de acordo com o documento, foram influenciados pela desvalorização da moeda da Venezuela e, se fossem contabilizados em bases neutras para o câmbio, as receitas teriam avançado aproximadamente 13%.
"Apesar das condições difíceis nas nossas divisões do México e da região central da América Latina, o forte desempenho das nossas franquias no Brasil, em combinação com nossas iniciativas de preços, estimularam nosso crescimento das receitas em moeda local", afirmou o presidente da Coca-Cola Femsa, Carlos Salazar Lomelin no documento.
A receita das operações da empresa no México apresentou leve crescimento de 3,4%, para 9,903 bilhões de pesos mexicanos no período. Diante da queda de 1,8% no volume de vendas no país, a estratégia da empresa foi de aumentar os preços médios por unidade de produto.
A divisão da área central da América Latina - que compreende Colômbia, Venezuela, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica e Panamá -, no entanto, pressionou os resultados gerais do terceiro trimestre, marcando queda de 22,3% na receita, para 7,649 bilhões de pesos mexicanos. O volume de vendas recuou 5,3% na região.
Já na divisão do Mercosul - que engloba Brasil e Argentina -, a empresa quase conseguiu compensar as perdas com um crescimento de 23,4% na receita total desses países, atingindo 8,123 bilhões de pesos mexicanos.
Quando se excluem os dados referentes aos negócios de cerveja - vendidos para a holandesa Heineken no início do ano - as receitas avançaram 23%, para 7,304 bilhões de pesos mexicanos. O volume de vendas na área do Mercosul cresceu 10,2% no período.
No acumulado do ano, os resultados da Coca-Cola Femsa se mostram mais sustentáveis, com um lucro líquido consolidado de 7,104 bilhões de pesos mexicanos, alta de 19,6% frente aos primeiros nove meses do ano passado. A receita da empresa no período subiu 2,4%, alcançando 75,097 bilhões de pesos mexicanos.
Fonte: Valor Online – 21/10/2010
Argentina e Brasil puxam desempenho da Femsa
Os resultados da Coca-Cola Femsa no terceiro trimestre foram prejudicados pelas variações do câmbio na América Latina, mas compensadas em parte pelo alto patamar de vendas na Argentina e no Brasil, mercados que impulsionaram os negócios da companhia mexicana no período.
Fonte: Valor Online - 22/10/2010
Campanha da Brahma reforça paixão dos brasileiros por futebol
Focado no conceito de que brasileiro adora futebol e cerveja, a Brahma lançou o filme publicitário “Amar”, criado pela Africa. A ação, que faz parte da plataforma permanente de futebol da marca, que compreende patrocínio de jogadores, seleção brasileira, benfeitorias e latas decoradas de clubes, destaca que, assim como o futebol, o sabor da Brahma é também uma das paixões do brasileiro.
O comercial, segundo Sérgio Eleutério, gerente de comunicação da Brahma, homenageia homens e mulheres apaixonados pelo esporte, responsável por proporcionar momentos de alegria aos brasileiros. “A Brahma investe no futebol porque acredita que essa é uma paixão muito forte do brasileiro, e, mais do que uma ação publicitária, a marca quer melhorar o futebol para os torcedores”, acredita Eleutério.
O filme ainda reforça o posicionamento da marca com o futebol e com o seu consumidor, o Brahmeiro, refletindo seus valores como pessoas batalhadoras, que acreditam que é possível conquistar seus sonhos, mas que vivem a vida com alegria, entre elas a paixão pelo futebol. A comunicação destaca ainda o sabor e a qualidade da cerveja.
Fonte: Pé 360 graus, por Seabra Neto – 25/10/2010
Venezuela expropria sucursal de empresa americana e ameaça bancos
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou na noite desta segunda-feira (25) a expropriação da filial da fabricante americana de embalagens de vidro Owens Illinois, que acusou de causar danos ambientais e explorar os trabalhadores.
Chávez também aproveitou a oportunidade para ameaçar com a nacionalização os bancos privados que, na opinião do governo, não colaborarem no desenvolvimento do país com a concessão de créditos.
"Já está pronta a expropriação, Owens Illinois, exproprie-se", disse Chávez em um ato de governo transmitido em rede nacional de rádio e televisão.
"É uma empresa de capital americano, tem anos explorando os trabalhadores, destruindo o ambiente no estado Trujillo (oeste) e levando o dinheiro dos venezuelanos", acrescentou Chávez.
A Owens Illinois é líder mundial na fabricação de embalagens de vidro, com 22 mil funcionários e presença em 21 países.
A empresa americana está presente há 52 anos na Venezuela, onde tem duas fábricas, que produzem embalagens de vidro e garrafas para cervejas e bebidas, além de recipientes para alimentos.
Chávez destacou ainda que o governo tem uma lista com mais nomes de empresas para expropriação, mas não revelou os nomes.
Em seguida fez as ameaças aos bancos presentes no país.
"Banco que não quiser colaborar no desenvolvimento nacional deve ser estatizado sem atraso de nenhum tipo. Os bancos privados são obrigados a assumir isto. Não há volta atrás".
Ele citou como exemplo a necessidade de que os bancos concedam créditos para a habitação, uma das principais necessidades dos venezuelanos no momento.
"Não podemos fazer nenhuma concessão aos que não querem contribuir podendo fazê-lo (...), porque nós, sozinhos, não podemos fazer tudo", completou Chávez.
Desde novembro de 2009, mais de 10 bancos, todos de pequeno e médio porte, sofreram intervenção e posteriormente foram liquidados ou nacionalizados por Caracas.
O governo venezuelano alega que o objetivo é "garantir o saneamento do sistema bancário".
O papel do Estado no setor bancário do país ganhou força nos últimos meses, e atualmente concentraria mais de 25% do panorama financeiro nacional, principalmente em função da nacionalização do Banco da Venezuela, concluída em 2009.
Nos último 30 dias, Caracas nacionalizou a produtora de lubrificantes Venoco, a empresa de fertilizantes Fertinitro e a Agroisleña, uma empresa com capital espanhol dedicada à produção de químicos agropecuários e suporte tecnológico à agricultura.
Desde 2007, a Venezuela nacionalizou mais de 340 empresas em setores estratégicos como energia elétrica, bancos, cimentos, aço, petróleo e alimentos.
Além disso, três milhões de hectares de terras consideradas improdutivas foram "resgatadas", nas palavras do governo, desde a chegada de Chávez ao poder.
Fonte: Da AFP – 26/10/2010
Supermercados fazem previsão otimista para fim de ano
A cerveja é um dos itens que deverão registrar maior porcentual de crescimento nas vendas de Natal e Ano Novo, época que coincide com o verão, período de maior venda para a indústria do setor, segundo Pesquisa de Natal da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) feita com aproximadamente 80 supermercadistas. A expectativa é que as compras do produto subam 15,2% no período ante igual intervalo de 2009.
Na seqüência da lista de produtos com maior potencial de vendas nas festas de final de ano estão o panetone, com alta de 14,1%; refrigerante e bacalhau, com 13,8%, cada; frutas nacionais da época (13,4%); bebidas natalinas (12,9%); frutas secas (11,9%); frango congelado (11,9%) e brinquedos (11,4%). Já peixes frescos, com 6,8%, tender, com 8,2%, e peixes congelados, com 9,1%, tiveram os menores crescimentos porcentuais.
"Temos tudo para termos um grande Natal. Esse ano não há crise, nem indicativos macroeconômicos ruins. Pelo contrário. Há um otimismo adicional por conta do bom desempenho da economia e também devido à ascensão das classes D e E ao mercado de consumo", disse o superintendente da Abras, Tiaraju Pires, em entrevista à imprensa. Se confirmada a previsão de crescimento nominal de 12,54% para as vendas totais no período, o desempenho será o segundo melhor do Índice de Vendas da Abras, iniciado em 2001. A melhor performance foi registrada em 2002, quando as vendas nominais de dezembro subiram 15,25%.
Segundo o superintendente da Abras, os produtos deverão ser mais caros neste ano do que o ano passado, já que 71% dos supermercadistas relataram ter comprado os produtos em patamar de preços superior ao praticado nos meses anteriores, enquanto 29% fizeram seus pedidos com valores alinhados. "Mas ao mesmo tempo, o período é de grande competitividade. Então o possível repasse pode não ocorrer", explicou. Entretanto, os lojistas (73% dos entrevistados) admitiram que, após o período de festas, realizarão campanhas promocionais.
A pesquisa ainda mostrou que 52% das empresas vão contratar mão de obra temporária, enquanto 48% não irão contratar. O setor estima que, no total, serão contratadas 12,8 mil pessoas especialmente para o período de final de ano. Desse total, 16% devem ser efetivadas.
Importados
Para os produtos importados, o estudo da Abras aponta crescimento de vendas de 12,1%, impulsionado pelos importados em geral (azeites, azeitonas, queijos, embutidos, entre outros), ante 9% do mesmo período do ano passado. A expectativa de comercialização das frutas especiais importadas para este ano é de 11,1% ante 13,5% e vinhos importados, de 9,7% ante 7,5%.
"O câmbio não influenciou nas compras de importados dos supermercados, que deverá ter comportamento parecido com o do ano passado", disse Pires. Segundo ele, o desempenho do dólar ante o real foi praticamente o mesmo se comparado ao do ano passado. "De setembro a outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado, o dólar caiu 0,10% a 0,15%, por isso não haverá muita diferença das compras de importados neste ano", explicou o superintendente.
Fonte: AE Agência Estado, por Suzana Inhesta – 27/10/2010
Lucro da Heineken sobe para 520 milhões de euros no trimestre
A cervejaria holandesa Heineken reportou lucro de 520 milhões de euros no terceiro trimestre, o que corresponde a um crescimento orgânico ligeiramente acima de 10% em relação a igual período de 2009.
Influenciada pela incorporação da divisão de cervejas da mexicana Femsa, a receita da Heineken atingiu 4,619 bilhões de euros no trimestre, com alta de 13% na comparação anual. Sem considerar a aquisição, no entanto, as vendas mostraram queda de 2,1%.
No balanço, o grupo afirma que a queda nos volumes vendidos foi compensada por aumentos nos preços e um mix de vendas mais favorável em valores.
A empresa destaca que as vendas de cerveja cresceram 28%, chegando a 55,5 milhões de hectolitros entre julho e setembro. A consolidação dos números da Femsa adicionou 10,4 milhões de hectolitros ao resultado do grupo.
As vendas da marca no mercado internacional no segmento premium subiram 2,2%, para 6,9 milhões de hectolitros - em um desempenho puxado pelo consumo no Brasil, África do Sul, Taiwan, Vietnã, França e Nigéria, mercados que ajudaram a compensar a baixa nos volumes negociados nos Estados Unidos, na Espanha, na Polônia e na Grécia.
A empresa cita em seus resultados que as vendas seguem fortes no Brasil. Por outro lado, condições climáticas desfavoráveis enfraqueceram o mercado no México.
Fonte: Valor Online, por Eduardo Laguna – 27/10/2010
Abras diminui projeção
Mesmo diante de indicadores econômicos favoráveis, os supermercados reduziram a estimativa de alta nas vendas em 2010 de 8% para 5%, podendo chegar a 5,2%.
Fonte: Valor Online - 28/10/2010
Crown fará nova fábrica de latas na região Norte
A Crown Embalagens, uma joint venture entre a americana Crown Holdings e o grupo brasileiro Petropar S.A., anunciam hoje a instalação de sua quarta fábrica de latas de alumínio no país, voltada para bebidas - cervejas, refrigerantes, sucos e chás. O investimento previsto é de US$ 70 milhões e a unidade fabril será instalada na região Norte, com capacidade para fabricar 1 bilhão de embalagens por ano. O local escolhido, a ser divulgados nas próximas semanas, ficará no Estado do Amazonas ou do Pará, informou Rinaldo Lopes, presidente da subsidiária brasileira, ao Valor.
Fonte: Valor Online - 28/10/2010
NewStyle ativa lançamento de Skol 360º no PDV
Até 22 de novembro, os consumidores de cerveja vão ser impactados no ponto de venda por ações promocionais da nova Skol 360º, criadas e operacionalizadas pela NewStyle. O objetivo é gerar experiência e conhecimento do novo produto em cerca de 600 lojas de São Paulo, Campinas, região do Vale do Paraíba e litoral paulista.
Toda a comunicação publicitária da marca traz o “homem-baiacu”, criado pela F/Nazca, que define de maneira divertida o grupo de pessoas que, quando toma cerveja quadrada, se sente estufado.
Para apresentar o conceito da nova Skol 360º, a cerveja com bebabilidade, que não estufa nem empapuça, a agência desenvolveu uma ação bem-humorada com promotores vestidos de “homens-baiacu”, que invadem ruas movimentadas, estações de metrô, rodoviárias, bares e praias do litoral paulista.
No ponto de venda, promotoras oferecem degustação da Skol 360º, ressaltando as características e o benefício funcional do produto. E, para gerar ainda mais visibilidade à marca, também estão nas lojas os “homens-baiacus”, que tentam atrapalhar a abordagem da promotora, querendo convencer os consumidores a comprarem uma cerveja quadrada e ficarem estufados como eles.
Ainda nos PDVs e em algumas lojas de conveniência paulistas, materiais de merchandising promovem o concurso cultural Churrascabilidade. Para participar, o consumidor completa a frase “O meu churrasco dura mais quando...” e o autor da resposta mais criativa ganha uma churrasqueira redonda e um conjunto de garfo e faca para churrasco exclusivos da marca. Será premiada uma frase por loja.
A NewStyle assina também a ativação em aproximadamente 50 churrascarias, sendo responsável pela criação e positivação de diversos materiais de comunicação, como displays, porta-guardanapos, guardanapos, capa para talheres, placas de buffet, entre outros.
Fonte: New Style, Eliane Vitiello – 29/10/2010
Kits da Krones garantem produção do “litrão” em linhas existentes
A cerveja em garrafas retornáveis de vidro de 1 litro, o famoso “litrão”, conquistou tanto o consumidor que cada vez mais fabricantes começaram a apostar neste tipo de embalagem, mais econômica em relação à tradicional garrafa de 600 ml também retornável.
Para que as cervejarias possam produzir a bebida em garrafas de 1 litro, toda a linha de envase precisa sofrer ajustes. A Krones, sempre focada nas tendências e demandas do mercado, já vendeu kits de adaptação para todas as grandes fabricantes de cerveja, como AmBev, Schincariol, Kaiser/Heineken, Petrópolis e Conti.
“Trata-se de um jogo de peças e modificações específicas para as máquinas da Krones existentes em uma linha”, explica Ricardo Capellari, supervisor de Vendas da área de Kits e Upgrades da Krones do Brasil. “O objetivo é permitir que o frasco, rótulo, caixa de 1 litro trabalhem adicionalmente”, complementa.
As adaptações são feitas apenas em máquinas da Krones. Capellari destaca que, comprando kits originais, o cliente tem a garantia de manter seu equipamento sempre com alto desempenho. Qualidade, total intercambialidade, facilidade e rapidez no set-up e eficiência são os principais diferenciais dos kits da Krones.
“A Krones mostra ao mercado que suas soluções tecnológicas não são voltadas apenas para as linhas e os equipamentos novos, mas também para os já existentes”, justifica Capellari.
Fonte: Krones do Brasil e N/Couto Comunicação, por Anderson Couto – 29/10/2010
As 3.800 cervejarias da União Européia produzem um quarto da produção mundial anual
As quase 3.800 cervejarias na União Européia produzem cerca de 427 milhões de hectolitros de cerveja por ano, que é um quarto da produção mundial de cerveja e mais do que a produção da China, disse o presidente da UE, Herman Van Rompuy, em Bruxelas.
O valor agregado total gerado pela indústria de cerveja por ano da UE é estimado em EUR 59 bilhões.
Quase 20% da cerveja produzida em países europeus são para exportação, dos quais 60% vão para fora da UE. O cliente mais importante para a exportação são os Estados Unidos. Os maiores exportadores de cerveja são Bélgica, Irlanda, Dinamarca e Holanda.
Ainda assim, 95% das fábricas de cerveja européias possuem estruturas típicas de EPM européias (empresas de pequeno e médio porte), disse o Sr. Van Rompuy.
O consumo anual de cerveja na Europa representa despesas totais de consumo de EUR 124 bilhões. Quase 72% desse montante são compostos do volume de negócios em pubs, bares e restaurantes, a parte restante em supermercados. As cervejarias também mantém outros setores vitais: a agricultura, as indústrias de embalagem e o setor de serviços. No total, 25 bilhões de Euros por ano são comprados nesses setores.
"É em parte por causa da força das cervejarias européias que a UE ainda é o número um na produção de lúpulo e malte", disse o Sr. Van Rompuy.
Além disso, o efeito sobre o emprego é considerável: de cerca de 2,5 milhões de empregos diretos e indiretos, 6% estão empregados em fábricas de cerveja, 6% no varejo, 15% nos fornecedores e 73% em bares, restaurantes e pubs.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1437 – 30/10/2010
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
Brasil vira prioridade para empresas de bebidas; setor pode investir até R$ 4 bilhões
A combinação de crescimento do poder de compra da população com real forte transformou o Brasil em prioridade para as companhias globais de bebidas.
Após crescer a taxas constantes na última década, o consumo de bebidas engarrafadas, como refrigerante, cerveja e destilados, alcançou volumes expressivos: o consumo per capita nas três categorias no país já é maior que na Europa Ocidental.
"Até recentemente, o Brasil chamava a atenção, pois crescia bastante, enquanto nos mercados desenvolvidos, na América do Norte ou na Europa, o avanço era pífio ou negativo", diz o pesquisador de Brasil da consultoria Euromonitor, Marcel Motta.
"O que muda agora é que o Brasil ganhou importância também em magnitude."
Isso explica os investimentos que o setor está atraindo. Coca-Cola e AmBev, por exemplo, estão investindo, cada uma, R$ 2 bilhões neste ano, sendo a maior parte disso em aumento de capacidade. O volume de recursos só é comparável ao investimento desses grupos na China.
Com Copa e Olimpíada em vista, empresas devem manter o nível de investimento. "Um evento como Copa muda o patamar de consumo de bebidas engarrafadas", diz o vice-presidente da Coca-Cola Brasil, Marco Simões.
"As empresas aumentam a capacidade e toda a sua estrutura para atender a demanda durante os eventos e depois têm de manter o nível de vendas para justificar o investimento."
O Brasil disputa com a China o posto de terceiro maior mercado para a Coca-Cola. Há cinco anos e meio a companhia vem exibindo taxas constantes de expansão. No último trimestre, a empresa cresceu 13% no Brasil, ante avanço global de 5%.
Britânica mira Brasil
Para a britânica Diageo, a região que a empresa chama de mercado internacional - América Latina, África e aeroportos - é a que está sustentando o desempenho da companhia neste ano.
E, nessa região, o Brasil é o grande destaque. O país já é o maior mercado consumidor de uísque Johnnie Walker Red Label do mundo. A vodca Smirnoff, outra marca da companhia, detém cerca de 30% do segmento que movimenta mais de R$ 1 bilhão.
"A cada ano, o Brasil galga posições de relevância na Diageo, não só pelo crescimento que entrega, mas também pelas perspectivas que surgem com a Copa e a Olimpíada e o aumento da classe média", diz Luis Eduardo Osório, diretor de relações corporativas da Diageo.
Fonte: Folha, por Mariana Barbosa – 31/10/2010
Em alta, cerveja premium fatura R$ 300 mil; setor já representa 4% a 5% do mercado
Cerveja sofisticada e mais cara deixou de ser bebida para poucos. As cervejas premium caíram no gosto do brasileiro, e, atentas a isso, as cervejarias ampliam sua produção e distribuição.
Hoje, a venda desse tipo de cerveja representa de 4% a 5% do mercado total e movimenta anualmente cerca de R$ 300 milhões. Há dez anos, essa proporção era de 2%.
De 2007 a 2009, o crescimento acumulado é de 40%, ante 11% nas vendas totais.
No primeiro semestre deste ano, 70% dos lançamentos estavam ligados ao mercado premium, segundo dados do Instituto Nielsen. Nesse cenário, a expectativa é que em até dez anos essas cervejas representem até 10%.
"A produção e a importação de nossas cervejas premium vêm aumentando significativamente e o mercado se mostra bastante promissor", diz Herbert Gris, gerente de marcas premium da Heineken Brasil.
"É um mercado ainda subdesenvolvido", opina Pedro Sá Earp, diretor de cervejas premium da AmBev, de marcas como Bohemia e Stella Artois. Em mercados desenvolvidos, diz, o segmento representa de 15% a 20% das vendas. Por isso, nesse mercado estão as maiores oportunidades de crescimento para a empresa, líder no país.
Renda
A expansão é atribuída à combinação do aumento da renda do brasileiro com a melhora na distribuição desses produtos. Em 2009, os brasileiros beberam volume recorde de 10,9 bilhões de litros de cerveja. E, em 2010, segundo dados do setor, as cervejarias devem investir R$ 6 bilhões.
As cervejarias artesanais procuram se diferenciar e se definem como marcas superpremium. Alegam que grandes cervejarias compram marcas menores e, em alguns casos, modificam a estrutura da bebida, para produzir em escala industrial.
"A cerveja premium não pode ter mistura. No caso da Devassa [da Schincariol] e da Bohemia, o padrão foi alterado", diz Severino Batista, cervejeiro da fluminense Mistura Clássica, que vai investir R$ 5 milhões para ampliar sua capacidade instalada.
Fonte: Redação 24 Horas News – 31/10/2010
| < Anterior | Próximo > |
|---|