Notícias de mercado
2010 - Novembro - Parte II
Cerveja na origem da civilização
Durante a Idade da Pedra, altura em que o Homem deixou de ser nômade, os cereais então cultivados destinavam-se, não à alimentação, mas à produção de cerveja. Ou seja, aquilo que levou os nossos antepassados a tornarem-se sedentários e alterar por completo a evolução do ser humano, foi a cerveja.
A teoria de que a cerveja está na base do início da agricultura tem sido discutida há 50 anos. Agora, com a descoberta do arqueólogo Brian Hayden, da Universidade Simon Frasier no Canadá, publicada na LiveScience, ganha ainda mais peso.
Hayden afirma que os cereais constituíam uma pequena parte da dieta dos nossos antepassados, dado a enorme quantidade de trabalho que estes teriam de ter para obter uma pequena porção.
Percorriam entre 60 a 100 quilômetros
O arqueólogo encontrou também indícios de que o Homem deste período percorria grandes distâncias, cerca de 60 a 100 quilômetros, para obter grãos, que depois seriam usados na produção de cerveja.
Para Hayden, como nesta altura os nossos antepassados deixaram de ser nômades e reuniam-se em comunidades, os eventos culturais, como cerimônias, festas ou banquetes, eram cada vez mais freqüentes.
"Os banquetes são essenciais nas sociedades tradicionais por criarem dívidas, por criarem ligações entre as pessoas, por criarem poder político e tudo isto é essencial para sociedades cada vez mais complexas", afirmou Hayden, antes de concluir que "também são recíprocos. Se eu te convidar, tu vais ter de me convidar. Se eu te oferecer algo como um porco ou uma caneca de cerveja, tu és obrigado a fazer o mesmo por mim, ou ainda melhor."
A confirmar-se esta teoria, resta-nos agradecer a sociedade complexa da atualidade à cerveja bebida nas cerimônias e festejos realizados durante o período Paleolítico. O que talvez também explique porque é que alguns apreciadores de cerveja se comportam como se vivessem na Idade da Pedra.
Fonte: Expresso, por Jorge Fonte - 09/11/2010
Fabricantes de bebidas planejam “garrafaço” em Brasília
Pequenos fabricantes de refrigerantes, cervejas e água mineral pretendem fazer um "garrafaço" em Brasília ainda este mês. A intenção é chamar a atenção para a cobrança de R$ 0,03 por unidade embalada pelo setor, medida instituída pela Receita Federal em agosto de 2008. Por meio de uma Instrução Normativa, o governo determinou a instalação de equipamentos contadores de produção nos estabelecimentos industriais envasadores de bebidas: o Sistema de Controle de Produção de Bebida (Sicobe). A medida visava fiscalizar o setor, já que havia indícios de que o volume vendido era maior do que o apresentado nos faturamentos das empresas da área.
Durante assembleia que terminou no final da tarde, em Brasília, com a participação de aproximadamente 200 fabricantes, ficou acertado que, em primeiro lugar, o setor tentaria mais uma vez argumentar com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que a cobrança generalizada a todos os produtores, independente do porte da empresa, é anticoncorrencial. Um grupo de representantes dos produtores ficará em Brasília para tentar um horário na agenda do ministro nos próximos 10 dias. Caso a conversa não dê frutos, os fabricantes farão a manifestação.
Esta não é a primeira vez que as pequenas empresas de bebidas tentam apresentar seus argumentos a Mantega. "Estivemos lá o ano passado e o ministro nos disse que solucionaria o problema até 31 de maio. Até agora, nada", criticou o presidente da Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afebras), Fernando Rodrigues de Bairros.
Pela norma da Receita, o industrial teria direito a um crédito de PIS/COFINS no valor equivalente à cobrança do Sicobe. "As grandes conseguem, mas as pequenas têm dificuldade em reverter o débito em crédito, e isso acaba virando um custo", argumentou. "A Receita Federal reconhece que há erro nisso, mas não altera a cobrança por pressão de fabricantes de maior porte", acrescentou.
O setor arca com essa "despesa extra" há 20 meses. Como as empresas possuem portes diferentes, o impacto em cada uma delas gira em torno de 3%, o que significa um total de R$ 10 mil a R$ 50 mil por fabricante. "Não podemos levar mais prejuízo", disse Bairros. Para ele, a situação costuma ficar mais tensa com a proximidade do final do ano. Não só porque o período de férias historicamente registra aumento de consumo, mas também porque é no verão que as empresas vendem mais bebidas. "Se este ano não solucionarmos esta questão, não sei o que faremos", disse Bairros. De acordo com ele, o segmento de refrigerantes conta com 238 fábricas de pequeno e médio portes no País. Em 2000, segundo Bairros, eram 850.
Fonte: Agência Estado – 09/11/2010
Schin abrirá 16 cervejarias Devassa em um ano
A nova cervejaria Devassa aberta hoje ao público na capital paulista na região dos Jardins é apenas parte de uma estratégia agressiva que o Grupo Schincariol planeja pôr em prática até o fim de 2011 para fortalecer a rede por meio de estabelecimentos próprios e franqueados em todo o país. Atualmente com 28 pontos de venda da marca, a companhia pretende chegar em dezembro do próximo ano com 44 unidades e faturamento de R$ 100 milhões, montante 66,7% superior aos R$ 60 milhões previstos para 2010. Há dois anos, eram apenas nove lojas que resultaram em R$ 9 milhões. “É a estratégia encontrada pela companhia para expandir a marca e levar um produto artesanal e de qualidade para o consumidor”, afirma Francisco Duarte, diretor de franquias da Sonar, braço de negócios responsável pelas lojas dentro do Grupo Schincariol. O principal objetivo é ganhar o mercado paulista, cuja capital deve receber mais três lojas até o início do próximo ano instaladas nas regiões da praça Vilaboim (própria), Berrini e Vila Madalena (ambas franquias). Já no interior do estado, a companhia deve abrir unidades em Ribeirão Preto e Araraquara.
Na cidade de São Paulo, a Devassa já conta com uma unidade no bairro de Moema, aberta há dois meses. Antes, a companhia contou com uma cervejaria nos Jardins, que funcionou por quatro anos e teve suas portas fechadas em maio deste ano. “A loja fazia parte da primeira gestão da marca e estava em um ponto ruim. Merecia um lugar melhor”, diz o diretor da Sonar. Outra regiões Apesar do Grupo Schincariol ter o mercado paulista como prioritário, a estratégia da companhia prevê também levar as cervejarias Devassa para a região Nordeste. A iniciativa se deve ao bom momento pelo qual passa a economia brasileira, que possibilitou a companhia adotar uma estratégia mais agressiva. Para o próximo ano, a empresa prevê a abertura de lojas nas cidades de Teresina, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. “Com o aumento do poder de consumo no país, houve uma maior procura por produtos diferenciados.” Além das cidades nordestinas, a cervejaria Devassa deve chegar a Brasília (duas unidades), Maringá (PR) e Uberlândia (MG).
Segundo a companhia, a venda média mensal por loja da marca é de 5 mil litros, sendo que a unidade líder na comercialização de chope Devassa é a de Belo Horizonte, que comercializa cerca de 15 mil litros por mês. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado movimentou R$ 63 bilhões no ano passado com aproximadamente 1,6 mil estabelecimentos.
Fonte: Brasil Econômico - 10/11/2010
Petrópolis destina R$ 20 mi para o verão
De olho no período de maior consumo de bebidas, o Grupo Petrópolis pretende reforçar as marcas de seu portfólio junto à população com investimento em torno de R$ 20 milhões em ações de marketing que serão realizadas até março do próximo ano. O montante corresponde a 30% do total destinado pela empresa para divulgar seus produtos, cuja verba deste ano é de R$ 65 milhões. O valor supera em 15% os investimentos realizados no verão passado e o incremento da verba deve-se ao momento atual do mercado com a expectativa de comercialização recorde da indústria de bebidas nos próximos meses.
“As projeções são as melhores possíveis com crescimento que não víamos há anos”, diz Douglas Costa, gerente de marketing do grupo. Segundo ele, a participação de mercado da empresa com base nos últimos dois anos foi de 9,4%. As ações realizadas pela companhia estarão focadas nos pontos de venda e patrocínios de eventos e programas de televisão, como o que ocorre atualmente no reality show A Fazenda, da TV Record. Meio ambiente O Grupo Petrópolis investirá também um total de R$ 10 milhões no Projeto AMA (que significa Área de Mobilização Ambiental) que prevê o plantio de 1,1 milhão de mudas nos próximos três anos. A iniciativa será realizada nas cidades de Petrópolis e Teresópolis (Rio de Janeiro, Boituva (São Paulo) e Rondonópolis (Mato Grosso), locais onde a companhia mantém unidades de produção.
“Dentro da estratégia estabelecida pela empresa há o pilar ambiental. Não é um projeto que fica apenas no discurso, mas sim uma iniciativa concreta”, diz Costa. Para reforçar o programa, o Grupo Petrópolis comercializa a partir desta semana latas das marcas Itaipava e Crystal com o logo do projeto AMA em metade das embalagens. A imagem será impressa em 30 milhões de unidades que serão distribuídas em todo o país. Além das latas, a companhia criou um site do projeto e distribuirá folders e adesivos alusivos à iniciativa. A empresa realizará uma série de ações envolvendo alunos de escolas das quatro cidades onde mantém fábricas.
Fonte: Brasil Econômico - 10/11/2010
AmBev: HSBC traça boas perspectivas para 2011 e recomenda compra das ações
Em relatório divulgado nesta quarta-feira (10) o HSBC não poupa elogios para o desempenho e perspectivas para as ações da AmBev (AMBV4). O banco lembra que a indústria global de cerveja vem passando por diversos desafios ao longo de 2010, incluindo pressões econômicas, fraco sentimento do consumidor e maiores custos variáveis. Os analistas Lauren Torres e James Watson acreditam que a AmBev e a Anheuser Busch InBev passaram bem pelo ambiente difícil do mercado, e que devem sair dele como empresas ainda mais fortes quando as condições mais saudáveis retornarem.
“Nenhuma outra cervejaria colheu os benefícios de um mercado consumidor vigoroso este ano como fez a AmBev no Brasil. A empresa detém uma participação dominante de 71,1% no mercado de cerveja no país e pode continuar a investir no fortalecimento de sua presença na América Latina”, avalia o relatório.
Vale lembrar que no terceiro trimestre, a AmBev apresentou crescimento orgânico da receita de 12,6% frente ao ano anterior, chegando a 5,9 bilhões de reais. “O Brasil continuou a ser a referência desses resultados, com forte crescimento do volume e aumento de preços em linha com a inflação”, destacam Lauren Torres e James Watson.
Para 2011, eles trabalham com a expectativa de que a cervejeira sustente seu momento atual e que se beneficie com a recuperação gradual nos mercados que foram impactados pelas pressões econômicas e setoriais. O banco reiterou sua recomendação de overweight (alocação acima da média de mercado) para as ações da AmBev e elevou o preço-alvo em 12 meses de 256 reais para 270 reais. Em 2010, as ações preferenciais da companhia acumulam valorização de 35%.
Fonte: Exame.com, por Marcelo Poli – 10/11/2010
Estoques em alta driblam escalada das commodities
Só nos oito primeiros dias úteis de novembro, o preço do alumínio para fabricação de latas disparou 5,52% no mercado internacional. Também este mês, o açúcar já subiu 12,85% e o cacau 1,80%. O trigo, por sua vez, tem alta acumulada de 40,97% no últimos 12 meses. "É de deixar qualquer um maluco", disse Ivan Zurita, presidente da Nestlé Brasil, em entrevista recente ao Valor. Segundo o executivo, a variação de preço das commodities tem sido o maior desafio da indústria de alimentos e bebidas este ano. Para driblar essa escalada de preços, muitas empresas estão investindo no aumento de seus estoques e no que chamam de "hedge" de insumos. Nestlé, Kopenhagen, Velho Barreiro, Ambev, Vilma Alimentos, Pastifício Selmi, entre outras, são algumas das companhias adeptas dessa estratégia.
Fonte: Valor Online - 11/11/2010
Nova lata sem tampa
A South African Breweries, uma subsidiária da SABMiller, apresentou durante a Copa do Mundo uma inovação em embalagem de cerveja. Desenvolvida pela Crown Holdings, a nova lata permite a remoção total da tampa, tornando a embalagem uma espécie de copo de alumínio para o consumo da bebida. A nova lata foi projetada para reduzir as filas nos bares de eventos, agilizando o serviço, sem comprometer a experiência de consumo. "É uma excelente alternativa para tradicionais latas e garrafas de vidro que são proibidas em estádios de todo o mundo", disse Chris Homfray, presidente da divisão européia da Crown.
Fonte: Guia da Embalagem - 12/11/2010
Cooperativa recebe prêmio da OCB/Revista Globo Rural
A Cooperativa Agrária foi a vencedora da categoria Desenvolvimento Sustentável (ramo Agropecuário) no concurso Cooperativa do Ano 2010, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da revista Globo Rural. A Agrária participou com o projeto Gestão Ambiental, mostrando como a Cooperativa, que em 2002 criou um setor voltado ao meio ambiente, implementou várias medidas internas; redução de emissões particulares na Unidade Vitória; sistema de tratamento de efluentes; correta destinação de matérias como graxas, óleos, baterias e lâmpadas; e a separação do lixo em todos os setores.
Segundo a OCB, o concurso deste ano abrangeu projetos de cooperativas agropecuárias, nas categorias Educação Cooperativista, Desenvolvimento Sustentável e Gestão para a Qualidade. Os ramos Consumo, Crédito, Educacional, Infraestrutura, Saúde, Trabalho e Transporte também concorreram com trabalhos voltados às duas últimas categorias. Nessa edição, foram avaliados 114 projetos enviados por 91 cooperativas. Destas, 53 foram finalistas e 12, vencedoras.
Fonte: Agromalte 27ª Edição – 14/11/2010
Cervejagourmet.com sugere presente autêntico para o Natal de 2010
Cervejas especiais são dica certeira e agradam todos os estilos de pessoas
A loja virtual cervejagourmet.com, especializada em cervejas premium artesanais e importadas, sugere o kit Demoiselle Colorado como dica de presente para o Natal. A Demoiselle é uma cerveja escura de coloração preta, creme denso e persistente, aromas de malte torrado e café, muito apreciada por suas características unidas. Fabricada por uma das mais importantes cervejarias artesanais do Brasil, a Demoiselle é medalha de ouro no European Beer Star 2008, importante premiação internacional do universo da cerveja. Vem com dois copos tipo caldereta e um garrafa de xx ml. É um presente original que certamente irá agradar.
Origem: Brasil
Família: Ale
Estilo: Porter
Graduação Alcoólica: 6% vol.
Ingredientes: Água, malte, lúpulo, levedura e café
Temperatura ideal de consumo: entre 8 e 12 °C
Copo ideal: Caldereta ou Tulipa
Dimensões: 24,0 x 8,0 cm
Preço: 39,50
www.cervejagourmet.com
Divulgação: Notícia Expressa - (0xx11)2311.0484 /0494 / 8259.3530
www.noticiaexpressa.com.br
Elenice - jornalismo@noticiaexpressa.com
Fonte: Noticia expressa, por Elenice – 17/11/2010
Ambev responde ação após quase duas décadas
Quase vinte anos de espera não livraram a Companhia de Bebidas das Américas, a Ambev, de responder uma ação trabalhista movida contra a empresa por um ex-mestre cervejeiro. Ele alega ter adquirido uma doença profissional, o alcoolismo, durante a época que trabalhou com degustações.
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) afastou a prescrição (fim do prazo) do pedido de indenização por danos morais e materiais e determinou que o caso seja julgado pelo Tribunal do Trabalho do Rio de Janeiro (1ª Região).
A discussão girava em torno do fato de que ação teria sido ou não proposta dentro do prazo legal e merecia ser examinada pela Justiça. O TST concluiu que o pedido do mestre cervejeiro não estava prescrito.
O empregado afirma que se tornou alcoólatra porque tinha a função de degustar a cerveja em todas as etapas de produção na empresa, e a doença equipara-se a acidente de trabalho para fins de ação de indenização. Sustenta ainda que, durante o seu contrato de trabalho, entre 5 de janeiro de 1976 e 30 de dezembro de 1991, a Ambev não tomou os cuidados necessários para evitar o problema.
Fonte: Portal Ig, por Mariana Diana – 22/11/2010
Diageo planeja adquirir empresas no Brasil
Até hoje a fabricante do uísque Johnnie Walker realizou duas aquisições no País. Há um ano, comprou o saquê Daiti da Sakura e, 11 anos atrás, a cachaça Nega Fulo. Agora, com a economia nacional em expansão, planeja voltar às compras. E a prioridade deverá recair sobre linhas de bebidas tipicamente brasileiras. “Estamos estudando o mercado, mas não posso dar mais detalhes. Temos interesse em uma nova marca, pois queremos aproveitar o crescimento do Brasil”, afirmou Randy Millian, presidente da Diageo para América Latina e Caribe. Incentivada pelo aumento do poder de consumo do brasileiro, além de partir para aquisições, a Diageo poderá trazer ao País, a partir de janeiro, a marca jamaicana de cerveja especial Red Stripe, produto do tipo lager com 4,7% de teor alcoólico. Segundo a companhia, inicialmente a bebida chegará em pequeno volume para testar a aceitação no mercado nacional.
“Estamos crescendo geograficamente e em todos os mercados possíveis com a contratação de pessoas e desenvolvendo novos canais. Esses investimentos visam aproveitar todo o potencial do mercado brasileiro”, explicou Millian. Para atender essa nova demanda, em 2011, a companhia aumentará a distribuição no País, além de ampliar em cerca de 60% o escritório da empresa, na capital paulista. “Estamos desenvolvendo novos talentos com a cultura da companhia e vamos aumentar nosso escritório com mais um andar no prédio comercial onde já estamos”, disse Luiz Eduardo Osório, diretor de relações corporativas da Diageo no País.
Fonte: Brasil Econômico - 23/11/2010
Heineken elege os melhores chopps do Brasil
A Heineken lançou um concurso para eleger os melhores chopps do Brasil. O “Clube Apreciadores do Chopp 2010” premiará bares, restaurantes e fast foods. Serão avaliados a higiene e a temperatura ideal dos copos, as condições certas de estocagem, a visibilidade da marca, o uso de instalações que valorizem a limpeza e o bom atendimento ao público, entre outros critérios. O objetivo do prêmio é reconhecer os esforços dos parceiros que trabalham com chopp.
Um treinamento inicial é feito para cada participante, com orientações especificas sobre as melhores práticas de trabalho. Na fase seguinte, serão realizadas duas avaliações durante o ano em cada estabelecimento e os premiados aqueles que alcançarem uma nota mínima no conjunto de quesitos avaliados. Os destaques de cada região participarão da premiação nacional, reunindo os melhores do Brasil em 2010.
Fonte: Mundo do Marketing, por Lucas Carvalho – 24/11/2010
SABMiller compra cervejaria argentina e avança em mercado latino-americano
A cervejaria SABMiller anunciou nesta quarta-feira a aquisição da argentina Casa Isenbeck, ingressando em um mercado dominado pela líder mundial Anheuser-Busch InBev, que detém 74% de participação.
Analistas estimam que a segunda maior cervejeira do mundo pagará US$ 43 milhões à alemã Warsteiner para adquirir a companhia argentina
A Casa Isenbeck produz as marcas Isenbeck e Warsteiner, com vendas de cerca de 600 mil hectolitros em 2009. Sua única fábrica, próxima a Buenos Aires, tem capacidade produtiva de 1,2 milhão de hectolitros.
A SABMiller planeja fornecer inicialmente a cerveja argentina no sul do Brasil, Paraguai e Uruguai. Depois, espera produzir a marca Peroni para alcançar a população italiana na Argentina. A companhia também planeja fornecer 100 mil hectolitros da Miller Genuine Draft ao Paraguai.
A AB InBev lidera o mercado argentino com marcas locais como Andes e Quilmes Bock, mas também comercializa as marcas Stella Artois e Brahma, da AmBev.
Embora o negócio seja pequeno em termos financeiros, analistas afirmam que este é o primeiro movimento significativo da SABMiller na América Latina desde 2005, quando a empresa comprou a Bavaria para ampliar atuação na Colômbia, Peru, Equador e Panamá.
Fonte: Reuters – 24/11/2010
Latas de aço devem ganhar nova fábrica e enfrentar alumínio
O mercado de latas metálicas para bebidas, amplamente ocupado por fabricantes que usam o alumínio como matéria-prima, deve sentir a chegada do aço como insumo nos próximos anos. Com o peso da CSN por trás de seus negócios, a Companhia Metalic Nordeste, sediada no Estado do Ceará, aposta nas latas de aço para o mercado de bebidas, que devem render neste ano um faturamento de R$ 200 milhões, um crescimento de 10% sobre 2009. A crise financeira tardou, mas não aplacou os projetos da Metalic de ampliar o mercado que já foi de 51% na Região Nordeste - e hoje caiu para 34% -, com grandes chances de atingir também o mercado da Região Sudeste.
"O sudeste é um mercado que, em números absolutos, é muito interessante para a Metalic", afirma Fábio Araújo, diretor Comercial da empresa. "Apenas em termos de crescimento percentual não é um mercado tão expressivo." A companhia está em fase de finalização do planejamento de uma nova fábrica, que será essencial para o crescimento, uma vez que desde 2009 a empresa opera no limite de sua capacidade. A dúvida que resta, segundo Araújo, é a respeito da viabilidade de se tentar um novo mercado, como o sudeste, ou se firmar no mercado nordestino, onde a empresa atua há 13 anos e produz cerca de 900 milhões de latas anualmente. O mercado do nordeste como um todo, segundo Araújo, deve crescer cerca de 20%. "O crescimento do mercado se deve principalmente às importações", explica. A nova fábrica deve entrar em operação em meados de 2012. A Metalic é a única fábrica do produto no Brasil.
Setor
O mercado de latas de aço é apontado como um dos destaques do próximo ano, segundo a Associação Brasileira da embalagem de Aço (Abeaço). As embalagens de aço para o mercado de alimentos vivem um momento delicado contra as embalagens de plástico. O argumento mais poderoso da indústria do metal é a possibilidade de reciclagem total do material metálico. "Num futuro próximo o mercado brasileiro vai se igualar ao mercado europeu, que é mais maduro, no uso de embalagens metálicas e de vidro para alimentos", afirma Thais Fagury, gerente executiva da Abeaço.
"O pós-consumo do plástico é mais complicado, porque este material não é 100% reciclável." Para as latas de bebida o inimigo ainda é o alumínio, que tem a vantagem de ser mais valorizado que o aço na venda como sucata.
Fonte: DCI - 25/11/2010
SABMiller se aproxima do mercado brasileiro com aquisição na Argentina
O valor do negócio não foi divulgado, mas especialistas de mercado estimam que tenha ficado em torno de US$ 43 milhões. O interesse pelo mercado brasileiro foi divulgado em setembro durante uma reunião do presidente da SABMiller na América Latina, Barry Smith, com analistas de mercado na Colômbia. "Não estamos questionando se vamos entrar no Brasil, mas quando", disse Smith na ocasião. Essa entrada no País deve acontecer por meio de aquisições.
Baseado na compra da cervejaria argentina, analistas esperam que a SABMiller não adquira grandes companhias brasileiras, como a Schincariol, mas sim empresas menores, como a Petrópolis ou outras de pequeno porte.
O interesse pelo mercado nacional vem dos bons resultados no setor cervejeiro. A previsão é que as vendas totais de cerveja no Brasil em 2010 cresçam pelo menos 10% sobre o ano passado, somando 118 milhões de hectolitros.
A SABMiller está presente na América Latina desde 2005. Hoje, já atua em seis países, descartando a Argentina, e é conhecida pela boa administração de cervejarias regionais. Em todos os seis países, a companhia tem liderança de mercado, como na Colômbia, onde domina 98% do setor. Do total das vendas (213 milhões de hectolitros em 2009), a América Latina responde por 21% do volume..
Fonte: Valor Econômico - 26/11/2010
Inauguração dos quiosques Mr. Beer Cervejas no RJ teve data alterada para o dia 26 de Novembro
O Mr. Beer Cervejas, pioneiro na revenda de rótulos especiais e importados em quiosques, abre os dois primeiros pontos no Rio de Janeiro (RJ). As inaugurações que seriam dia 19 de novembro, terão nova data, dia 26 de novembro nos Shoppings Plaza Niterói e Rio Plaza-Botafogo.
Com lojas instaladas em lugares de alta conveniência e conforto, como shoppings centers e aeroportos, a rede de franquias surgiu em 2009 na capital paulista. O formato escolhido pelos empreendedores alia criatividade, disseminação do conceito e acessibilidade, o que torna o local muito mais visível aos apreciadores de cerveja. Segundo Rodolfo Alves, beer sommelier e sócio da marca, a grande demanda e receptividade, após instalação em bairro nobre da cidade de São Paulo, gerou a necessidade de abertura de mais pontos de venda. O sucesso do negócio inovador despertou interesse em outras praças, foi indispensável transformar o negócio, até então próprio, em franquias e criar um plano de expansão.
"Fomos tão bem reconhecidos, que expandir tornou-se inevitável se quiséssemos atender de maneira eficaz a demanda que foi gerada pelo Mr. Beer. O Rio de Janeiro é, sem dúvidas, um dos pontos do Brasil mais estratégicos e vantajosos para o nosso tipo de negócio, tanto pelo perfil de consumo da população carioca quanto pelos produtos em si", completa. A rede de quiosques Mr. Beer Cervejas tem grande participação em São Paulo, litoral e interior paulista. A expectativa é ganhar ainda mais mercado no Estado do Rio de Janeiro e, conseqüentemente, atingir as principais cidades brasileiras.
A rede revende hoje mais de 100 rótulos de diversos países, em cada quiosque, além de souvenirs personalizados ligados ao mundo cervejeiro, como baldes, aventais, abridores de garrafas personalizados, entre outros. É possível também montar um kit personalizado para presentear em qualquer ocasião.
Sobre o cenário de cervejas artesanais
A mudança de hábito de consumo gerada pelo aumento do poder aquisitivo do brasileiro, aqueceu este mercado e evidenciou produtos mais sofisticados. Esse cenário pode ser comparado ao de vinhos. Hoje, o consumidor investe mais na degustação de bebidas de qualidade, pois entende melhor que o processo de fabricação artesanal e suas peculiaridades interferem diretamente no custo final. A comparação com produtos industriais mais populares torna-se, então, inevitável.
Alguns dos rótulos apresentam custos que se assemelham ao de um Champagne, o que mostra que a cerveja também ganhou requinte e sofisticação. A Cerveja Deus, por exemplo, tem valor semelhante ao Veuve Clicquot. Conseqüência de vários fatores, que vão além da qualidade da bebida e de sua apresentação.
Fonte: Guia GPHR – (sem data de postagem)
Kaiser lança embalagem shot em campanha inédita com Mano Menezes
Para celebrar o prêmio de qualidade conquistado em Bruxelas, na Bélgica, o ITQI – International Taste and Quality Institute, a Kaiser se prepara para lançar, em algumas regiões do Brasil, a nova embalagem de 250 ml, que vem reforçar ainda mais o atual momento de renovação da marca. E, inovando mais uma vez, a Kaiser apresenta, a partir do dia 26 de novembro, o primeiro comercial com a participação do seu novo embaixador, o técnico Mano Menezes, que traz aos brasileiros a nova embalagem comemorativa da cerveja. O comercial foi gravado em Passo do Sobrado, cidade no sul do país onde Mano nasceu e começou sua carreira no futebol. Nele, o embaixador apresenta sua história, caminha em sua cidade natal e relembra o que aprendeu com o time amador de futebol do qual seu pai fazia parte.
O técnico entra em um bar, pega uma Kaiser, fala do selo de qualidade (o ITQI – International Taste and Quality Institute – Bruxelas/Bélgica) concedido à cerveja que estará presente em todas as embalagens do produto nacionalmente, e diz para o público: “Eu escalei a Kaiser”. Todos do bar brindam animados. A campanha será iniciada com filme de 60 segundos, desenvolvido pela agência Fischer+Fala!, veiculado nos principais canais de TVs abertas e fechadas de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo. Selo Internacional de qualidade A Kaiser é uma marca com qualidade reconhecida internacionalmente e foi agraciada, em 2009, com o ITQI – International Taste and Quality Institute, troféu de qualidade conquistado em Bruxelas, na Bélgica.
Considerado um “atestado de qualidade mundial”, por premiar apenas cervejas com sabor e qualidade superiores, o selo tem validade por três anos e representa o reconhecimento da entidade ao sabor superior da Kaiser. “Nosso objetivo, ao estampar este selo nas embalagens, é reforçar aos consumidores a excelente qualidade da Kaiser, que além de aprovada pelos consumidores no maior teste cego feito no Brasil, teve sua qualidade premiada na Europa”, diz Mariana. Nova Embalagem A Kaiser também investe em nova embalagem com o lançamento da Kaiser Shot, garrafa de 250 ml. Trata-se de uma Edição Comemorativa ao prêmio recebido pela Kaiser em Bruxelas, na Bélgica. Lembrando que este formato de embalagem foi criado, com sucesso e de forma pioneira, pela Heineken Brasil em 2008. “O lançamento faz parte do processo de renovação da marca e está de acordo com os anseios do consumidor. É um excelente custo- benefício”, finaliza Mariana.
Fonte: Guia da Embalagem - 29/11/2010
Heineken lança lata Touch
Na próxima semana, a Heineken apresenta mais uma inovação para o mercado nacional: a lata Heineken Touch, primeira lata lançada no país com textura. O consumidor terá uma nova sensação tátil ao tocar a embalagem, que possui um acabamento de verniz que faz com que a superfície fique em alto relevo. A Heineken é a primeira marca de cerveja no mundo a lançar uma inovação como essa.
O layout da embalagem mantém o padrão internacional. Com o slogan “Heineken Touch. Marcante em todos os sentidos”, a nova lata substituirá a atual disponível no mercado e se tornará parte do portifólio de produtos da Heineken no Brasil. As latas passam a ser comercializadas na segunda quinzena de novembro. A Heineken é a cerveja mais cosmopolita do mundo.
Produzida no Brasil desde 1990 pela Heineken Brasil, a Heineken consolidou-se como uma marca para aqueles que buscam qualidade, sabor, inovação e, principalmente, estilo. É um produto 100% natural, única no Brasil sem conservantes, produzida com levedura tipo A, 100% puro Malte e Lúpulo especial. O processo de fabricação conta com cuidados totalmente diferenciados, o que lhe confere um sabor refinado, marcante e premiado internacionalmente.
Fonte: Guia da Embalagem - 30/11/2010
Cervejaria SABMiller é acusada pela ActionAid de sonegação fiscal
A SABMiller - fabricante das marcas Aguila, Castle, Grolsch e Miller, entre outras, e uma das maiores engarrafadoras de produtos Coca Cola - é acusada de sonegação fiscal pela ActionAid. O valor seria de cerca de 20 milhões de libras por ano. "O dinheiro que os países africanos perdem a cada ano poderia colocar mais 250 mil crianças nas escolas", segundo a ActionAid.
A pesquisa da ActionAid explica como a segunda maior cervejaria do mundo usa um complexo sistema para não pagar impostos nas subsidiárias de países em desenvolvimento. Uma das formas de sonegação é manter marcas valiosas de cervejas africanas na Europa ao invés do país de origem. Dessa forma, o custo de usar as marcas diminui os lucros na filial africana e, conseqüentemente, a quantidade de impostos paga. Outra forma é pagar "taxas de administração", principalmente para a Suíça.
Segredo
"A SABMiller conduz seus assuntos fiscais por trás de um véu de segredo. A empresa e suas subsidiárias mantém o dinheiro longe de países africanos e em paraísos fiscais na Europa, onde as taxas são muito menores. A SABMiller está usando esse sistema para evitar o pagamento de sua parte do imposto nos países em desenvolvimento", disse Martin Hearson, especialista em imposto na ActionAid e do co-autor do relatório.
"A parte mais chocante da história não é a enorme quantidade de impostos evitados, mas o fato de que uma mulher que vende cerveja fora da cervejaria SABMiller em Gana pagou mais imposto de renda no ano passado do que a multimilionária cervejaria", disse Hearson.
A SABMiller, em comunicado oficial, informou que rejeita as alegações feitas pela ActionAid. "As empresas SABMiller pagam um nível significativo de impostos", informou a empresa. No ano fiscal encerrado em 31 de março de 2010 a SABMiller obteve 3,8 bilhões de dólares de lucro. As receitas do grupo ficaram em cerca de 26,3 bilhões de dólares.
"Nós seguimos as regulações dos países em que operamos e os princípios da organização para cooperação e desenvolvimento econômico", informou a empresa.
Em 2009/10 a SABMiller diz ter investido mais de US$ 500 milhões na África além de ter expandido suas operações com novas cervejarias ou aquisições na Tanzânia, Moçambique, Nigéria, Gana, sul do Sudão, Uganda e Etiópia.
A SABMiller, cervejeira afro-americana, atua na África subsaariana, Américas, Ásia continente europeu.
Fonte: Panorama Brasil – 30/11/2010
Kaiser apresenta nova embalagem
A Kaiser lança sua embalagem de 250 ml com o objetivo de reforçar seu momento de renovação. Para celebrar a garrafa, a cervejaria elegeu o técnico Mano Menezes como embaixador da Kaiser com o objetivo de transmitir credibilidade, seriedade, escolhas e desafio. A agência Fischer+Fala! assina o filme que será veiculado em Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
Fonte: Mundo do Marketing – 30/11/2010
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