Notícias de mercado
2011 - Junho - Parte II
Cervejaria Devassa abre segunda unidade
Os sócios são os mesmos da unidade Savassi, Marcelle Santana e Daniel Ballesteros, que estão investindo mais de R$ 1,5 milhão na segunda unidade da Cervejaria Devassa, gerando 40 empregos. Segundo Marcelle, o investimento se justifica pelo crescimento do mercado de cervejas especiais em todo o Brasil. O segmento é um dos que mais cresce. Ela também afirma que Belo Horizonte é ótima praça para o negócio de cervejarias, por ser considerada a capital dos bares. Ele destaca, ainda, a importância de regionalizar a marca, tornando-a cada vez mais forte como no Rio de Janeiro.
Agora as duas unidades ganham sobrenome: Devassa Savassi e Devassa Lourdes, assim como ocorre em outras praças onde a marca mantém casas.
O cardápio será o mesmo nas duas Devassas, tanto nas bebidas quanto nas opções de almoço e petiscos. O horário de funcionamento também. A decoração e arquitetura vão seguir o padrão da marca, inclusive com as marcas registradas: peças bem-humoradas na decoração, como cartazes, e o deck, tradicional em todas as unidades espalhas pelo Brasil.
Uma das diferenças entre as duas unidades será o tamanho. A Devassa Savassi tem dois andares e comporta 330 pessoas. Já a Devassa Lourdes será para 140 e com um andar. A inauguração será nos dias 28 e 29 de junho para convidados e 30 de junho para o público.
Fonte: Diário do Comércio MG – 15/06/2011
Heineken Brasil comemora um ano de operação no país
Empresa obteve um aumento de volume acima de 14% já em 2010.
O mês de maio foi especial para a Heineken Brasil, já que a companhia comemorou um ano de operação no país. A história começou com a aquisição da divisão de cerveja do grupo FEMSA pela cervejaria holandesa. A partir daí, a primeira ação tomada pela companhia foi trazer ao país uma equipe multidisciplinar de gestores que ficou responsável pelo processo de implantação do conceito Heineken no país. Em seguida, foi feita a mudança do nome para Heineken Brasil, concedendo à empresa uma identidade Heineken.
Um ano depois, a operação brasileira conta com 2.300 funcionários alocados no escritório central, em São Paulo, e nas oito cervejarias da empresa, que estão localizadas em Araraquara (SP), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Gravataí (RS), Jacareí (SP) Manaus (AM), Pacatuba (CE) e Ponta Grossa (PR), onde são fabricados e comercializados os produtos Bavaria Clássica, Bavaria Premium, Bavaria sem álcool, Bock, Gold, Heineken, Kaiser, Santa Cerva, Sol Pilsen, Sol Premium, Summer Draft e Xingu. A capacidade de produção no país hoje é de 19 milhões de hectolitros.
“Assumi a operação brasileira em maio de 2010 com o desafio de criar uma empresa de sucesso em um país cheio de oportunidades. Já de início obtivemos bons resultados, pois ainda em período de transição, a Heineken Brasil apresentou em 2010 um aumento de volume acima de 14%, ou seja, mais do que o dobro do desempenho médio da empresa nos últimos cinco anos”, explica Chris Barrow, presidente da Heineken Brasil. As marcas chave - Heineken, Kaiser e Bavaria - alcançaram um forte crescimento de volume, em especial a marca Heineken.
“O Brasil está no auge da prosperidade econômica e seu potencial de mercado é enorme, principalmente para a indústria cervejeira. Tanto é assim que, atualmente, o país já é o sexto maior volume de todo o grupo”, comenta Barrow. “Esses fatores fazem com que a Heineken coloque a operação brasileira como uma das prioridades para os próximos anos.”
Justamente por ter seus fundamentos econômicos muito sólidos, o Brasil permanece como um grande mercado potencial para investimentos e, como forma de acompanhar este crescimento estruturado da economia local, juntamente com o aumento da renda em todas as camadas sociais, a Heineken está investindo cada vez mais em trazer e apresentar aos consumidores novos e diferenciados produtos. Os resultados podem ser vistos nas gôndolas, bares e restaurantes, pois a empresa promoveu diversos lançamentos neste primeiro ano e seu portfólio vem se destacando pela diversificação e qualidade superior.
Aliado a isso, a empresa vem trabalhando bastante a visibilidade de suas marcas, a exemplo do patrocínio da Heineken aos eventos SWU 2010 e 2011 e Rock in Rio 2011. As demais ações da marca visam o seu fortalecimento nos locais onde se comunica com o seu público-alvo, sempre em busca de qualidade, inovação e, principalmente, estilo. Uma mostra disso são as recentes inovações apresentadas pela Heineken ao mercado nacional como a lata Heineken Touch, primeira lata lançada no país com textura, e a Star Bottle, garrafa de alumínio que brilha no escuro.
A marca Kaiser promove ações que reforçam o seu recente reposicionamento focado em renovação. Para tanto, anunciou Mano Menezes como embaixador da marca e apresentou o primeiro comercial com a participação do técnico, além de fechar patrocínios para a Copa Libertadores 2011 e o grupo G4 paulista, e criar a promoção “Kaiser dá Jogo”, que irá reformar 42 campos de futebol de várzea no país.
Para celebrar a conquista do ITQI (International Taste and Quality Institute), prêmio de qualidade conquistado em Bruxelas, na Bélgica, em 2009 e agora em 2011, a Kaiser lançou, em algumas regiões do Brasil, a Kaiser Shot, embalagem de 250 ml que proporciona ao consumidor um excelente custo-benefício uma vez que a embalagem mantém o produto gelado do início ao fim do consumo.
A Bavaria Clássica aposta na retomada do posicionamento de sucesso com foco no universo sertanejo. A marca tem grande identificação com este público, principalmente no interior dos estados brasileiros, e estreou recentemente uma campanha com a dupla Fernando & Sorocaba e o cantor Leonardo, que resgata a essência da marca e a conecta ainda mais aos seus consumidores. A Bavaria Clássica lançou ainda o concurso artístico “Novo Talento Sertanejo Bavaria”, que busca uma revelação da música sertaneja brasileira, e a Caravana Bavaria com ações de ativação da marca por todo o país, além de manter, pelo terceiro ano consecutivo, o Circuito Bavaria Clássica de Rodeio.
Outra oportunidade para a Heineken Brasil no país é o mercado de cervejas Premium, Super Premium nacionais e importadas. Segundo dados do Sindicerv, este é um segmento que movimenta cerca de R$ 300 milhões ao ano, representa 5% do mercado e mais do que dobrou sua participação nos últimos 10 anos, quando tinha somente 2%. Estes números mostram o grande potencial deste nicho no país e, para atender a esta demanda, em fevereiro de 2010 a companhia lançou cinco novas cervejas voltadas ao segmento premium no mercado interno nacional: Amstel Pulse, da Holanda; Birra Moretti, da Itália; Edelweiss, da Áustria; Murphy’s Irish Stout e Murphy’s Irish Red, ambas da Irlanda.
“Acreditamos que há um enorme potencial no Brasil, não só da marca Heineken, mas também de todo o nosso portfólio Premium. A idéia é trazer para o país a experiência internacional da Heineken em cervejas especiais e proporcionar ao consumidor brasileiro a possibilidade de consumir estes produtos. Os brasileiros estão ávidos por novas experimentações”, explica Barrow.
A Heineken tem como estratégia ser a número um ou dois em cada país onde opera e a aquisição da divisão de cerveja da FEMSA rendeu à empresa a segunda posição no México e a quarta no Brasil. “Isso significa que há muito trabalho a ser feito. Nosso foco este ano é manter o crescimento da empresa, de acordo com o mercado”, finaliza Barrow.
Perfil - A Heineken Brasil foi criada formalmente em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Baseada em São Paulo, é subsidiária da Heineken NV, uma das maiores cervejarias do mundo. No país, a empresa gera cerca de 2,3 mil empregos e possui oito cervejarias localizadas em Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM) com capacidade total de produção de 19 milhões de hectolitros. São produzidos e comercializados no país os seguintes produtos: Kaiser, Summer Draft, Kaiser Bock, Gold, Bavaria Clássica, Bavaria Premium, Bavaria sem álcool, Heineken, SOL Pilsen, Sol Premium, Xingu e Santa Cerva. A companhia importa ainda as cervejas Dos Equis, do México, Amstel Pulse, da Holanda, Birra Moretti, da Itália, Edelweiss, da Áustria, Murphy’s Irish Stout e Murphy’s Irish Red, ambas da Irlanda.
Marca de cerveja premium mais internacional e valiosa do mundo, a Heineken está presente em quase todos os países. A Heineken International é a maior cervejaria da Europa, segunda do mundo em rentabilidade e a terceira em volume. A Heineken opera 140 cervejarias em mais de 70 países, e em 2010 vendeu 205 milhões de hectolitros.
Fonte: Portal Fator Brasil – 16/06/2011
Sonar Franquias lança quiosque Ponto Devassa e quiosque Nova Schin
Após desenvolver os conceitos de cervejaria e microcervejaria, a empresa de franchising do Grupo Schincariol lança novo modelo de negócio para as marcas Devassa e Nova Schin.
A Sonar Serviços e Franquias, empresa de franchising do Grupo Schincariol, desenvolveu um novo modelo de negócios em franquia, em formato de quiosque, da marcas Devassa – o ´Ponto Devassa´ -, e Nova Schin - o ‘Quiosque Nova Schin’. O novo conceito foi lançado durante a ABF Franchising Expo, a maior e mais importante feira de negócios em franquia da América Latina, que ocorreu entre os dias 08 e 11 de junho.
“Apostamos neste novo formato, pois queremos nos tornar ainda mais competitivos e atrativos neste segmento de franquias para uma base maior de investidores. O espaço e o investimento são menores, além do que o retorno sobre o investimento, se bem administrado, é garantido após apenas dois anos”, afirma o diretor de franquias da Sonar, Francisco Duarte.
O quiosque Ponto Devassa tem tamanho único padrão de 9 m2 e taxa de franquia, de R$ 45 mil. O investimento inicial gira em torno de R$ 120 mil, fora o ponto, o que proporcionará ao empreendedor um faturamento médio estimado de R$ 80 mil, por unidade. Com o lançamento deste modelo de negócios, a Sonar pretende realizar uma expansão maior e mais rápida no mercado brasileiro, acompanhando o crescimento dos Shopping Centers e marcando presença no cotidiano de consumos premium do Brasil.
Modelos de Negócio Devassa
Ponto Devassa – O novo modelo, lançado em junho de 2011 na ABF Franchising Expo, é em formato quiosque, ideal para shoppings, galerias e comércios em geral.
Taxa de Franquia: R$ 45 mil |Investimento inicial: em média R$ 120 mil (fora o ponto) |Royalties: 5% sobre faturamento bruto mensal |Fundo de Propaganda: 1% sobre faturamento bruto mensal |Faturamento médio por loja: R$ 80.000,00 |Resultado operacional: média de 10% |Retorno Estimado: a partir de 24 meses.
Cervejaria – O modelo de negócio da Devassa Cervejaria é o que despontou a marca à frente da concorrência. A Devassa Cervejaria possui produção própria de diversos tipos de chope especial, além de um cardápio de bar mais gastronômico. É neste formato que o negócio de maior porte foi desenvolvido, com lojas ocupando cerca de 250 m².
Taxa de Franquia: R$ 95 mil |Investimento inicial: em média R$ 1 milhão (fora o ponto) |Royalties: 5% sobre faturamento bruto mensal |Fundo de Propaganda: 1% sobre faturamento bruto mensal |Faturamento médio por loja: R$ 250.000,00 | Resultado operacional: média de 13% |Retorno Estimado: a partir de 34 meses.
Microcervejaria – Uma microcervejaria com comida de qualidade e preço justo para atender muitos clientes com excelência. A Devassa Microcervejaria traz como novidade lanches rápidos e ambiente descolado, perfeito para todas as horas do dia. Tudo bem acompanhado pelos chopes e cervejas artesanais Devassa. Desenvolvido para pontos de grande fluxo e metragens em torno de 100 m².
Taxa de Franquia: R$ 65 mil| Investimento inicial: em média R$ 450 mil (fora o ponto) |Royalties: 5% sobre faturamento bruto mensal |Fundo de Propaganda: 1% sobre faturamento bruto mensal |Faturamento médio por loja: R$ 150.000,00 |Resultado operacional: média de 10% |Retorno Estimado: a partir de 34 meses.
A marca Devassa- A Devassa foi criada em 2002 no Rio de Janeiro como uma cerveja premium e um ano mais tarde virou bar, com um conceito diferenciado, baseado na experimentação do produto. Desde então, as Cervejarias Devassa tornaram-se mania no Rio de Janeiro. Em 2007, a aquisição pelo Grupo Schincariol ampliou a capacidade logística e levou o conceito de negócio Devassa para outras cidades do país. Hoje os empreendimentos Devassa estão presentes em Belo Horizonte, Campinas, Goiânia, Rio de Janeiro, Macaé, São Paulo, Guarulhos (Aeroporto de Cumbica), Vitória, Brasília e Curitiba. [www.franquiasdevassa.com.br].
Sonar Serviços e Franquias- Empresa de franquias do Grupo Schincariol, holding que detém a maior indústria de bebidas do País com capital 100% nacional, a Sonar foi constituída em 2007, após a aquisição da marca Devassa, incluindo sua rede de franquias pelo Grupo.
Perfil A Schincariol conta com um dos maiores e mais modernos parques de produção de bebidas da América do Sul. Fundada em 1939, é a segunda maior cervejaria do País e está entre as 15 maiores no mundo. Atualmente, possui 13 unidades industriais em 11 estados da federação, com capacidade de produção de 5 bilhões de litros por ano. Emprega 10.041 colaboradores diretos e 65.000 indiretos. Sua receita bruta foi de R$ 5,7 bilhões em 2010, impactando na geração de R$ 2,5 bilhões em impostos sobre as vendas. Suas marcas são distribuídas por 10 centros de distribuição próprios (DPs) e por 218 revendas para mais de 600 mil pontos de venda, em todo o Brasil.
Fonte: Portal Fator Brasil – 16/06/2011
Pequenas cervejarias são responsáveis por 5% da produção de cerveja e 50% dos empregos nas cervejarias dos EUA
A American Brewers Association (BA) divulgou a notícia na segunda-feira de que havia sido criada a bancada das pequenas cervejarias no Senado. A formação da bancada foi liderada por dois senadores, que apoiam o papel dos pequenos e independentes fabricantes de cerveja da América como "um motor de crescimento econômico no país". Atualmente, as 1.700 pequenas cervejarias são responsáveis por cerca de 5% de toda a cerveja apreciada nos Estados Unidos e 50% dos empregos nas cervejarias - totalizando cerca de 100 mil postos de trabalho bem remunerados, em tempo parcial e integral em todo o país.
Em uma assim chamada "Carta ao prezado colega", os dois senadores Baucus e Crapo observaram: "Nos últimos anos, as mais de 1.700 cervejarias artesanais em toda a América atenderam à crescente demanda dos consumidores por seus produtos, através da produção de cervejas saborosas e inovadoras que incentivam os americanos a desfrutar de uma forma responsável. Essas cervejarias pequenas e independentes ... geram mais de US $ 3 bilhões em salários e benefícios, e pagam mais de US$ 2,3 bilhões em impostos sobre os negócios, impostos pessoais e de consumo. "
Espelhando-se na bancada de pequenas cervejarias, formada em 2007, a bancada d epequenas cervejarias do Senado fornece um fórum para os membros do Senado e suas equipes para discutir as questões importantes para pequenos fabricantes de cerveja, enquanto explora o que os legisladores podem fazer para fortalecer o crescimento e o papel que estes pequenos negócios nas economias locais em todo o país.
A bancada também irá fornecer oportunidades para senadores e funcionários para aprender sobre a ciência e a arte da produção de cerveja, e as contribuições culturais e econômicas únicas feitas por pequenos fabricantes de cerveja para as suas comunidades.
"As pequenas cervejarias de Montana não apenas fazem boa cerveja dos melhores grãos de Montana - elas também criam empregos bem remunerados em Montana", disse o senador Baucus. "Estou muito orgulhoso por criar a bancada bipartidária de pequenas cervejarias no Senado - porque, como o estado com o segundo maior número de cervejeiros artesanais per capita no país, as pequenas cervejarias de Montana precisam de uma voz no Congresso que vai continuar olhando para elas. "Montana possui uma comunidade cervejeira forte, que gera e paga impostos sobre cerca de 20 milhões dólares de receita, segundo a Associação dos Cervejeiros de Montana.
"Como um grande produtor de trigo, cevada e lúpulo, Idaho tem um papel crescente no negócio de fabricação de cerveja artesanal", disse o senador Crapo. "Enquanto defendia o projeto de lei de alívio de impostos especiais de consumo, eu tive a oportunidade de reunir-me com muitas das pequenas cervejarias artesanais de Idaho e ouvi em primeira mão de empresários locais sobre as oportunidades de crescimento econômico e criação de emprego que a indústria pode oferecer.
Esta bancada irá fornecer aos senadores uma melhor compreensão de todos os aspectos da fabricação de cerveja em pequena escala e o impacto positivo que tem sobre suas comunidades”.
Senador Crapo, juntamente com o senador John Kerry (democrata de Massachusetts), introduziu esta sessão no projeto de lei do Senado, que irá recalibrar os impostos sobre o consumo de pequenos fabricantes da América.
Juntando-se aos senadores Kerry e Crapo estavam 17 dos seus colegas do Senado que assinaram como co-autores originais.
"Os cervejeiros artesanais de pequeno porte estão crescendo, gerando empregos e contribuindo de maneira decisiva para a recuperação da economia americana", disse Charlie Papazian, presidente da Brewers Association. "O estabelecimento bipartidário da bancada de pequenas cervejarias no Senado reflete a colaboração, o espírito de comunidade de base em que pequenas cervejarias do país contribuem para as suas comunidades locais."
Fonte: GlobalMalt – 20/06/2011
Traduzido e adaptado por Matthias R. Reinold
Cervejaria australiana rejeita oferta de US$ 10 bi da SABMiller
A Foster's Group rejeitou nesta terça-feira uma oferta de 9,5 bilhões de dólares australianos (US$ 10,1 bilhões) em dinheiro de aquisição feita pela gigante cervejeira SABMiller. O grupo australiano considerou a proposta como muito baixa, apesar de investidores preverem que a maior cervejaria da Austrália vai acabar cedendo a uma oferta ligeiramente maior.
A Foster's, um dos grandes últimos alvos do mercado global de cerveja que atravessa consolidação, tem altas margens e uma participação de 50% na Austrália, onde produz as marcas Victoria Bitter e Pure Blonde. A notícia da oferta fez as ações da Foster saltarem 14%, para o maior nível em nove meses e fechando acima do preço proposto pela SABMiller, de 4,90 dólares australianos.
"Este é provavelmente o primeiro round. A SAB é um grande nome global e este é um negócio de margens muito boas em relação a seus pares", disse Jason Beddow, presidente-executivo da ARGO Investments, que detém ações da Foster's.
A cervejaria australiana tem sido alvo de rumores de aquisição desde que anunciou no ano passado que iria se separar de suas deficitárias operações com vinho, que geraram baixas contábeis de quase 3 bilhões de dólares australianos nos últimos anos após uma série de aquisições.
A oferta da SABMiller, feita por carta, segundo uma fonte próxima do assunto, foi sumariamente rejeitada.
"O conselho da Foster's acredita que a proposta subavalia significativamente a companhia no contexto de uma mudança de controle e, por isso, não pretende tomar qualquer ação adicional em relação a isso", afirmou a companhia australiana em comunicado.
A oferta da SABMiller propõe um ágio de 8,2% sobre preço de encerramento da ação da Foster's na segunda-feira. A SABMiller já detém a marca Foster's na Índia e direitos de venda nos Estados Unidos.
Entre outros potenciais interessados estão a japonesa Asahi Breweries, que mostrou interesse no passado pela Foster's, segundo fontes. Mas a empresa afirmou em fevereiro que não estava planejando comprar qualquer parte do grupo australiano. A chinesa Tsingtao Brewery afirmou em maio que não estava envolvida em uma oferta.
Fonte: Reuters News – 21/06/2011
Cerveja com álcool terá novas contribuições
A Câmara analisa o Projeto de Lei 895/11, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que institui contribuição sobre a importação e a produção de cerveja com álcool, bem como sobre as despesas com publicidade e propaganda do produto.
A contribuição será recolhida ao Tesouro Nacional e destinada ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), instituído pela Lei 10.201/01. O objetivo é reduzir o consumo de cerveja com álcool e aumentar os recursos destinados aos órgãos de segurança pública. Segundo Pimenta, a proposta é fruto das conclusões dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito que apura violência urbana.
"É inegável a influência do consumo de bebidas alcoólicas no cometimento de atos de violência, bem como a necessidade de incrementar o volume de recursos públicos destinados aos órgãos de segurança", afirma.
Pela proposta, o fato gerador da contribuição será a entrada de cerveja estrangeira no território nacional ou a saída da cerveja de estabelecimento industrial. Serão contribuintes: o importador (pessoa física ou jurídica) da cerveja com álcool; a pessoa jurídica que promover a industrialização do produto; e a pessoa jurídica que efetuar o pagamento, o crédito, a entrega, o emprego ou a remessa de valores a pessoas físicas ou jurídicas como contraprestação por serviço de propaganda e publicidade deste tipo de bebida. No caso da importação, a base de cálculo da contribuição será o valor aduaneiro.
Na industrialização, será o valor total da operação à saída do produto do estabelecimento industrial. Nos dois casos, será calculada mediante a aplicação, sobre a base de cálculo, de alíquota equivalente ao dobro do percentual alcoólico que constar no rótulo do produto.
Fonte: DCI - 21/06/2011
De gole em gole
Desde 2006, a Petrópolis, dona das cervejas Itaipava e Crystal, cresceu 300%. Hoje, já ameaça a vice-líder Schincariol
Nos últimos dez anos, a guerra travada entre os fabricantes de cerveja colocou de lados opostos do ringue a gigante Ambev e a paulista Schincariol. Elas protagonizaram disputas memoráveis que incluíram o “roubo” do garoto-propaganda Zeca Pagodinho, contratado da Schincariol, pela dona da Brahma e da Antarctica, e até mesmo manobras que resultaram no veto aos comerciais estrelados pela loira calipígia e patricinha global Paris Hilton, pela cervejaria de Itu.
Enquanto na parte de cima da pirâmide a briga corria solta, o empresário paulistano Walter Faria, dono do grupo Petrópolis, se aproveitou de cada brecha para avançar com suas marcas Itaipava, Crystal e Petra. Hoje, segundo o departamento de marketing da empresa, ela possui uma fatia de 10,2% desse segmento, levando-se em conta os números de maio auditados pela consultoria Nielsen, o que coloca a companhia em terceira posição, atrás da Ambev (69%) e da Schincariol (11%), mas à frente da gigante global Heineken (8,4%), que negocia a compra da Schincariol.
A expectativa é fechar o ano com faturamento de R$ 3 bilhões, quase quatro vezes mais do que o obtido em 2006. Mas, afinal, qual foi a receita para chegar tão longe em tão pouco tempo? “Concentramos nossa atuação nos mercados mais fortes, como o Rio de Janeiro e São Paulo, além de apostarmos em formatos diferenciados de embalagens”, diz Douglas Costa, diretor de marketing do grupo Petrópolis.
Nessa lista estão a embalagem selada e a lata de alumínio mais fina, com 300 ml. O resultado é que a Itaipava, o carro-chefe da empresa, fechou maio como a segunda marca mais vendida na região metropolitana do Rio de Janeiro, com 20%, abaixo da Antarctica (40,5%) e acima da Skol (17%), da líder Ambev. Nas cidades da Grande São Paulo, ela é a terceira, atrás de Skol e Brahma. A companhia também soube fazer render sua verba de marketing, prevista para este ano em R$ 112 milhões.
Valor modesto em relação à Ambev, que desembolsou R$ 507 milhões somente no ano passado, segundo o Ibope Monitor. “O maior atributo da Petrópolis é a forma como a empresa faz a gestão de seu portfólio na mídia e no ponto de venda”, diz Adalberto Viviani especialista em varejo de bebidas e sócio da Concept Consultoria, de São Paulo.
Como a verba é limitada, a direção da Petrópolis optou por investir, além da publicidade nos veículos tradicionais – revista, jornal e teve –, em esportes associados à performance e ao universo masculino, como futebol e automobilismo. A etapa 2011 da Fórmula Indy no Brasil, ocorrida em maio, recebeu o nome de Itaipava São Paulo Indy 300.
Apesar de os pilotos brasileiros não terem subido ao pódium e da chuva ter obrigado a suspensão da corrida e seu término no dia seguinte, Costa diz que o saldo foi positivo. O retorno de mídia espontânea de televisão, estimado com o evento, foi de R$ 90 milhões. “Trata-se de uma marca expressiva, já que toda a nossa verba para esportes será de R$ 20 milhões neste ano”, afirma o diretor da cervejaria. Além da Fórmula Indy, a companhia patrocina o Itaipava GT Brasil, campeonato no qual desfilam bólidos exclusivos do quilate de Maserati, Ferrari e Lamborghini; a Fórmula Truck, de caminhões; e a Stock Car, na qual a cervejaria mantém duas equipes. Também patrocina a transmissão das corridas pela Rede Globo.
Outro aspecto relevante da estratégia desenhada por Faria foi concentrar a atuação da companhia nos Estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste, onde estão localizadas suas quatro fábricas: em Boituva, no interior de São Paulo; em Petrópolis e Teresópolis, ambas situadas na região serrana do Rio de Janeiro; além de Rondonópolis, em Mato Grosso. É que no Nordeste, considerado o eldorado para vários fabricantes de produtos de consumo – entre eles a rival Schincariol, que obtém na região seu melhor desempenho nacional –, a demanda pela cerveja fica abaixo da média brasileira.
O que à primeira vista parece um contrassenso, faz todo sentido na avaliação de especialistas. “O Nordeste é um mercado relativamente novo para esse produto, no qual a disputa se dá basicamente em torno do preço”, diz o consultor Viviani. O diretor de marketing da Petrópolis, porém, não descarta uma incursão da Bahia para cima. Contudo, argumenta que ainda existem muitos espaços para ser ganhos nas áreas nas quais atua. Hoje, o Rio de Janeiro lidera o consumo do setor com uma média de 100 litros de cerveja per capita/ano, quase o dobro da média nacional (55 litros per capita/ano) e cerca de três vezes mais que no Nordeste (35 litros per capita/ano).
Fonte: Isto É Dinheiro, por Rosenildo Gomes Ferreira – 23/06/2011
Kaiser Bock anuncia a safra 2011
A partir da segunda quinzena de junho, a Kaiser Bock safra 2011 chega às prateleiras dos supermercados e às mesas de bares e restaurantes das regiões sul e sudeste. A inconfundível cerveja Premium sazonal é um dos ícones mais aguardados do inverno brasileiro. A marca faz parte do portfólio da Heineken Brasil e neste inverno estará disponível na versão lata 350 ml.
“Os consumidores que preferem uma cerveja sofisticada poderão degustar, com a chegada do inverno, todo o sabor de Kaiser Bock Safra 2011. A cerveja possibilita degustação diferenciada com os amigos, em clima de celebração e alegria, características dos consumidores do produto”, ressalta Mariana Stanisci, Gerente Senior de Marcas Mainstream da Heineken Brasil.
Desde 1993, quando foi lançada, a Kaiser Bock tem seus insumos importados da Europa e a tradicional receita puro malte, o que se traduz em uma cerveja de sabor encorpado, coloração avermelhada única, aroma marcante e teor alcoólico mais elevado do que as cervejas comumente consumidas no país. Uma cerveja desenvolvida especialmente para ser degustada pelos mais exigentes e experientes apreciadores.
Como degustar sua Kaiser Bock- Para desfrutar completamente do prazer de tomar a Kaiser Bock Safra 2011, Edmundo Albers, mestre cervejeiro e diretor industrial da Heineken Brasil, ensina o ritual de degustação: “Kaiser Bock é uma cerveja de coloração, aroma e sabor únicos, que deve ser servida em uma taça especial transparente para ressaltar sua cor avermelhada e exclusiva. Sirva inclinando a 45º, e a 10 cm de altura. O colarinho deve ultrapassar a linha da boca da taça para acentuar o aroma do lúpulo e preservar o seu sabor exclusivo”.
Fonte: Revista Fator – 23/06/2011
Vendas desaceleram até abril
As vendas de alimentos e bens de consumo não duráveis no varejo continuam crescendo, mas em um ritmo bem mais morno que em relação ao ano passado. A menor procura por bebidas, principalmente cerveja, foi o principal fator de desaceleração nos primeiros quatro meses do ano, segundo a pesquisa Tendências, da Nielsen.
Fonte: Valor Econômico, por Lilian Cunha – 27/06/2011
Nova Schin lança hotsite
Patrocinadora oficial das festividades de São João no Nordeste, a cerveja Nova Schin lança um hotsite (www.novaschin.com.br/saojoao) no qual os consumidores podem se divertir e interagir entre si por meio de diversos aplicativos e ainda compartilhar as atividades nas redes sociais.
“A idéia é transportar os internautas para o universo junino utilizando as ferramentas disponíveis no site. Além de navegar e assistir aos comerciais da marca que estão sendo veiculados na TV, o consumidor pode interagir com diversas brincadeiras típicas”, afirma Guilherme Moraes, diretor de cervejas da Schincariol.
Uma dessas brincadeiras é a famosa Barraca do Beijo. Nela, o público pode escolher um dos diversos tipos de beijos para trocar pelo Facebook. As opções vão desde o “Beijo levanta Defunto” até o “Beijo Acorda Pamonha”.
Outra atividade é o Caipirize-se, onde é possível se tornar um verdadeiro caipira a partir da personalização de uma foto pessoal com chapéu, bigode, pintinhas, lenço etc. Depois é só compartilhar ou usar a imagem como foto de perfil nas redes sociais.
E como em todo bom São João não pode faltar uma grande fogueira, com o game Pule a Fogueira, a diversão está garantida. Usuários do Facebook poderão competir para ver quem consegue pular a maior fogueira. Na medida em que as fases vão sendo superadas, a dificuldade cresce gradativamente.
Para ficar por dentro de todas as novidades das maiores festas de São João onde a Nova Schin está presente, basta seguir os perfis da marca. No Facebook é só curtir a página www.facebook.com/novaschin, ou então seguir no Twitter www.twitter.com/novaschinfolia
A marca preparou também uma lata temática com estampas de xilogravura de cordel alusivas à cultura nordestina enfatizando o tema São João, CervejÃO. Elas estão sendo comercializadas em todo o Nordeste.
Além disso, em toda comunicação visual da marca, Ivete Sangalo é a estrela principal. Ícone da folia e alegria baiana, a musa estampa as peças juninas que vão contagiar de cores e alto astral as festas patrocinadas pela cerveja em todo o Estado.
As imagens ilustram os materiais de mídia exterior, PDV, além da peça impressa que circula na revista QUEM.
Fonte: Portal da Propaganda – 27/06/2011
Preço da cerveja sobre 3,61% nos mercados brasileiros
O preço da cerveja nos supermercados brasileiros subiu 3,61%, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (29), revela que as vendas reais, de produtos em geral, nos supermercados cresceram 0,69% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado. Mesmo assim, o faturamento dos supermercados caiu 11,34%.
O valor da cesta AbrasMercado, formada por 35 produtos considerados de largo consumo, como alimentos, limpeza e beleza, medido pela GfK, apresentou queda de 0,25% nos preços em maio ante abril: para R$ 299,78. Já na comparação com maio de 2010 o valor da cesta subiu 7,33%. As maiores quedas em maio frente a abril foram batata (-4,76%), arroz (-2,96%) e frango congelado (-2,78%). As maiores altas no período ficaram com tomate (+10,76%), extrato de tomate (+4,30) e cerveja (+3,61%).
Fonte: Bahia notícias – 30/06/2011
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