Notícias de mercado
2011 - Julho - Parte I
SABMiller estuda oportunidades para crescer no Brasil
A fabricante de cervejas SABMiller analisa oportunidades para expandir suas nascentes operações no Brasil, mas não comentou as recentes especulações sobre potenciais aquisições no País. De acordo com Karl Lipper, presidente da empresa para América Latina, a segunda maior cervejaria do mundo em volume, atrás da Anheuser-Busch InBev, estuda possíveis compras para acelerar a expansão de suas operações na América Latina fora de seus mercados principais - Colômbia, Peru e Equador.
"Nós recentemente estudamos toda a América Latina. Nós concluímos que queríamos fazer mais e começamos a fazer mais", disse Lipper. "Existem oportunidades no futuro. No Brasil, com certeza existem. Há coisas sobre a mesa no momento e você deve esperar que nós olhemos isso, portanto nós vamos ver o que resulta disso", comentou. Lipper não quis comentar recentes rumores que ligaram a cervejaria a alguns acordos, como um potencial lance de US$ 2 bilhões pela cervejaria brasileira Schincariol. "Tudo isso é especulação", disse o executivo. A SABMiller começou a importar produtos para o Brasil em janeiro deste ano, com as operações concentradas no Sul do País.
O mercado de cervejas brasileiro é dominado pela AB InBev, que tem cerca de dois terços de participação no mercado total. A SABMiller também possui operações no Panamá, Honduras, El Salvador e Argentina.
A SABMiller gera cerca de 80% de seus ganhos a partir de mercados emergentes, onde tem registrado forte crescimento no volume à medida que a demanda é alimentada pelas melhorias socioeconômicas e pelo aumento da renda. As informações são da Dow Jones.
Fonte: IG - 05/07/2011
Diageo pode ter desistido de comprar Schincariol
O objetivo da Diageo era fazer uma parceria com a holandesa Heineken para a compra da Schincariol, com sede em Itu (SP). A Heineken e a britânica Diageo, maior fabricante de bebidas destiladas do mundo, já têm uma joint venture semelhante na África do Sul.
Há sete anos, as duas empresas compraram juntas 28,9% da cervejaria local Namibian Breweries, da Namíbia, e formaram uma terceira empresa, chamada Brandhouse. "O problema é que a Diageo não queria investir sozinha e a Heineken tem planos muito ambiciosos. Quer crescer para brigar com a Ambev e tem dinheiro para fazer isso sozinha", afirmou uma fonte ao Valor Econômico. Em função disso, a Diageo nem chegou a fazer uma oferta pela Schin e acaba de afastar-se das negociações. Venda A Schincariol está à venda desde o início do ano.
Entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, a empresa mandou para várias outras companhias um "pacote de informações" com a oferta de venda. Houve interesse de vários grupos como a britânica SABMiller, a japonesa Kirin, a holandesa Heineken e a Diageo. Mas todas teriam esbarrado na falta de transparência da cervejaria sobre suas dívidas.
No balanço publicado em 31 de março, a Schincariol Participações e Representações (que engloba todas as empresas do grupo) relaciona dívidas financeiras que somam R$ 828,5 milhões (empréstimos de curto e longo prazo, descontado o caixa da empresa). Em nota explicativa no mesmo balanço, a cervejaria e suas controladas informam "perdas possíveis não provisionadas" no total de R$ 2,1 bilhões.
Todas essas pendências somam R$ 2,932 bilhões. O problema é que, além dessas dívidas, a Schin teria ainda mais débitos não lançados em balanço, dizem analistas e fontes do mercado de bebidas. "Essa falta de transparência afasta grupos internacionais interessados, já que são todas empresas abertas que precisam ter clareza em suas contas", disse outra fonte ao Valor Econômico. Nas últimas semanas, segundo essa mesma fonte, as negociações com a Schincariol estariam paradas, devido ao impasse gerado por essas incertezas.
Além disso, não haveria concordância entre os dois maiores acionistas da Schincariol sobre sua venda. Adriano Schincariol, presidente da empresa e controlador de 51% das ações, seria a favor da venda para um grupo estrangeiro.
A mesma idéia não seria compartilhada por Gilberto Schincariol Junior, controlador de 49% das ações, vice-presidente e responsável pelas áreas comercial e de marketing. A intenção de Gilberto seria comprar a parte de Adriano, que por sua vez não quer vendê-la ao primo. Procurados pelo Valor, Diageo, Schincariol e Heineken não comentaram o assunto. Mercado No mercado nacional de cervejas, segundo dados da Nielsen, a Ambev tem 69% das vendas e a Schincariol fica em segundo lugar, com 11%.
A Petrópolis, dona da cerveja Itaipava, vem em terceiro, com 10,2% e a Heineken - que comprou a divisão de cervejas da mexicana Femsa, no início de 2010 - fica em quarto, com 8,4%. A Diageo atua no mercado de cervejas nacional apenas com a importação da irlandesa Guinness, restrita ao mercado de marcas especiais, que soma algo entre 3% e 5% das vendas no Brasil.
Fonte: Supermercado Moderno - 05/07/2011
Produção e consumo de cerveja aumentam no Brasil
Produção de cevada cresceu, e lúpulo começa a ser cultivado no país
O bom momento da economia estimula o consumo de cerveja no país. É o que afirmam especialistas no setor. E, segundo eles, isso tem favorecido toda a cadeia produtiva. O cultivo de cevada tem aumentado e até o lúpulo começa a ser produzido no país. Em São Paulo, uma feira reforça esse otimismo e mostra as novidades da indústria da cerveja.
Quem prova, garante que não tem comparação – Comparando com a culinária, é como comer um macarrão em casa ou sair para comer uma bela macarronada em um excelente restaurante italiano – disse Fabiana Sardinha, gerente de vendas.
A degustação da bebida está se transformando em um prazer, o que faz aumentar a participação de cervejas especiais no mercado brasileiro. O segmento cresce em torno de 15% ao ano. Até o lúpulo, quase 100% importado, aos poucos, começa a ser produzido no Brasil.
– Uma flor extremamente delicada que precisa de baixas temperaturas e uma luminosidade que o nosso inverno não favorece, mas no sul, parece que estão colocando luz artificial, e começando a produzir pequenas varietais de lúpulo – falou Cilene Saorin, mestre cervejeira e presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte (Cobracem).
Estima-se que hoje existam no país 175 microcervejarias concentradas nas regiões Sul e Sudeste. Empresas que aproveitam feiras como a de São Paulo para lançar novidades, como as cervejas feitas de bacuri, as defumadas e até as de castanha-do-pará.
– A gente faz cerveja com café, rapadura, mandioca, mel de laranjeira. Usamos também a castanha-do-pará. Fermentamos a castanha e a cerveja ficou com um sabor forte, encorpado – declarou Marcelo Carneiro, dono de cervejaria.
Especialistas dizem que o bom momento da economia está estimulando o brasileiro a beber mais cerveja. Segundo a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), o Brasil é o terceiro maior produtor do mundo.
– A tendência é de crescimento, principalmente porque nós temos uma política econômica que está fazendo a população ter mais disponibilidade de renda e, assim, aumentar a capacidade sensorial e conhecer novos rótulos – frisou Alexsandra Machado, diretora do Núcleo de Empresas Cervejeiras da Abrabe.
A empresa onde trabalha o diretor de maltaria, Jeferson Caus, fornece 23% do malte usado pelas cervejarias brasileiras. Segundo ele, o crescimento do mercado favorece toda a cadeia produtiva.– O mercado de cerveja cresce, a produção de cevada cresce e nós precisamos produzir malte para o mercado crescer ainda mais – disse Jeferson Caus.
A participação das microcervejarias, hoje, no mercado nacional é de 0,15%. A expectativa para os próximos 10 anos é alcançar 2%. O que tem estimulado também o cultivo de cevada.
Segundo a Conab, a produção na safra 2010/2011 deve aumentar 41%. Apesar disso, nem todo mundo está satisfeito. O produtor Altemir Ceolin afirma que, há pelo menos cinco anos, cultivar a cevada não tem sido rentável.
– Estamos plantando cevada de teimosos. Nós temos buscado aumentar a produtividade para tentar compensar a difícil comercialização e os preços. Se hoje não colhermos acima de 60 sacas por hectare, a produção não paga o custo – lamentou Altemir Ceolin.
Fonte: Mídia News – 07/07/2011
Conar pede retirada de atores "jovens" de anúncio de cerveja
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou à Skol a substituição dos atores que protagonizaram o anúncio "Monstro do Pântano", veiculado na televisão, por aparentarem ter menos de 25 anos de idade, contrariando a legislação para propagandas de bebidas alcoólicas.
A Skol afirmou que os atores possuem mais de 25 anos e que a propaganda já tinha saído do ar muito antes da recomendação do órgão.
O conselho de ética do Conar entendeu, no entanto, em decisão unânime, que a caracterização dos atores dava a entender que eram mais jovens, estimulando o consumo por menores de idade. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, a recomendação partiu do próprio Conar, e não após denúncia de concorrente.
Fonte: Jornal do Brasil – 08/07/2011
Novos rótulos no Mr Beer
Opa Bier Pilsen - A Opa Bier Pilsen Sumérios é primeira garrafa em alumínio comercializada no Brasil. O layout da embalagem remete à história da fabricação da bebida.
Pietra - (Importação e comercialização exclusivas do Mr. Beer): Cerveja francesa. Primeira no mundo a utilizar farinha de castanha. De cor âmbar, obtida através de baixa fermentação e com 6% de álcool, a PIETRA é uma cerveja especial, elaborada através de métodos artesanais e tradicionais, a partir da mistura única de maltes selecionados e farinha de castanha corsa.
Colomba (Importação e comercialização exclusivas do Mr. Beer): Cerveja francesa clara, obtida através de baixa fermentação, com 5% de álcool e elaborada também por métodos artesanais e tradicionais, a partir de malte de cevada, trigo e aromatizada com as típicas ervas de maquis.
Erdinger Sport - Primeira cerveja isotônica, é totalmente natural e sem aditivos químicos, gordura ou colesterol. Destinada a pessoas que buscam uma vida saudável, mas que gosta do sabor da bebida, a Erdinger Sport mantém o paladar original da cerveja de trigo. Contém todas as vitaminas do Complexo B, além de minerais como Potássio, Fósforo, Magnésio, Sódio e importantes aminoácidos como o BCAA.
Fonte: Guia da Embalagem - 08/07/2011
Fábrica da Itaipava é novidade no roteiro turístico oficial de Petrópolis
Visitantes poderão conhecer todas as fases do processo de fabricação da cerveja e participar de degustação
Conhecida pelo clima ameno e pela beleza da vegetação e das construções históricas do período imperial, a cidade de Petrópolis tem agora um novo ponto turístico oficial: a fábrica do Grupo Petrópolis, terceiro maior do setor cervejeiro no país e produtor das marcas Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess, Petra, Weltenburguer, TNT Energy Drink e Blue Spirit Vodka Premium. As visitas, que serão realizadas em formato de um Beer Tour, serão guiadas e gratuitas.
Além de conhecer o local, observar e receber informações sobre as técnicas de produção da cerveja Itaipava, os visitantes serão convidados a degustar as cervejas do Grupo Petrópolis e ganharão um brinde.
Para conhecer a fábrica, os interessados – turistas ou não – somente precisam agendar um horário com uma agência de turismo da cidade que esteja cadastrada na Fundação de Cultura e Turismo. O local também faz parte da rota do City Tour em que ônibus especiais levam os turistas aos principais pontos de Petrópolis, como o Museu Imperial, a Catedral, o Trono de Fátima, o Relógio das Flores, entre outros.
A inclusão do Beer Tour da fábrica no mapa turístico da cidade foi oficializada ontem (04/06) durante a visita realizada pelo prefeito, Paulo Mustrangi. “A fábrica é uma obra de arte. Uma oportunidade e um privilégio para nossos visitantes conhecerem o local por completo”, declarou o prefeito, elogiando a arquitetura, a tecnologia instalada nas linhas de produção e também ressaltando a importância da fábrica para o desenvolvimento socioeconômico da região.
Na ocasião, foi assinado o termo que oficializa esta parceria entre o Grupo Petrópolis e a Fundação de Cultura e Turismo do Município.
Também estiveram no primeiro Beer Tour oficial outras autoridades e representantes municipais, entre eles o diretor-presidente da Fundação de Cultura e Turismo da cidade, Charles Rossi, e o secretário municipal da Fazenda, Helio Volgari.
O gerente geral da fábrica, Everaldo Miranda, representou o Grupo Petrópolis durante o evento e demonstrou satisfação por trabalhar no mais novo ponto turístico da histórica cidade imperial. “Os turistas terão uma oportunidade única de visitar e assistir o processo de fabricação dos nossos produtos”, disse.
No final do passeio, os participantes do evento puderam degustar, no Bar Petrópolis, as cervejas que fazem parte do portfólio da empresa.
A inclusão do local como ponto turístico oficial da cidade conta com o apoio e a parceria da Associação de Guias Turísticos de Petrópolis, a qual também marcou presença na oficialização do termo que permitirá ao Grupo Petrópolis fazer parte do roteiro turístico da cidade.
Beer Tour – Cervejaria Petrópolis
Preço: grátis
Onde: Petrópolis – Rio de Janeiro
Endereço da fábrica: Rua Trajano de Paula Filho, 199 - Pedro do Rio - Petrópolis / RJ
Telefone: (24) 2103-8000
Fonte: Guia GPHR, por Fernanda Medeiros e Rafael Vazquez (Agência B9B) – 11/07/2011
Germânia traz slow beer e chopp black para o 10º Festival gastronômico de Búzios
Slow Beer será comercializado para todo o público, enquanto Chopp Black será servido apenas no almoço business
Requinte, sofisticação e qualidade por um preço acessível. E mais, em um dos locais mais bonitos e badalados do Rio de Janeiro. Parece difícil acreditar nesta afirmação? Pois em Búzios, no 10º Festival Gastronômico, que acontece nos dias 8 e 9 de julho, das 20h às 24h, é possível comer bem, em um ambiente agradável e sem prejudicar seu bolso. Com tudo isso, só falta uma bebida de qualidade para acompanhar. A Germânia – empresa pioneira no sistema de chopp delivery no País – marca presença no evento como apoiadora e também como a única marca de chopp e cerveja a ser comercializada no Festival.
Além dos tradicionais Chopp Claro e Escuro e Chopp com Vinho, o público poderá apreciar uma das novidades da Germânia, o Slow Beer. Fabricado de maneira tradicional, a bebida não passa por nenhum processo químico, levando ao paladar do consumidor uma experiência única e um sabor inigualável. Lançado ainda este mês, o Chopp Black será apresentado apenas no almoço business do evento, dia 9, às 14h, que contará com a presença de jornalistas, chefs de cozinha e autoridades. Para quem gosta de ritual e qualidade, esta é a bebida certa. Servido em uma tulipa especial, é possível observar a formação do exclusivo efeito cascata quando o chopp é servido.
Em uma ação inédita, a Germânia contará com o espaço VIP “Lounge Germânia Degusta Búzios” – ponto de encontro da imprensa, chefs e autoridades. Com decoração assinada pela arquiteta Mariza Magrani e 70m² estrategicamente posicionados, o lounge contará com transmissão do canal IT Tendências, que fará cobertura completa do Festival, transmitindo entrevistas e todas as novidades em tempo real. Com boa música comandada pela DJ Mahara Belgrano, o lounge será ótima pedida para os convidados VIPS fugirem da aglomeração, curtirem o melhor do evento com todo conforto e degustarem o que há de melhor em chopp no Brasil.
Com sede localizada na cidade de Vinhedo, São Paulo, a Germânia foi criada em 1991 com o objetivo de oferecer produtos com um sabor clássico e marcante.
Para informações acesse www.choppgermania.com.br ou ligue 0800-110-420.
Sobre a Germânia
A Germânia é uma tradicional cervejaria localizada em Vinhedo, no interior de São Paulo, que atua no segmento de chopp há 20 anos. Em 1999 a Germânia inovou para se destacar no mercado de chopp, distribuir melhor seus produtos e ampliar sua participação no mercado, e lançou a Rede Lig Chopp Germânia. Pioneira no sistema de chopp delivery no país, a empresa conta atualmente com 150 lojas, espalhadas por São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Fonte: Guia GPHR, por Richele Manoel e Marina Valeriano (Texto & Imagem) – 11/07/2011
Heineken Brasil é contemplada no VIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa
Com projeto assinado pela Athié|Wohnrath, escritório da cervejaria conquista prêmio na categoria Interiores
A Heineken Brasil, localizada na Vila Olímpia, em São Paulo, comemora o troféu conquistado no VIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa. Foram 1116 trabalhos inscritos para concorrer a um dos maiores prêmio do setor na América Latina.
A iniciativa se destaca por ser a única a premiar o escritório de arquitetura responsável pelo projeto ao lado do cliente final. O principal critério de avaliação pelos jurados foi a relevância das obras e seu impacto para a sociedade, além de sua praticidade.
A Heineken Brasil foi premiada na categoria Interiores, com projeto assinado pelo escritório de arquitetura Athié|Wohnrath
Desde o final de 2010 em sua nova sede, a Heineken Brasil deixou seu antigo espaço próximo a um galpão de distribuição e se instalou em um local mais moderno e funcional. Logo ao sair do elevador o visitante já é surpreendido por um túnel todo verde com imagens e produtos da Heineken, que leva o visitante diretamente para uma recepção com uma grande parede toda em cobre. Por ser um metal sofisticado, que faz referência aos grandes tonéis onde a cerveja fica armazenada, dá um ar de sofisticação ao ambiente, já que seu brilho é forte e marcante.
Da recepção, o visitante avista um bar da Heineken, cuja iluminação muda de cor de acordo com a ocasião, e também conta com uma grande estrela de lona tensionada no teto, em referência ao logotipo da marca, podem ser encontrados em vários cantos dos 3.500 m2 ocupados em cinco andares do edifício.
Ao entrar e caminhar pelo escritório é possível observar que a proposta foi a de implementar toda a identidade externa da marca (focada nos consumidores) também em seus corredores. Um exemplo está em uma grande parede verde, que possui as mesmas formas geométricas do website da empresa, aproximando e envolvendo ainda mais os funcionários na filosofia da companhia. Com muitos jovens em suas posições de trabalho atualmente, a Heineken queria deixar o ambiente descontraído, sem esquecer suas tradições, objetivo alcançado pela Athié|Wohnrath durante o desenvolvimento do projeto. Um desses diferenciais pode ser observado em mesas versáteis que foram instaladas nos andares. Pouco utilizada no Brasil, que possibilita a adaptação dos espaços de acordo com as necessidades diárias de cada um.
Fonte: Heineken Brasil – 12/07/2011
Boxer do Brasil traz ao país com exclusividade
A Cervejaria Inglesa Fuller’s, uma das mais respeitadas no mundo, agora está presente no Brasil com dois estilos de cerveja em barril.
Dois rótulos já conhecidos pelos cervejeiros e especialistas, chegam com uma nova roupagem, em barris de 50 litros: London Pride e Honey Dew trazem seus sabores em barril.
A London Pride é uma cerveja tipo Ale Premium Clássica, conhecida como a marca Premium número um do Reino Unido, apresenta um sabor complexo e suave. Possui uma base de malte diferenciada complementada por um rico balanço com sabores de lúpulo das variedades Target, Challenger e Northdown na fermentação. É bastante encorpada e oferece um saboroso tom de frutas com 4,7% de teor alcoólico
A Cerveja Orgânica Honey Dew é produzida com lúpulo selvagem e cevada cultivada em fazendas orgânicas que não usam pesticidas químicos ou fertilizantes. Sua composição leva mel orgânico fino com maltes e lúpulos ingleses em 5% de teor alcoólico. Possui leve toque de doçura, apresenta cor dourada e deixa sensação de refrescância no paladar, devido ao orvalho do mel.
A novidade irá causar frisson entre especialistas, consumidores e apreciadores dessa bebida única e que carrega tradição e história.
Disponível no Gastropub O’Malley’s e no Melograno. [www.boxerdobrasil.com.br].
Fonte: Portal Fator Brasil – 13/07/2011
Mega projeto quer transformar a Brahma na cerveja oficial do futebol
Ambev intensifica o investimento para a Copa de 2014
De olho na Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, a Ambev intensifica os investimentos no futebol. A partir da marca Brahma, a cervejaria – que é patrocinadora do Mundial da FIFA, da Seleção Brasileira de Futebol e da Copa América – apoia 26 clubes brasileiros e lança agora sua plataforma oficial de incentivo ao esporte. A partir de duas áreas de atuação, o fomento ao Futebol e o Desenvolvimento sócio-ambiental, a empresa reforça sua presença para ter seus produtos lembrados e preferidos pelos torcedores.
Entre as principais ações estão a melhoria da estrutura dos clubes brasileiros e a conexão com o torcedor. Para isso, a Ambev está ao lado de equipes como as cariocas Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo na reforma de vestiários, salas de musculação e centros de treinamento. Já o relacionamento com o consumidor vem a partir de lançamentos de latas temáticas dos times.
Agora, a principal aposta da Ambev são as redes sociais. A empresa lançou quatro perfis no Facebook, no Twitter e no Youtube customizados para cada um dos principais clubes cariocas: BrahmaFla, BrahmaFlu, BrahmaFogo e BrahmaVasco. A idéia é manter um diálogo direto com os torcedores e oferecer conteúdo, promoções e vídeos referentes aos times.
“Quando fechamos uma parceria com um clube, entendemos que não basta fazer um investimento na estrutura, sem ter conexão com o torcedor. Mais do que um contrato de patrocínio, buscamos ações que engajem, trabalhando a relação entre os clubes, a torcida e a Ambev”, diz Rafael Pulcinelli, Gerente de Marketing da Ambev, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Gramado do Engenhão será cuidado pela Brahma
Entre as ações recentes da Brahma de apoio aos clubes está a entrega do vestiário do Vasco junto com a nova sala de imprensa, além da construção da sala de musculação. Com o Flamengo, a marca realiza obras no campo principal do centro de treinamento do clube, o Ninho Urubu, e promove o projeto “Rubro-negro para sempre”, que grava os nomes dos torcedores que comprarem tijolos para ajudar na construção do CT.
Já a nova sala de troféus do Fluminense permitirá ao público rever a trajetória do time, com um painel que mostrará todas as camisas históricas e músicas da torcida. Outra parceria fechada recentemente pela marca foi com o Botafogo. A Brahma será responsável pela manutenção do gramado do estádio olímpico Engenhão.
Os investimentos no Rio de Janeiro também começam a render frutos e migram para outras regiões. Os mineiros já contam com as latas temáticas do Cruzeiro e do Atlético. Agora, a empresa ficará responsável pela reforma do centro de treinamento do Cruzeiro e até o fim de 2011 será feita uma ação com os torcedores para a escolha do novo benefício para o clube, que poderá ser a sala de musculação ou o vestiário.
“Todo o investimento feito é para que, cada vez mais, o torcedor reconheça a marca como a cerveja oficial do futebol. Queremos que o consumidor assista ao jogo em casa com a sua Brahma, ou que ela seja a cerveja escolhida para tomar antes do jogo. Com ações como essas trazemos mais consumidores para a marca”, acredita Pulcinelli.
Responsabilidade social
Outra iniciativa lançada pela Ambev com foco nos consumidores e no fomento ao esporte é o “Brahma na Comunidade”. O projeto atua em cinco pilares: contribuições e reformas na infraestrutura dos campos de futebol da comunidade, implantação de ações de consumo responsável, desenvolvimento de atividades de lazer e cultura, programas de geração de renda e reciclagem.
A ação foi lançada ontem, dia 12, e terá sua primeira edição no Rio de Janeiro, como um projeto piloto, que destinará em um ano R$ 200 mil à comunidade vencedora do edital. Para concorrer, as inscrições devem ser feitas até o dia 28 de agosto na página do projeto. “A Ambev acredita no futebol como um fator de desenvolvimento humano nas comunidades. Queremos realizar iniciativas que criem benefícios concretos para o Brasil e para o nosso futebol”, explica Marcel Marcondes, Diretor de Negócios do Esporte da Ambev.
Ainda pensando no pilar de desenvolvimento sócio-ambiental, a Brahma foi buscar um parceiro ilustre. O ex-jogador Cafu foi eleito o Embaixador de Responsabilidade Social e estará em todo material de divulgação sobre o consumo responsável da cerveja e em ações em parceria com ONGs com o lema “A regra é clara: menor de idade não pode beber”.
“Precisamos educar os varejistas para evitar a comercialização de bebidas a menores de idade. Com o apoio das ONGs, visitamos os pontos de venda e identificamos os que têm o melhor desempenho. Então, investimos na melhoria destes estabelecimentos”, ressalta Milton Seligman, Vice-Presidente de Relações Corporativas da Ambev.
Fonte: Mundo do Marketing, por Sylvia de Sá – 13/07/2011
Brasil Brau registra recorde de público
90% dos expositores confirmam participação em 2013
A 11ª Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja, Brasil Brau 2011, realizada de 5 a 7 de julho no Transamerica Expo Center, em São Paulo, registrou público recorde de cinco mil visitantes. Bienal, o evento fará sua próxima edição de 25 a 27 de junho de 2013 prevendo um crescimento de 30%. Nada menos que 90% dos expositores já confirmaram participação. O público foi conferir as novidades apresentadas numa área de 5 mil metros quadrados pelos 100 expositores de equipamentos, insumos e acessórios para o setor e provar os lançamentos das 30 microcervejarias que participam do espaço Degusta Beer, antes restrito aos profissionais do ramo e pela primeira vez aberto aos amantes de cervejas especiais.
Sabores exóticos como de bacuri, castanha do Pará torrada, doce de leite, jabuticaba, erva doce, rapadura e mel permitiram que os visitantes conhecessem um pouco mais das inúmeras possibilidades sensoriais da bebida. Palestras sobre gastronomia e coquetelaria, como a de Vinícius Cassarotti, sommelier de cerveja e docente do Senac-Taubaté, foram compartilhadas pela plateia, que experimentou propostas ousadas e convencionais de harmonização, como a tradicional combinação de chocolate meio amargo com cerveja Stout, escura e levemente adocicada.
O auditório de 200 lugares reservado ao XII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, que aconteceu simultaneamente à Brasil Brau, lotou todas as manhãs. Com o apoio inédito da Danisco, empresa dinamarquesa com grande destaque no mercado de alimentos, o congresso reuniu profissionais de renome, atuantes no mercado nacional e internacional, para a apresentação de palestras e mesas redondas com novas técnicas e soluções para diversas aplicações do processo produtivo da cerveja.
Duas palestras do primeiro dia, voltado para Tecnologia, versaram sobre sustentabilidade: do holandês Jeroen van Roon e do alemão Roland Folz. O primeiro falou sobre as vantagens do suplemento de enzimas, Brewers Compass, da Danisco, que permite o uso de 100% de cevada ao invés de malte, cereal muito mais caro. Ao analisar a economia de água, que representa 90% na produção de cerveja, Folz lembrou que as grandes cervejarias mundiais, como Inbev, SABMiller, Heineken e Carlsberg têm como meta para 2012 economizar 20% do bem natural.
Responsável pela introdução da cultura cervejeira na Itália, mais especificamente no Piemonte, berço do Barolo, mais conceituado vinho italiano, Teo Musso foi um dos cases do congresso, que também reuniu vários microcervejeiros para contarem suas histórias. Mais de dez anos se passaram desde a criação da Baladin e hoje o precursor pode comemorar a adesão de mais de 400 produtores de cerveja especial em toda a Itália. Em sua palestra, Teo Musso falou ainda de seus empreendimentos em Nova York, Roma e no Marrocos.
O setor de equipamentos também oferecia opções para quem quer se iniciar na arte de preparar uma cerveja. Entre eles, o Tri Block 2,5 hl, conjunto de ‘brassagem’, a cozinha da cerveja: três enormes panelas – conjunto que produz 250 litros por processo - onde são cozidos os ingredientes até reduzirem e virarem mosto. O lançamento é direcionado aos microcervejeiros, “que não param de se multiplicar”, como observa Reynaldo Fogagnolli, diretor da Egisa, empresa de Bento Gonçalves responsável pelo novo produto.
Entre as empresas que oferecem soluções de sustentabilidade se destaca a Radical Waters, da África do Sul. Líder global na tecnologia de Água Ativada Eletro-Quimicamente (ECA), o grupo já instalou seu sistema patenteado em 21 países nas Américas, Europa, África, Ásia e Austrália. A empresa utiliza desinfetantes e detergentes verdes, não tóxicos, que proporcionam economia de água para as indústrias de bebidas e alimentos.
Microcervejarias comemoram sucesso do Degusta Beer - No Degusta Beer, espaço pela primeira vez aberto ao público, os expositores estavam cheios de motivos para comemorar. Para a maioria, a multiplicação de visitantes superou todas as expectativas. Foi uma grande oportunidade de projeção para as marcas e ampliação de contatos. As 30 microcervejarias participantes foram visitadas por gente de todo o país e do exterior, como a pequena Rofer, de Itupeva (SP), de apenas três anos e produção mensal de 4,5 mil litros/mês. “Ganhamos visibilidade”, festeja o proprietário, Ernesto Tonante.
Em sua primeira participação na feira, a novata Dortmund, de Serra Negra (SP), sentiu ter acertado na estratégia de lançar a marca no evento. “Fomos procurados por muita gente de todo o Brasil. Recebemos uma maioria de potenciais clientes de São Paulo, além de visitantes do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal. Até então, quase ninguém tinha ouvido falar na Dortmund”, comemorou o proprietário, Marcel Longo. “Recebemos pelo menos 10 interessados em representar a marca”, contabilizou Longo, cujo diferencial é maturar as cervejas por quatro meses.
Outro que ficou satisfeito com a participação na feira foi Alison Scapini, da Cervejaria Basement, que conseguiu dar grande visibilidade à Califórnia Golden Ale, primeira cerveja da marca, de Videira (SC), lançada na feira. “Estamos felizes e otimistas pelos resultados alcançados com a nossa participação na Brasil Brau. A expectativa de novos negócios é bem promissora, sobretudo com nosso lançamento”, avaliou.
“Muito melhor do que eu imaginava”, foi a impressão do príncipe Francisco de Orleans e Bragança, em sua primeira participação na Brasil Brau. “Achei bolachas, copos, filtros, baldes e até estação de tratamento de esgotos”, comemorou. Trineto do imperador Pedro II e neto de Elizabeth Dobrzensky, que fabricava cerveja na antiga Thcecoslováquia, Francisco faz a Cerveja Imperial há 13 anos em sua fábrica no Vale do Cuiabá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.
A primeira participação na feira da Dama Bier, de Piracicaba (SP), promete render frutos. Um termômetro foi o lançamento da Stout pela marca de apenas um ano e meio de existência, com produção mensal de 80 mil litros. “Preferimos lançar aqui na feira para aferir a opinião de blogueiros e formadores de opinião. Pelo que vi, as idéias iniciais poderão ser mantidas”, constatou o gerente de marketing, Renato Bazzo, que fez mais de 500 contatos nos dois primeiros dias de evento. O consumo médio diário no estande foi de 200 litros/dia.
A Falke Bier, de Belo Horizonte, pioneira no evento e uma das estrelas da Brasil Brau com o lançamento da Vivre por Vivre, cerveja de jabuticaba envasada como espumante, tinha um dos estandes mais movimentados da feira. Segundo o proprietário, Marco Falcone, os bons resultados do evento são “líquidos e certos”. Em sua quarta participação na Brasil Brau, Falcone observou não apenas um extraordinário crescimento do público, “muito maior que o esperado”, como a presença maciça de especialistas e formadores de opinião que reforçam o institucional da marca.
Na Colorado, de Ribeirão Preto, em sua terceira edição na Brasil Brau, o movimento também era incessante. “No começo achei que estávamos isolados, localizados no fundo da feira. Depois constatei que foi aqui que a feira acabou bombando”, comentou a gerente de marketing, Bia Amorim. A possibilidade de relacionamento direto com os clientes permitiu aferir a opinião do público sobre a Grão Pará – lançamento da cervejaria feito com castanha do Pará tostada. “A reação do público e dos especialistas foi muito boa”, disse.
De Belém para o Brasil. Esse foi o significado da primeira participação da Amazon Bier na Brasil Brau. “Me sinto muito feliz, a feira está superando nossas expectativas”, vibrou o proprietário, Arlindo Guimarães. Até então, a cervejaria, com 11 anos de existência, limitava-se a comercializar chope no bar homônimo em Belém do Pará. A partir de agosto, cervejas engarrafadas passarão a ser vendidas em São Paulo e, possivelmente, em estados conquistados na feira, como Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Distrito Federal.
A gaúcha Abadessa, em sua segunda edição na Brasil Brau, festejou a visibilidade proporcionada pela abertura do Degusta Beer ao público em geral. Pequena empresa familiar que produz 12 mil litros/mês, a marca lançou na feira a Emigrator Doppelbock, uma Bock mais encorpada, com 7,2% de teor alcoólico. “Recebemos muitas prospecções do Brasil inteiro, sobretudo da capital de São Paulo, do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e Fortaleza”, disse o distribuidor Fábio Tozzi. “Se as propostas feitas no primeiro e segundo dia se concretizarem, vamos aumentar em 50% nossa carteira de clientes”, avaliou.
A Bamberg, de Votorantim (SP), com cinco anos de existência e produção de 40 mil litros mensais, também sentiu o crescimento da feira, em sua terceira participação. “Recebi gente do Brasil inteiro, europeus, americanos e sul-americanos. Como já ganhamos prêmios no exterior é uma tendência que também passemos a exportar nosso produto”, pondera o proprietário, Alexandre Bazzo. A microcervejaria lançou a Weissenbockhelles, cerveja clara, de trigo, com 8 % de teor alcoólico. “A aceitação tem sido excelente. Todo mundo está comentando”, comemorou.
Fonte: Fagga eventos – 13/07/2011
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