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2008 - Abril
Chegou a Schwarzbier da Cervejaria Bamberg
No final de abril de 2008, a cervejaria Bamberg lançou uma cerveja preta (Schwarzbier) tradicional da região de Thüringen e da Francônia, na Alemanha.
Com teor alcoólico de 4,8%, é uma cerveja com aroma e sabor de café e chocolate provenientes do malte torrado, apresenta médio corpo e pode ser consumida após as refeições, substituindo o tradicional cafezinho e ser harmonizada com pratos elaborados a base de carne de frango, porco ou cordeiro.
Com esta cerveja, a Cervejaria Bamberg completa um portfólio de sete tipos de cerveja, a saber: Pilsen, München, Weizen, Kölsh, Alt, Bock e Schwarzbier.
As cervejas da Bamberg destacam-se pela elevada qualidade e pela utilização exclusiva de malte, lúpulo, água e levedura.
Conheça um pouco mais a Cervejaria Bamberg através da entrevista concedida para o site Cervejas do Mundo no link : http://www.cervejasdomundo.com/Bamberg.htm
Leia também a matéria « Colarinho feito à mão » publicada em 01/05/2008 no caderno Paladar do jornal O Estado de São Paulo.
Fonte: CERVESIA
Vice-Rey e Astrabier
A microcervejaria Vice-Rey produz mensalmente 10 hectolitros (1.000 litros), nas variedades Pilsen, Amber Ale, e Chopp Premium produzido artesanalmente na casa.
Desde 1976, na cidade do Rio de Janeiro e possui um dos restaurantes mais românticos do Rio, com pratos diferenciados, como, frutos do mar, cozinha internacional e especialidades alemãs.
Micro Cervejaria Vice-Rey e Astrabier
Site: www.vice-rey.com.br
Fonte: CERVESIA
Cervejaria Fábrica 1
A Cervejaria Gastronômica Fábrica1, na cidade de Londrina / PR, produz três tipos de cerveja: Lager, Pilsen e o Chopp Escuro, com um controle de qualidade rigoroso.
O restaurante é uma casa despojada e ao mesmo tempo requintada e aconchegante.
Oferece seus produtos em barris KEG de 30 e 50 litros, e também as chopeiras. Em breve iniciará o envasamento das cervejas.
Cervejaria Gastronômica Fábrica 1
Rua Nilo Peçanha nº. 231 - Jardim Hedy - Londrina / PR
Telefone: (43) 3348-2000 e 3357-3434
Site: http://www.fabrica1cervejaria.com.br
Fonte: CERVESIA
A autêntica cerveja agora é referência mundial
Depois de conquistar duas medalhas no European Beer Star, na Alemanha, e ótimas notas na Revista Beers of the World, a Eisenbahn foi mais uma vez reconhecida internacionalmente pela sua qualidade.
O Beer Judge Certification Program indicou as Eisenbahn Rauchbier, Kölsch, Weizenbock, Pale Ale e Weizenbier como referências mundiais em seus estilos de cerveja.
Esta organização americana é responsável por treinar juízes e publicar em seu site uma descrição técnica bem detalhada de cada estilo de cerveja existente. Ao final dessa descrição, algumas marcas são citadas como exemplos dos estilos. E a Eisenbahn apareceu entre as melhores marcas do mundo. Não só uma vez, mas cinco.
Fonte: Eisenbahn – 02/04/2008
Restaubar 2008
Realizada de 07 a 09 de abril, na cidade de São Paulo, a Restaubar reuniu em um só lugar empresas de alimentos e bebidas, fornecedores de: equipamentos, cozinhas profissionais, acessórios, utilidades e utensílios, mobiliário, automação comercial, embalagens, logística, design, decoração, paisagismo, brindes, serviços e associações, federações e instituições nacionais e internacionais que buscam sempre apresentar o que há de melhor em tecnologia.
O objetivo da feira foi apontar novidades e tendências para proprietários de bares, restaurantes, cafés, pizzarias e casas noturnas.
As cervejas especiais também tiveram espaço garantido na feira. Dispostas próximas ao Bar Show, algumas microcervejarias vieram mostrar que tamanho não é documento e ofereceram aos visitantes e ao mercado novos sabores, cores e aromas, de cervejas fabricadas artesanalmente, onde a variedade e a qualidade surpreendem. Algumas importadoras também marcaram presença na Restaubar 2008.
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Fonte: CERVESIA, por Graziella Fim Chagas
Cervejarias brasileiras participam da “Olimpíada das Cervejas”
Baden Baden, Colorado, Dado Bier e Eisenbahn são algumas das cervejarias brasileiras que concorrem no World Beer Cup, o mais prestigiado campeonato internacional que homenageia as três melhores cervejas de cada categoria inscrita, com medalhas de ouro, prata e bronze.
A qualidade das cervejas disponíveis em todo o mundo prova que a excelência cervejeira não conhece fronteiras. Alemãs, americanas, belgas, japonesas e até as cervejas brasileiras já sabem que consumidores do mundo todo estão descobrindo e desfrutando dessa diversidade de novos sabores, alguns fabricados perto de casa e outros fabricados no outro lado do mundo. E para testá-los existe o World Beer Cup, o mais prestigiado concurso de cervejas do mundo, que acontece nesta quarta-feira, dia 16 de abril, em San Diego, na Califórnia.
Grandes e pequenos cervejeiros apaixonados estão inscritos para apresentar suas criações e mostrar que não medem esforços para esmerar seus diferentes estilos de produção e agradar os mais exigentes paladares. A Baden Baden, de Campos do Jordão, a Colorado, de Ribeirão Preto, a Dado Bier, de Porto Alegre, e a Eisenbahn, de Blumenau, são algumas das cervejarias brasileiras que estarão inscritas nesta 4ª edição do World Beer Cup.
Conhecida como a “Olimpíada das Cervejas”, desde 1996 a competição internacional homenageia a cada dois anos as três melhores cervejas de cada categoria inscrita, com medalhas de ouro, prata e bronze. Na edição passada, 2221 cervejas, de 540 cervejarias foram inscritas. Em Seattle, 109 juízes, de nacionalidades distintas, julgaram 86 estilos originários dos 56 países participantes.
Marcelo Carneiro da Rocha, diretor da Cervejaria Colorado, explica que as cervejarias brasileiras começaram a aventurar-se no mundo cervejeiro há poucos anos, se comparada à produção das clássicas escolas alemãs e belgas. “Embora nossa produção tenha anos de história no estilo Pilsen, as microcervejarias iniciaram a fabricação de outros estilos e suas interpretações mais ousadas há pouco mais de 10 anos”.
É o caso da cervejaria Dado Bier, que fabrica a cerveja de chimarrão Ylex, da cerveja de malte defumado Rauchbier, da Eisenbahn, e da própria Colorado que produz uma cerveja Índia Pale Ale, um estilo tradicional da escola inglesa que deu muito certo no Brasil. A Índia Colorado, quando ainda era somente produzida em forma de chopp Premium alcançou classificação de três estrelas no Guia de cervejas de Michael Jackson, um dos maiores especialistas de bebida de malte do mundo falecido no ano passado.
A Cervejaria Colorado, conhecida nacionalmente por suas produções tropicalizadas de Pilsen com Mandioca, Weissbier com Mel de Laranjeira e Índia Pale Ale com Rapadura, concorrerá no World Beer Cup 2008 com a Cauim Colorado, inscrita na categoria Tropical Lager, e com a Indica Colorado pela categoria American Índia Pale Ale.
Os vencedores serão revelados somente no dia 8 de maio, durante jantar de gala do Beer European Award Ceremony, que acontece em Höhr-Grenzhausen, na Alemanha. Para saber mais detalhes sobre o concurso que celebra a arte e a ciência da cerveja acesse http://www.beertown.org/events/wbc
Fonte: Lead Co Press & Marketing, por Lisandra Coimbra e Cris Bielecki – 15/04/2008
Cerveja premium amplia espaço em SP
No mundo dos bares convencionais, é um drama a vida daqueles bebedores de cerveja que não se contentam com a mesma "loira" megagelada de sempre. Por sorte, de uns anos para cá, tem crescido a oferta de lugares onde a bebida é cultuada, a começar pela existência de um cardápio variado que privilegia as chamadas cervejas premium - elaboradas a partir de ingredientes de primeira, de acordo com as leis de pureza e que prezam o sabor e o aroma.
A mais recente integrante desse ainda restrito universo é a Cervejaria Dana Bier, aberta há pouco mais de um mês, em Aldeia da Serra, na grande São Paulo. O que começou como diversão virou "meio de vida" para o engenheiro agrônomo João Gonçalves, 37.
"Não eliminei meu hobby, porque ainda faço apenas 200, 300 garrafas por mês. Poderia até fazer mais, mas deixaria de ser lazer", diz o cervejeiro caseiro, autor de uma linha de cervejas artesanais com quatro rótulos. "Em cada uma, tento destacar, até em excesso, um dos ingredientes. Na Dani Weiss, é o fermento que manda no sabor e no aroma. É frutada, tem especiaria. Na Teresa Dunkel, forço no álcool. Na Cecília Lager, quem manda é o lúpulo, e na Mônica Ale, o malte."
No espaço pequeno, há duas estantes cheias de garrafas nacionais e importadas que seduzem já na entrada. Quem não quiser esperar o momento de levá-las para casa pode escolher uma mesa e degustá-las ali mesmo. De preferência, acompanhadas por crocantes bolachinhas caseiras, esfihas ou pães - todos os produtos feitos com o malte resultante da produção da cerveja.
No bar Anhangüera, aberto há um ano e meio, o foco são as cervejas nacionais. Há aquelas fabricadas por grandes companhias, de sabor conhecido, mas vale prestar atenção nas artesanais.
"No começo, estávamos pensando nas importadas. Mas fomos a uma feira e degustamos quatro ou cinco cervejas artesanais brasileiras. Foi daí que veio a idéia de focarmos nelas. Queríamos mostrar que existe variedade de cerveja no Brasil", diz Ricardo Moreira, 43, do Anhanguera. "Antes, ficávamos garimpando. Hoje, são os caras que vêm nos procurar."
Mas um dos grandes problemas em relação as premium, admite Moreira, ainda é o preço, bem mais elevado. "Por serem mais caras, as pessoas pedem duas para experimentar e depois migram para as pilsen."
O australiano Greigor Caisley, chef e sócio do Drake's Bar & Deck, concorda: "Acho que o brasileiro só toma cerveja clara por uma questão de preço. Quando sento com os funcionários daqui, eles adoram essas premium, conseguem identificar qual é boa, qual não é. É o dinheiro que inviabiliza".
Foi pensando em conquistar mais clientes que preferem as premium às comuns que o Anhanguera programou para este ano uma série de workshops sobre cervejas.
Adega climatizada
Em uma aprazível casinha na Freguesia do Ó, bem em frente a uma praça com igreja e tudo, o Frangó é visto como uma espécie de meca da cerveja em São Paulo. Tem quase 21 anos de estrada, oferece uma extensa carta de cervejas, tem beer sommelier e inaugura em breve uma adega climatizada, como as de vinho, para as cervejas.
"O que aconteceu com o vinho agora está acontecendo com a cerveja. Lembra do Liebfraumilch? O cliente não sabia que o vinho era uma droga, e o garçom, menos ainda. Todo mundo fazia aquele teatro, bebia e pronto. Hoje, é impensável ir a um restaurante e presenciar um serviço assim. Até pouco tempo atrás, pedia-se cerveja pela que estivesse mais gelada. Agora, tem bebedor que não pede mais assim, quer ver a carta", diz Cassio Piccolo, do Frangó. "Não basta matar a sede, precisa ter conteúdo."
Fonte: Folha de São Paulo da reportagem local, por Janaina Fidalgo – 20/04/2008
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