Notícias
2009 - Fevereiro
Mídia especializada destaca produto e investimentos da Schornstein
Três publicações especializadas renderam elogios ao chope produzido pela Cervejaria Schornstein e à iniciativa da artesanal catarinense em ampliar seu leque de atuação, com a aquisição de uma fábrica no interior de São Paulo. “Ser citado por revistas do Brasil e do Exterior de forma espontânea é sinal de que estamos andando no caminho certo”, considera o administrador da Schornstein, Maurício Zipf.
No Guia da Cerveja 2009, a cervejaria figura como uma das opções na reportagem "O mapa das 'brejas'", cujo texto mostra que São Paulo também tem um roteiro alternativo para os apaixonados pela bebida produzida de forma artesanal. O texto faz menção a nova fábrica da Schornstein que será instalada no interior paulista nos próximos meses. Já na Beer Life o destaque é para a matriz localizada em Pomerode. Na reportagem de página inteira, a Schornstein é citada como "fabricante de um dos melhores chopes do Brasil".
A cervejaria localizada no município mais alemão do Brasil também é citada na publicação internacional Brewing and Beverage Industry na coluna "Noticias del Mundo". Destaque para os investimentos na fábrica de Pomerode e na instalação da nova fábrica em São Paulo.
Fonte: Oficina das Palavras - 06/02/2009
ZeHn Bier participa dos eventos do Iate Clube de Santa Catarina
A ZeHn Bier tem presença confirmada nos eventos previstos pelo Iate Clube de Santa Catarina em 2009. A cervejaria de origem familiar que fabrica o melhor chope artesanal em Brusque participará das festividades e do cronograma de eventos que serão realizados em Florianópolis.
Nesta semana, de 11 a 14 de fevereiro, a programação é o 20º Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina. Os participantes da prova estarão divididos nas classes ORC Internacional, ORC-CLUB, BRA-RGS, Bico-de-proa e Multicascos, e além de poderem participar do Campeonato Sul-brasileiro de J24.
Somente fevereiro deve entrar para a história da vela de oceano catarinense como o mês de maior movimento de veleiros ao longo dos 500 quilômetros de litoral em Santa Catarina. Em todos eles promovidos pelo clube com sede em Jurerê, o chope ZeHn Bier dará mais sabor em alto mar.
A Cervejaria
A ZeHn Bier fica em Brusque, cidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Além do bar de fábrica, o chope produzido artesanalmente chega a vários municípios. O produto ZeHn Bier está presente em pontos de venda num raio de 120 quilômetros da sede, de Joinville a Florianópolis. O bar anexo à fábrica funciona de segunda a sábado, das 17h à 1h.
Fonte: Oficina das Palavras - 12/02/2009
Programação em Brusque leva a cinco cervejarias e artesanais do Vale Europeu
Conhecer de perto as cervejarias artesanais do Vale do Itajaí e se encantar com o sabor da cerveja produzida em Blumenau, na Bierland e na Eisenbahn. Se divertir no belo espaço da Das Bier, de Gaspar. Ainda conhecer a tradição genuinamente germânica na Schornstein, de Pomerode, e se deliciar com o bom atendimento e qualidade na produção do chope produzido em Brusque pela ZeHn Bier.
Fonte: A Tribuna - Geral & Turismo, em Santos, da redação - 15/02/2009
Demoiselle é eleita “Cerveja do Ano”
A Cervejaria Colorado repete sua dose de sucesso, e arremata seu terceiro prêmio em um ano. A IPA Indica emplacou como “Cerveja do Ano” de 2008 e a Porter Demoiselle em 2009 e conquistou medalha de ouro no concurso internacional European Beer Star, realizado em agosto de 2008 na Alemanha.
Pelo terceiro ano consecutivo, a revista Prazeres da Mesa publica seu ranking de melhores rótulos de cervejas disponíveis no mercado nacional, e pelo segundo ano consecutivo, a Cervejaria Colorado conquista o título de “Cerveja do Ano”. A Porter Demoiselle levou o título de campeã deste ano e a IPA Indica ficou com o mesmo título no ano passado.
Para repetir a dose de sucesso, a Cervejaria de Ribeirão Preto competiu com 50 rótulos de peso, entre produções nacionais e internacionais de grande conhecimento entre o público cervejeiro, como Chimay, Duvel, Eisenbahn, Guiness, Stella Artois e Weihenstephaner.
Mais difícil foi conquistar o paladar exigente do júri de especialistas que participou desta seleção, formado pelos jornalistas Miguel Icassatti (revista Veja) e Roberto Fonseca (jornal O Estado de S. Paulo), do beersommelier Marcelo Moss, dos consultores Edu Passarelli e Sady Homrich, Greigor Caisley (Drake´s Bar), José Augusto Silveira Jr. (Acerva MG) e da equipe de feras da própria revista, André Clemente, César Adames e Ricardo Castilho.
Escura como a noite, a Demoiselle é uma cerveja que segue o estilo inglês porter, com o sábio diferencial da inserção do café brasileiro em sua formulação, feita com maltes importados e os melhores grãos da região da Alta Mogiana, a cerveja apresenta um inusitado processo de maceração em água fria, preservando o sabor e o aroma do café no produto final.
O nome, Demoiselle, é uma singela homenagem ao grande brasileiro Alberto Santos Dumont, cuja família era proprietária de fazendas de café na região de Ribeirão Preto. O aeroplano Demoiselle criado por Santos Dumont em 1907 é até hoje um ícone de estilo e simplicidade, assim como a Demoiselle Colorado, uma cerveja elegante e simples para ser degustada com pratos defumados e acompanhar inusitadamente sobremesas de chocolate.
Fonte: LEAD CO. Press & Marketing, por Lisandra Coimbra – 19/02/2009
Microcervejarias reclamam de imposto maior
Desde o início do ano, os pequenos produtores de cerveja nacionais estão pagando mais impostos federais (IPI, PIS e Cofins). Para parte deles, o aumento é um risco para a continuidade de suas atividades.
Iron Mendes, membro da Associação de Cervejeiros Artesanais do Paraná (Acerva-PR), explica que, até o ano passado, os impostos eram pagos com um valor fixo por embalagem. Com a mudança no recolhimento feita por decreto federal, os tributos passaram a ser pagos de acordo com o valor de venda. Segundo Mendes, a nova forma de tributação prejudica os pequenos produtores, cujas cervejas artesanais costumam ter custo maior do que as fabricadas em escala industrial.
Marcelo Carneiro da Rocha, diretor da Cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto (SP), articula um grupo de mestres cervejeiros de todo o país para tentar reverter a mudança. “Em alguns casos, o valor pago em impostos dobrou, em outros chegou a quintuplicar”, diz Rocha. “Eu costumava pagar R$ 10 mil reais por mês em impostos, e em janeiro paguei R$ 50 mil. Os prejudicados são os pequenos, justamente os que oferecem o maior número de empregos.”
Nas contas de Rocha, os principais afetados são os 80 pequenos produtores que representam 1% da produção nacional de cerveja.
Polêmica
A questão foi alvo de muita polêmica no Congresso Nacional no ano passado. Segundo Enio Rodrigues, superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), a mudança ocorreu por pressão das cervejarias de médio porte, que visavam ampliar a competição, e acabou afetando a AmBev – que representa 80% da produção nacional –, e também as pequenas e micro cervejarias. “Fomos sempre contra essas mudanças, mas agora temos que cumprir a lei”, diz.
Segundo Rodrigues, o sindicato está em diálogo com a Receita Federal e com as indústrias, a fim de realizar um estudo sobre o impacto da mudança, tanto para as grandes quanto para as pequenas e micro. Após essa análise, ele não descarta apresentar uma nova proposta para ajustar a tributação. Na avaliação do economista Clóvis Panzarini, ex-coordenador tributário da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o decreto faz uma correta equiparação tributária. Segundo ele, a lei anterior penalizava as marcas mais baratas, privilegiando aquelas com custos maiores. “Seria o mesmo que uma Mercedes pagasse o mesmo imposto que um Fusca”, exemplifica. A Receita Federal informou que o decreto apenas faz correções em uma tributação que não era revista desde 2002.
Fonte: Gazeta do Povo - Economia & Tributos, por Marcos Ricardo dos Santos - 22/02/2009
Dado Bier amplia presença com garrafa maior
Até agora concentrada na produção de chope e de cervejas especiais, vendidas no varejo a até R$ 8,30 a garrafinha "long neck" de 355 mililitros, a cervejaria Dado Bier, de Porto Alegre, decidiu apostar em um segmento que desde o ano passado vem ganhando espaço no mercado impulsionado pela importação de produtos uruguaios e argentinos.
A nova linha, em garrafas de 970 mililitros, começou a desembarcar nos supermercados gaúchos na semana passada e até abril deve chegar a praças como São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. O presidente da empresa, Eduardo Bier Corrêa, que tem como sócios o tio e empresário Jorge Gerdau Johannpeter e o amigo Daniel Santoro, diz que o novo produto, vendida em média a R$ 4,90 ao consumidor, permitirá à Dado Bier "mudar de patamar", depois de dois anos com uma produção de cervejas especiais estabilizada em 700 mil litros anuais. Segundo ele, a expectativa é vender, só neste ano, 300 mil caixas de 12 garrafas (ou 3,5 milhões de litros), sem contar a versão em lata de 473 mililitros que está sendo preparada para ir ao mercado no mês que vem. "Em alguns supermercados o produto esgotou no carnaval", diz Eduardo Bier. A nova linha vai garantir fôlego para manter a elaboração das cervejas especiais (dos tipos pilsen, weiss, ale e escura), que respondem por um terço do faturamento da empresa, de R$ 24 milhões no ano passado e R$ 20 milhões em 2007. Os dois terços restantes vieram dos três restaurantes que funcionam em Porto Alegre.
Agora, se o novo segmento responder como o esperado, Eduardo Bier espera faturar R$ 40 milhões em 2009, a maior parte por conta da venda de cervejas. Segundo ele, as embalagens de 960 e 970 mililitros de marcas como Patrícia, Norteña, Pilsen, Stella Artois e Quilmes (todas da AmBev) já representam de 8% a 9% das vendas totais desse tipo de embalagem no país, puxadas também pelo maior consumo doméstico de bebidas alcoólicas devido aos rigores da Lei Seca no trânsito. As cervejas especiais têm uma fatia ainda insignificante em função dos preços mais salgados. "Custam até oito vezes mais do que as cervejas industriais". A nova linha também é do tipo pilsen, mas está enquadrada na categoria "premium", intermediária entre os produtos especiais e os industriais, conforme Eduardo Bier. Ela está sendo elaborada em instalações arrendadas por cinco anos da cervejaria Riograndense, em Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, sob responsabilidade das equipes da Dado Bier. "A expertise que adquirimos na produção de cervejas especiais está sendo aplicada para garantir a qualidade do novo produto", diz o empresário. Antes de decidir pela operação em Santa Maria, Eduardo Bier planejava construir uma nova fábrica em Osório, no litoral norte do Estado, para iniciar a diversificação da produção.
Mas a oportunidade do arrendamento, num cenário de instabilidade econômica, acabou tornando-se mais atraente, pois exigiu investimentos de apenas R$ 5 milhões na adequação de instalações e desenvolvimento do produto. A construção de uma unidade própria, planejada para uma capacidade de 12,5 milhões de litros por ano, custaria cerca de R$ 60 milhões. Os planos para a nova fábrica, entretanto, não foram descartados e estão prontos para ser acionados se necessário, disse Eduardo Bier. Mas a planta arrendada ainda tem um "teto" muito alto para aumentar a produção. "Agora nosso crescimento depende só do mercado".
A distribuição da nova linha da Dado Bier será feita pela Importbeers, que pretende alcançar cerca de 2 mil pontos de venda só no Rio Grande do Sul, além das maiores redes de supermercados das principais capitais do país.
Fonte: Valor Econômico - Empresas & Tecnologia – 27/02/2009
Cerveja Benta
Município mais alemão do sul de Santa Catarina, Forquilhinha se prepara para a inauguração oficial em março de uma microcervejaria local. Em atividade desde o ano passado, a Saint Bier surgiu do espírito empreendedor do empresário Abrahão Paes Filho, 42 anos, para conquistar a clientela com um produto fabricado a partir da Lei de Pureza Alemã.
Empresário do setor de roupas de couro, Abrahão sentiu a necessidade de criar um produto de verão. A ideia amadureceu em 2005, após viagem à Alemanha, onde fez pesquisas sobre a tecnologia de produção.
– Escolhemos o nome Saint Bier como uma homenagem ao Estado. É para ser o chope de Santa Catarina – afirma Paes Filho.
A instalação em Forquilhinha ocorreu após contato com o ex-prefeito Paulo Hoepers, que procurou o empresário para oferecer o terreno onde a fábrica está instalada (na Vila Lourdes) e isenção de impostos por cinco anos.
Outro atrativo foi o ramal de gás natural, que serve para aquecer as caldeiras que cozinham o malte, matéria-prima para elaboração do chope. Para completar, o produto será introduzido na Heimatfest, evento que festeja a colonização alemã do município.
Fonte: Diário Catarinense nº 8333 - Forquilhinha, por Cristiano Rigo Dalcin - 01/02/2009
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