Notícias
2009 - Maio
Comercialização de bebidas
Decreto nº 6.871, de 4 de junho de 2009, dispõe sobre a regulamentação, normas, classificação, padronização, registro, classificação, inspeção, fiscalização, produção, comercialização de bebida no território nacional.
Veja mais informações no link: biblioteca técnica
Fonte: www.planalto.gov.br e Microcervejaria Saint Bier
Questionamentos sobre cervejas especiais - parte II
Queridos leitores, como definido na coluna anterior, compartilho com vocês a segunda parte de nossa seção "perguntas e respostas". Para a próxima coluna prepararei uma suculenta seção com sugestões de harmonização de cervejas com comida. Aguardem e boa leitura!
A cerveja pertence ao mundo da gastronomia?
Sem sombra de dúvidas... Sabemos que as cervejas populares costumam beirar o insosso, pois a intenção é ganhar o máximo de aceitação no mercado, diferente das cervejas especiais, que buscam justamente ter estilo e personalidade própria. Ou seja, cada cerveja tem suas características particulares e sua companhia ideal na gastronomia. Nesse universo, além da grande diversidade de cores, existe uma extensa variedade de sabores. Cervejas mais amargas e lupuladas, ou mais adocicadas, com toques frutados ou condimentados, mais ou menos alcoólicas, mais refrescantes, sabores tostados, cervejas com maltes defumados, entre outros. Assim podemos criar diversas propostas de harmonizações, seja por semelhança (ex.: pratos leves e cervejas idem) ou por contraste (ex.: pratos picantes com cervejas mais adocicadas). O lúpulo e a carbonatação (gás carbônico) ajudam ainda a limpar o paladar e prepará-lo para o próximo gole ou garfada. A combinação de queijos e cervejas, por exemplo, é incrível e surpreendente. Com o tempo, cada vez mais teremos o prazer de ver a cerveja associada à alta gastronomia. Restaurantes sofisticados, que costumam ter grandes chefes cuidando de seus cardápios e excelentes cartas de vinhos, já começam a perceber a necessidade de cuidar também de sua oferta em cervejas. Para os apreciadores de cervejas especiais, é quase um insulto encontrar tanta qualidade do ambiente aos pratos e na hora de pedir sua cerveja, nada de especial ser apresentado.
Qual a importância da temperatura para a cerveja?
A importância da temperatura correta para as cervejas está diretamente relacionada à percepção que teremos do produto. Uma temperatura incorreta pode tanto mascarar defeitos de uma cerveja de baixa qualidade como pode também esconder aromas e traços de personalidade de uma cerveja especial. A cerveja, por ser uma bebida gaseificada, torna-se mais agradável e refrescante, se consumida em temperaturas mais amenas, o que não significa "estupidamente gelada". Temperaturas abaixo de 3ºC inibem a percepção completa de nossas papilas e botões gustativos e conseqüentemente prejudicam a percepção do sabor (*).
(*) Sabor é a associação de aromas + gostos básicos (doce, salgado, ácido, amargo) + estímulos táteis (químicos e/ou mecânicos - como calor, frio, adstringência, ardência etc.)
Há uma temperatura ideal para cada tipo de cerveja?
Sim. Apenas como referência de consumo, podemos citar o exemplo dos vinhos. Os espumantes, mais ácidos e carbonatados, são servidos em temperaturas mais baixas, já os tintos e mais alcoólicos, em temperaturas mais elevadas. Ou seja, temos ai uma ligação direta com o quesito álcool e robustez. Na cerveja também funciona assim. Cervejas mais carbanotadas e ácidas e com teores alcoólicos mais baixos (entre 3,5 e 6%) - como as pilsens, weissbiers (de trigo) e lambics com frutas - devem ser servidas entre 4 e 7º C. Já as cervejas mais complexas e alcoólicas - como uma strong ale ou uma vintage beer - devem ser consumidas entre 8 e 14ºC. Veja alguns exemplos de estilos e sugestões de temperaturas ideais para seu serviço: Geladas (4 a 7ºC): Pilsner, Weissbier, Fruit Lambics, Kölsch, Münchener Lagers, Stout, Schwarzbier etc; Frias (8 a 10º C): Pale Ale, Belgian Ale, Dunkel Weissbier, Bock, Gueuzes, Smoked, Strong Lagers, etc; Temperatura Ambiente / Cave (11 a 16º C): Strong Ales, Vintage Beer, Eisbock, Quadrupel, Barley Wine, etc.
O que acontece se essa temperatura não for respeitada (muda o sabor, bebida estraga, etc)?
Temperaturas muito baixas prejudicam, por exemplo, a formação de espuma, ocultam defeitos como oxidação e traços químicos e desfavorecem a percepção dos aromas e sabores, por inibirem o perfeito funcionamento das papilas e botões gustativos. Ou seja, deve-se consumir entre 0 e 4ºC, apenas cervejas que você não deseja efetivamente degustar e apreciar e, sim, simplesmente consumir para se refrescar.
Como o organismo percebe essa temperatura?
A temperatura, além de ser notada por estímulos visuais (pelo simples fato de olharmos um copo suado já sabemos que tal bebida está gelada), é uma percepção tátil. Os estímulos táteis são transmitidos por neurotransmissores, presentes na pele e mucosas, ao nosso sistema nervoso central. Na boca, os responsáveis por esta função são justamente as diversas papilas e botões gustativos.
Dica Final: Permitam-se desvendar e conhecer novos sabores e culturas. Isso não apenas no universo da cerveja, mas em tudo na vida! E é claro: BEBAM COM RESPONSABILIDADE. Celebrem seus momentos especiais, mas façam com que estes momentos sejam lembrados e não esquecidos.
Fonte: GPHR Newsletter semanal nº 54, por Tatiana Spogis da Bier & Wein Importadora - 22/05/2009
Chopp Karavelle no restaurante e bar Santa Fé em Indaiatuba - SP
Agora você também poderá encontrar o chopp Karavelle no restaurante e bar Santa Fé, localizado na Praça Dom José Gaspar 42, no mesmo ponto do histórico Paribar, ponto que reuniu intelectuais na década de 60 e 70.
É um dos primeiros estabelecimentos diferenciados a voltar e revitalizar o centro de São Paulo.
A Karavelle atende bares, restaurantes e apreciadores de um bom chope, levando o chope até você através do sistema de delivery, colocando a sua disposição barris de 20, 30 ou 50 litros com chopeira e cilindro de CO2.
Mais informações: www.karavelle.com.br
Telefones: (19) 3936-2601 ou (19) 3936-2605
Restaurante e bar Santa Fé: www.santaf.com.br
Telefones: (19) 3237-0771
Fonte: Microcervejaria Karavelle
Microcervejaria Saint Bier
A microcervejaria Saint Bier, localizada em Forquilhinha/SC produz chope pilsen em barris e garrafas sifão, e em breve estará lançando uma Strong Ale.
A cervejaria está em processo de montagem de um espaço Gourmet para degustação de chopes e comidas típicas da região.
A Saint Bier atende bares, restaurantes e apreciadores de um bom chope, levando o chope até você através do sistema de delivery, colocando a sua disposição garrafas sifão de 1 litro e barris de 30 ou 50 litros com chopeira e cilindro de CO2.
Mais informações: http://www.saintbier.com.br
Telefone (48) 3463-3400
Fonte: Microcervejaria Saint Bier
Happy hour na microcervejaria UBERBRÄU
A microcervejaria UBERBRÄU está disponibilizando aos seus clientes mais mesas, distribuídas na fábrica e no deck, além de horários expandidos e um novo menu.
A ÜBERBRÄU produz três tipos de cerveja, e em breve terá mais um tipo.
ÜBER GOLD - cerveja Pilsen de baixa fermentação, com médio teor alcoólico (4,5% a 4,8% vol.), de corpo leve, cristalina, possui aroma fresco e lúpulo definido;
ÜBER BROWN ALE - elaborada com maltes específicos que proporciona uma cor marrom avermelhado e aroma único, de paladar ligeiramente frutado e caramelizado, é produzido através do processo de alta fermentação, o que lhe concede características da tradicional Ale, e possui graduação alcoólica de 5,0% vol.;
ÜBER BLACK – cerveja de baixa fermentação, de intensa cor escura, encorpada e elaborada com maltes especiais, tem aroma e paladar de malte torrado, possui teor alcoólico entre 4,8% a 5,0% vol.
A ÜBERBRÄU atende bares, restaurantes e apreciadores de um bom chope, levando o chope até você através do sistema de delivery, colocando a sua disposição barris de 10, 15, 20, 30 ou 50 litros com chopeira e cilindro de CO2.
Mais informações: www.uberbrau.com.br
Telefone (34) 3232-2672
Fonte: CERVESIA
Colorado adere ao sistema pry off
Depois de muita pesquisa de satisfação entre seus consumidores, e certa dose de ponderação em tempos de crise internacional, a Cervejaria Colorado aderiu à nacionalização do seu sistema de fechamento de suas garrafas, trocando a tampinha finlandesa do estilo “ring crown” pela tradicional e brasileira “pry off”.
A mudança não afeta em nada os princípios de fabricação, nem muito menos interferem na qualidade das matérias-primas ou características essenciais das cervejas fabricadas pela Colorado. Pelo contrário, a mudança propiciou 100% de nacionalidade a esses produtos tipicamente brasileiros, incluindo a tampinha.
Segundo Marcelo Carneiro da Rocha, Presidente da Cervejaria, além de estudos de mercado sobre preferências quanto ao sistema de fechamento do mix de produtos Colorado, a do sistema também levou em conta fatores econômicos, ressaltando a constante variação cambial e o aumento dos encargos tributários impostos pelo Governo desde o início deste ano.
A partir de agora, as cervejas Colorado, Ápia (Weiss com Mel), Cauim (Pilsen com Mandioca), Demoiselle (Porter com Café) e Indica (IPA com Rapadura) levam a imagem do famoso “Urso Colorado”, ícone da marca, também na tampinha, dando um toque ainda mais personalizado ao portfólio da cervejaria.
Fonte: Lead Co. press & Markentig, por Lis Coimbra - 03/05/2009
Novidade - Falke Estrada Real + Tira Gosto Estrada Real
A Falke fará uma degustação de lançamento no Frei Tuck, a partir das 18 horas desta sexta feira, 08 de maio, de uma combinação muito deliciosa, de 2 produtos com a marca Estrada Real.
Nossa cerveja Estrada Real India Pale Ale combinada (daí o combo) com os deliciosos e especiais tira-gostos produzidos pela marca Tia Tânia, também licenciados Estrada Real. Vale a pena conferir.
Fonte: Por Marco Falcone – 07/05/2009
Cervejarias discutem na Superagro tributação federal
Pelo segundo ano consecutivo, o segmento de cerveja artesanal participará da Feira e Festival Internacional da Cachaça (Expocachaça), durante a 5ª edição da Superagro. Neste ano, além das discussões sobre informalidade, conjuntura e competitividade, o segmento cervejeiro também tratará da tributação que está afetando o segmento de cervejas artesanais, desde o início de janeiro de 2009. Em Minas Gerais, são sete microcervejarias em atuação que juntas respondem por uma produção em torno de 350 mil litros por mês.
No dia 6 de junho, durante a Superagro, será realizada mesa-redonda para discussão dos problemas surgidos com nova tributação federal sobre o setor, em vigor desde janeiro deste ano. A mesa contará com representante da receita federal, além de mestres cervejeiros.
O proprietário da Micro Cervejaria Falke Bier, Marco Antônio Falcone, um dos coordenadores desse encontro, argumenta que as novas leis de tributação trouxeram mais de 70 categorias com índices diferentes para pautar os preços das cervejas, o que implicou em aumento nos impostos federais (IPI, PIS/Cofins). “Um bom exemplo é a cerveja Falke Tripel Monasterium que, de acordo com essa mudança de tributação, sofreu elevação de 1.402 mil pontos percentuais”, destacou.
Com isso, as cervejas artesanais, que já tinham custos maiores com mão-de-obra especializada, aquisição de matéria-prima de melhor qualidade e receitas diferenciadas que demandam por produções específicas, não vão conseguir se manter no mercado, alertou Falcone. Segundo ele, existe uma série de outras cervejas que também sofreram alta na tributação, o que poderá deixar o consumo proibitivo para o setor.
Segundo o empresário, o consumo deste tipo de cerveja estava crescendo no país e, agora, com o segmento sendo “atropelado” pela tributação, as microcervejarias podem acabar fechando as portas, alertou.
Além desta discussão, o segmento está reunindo as diversas microcervejarias do país para tentar mobilizar o governo federal sobre a importância deste segmento para a economia, ressaltou. Para Falcone, um segmento de micro empresas como esse das cervejas artesanais não pode ser tratado da mesma forma que as grandes. “Nossa tentativa será de sensibilizar os governantes para que a justiça tributária possa ser aplicada”, adiantou.
Incentivo ao turismo
Outro ponto destacado por Falcone é que o setor estimula o consumo responsável, inclusive com o apoio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), para alavancar os negócios no Estado, que crescem cerca de 15% ao ano. Além disso, existe hoje um projeto, ainda em fase embrionária, para transformar a produção de cerca de 40 boas cervejas caseiras em micro cervejarias, todas com perspectivas de crescimento. “Por isso, torcemos para que esse confisco tributário não inviabilize o setor, causando inclusive fechamento de empresas”, alertou o empresário.
Evento múltiplo
A Superagro constitui a mais ampla mostra do agronegócio mineiro pela diversidade de segmentos que reúne. Além da Expocachaça, a feira terá outro tradicional evento mineiro, representado pela Exposição Estadual Agropecuária, que completa 50 anos em 2010. Um diversificado conjunto de eventos na área do conhecimento também marca a Superagro, neste ano. Serão realizados os congressos de Florestas Energéticas, Reprodução Animal e Apicultura e, também, um ciclo de aulas técnicas voltadas para estudantes.
A promoção da Superagro é do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas (Faemg) e Sebrae Minas. A feira será realizada de 27 de maio a 7 de junho.
Fonte: Agência Minas Noticia do Estado de Minas Gerais - Superagro – 11/05/2009
Eisenbahn Dunkel
Eisenbahn Dunkel é uma cerveja escura do tipo Lager de baixa fermentação. Ao contrário das Lagers escuras nacionais, que normalmente são adocicadas e escurecidas com caramelo, a Dunkel é feita com maltes torrados importados. Isso lhe confere aroma e paladar incomparáveis, que garantiram à Dunkel a medalha de ouro na Australian International Beer Awards 2009, já tendo conquistado também prêmios como medalhas de bronze no European Beer Awards 2008 e na Word Beer Cup 2008.
Harmonização
Combina com carne de porco, molhos adocicados, churrasco, comida mineira, peixes encorpados, pratos ao molho funghi e sobremesas com chocolate amargo.
Tipo: Dunkel
Família: Lager
Teor alcoólico: 4,8%
Versão: 355 ml
Fonte: Cervejaria Eisenbahn – 14/05/2009
Slow Bier - É Devagar, devagarinho
Deixe para lá todas as suas preocupações, esqueça o chefe, as dívidas, o trânsito, vá ao seu bar preferido e peça aquela cerveja. Isso mesmo! Uma cerva beeem geladinha, daquelas que a garrafa fica parecendo que está suada, quase ao ponto de congelar, trincando.
E aceite um conselho: aprecie com moderação e beba muito, mas muito devagar, curtindo a bebida. É isso o que propõe o Slow Beer, movimento criado para a valorização da cerveja artesanal.
A idéia nasceu na década de 1970, juntamente com o Slow Food, que propõe uma retomada às tradições culinárias regionais, como um contraponto ao Fast Food. Aí, foi só adaptar o conceito à loura mais famosa do mundo. Começou na Alemanha como The Craft Beer Renaissance (algo como Renascimento da Cerveja Artesanal), se espalhou pela Europa e, posteriormente, chegou aos Estados Unidos como The Microbrewery Revolution (revolução da microcervejaria).
O movimento pretende ser a voz de microcervejeiros que levantam a bandeira da tradição milenar de produção de cerveja. A principal ação desses verdadeiros guerreiros da cruz de malte é o festival anual Slow Bier, em Oberfranken, na Alemanha, que é uma região da Baviera onde se encontra a maior concentração de cervejarias do mundo. São mais de 200 pequenas cervejarias responsáveis pela produção de variados tipos de cervejas.
No Brasil, o Slow Beer começou a dar seus primeiros passos em 2008, em Belo Horizonte. E como em sua versão gringa, nasceu atrelado ao Slow Food e, de forma tímida, organizou dois eventos intitulados BH Home Bier. O movimento cervejeiro nacional é capitaneado pela ONG ICON (Instituto de Convivialidade e Cultura Alimentar). “Valorizamos o consumo responsável e prazeroso. Daí a expressão slow, ligada a todo esse contexto.
Hoje é muito comum a formação de grupos que valorizam a área gastronômica com ênfase na convivialidade e na qualidade de vida”, explica Marco Falcone, 45 anos, vice-presidente do ICON. “O conceito se aprofundou formando uma consciência de valorização das práticas de preservação e proteção dos alimentos, não só de seu plantio, manejo, origem, como também de uma forma eficaz de proteção econômica e financeira da viabilidade da manutenção destas práticas. O Slow Beer pretende agir da mesma forma”, completa ele.
Já são mais de 110 microcervejarias espalhadas pelo Brasil, e Falcone diz que “se contabilizarmos os home brewers [pessoas que fazem cerveja em casa] esse número se multiplica”. O principal estado produtor de cervejas artesanais é o Rio Grande do Sul, seguido de perto por Santa Catarina. Minas Gerais aparece em terceiro, São Paulo em quarto, com o Rio de Janeiro logo em seguida.
Hoje já são encontradas com facilidade várias marcas de cervejas nacionais e importadas de ótima qualidade e totalmente artesanais. “A diferença da artesanal para as industriais está basicamente na escolha das substâncias. Na formulação usamos os quatros ingredientes – malte, lúpulo, levedo e água – conforme indicação de pureza adotada pelos cervejeiros alemães, além de não utilizarmos conservantes, estabilizadores e antioxidantes. Por isso o sabor diferenciado, mais encorpado e cremoso”, conta Marco. Agora diga: deu ou não deu uma vontade incontrolável de tomar uma gelada?
Fonte: Revista Ele Ela, por César Lopes – 23/05/2009
Novidades Eisenbahn - Prêmio AIBA
A Eisenbahn acaba de conquistar 8 medalhas no Australian International Beer Awards 2009, a segunda competição cervejeira mais importante do mundo. Concorrendo com outras 1.140 bebidas de 39 países diferentes, nossas cervejas foram julgadas pelos quesitos aparência, aroma, fidelidade ao estilo, qualidade técnica, sabor e corpo, e ocuparam posições de destaque em diversas categorias.
Na categoria Dark Lager, que julga cervejas escuras de baixa fermentação, nossa Dunkel levou o ouro. Ela é uma cerveja escura, feita com maltes torrados importados. Já na categoria German Style/Dark, que avalia cervejas de trigo, quem ficou com a prata foi a Weizenbock, nossa Ale de espuma densa e cremosa. E uma das nossas 5 medalhas de bronze foi ganha pela sofisticada Rauchbier, uma Lager de coloração acobreada e paladar seco.
A Rauchbier competiu na categoria Smoked Beer, que julga cervejas defumadas.
Com essas conquistas, somamos 19 prêmios em concursos dos quais participamos. São números como esses que nos tornam a cervejaria brasileira mais premiada internacionalmente.
Fonte: Cervejaria Eisenbahn – 25/05/2009
Chopp Germana será lançado nesta quarta-feira em Belo Horizonte
A Germana, fabricante mineira de cachaça com 25 anos de tradição, lança o Chopp Germana nesta quarta-feira, dia 27 de maio, no Alambique Cachaçaria. A empresa está investindo, inicialmente, 700 mil reais no desenvolvimento e fabricação do produto.
Segundo o gerente operacional do Chopp Germana, José Carlos Corrêa, a bebida mantém a qualidade da linha Germana, e se destaca por selecionar os ingredientes de melhor origem e pela tradição do processo de fabricação artesanal. O Chopp Germana é leve, claro e artesanal, seguindo a preferência dos brasileiros, consumidores de chopes mais leves, sobretudo do tipo pilsen. “O chopp preza pela qualidade de uma marca posicionada no mercado. É uma bebida agradável, que não passa por um processo de industrialização pesada“, afirma José Carlos.
O Chopp Germana não é pasteurizado, o que lhe confere mais leveza e suavidade. Ele também terá versão escura, por meio da novidade do pingo beer, uma espécie de caramelo que se pinga na bebida tornando-a mais escura e adocicada. De acordo com José Carlos, o mercado de chopp ainda é pouco explorado no Brasil. “O chopp representa apenas 3% do consumo total de cerveja no país, enquanto na Europa é de mais de 60%”, afirma.
Donos da marca Germana, a Família Caetano também é proprietária do Alambique Cachaçaria. A casa de shows chega a vender 15 mil litros de chopp terceirizado por mês e a partir do dia 27 de maio, com o Chopp Germana de marca própria, a expectativa é elevar em 50% o consumo da bebida.
Em Belo Horizonte, o Chopp Germana já está sendo comercializado no Alambique Butiquim Mineiro, nova bar e restaurante de comida mineira inaugurado no dia 30 de abril. “O chopp está tendo excelente aceitação e a expectativa é que 6 mil litros do chopp sejam comercializados mensalmente na casa”, comenta o supervisor de Mercado Fernando Pinto.
A produção do chopp está sendo realizada inicialmente no interior de São Paulo. Em breve, o processamento também será realizado na Fazenda Vista Alegre, município de Nova União (MG), mesmo local onde é produzida a Cachaça Germana.
A bebida está disponível para comercialização em restaurantes, bares, choperias, festas e consumidor final por meio de serviço delivery. A estratégia de distribuição do produto está em expansão e levará a marca para os principais centros do país com reduzido custo operacional, e qualidade de produto e prestação de serviço.
Grupo Uniagro
A Cachaça Germana, a casa de shows Alambique Cachaçaria, o bar e restaurante Alambique Butiquim Mineiro, a Supper Produções e o Chopp Germana fazem parte da União Agropecuária Importação e Exportação de Bebidas Ltda (Uniagro). Segundo o diretor executivo da Uniagro, Henrique Michel, a expectativa é que a venda do chopp triplique o faturamento do grupo no próximo dois anos.
Fonte: Interface, por Clarice Mendes – 25/05/2009
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