Notícias
2010 - Fevereiro
Cervejaria Schornstein mobilizada para ajudar os atingidos pela chuva em Pomerode
No intuito de ajudar seu município-sede, a Cervejaria Schornstein participa da organização de uma campanha para ajudar aqueles que sofreram com as fortes chuvas da última terça-feira (26/1) na cidade. Por isso estará presente em um pedágio solidário no sábado (13/2) batizado de “Ich Liebe Pomerode”.
A iniciativa é da Rádio Pomerode AM, em parceria com a Schornstein e com o apoio e com o apoio de diversas empresas do município. O pedágio será realizado entre às 8h e às 11h30min. A expectativa é de que aproximadamente 80 voluntários participem da ação para arrecadar fundos para as vítimas da cheia. Os participantes se distribuirão por nove pontos diferentes do município mais alemão do Brasil.
Site: www.schornstein.com.br
Fonte: Oficina das palavras – 02/02/2010
Venda de chope Das Bier aumenta 40% na Sommerbierfest
A Das Bier comemora. O sabor da artesanal de Gaspar ganhou o gosto dos consumidores da festa de verão de Blumenau – a Sommerbierfest.
A estatística comprova. Em 2010 a venda em cada noite aumentou em 40%. Para o diretor comercial e de logística da marca, Emerson Bernardes o crescimento expressivo tem explicação. “Além da qualidade, turistas e moradores da região, provaram o nosso produto durante a Oktoberfest. Agora não têm mais dúvida na hora de escolher”, comenta.
Site: www.dasbier.com.br
Fonte: Oficina das palavras – 04/02/2010
Bebida artesanal conquista espaço no mercado
O Paraná está, aos poucos, se inserindo no mapa dos Estados que produzem, no País, bebidas alcoólicas de qualidade. Pequenas marcas, criadas por entusiastas, produtores artesanais e até cooperativas, estão liderando uma corrida para disseminar produtos paranaenses dentro do próprio Estado e, por que não, por todo o País. As cervejas e as cachaças, sejam especiais ou artesanais, vêm conquistando paladares exigentes e começando a aparecer em prateleiras de lojas especializadas.
Para ajudar pequenos produtores de cachaça a se organizarem e atingirem um mercado que, sozinhos, não teriam condições de abastecer, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (SEBRAE-PR) instituiu, há mais de cinco anos, o projeto Cachaças do Paraná. Um dos frutos da iniciativa, a Cooperativa dos Produtores de Cachaça Artesanal do Oeste do Paraná (Copercachaça), está, este ano, iniciando uma nova fase, já focada em metas de venda a serem atingidas, mês a mês, até o final de 2014.
"A partir da entrada na Cooperativa, todos os produtores aumentaram suas venda", informa o consultor do SEBRAE-PR, Edson Braga da Silva. Segundo ele, porém, boa parte dessas vendas é feita informalmente, assim como acontece com 90% da cachaça artesanal vendida no Estado. No entanto, as vendas não são suficientes para alavancar um maior desenvolvimento aos produtores. "A perspectiva é de crescimento. O que não pode é ficar do jeito que está", diz.
O novo foco do projeto, agora no mercado, tem como um dos objetivos fazer com que a produção possa chegar cada vez mais perto de sua capacidade. Da Silva conta que os produtores do Oeste do Estado têm condições de produzir até 2 milhões de litros da bebida por ano. Mas em 2009, por exemplo, produziram apenas 600 mil litros, ou seja, 40% de sua capacidade. "Ainda falta mercado para comprar esse total", explica.
Um dos planos para atingir esse mercado envolveu a criação de três marcas a Quaty, a Curió e a Guarú , cada uma destinada a um público diferente. A participação da Cooperativa em um concurso estadual de cachaças, organizado pela Associação de Cooperativas e Empresas Produtoras de Cachaça Artesanal de Alambique do Paraná (Aprocapar), também deve ajudar, já que, até agora, apenas a região de Morretes, no Litoral do Estado, é conhecida como produtora de cachaça artesanal de qualidade.
Cervejas
Enquanto a produção de cervejas especiais ainda engatinha no Brasil, produtores paranaenses também estão buscando um lugar ao sol junto com marcas catarinenses e da região Sudeste. O presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais Paranaenses, Alessandro Oliveira, comemora uma explosão no número de marcas da bebida no Estado, nos últimos anos: "Até dois anos atrás, não tínhamos quase nenhuma, hoje temos perto de dez. Até o fim de ano, esse número deve dobrar", avalia.
De acordo com Oliveira, o número ainda é bastante pequeno se comparado a estados mais tradicionais, mas o nicho tem grande potencial de crescimento. Para ele, a estrutura presente no Estado é única no Brasil, e em breve deve gerar produtos muito competitivos, com preços melhores que os de cervejas importadas. "As marcas que fazem um trabalho diferenciado estão tendo um lucro significativo", informa.
Produtor reclama de falta de incentivos
De nada adianta a produção paranaense de cervejas e cachaças aumentar, se não houver como escoar as bebidas. Em Curitiba, grande parte desses produtos podem ser encontrados nas lojas especializadas do Mercado Municipal. Mas estabelecimentos em outros pontos da cidade não faltam, o que mostra que há espaço, na capital, para a venda de bebidas especiais.
Uma delas é a Mestre Cervejeiro, dos sócios Daniel Wolff e Beto Onofre. Wolff, que é especialista em cervejas, e mantém há mais de cinco anos o site que deu origem à loja, o Mestre-Cervejeiro.com, destaca três marcas especiais, produzidas por micro-cervejarias, ou até artesanalmente no Paraná: a De Bora Bier, de Imbituva, a Diabólica, de Curitiba e a Klein Bier, de Campo Largo.
De acordo com Wolff, que trabalha com mais de 200 rótulos vindos de pelo menos 13 países, as marcas do Estado competem "de igual para igual" com outras nacionais.
"A qualidade é excelente, e Curitiba e região estão virando uma referência no meio cervejeiro", avalia. Porém, ele reclama que nem os pequenos produtores artesanais, nem as micro-cervejarias recebem incentivo tributário para produzirem, o que acaba elevando o preço das bebidas. "Ainda bem que esses consumidores exigentes estão mais preocupados com a qualidade do que com o preço", conclui.
Para Wolff, os exigentes consumidores de cervejas especiais, cansados da baixa qualidade das cervejas comuns, são sedentos por novidades, a ponto de produtores e importadores muitas vezes não conseguirem atender à grande demanda. "Os consumidores estão cada vez mais preocupados com o gosto e os aromas de suas cervejas, estão cansados de beberem aquela velha cervejinha de sempre", observa. Ele lembra que só não adianta oportunistas tentarem atingir esse mercado com produtos de "sabor massificado": "É certo que ele irá patinar com o seu negócio, e não irá ganhar espaço nesse mercado", afirma.
Fonte: Paraná Online, por Helio Miguel – 16/02/2010
Cervejaria Bamberg aposta em sistema de bloco da Kosme
A Kosme, empresa do Grupo Krones focada no atendimento a clientes com pequenas e médias produções, fez, recentemente, mais um importante negócio no fornecimento de soluções a uma microcervejaria no Brasil. Trata-se de um bloco rinser/enchedora/tampadora destinado à Cervejaria Bamberg, localizada em Votorantim, no interior de São Paulo. A Bamberg é responsável por uma cerveja artesanal que já conquistou grande reconhecimento dentro e fora do Brasil.
“O negócio com a Bamberg mostra que a Krones, por meio da Kosme, entrou definitivamente no mercado de microcervejarias”, explica Maxwell Pereira, do Departamento de Vendas de Máquinas da Krones do Brasil, responsável pela comercialização da linha Kosme. “Antes, a Krones era vista apenas como uma fornecedora de equipamentos e linhas completas para cervejarias com grande escala de produção”, complementa.
O primeiro negócio importante da Kosme com uma microcervejaria no Brasil foi em 2006, com o fornecimento de uma linha à cervejaria Imperial Premium Beer, da cidade fluminense de Petrópolis. A microcervejaria, que já era famosa por produzir seu chope Premium, passou a envasar cerveja em garrafas long neck, com a marca Cidade Imperial. A linha também contava com um bloco rinser-enchedora-tampadora.
Todos os equipamentos fornecidos à Bamberg são da Kosme. Apenas as válvulas de enchimento são da Krones. De acordo com Maxwell Pereira, trata-se do equipamento mais completo da linha Kosme, com mesa roof-table (versão higiênica), automação por PLC e painel touch-screen. O modelo é um Isoblock G 16/960 1T UF 16/960 4/240 C.
O sistema de bloco é destinado ao envase de cerveja em garrafas de 600 ml, com desempenho de 2.500 garrafas por hora; e long neck 355 ml, com performance de 4.000 garrafas por hora.
Fonte: Krones News nº 95 - 17/02/2010
Chopp com características artesanais retoma o requinte da degustação sem pressa
A Germânia - pioneira no sistema de chopp delivery no país - retoma a tradição de maneira moderna e sofisticada, com o lançamento do chopp gourmet Germânia Slow Beer. De cor amarela acobreada, o Germânia Slow Beer possui características artesanais e é fabricado de maneira tradicional, sem a utilização de produtos químicos e não passa por processos industriais de filtragem e pasteurização.
É um chopp encorpado e de sabor acentuado, o que o torna uma experiência inédita ao paladar, especialmente, se combinado com carnes brancas, vermelhas, queijos, petiscos ou alimentos condimentados.
Com este novo produto a Germânia sugere que o consumidor sinta a diferença entre beber e degustar, resgatando o sabor e a personalidade do verdadeiro chopp.
O Germânia Slow Beer é baseado no conceito Slow Food, movimento surgido na Itália como resistência a invasão do fast-food. O movimento celebra o prazer de comer sem pressa, buscando tempo para saborear as refeições. Na contramão do fast-food, o Slow Food tem como filosofia a valorização das tradições culinárias e a proteção de alimentos ameaçados de extinção em todo o mundo.
Site: www.choppgermania.com.br
Fonte: Jornal Eletrônico Semanal do Guia GPHR – 18/02/2010
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