Notícias
2011 - Março
Cervejaria Bier Hoff de Curitiba lança cervejas em garrafa
Histórico da Cervejaria Bier Hoff
Em maio de 2002 foi inaugurada a fábrica-bar Bier Hoff no Shopping Estação em Curitiba, com a produção de uma única cerveja, a Bier Hoff Original, não filtrada.
Em maio de 2005 a unidade de produção foi transferida para o bairro do Boqueirão – Curitiba e em 2006 teve início a ampliação da unidade de produção.
Desde lá várias lojas da Bier Hoff foram inauguradas: Shopping Estação – Curitiba, loja do Batel (2007), loja do Shopping Palladium em Curitiba (2008), Bier Hoff no Shopping Catuaí em Londrina (2009), Bier Hoff no Shopping Total em Curitiba (2010), Bier Hoff no Shopping Garden em Joinville (2010), Bier Hoff no Shopping Catuaí em Maringá (2011) e mais uma loja Bier Hoff será inaugurada no Shopping Palladium em Ponta Grossa, em junho de 2011.
As cervejas
Após o lançamento da cerveja Original (American Lager não-filtrada) em 2002, seguiram-se as cervejas Premium (American Lager filtrada) em 2005, Weizen (cerveja de trigo não filtrada) em 2008, e a Nigra (Dunkel estilo alemão) em 2009.
Lançamento das cervejas em garrafa
Em 31 de março foi feito o lançamento oficial das cervejas Bier Hoff envasadas em garrafas descartáveis de 600 ml: Original, Premium, Weizen e Nigra. As cervejas são envasadas automaticamente e posteriormente pasteurizadas, assegurando deste modo a sua estabilidade ao longo de sua vida útil.
As cervejas envasadas em garrafas serão distribuídas em pontos de venda especializados em cervejas especiais, como mercados, bares, restaurantes e delicatessen.
Os estilos atuais (American Lager, American Lager não filtrada, Weizen e Dunkel), continuam disponíveis nos restaurantes Bier Hoff em forma de chope.
Para a apresentação, foram convidados diversos jornalistas responsáveis por colunas de jornais, revistas e blogs especializados em gastronomia. A eles foi apresentada a fábrica e todo o processo de produção, pelo mestre cervejeiro Matthias R. Reinold, culminando com a degustação de todos os produtos.
Durante o ano de 2011, a Bier Hoff irá lançar mais cinco novos estilos de cerveja, já aprovados pelo Ministério da Agricultura: India Pale Ale, Rauchbier, Red Ale, Porter e Stout.
Contato: www.bierhoff.com.br
Fonte: Cervejaria Bier Hoff e Cervesia - 31/03/2011
Microcervejarias de Minas Gerais comemoram aumento da demanda durante a folia e investem em expansão
O Carnaval aqueceu as vendas de cervejas e chopes artesanais nas microcervejarias de Minas Gerais. Algumas empresas estimam um incremento de até 50% no comércio dessas bebidas durante o feriado prolongado. Em outras, já não há mais estoque para atender o volume de pedidos. Os empresários do setor apostam que os belo-horizontinos que ficarão na capital não vão deixar a tradição de lado e devem encher os bares da capital durante os quatro dias de festa.
Dados do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral de Minas Gerais (Sindbebidas) comprovam que há motivos para tanta folia. A produção mineira de cervejas e chopes especiais em 2010 foi de 6,5 milhões de litros, o que representa aumento de 26% em relação a 2009. Para este ano, a expectativa é de um crescimento de 34% na comparação com 2010.
A entidade estima que, durante o Carnaval, o consumo geral de cervejas no Estado – especiais e comuns – atinja um crescimento da ordem de 12% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em algumas cervejarias artesanais, porém, as projeções são bem mais otimistas. É o caso da Krug Bier, que fabrica o chope de mesmo nome e também a cerveja Áustria.
O sócio-proprietário da empresa, Marcelo Bruzzi, estima um aumento médio de 50% nas vendas durante o feriadão, em relação ao Carnaval de 2010. O resultado positivo também pode ser explicado, em parte, pelo investimento de R$ 1 milhão que a empresa fez, no ano passado, para elevar sua capacidade produtiva de 250 mil litros por mês para 370 mil litros por mês.
A quantidade de pontos de vendas também saltou de 300 para 1 mil nos últimos 12 meses. Segundo Bruzzi, a intenção é dobrar esse número até o final deste ano. A empresa também tem planos de criar uma nova planta industrial a fim de começar a vender para outros Estados, uma vez que, hoje, a distribuição está concentrada na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
Na cervejaria Backer, os estoques estão zerados, apesar de a empresa ter se preparado para atender a demanda durante o período de Carnaval. As vendas, porém, superaram as expectativas, e devem ter um incremento de 12% a 15% em relação ao feriado prolongado do ano anterior, afirma o gerente de negócios da Backer, João Roberto Pires.
Hoje, a Backer produz 200 mil litros de bebida por mês e comercializa cinco rótulos de cervejas artesanais e cinco tipos de chopes. A cervejaria se prepara para lançar quatro novas variedades de cerveja da linha Extreme, que possui maior teor alcoólico e leva mais lúpulo em sua formulação.
De acordo com Pires, além da Grande BH, a empresa também possui distribuidores em Araxá, na Região do Alto Paranaíba, e em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A Backer também está presente em algumas cidades do Mato Grosso e nas capitais de Goiás e do Espírito Santo. Ele afirma que o próximo passo é levar o produto para Natal (RN), Salvador (BA) e Recife (PE).
Outra microcervejaria de Minas que tem motivos para festejar o Carnaval deste ano é a Falke Bier. A empresa estima que as vendas devem deslanchar durante o feriadão, com um aumento de 10% em relação a 2010. O resultado é considerado significativo, tendo em vista que a cerveja e o chope da marca são produzidos em escala bem menor que as demais – são 12 mil litros por mês.
A Falke Bier possui três rótulos de cerveja e três tipos de chope. Segundo o proprietário da empresa, Marco Antônio Falcone, atualmente, o chope é vendido na Grande BH e em outros seis Estados. A cervejaria também tem planos para abrir uma nova unidade em Minas. O projeto ainda está em negociação, mas deve demandar investimentos da ordem de R$ 800 mil e, quando concluído, triplicará a capacidade produtiva.
Fonte: Acerva Mineira, por Elisângela Orlando - 05/03/2011
Cervejas americanas Samuel Adams chegam ao Brasil no segundo semestre
A cervejaria que praticamente inaugurou a Nova Escola Cervejeira Americana finalmente desembarcará alguns de seus rótulos por aqui. Em parceria com a rede Sam´s Club, as brejas Samuel Adams chegarão ao Brasil no segundo semestre deste ano. BREJAS apurou que, pelo menos na primeira importação, chegarão somente três rótulos. São eles: Boston Lager (primeira cerveja da companhia e até h0je seu carro-chefe), Light e Pale Ale.
A Boston Beer Company, criadora da marca, tem em seu portfólio mais de vinte rótulos, incluindo a já lendária Utopias, que foi durante muito tempo a mais alcoólica do mundo e uma das melhores brejas que este escriba já teve o prazer de experimentar. Os três estilos que por aqui aportarão não fazem parte, exatamente, da linha mais “inventiva” da cervejaria.
Todavia, trata-se de excelentes cervejas — em especial a Boston Lager, com equilibradas doses de lúpulos das varietais Tettnanger e Hallertau Mittelfrueh. Torçamos para que, no futuro, os brasileiros se animem a trazer os demais rótulos.
A história
Criada pelo então cervejeiro caseiro Jim Koch em 1985, a Boston Beer Company logo alcançou notoriedade quando, apenas três meses depois de fundada, emplacou a Samuel Boston Lager em primeiro lugar no concorrido concurso Great American Beer Festival. Rapidamente se tornou a campeã de vendas no estado americano do Massachusetts.
De lá pra cá, a cervejaria conquistou mais de 600 prêmios internacionais e é, hoje, a maior cervejaria artesanal americana, comercializando seus rótulos em mais de 20 países. Seja bem-vinda!
Fonte: Portal Brejas – 06/03/2011
A revolução da cerveja artesanal
Microcervejarias nacionais apostam na alta qualidade para conquistar o consumidor comum
Leia este texto por sua conta e risco. Isto é uma tentativa de lavagem cerebral que, se funcionar, vai fazer com que você abandone aquele líquido amarelinho e geladinho que as gigantes industriais chamam de cerveja pilsen. Os arquitetos da conspiração são a turma das cervejas artesanais. Elas podem ser aromáticas demais, encorpadas demais, amargas demais para o gosto do consumidor mediano. “É preciso dar um ctrl + alt + del mental e redefinir o que é cerveja”, diz Cassio Piccolo, dono do bar paulistano Frangó. Cabeça feita e paladar acostumado, o bebedor não volta mais para as loiras vulgares.
O complô está dando certo, visto que os arredores de Blumenau, Santa Catarina, passaram de zero a oito pequenos produtores em menos de uma década – incluindo a Eisenbahn, o maior caso de sucesso do Brasil (leia abaixo). Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre também se tornaram pólos de fabricação e divulgação da cerveja artesanal. Ao todo, estima-se que existam umas 200 cervejarias de pequeno porte no Brasil, todas querendo conquistar corações e notas de 100 do bebedor brasileiro.
Revolução é a palavra de ordem dos líderes desse movimento. Seu objetivo é mudar o padrão de consumo. Eles deixam claro que a pilsen pode até pagar as contas, mas a prioridade é outra. Seguindo os passos dos craft brewers americanos, os artesãos daqui apostam na diversidade de estilos. Alguns deles são clássicos da Bélgica ou da Inglaterra; outros são adaptações, fusões e pirações dos cervejeiros.
No meio de tanta variedade, dá para mapear algumas tendências regionais. As gaúchas Coruja e Abadessa, por exemplo, fazem o que eles chamam de cerveja viva: a bebida não-pasteurizada precisa ser refrigerada o tempo todo para não estragar. Em Minas Gerais, as cervejarias Wäls, Backer e Falke são conhecidas pelo bom trabalho com as ales de estirpe belga. Santa Catarina, por tradição ou tino comercial, joga muitas fichas no sotaque germânico. Algumas cervejarias do interior de São Paulo investem no marketing temático: a Colorado põe uma pitada de ingredientes típicos brasileiros (como mandioca ou rapadura) em seus lançamentos, enquanto a Bamberg propõe-se a seguir a Lei da Pureza em vigor na Alemanha desde 1516 (ela restringe os ingredientes da cerveja a água, malte e lúpulo).
E há Curitiba. A capital paranaense, tão certinha em tantos aspectos, é território livre para a criatividade dos cervejeiros. Lá se faz cerveja envelhecida em barris de umburana (madeira brasileira usada para armazenar cachaça), cerveja de trigo com amora, cerveja de estilo inglês com graviola, cerveja de pinhão de araucária… Culpa do pernambucano Samuel Cavalcanti, um químico descabelado e loquaz, com jeitão de cientista maluco. Ele se mudou para o Sul para fundar a Bode Brown, misto de cervejaria, escola, loja de insumos e ponto de encontro.
O resultado disso é uma comunidade coesa de nerds etílicos que trocam receitas, experiências e risadas em torno de sacos de malte e copos cheios de cerveja recém-maturada. Lucro, quando vem, é efeito colateral. “Dos 100 litros que fazemos, bebemos 70 e vendemos 30 para amigos”, diz Murilo Foltran, um dos quatro camaradas que freqüentam a Bodebrown e produzem as cervejas Dum. Elas têm marcas criativas como a Petroleum, uma stout de aveia com chocolate suíço, negra e viscosa. Os rótulos são ainda mais bacanas – a APU, uma american india pale ale, estampa o personagem homônimo do desenho Os Simpsons. Mas, por enquanto, a empreitada não é muito mais que uma brincadeira levada ao extremo no “parque temático” da Dum, a área da churrasqueira nos fundos da casa de Murilo. No jargão dos cervejeiros, eles constituem uma nanocervejaria, menor que uma micro – a Tormenta, também de Curitiba, e a Drei Adler, de Blumenau, são outros exemplos de nano.
É assim que as revoluções começam. Foi assim nos EUA há 30 anos, quando a explosão do homebrewing se desenvolveu para o cenário atual, com 1599 cervejarias artesanais. “Todo cervejeiro caseiro sonha ser empreendedor”, diz o carioca Leonardo Botto, um diletante que se transformou em professor, consultor e principal guru da cerveja caseira no Brasil. Leonardo é um dos fundadores da Acerva Carioca, associação criada em 2007 para rachar as compras de matéria-prima, que na época só era vendida em quantidades industriais. Hoje o clube do Rio tem 77 membros e se multiplicou pelo país, do Rio Grande do Sul à Bahia (o site acerva.com.br tem o contato das agremiações regionais). Fazer cerveja em casa – tarefa ainda penosa e suja – deixou de ser um pesadelo logístico, graças a gente como o Samuel, de Curitiba, que fraciona os insumos e os revende. Também não é mais preciso ser mestre-cervejeiro: há softwares para calcular as variáveis físico - químicas do sopão que um dia será bebida fina. “Qualquer um – dentista ou porteiro – pode fazer cerveja”, afirma Samuel. As redes sociais na internet têm papel fundamental: com elas, o intercâmbio de informações se dá em escala e velocidade antes inimagináveis.
Tudo indica que em breve teremos mais algumas dezenas de cervejarias abastecendo bares com rótulos de qualidade. E preços pouco convidativos, é verdade. Por que gastar nossos suados reais com eles, se há similares importadas com mais tradição e custo não muito maior? Cassio Piccolo, desde 1987 no ofício de trazer bebidas especiais para o Frangó, responde: “Cerveja não viaja bem”. Isso significa que o tempo do transporte, a luz e o calor nos navios e caminhões deixam a bebida bem pior do que aquela que acabou de sair da fábrica. As nacionais também viajam, mas viajam menos. É bom negócio levá-las para casa. Claro que se deixar levar até elas, beber direto da fonte, é negócio melhor ainda. Boa viagem.
Fonte: Vip.abril – 10/03/2011
Empresa italiana lança no Brasil cerveja à base de cacau
Um kit com a Grado Plato Chocarrubica e cinco mini-trufas foi elaborado com foco nas vendas da Páscoa.
Além de ovos de chocolate, trufas e outros confeitos, a Páscoa também pode ser uma boa época para se degustar uma cerveja especial. A cervejaria siciliana Grado Plato aposta nisso e colocou à venda no mercado brasileiro a Grado Plato Chocarrubica, cerveja sazonal italiana feita com aveia, semente de cacau e alfarroba (vagem de sementes adocicadas). Por causa de seu aroma, que traz notas de chocolate, café e lúpulo, a bebida harmoniza muito bem com sobremesas achocolatadas, segundo o fabricante.
Feita de maneira artesanal, a ‘Choca’ promete deixar na boca uma sensação aveludada de cremosidade causada pela aveia. Seu teor alcoólico é de 7%. O proprietário da Grado Plato, Sergio Ormea, dedica à Chocarrubica dois dias de fermentação. No Brasil, a cerveja é importada pela Tarantino Importadora. Um kit contendo a Choca e cinco mini-trufas sortidas pode ser encontrado à venda no site www.cervejagourmet.com por R$ 108.
Fonte: Revista PEGN – 14/03/2011
Sabor exclusivo
Bierland lança cerveja no estilo Vienna
Depois do sucesso das cervejas Pale Ale, Bock, Pilsen e Weizen, a cervejaria Bierland, de Blumenau (SC) leva ao mercado mais um lançamento exclusivo: a Vienna Lager. Um estilo de cerveja bastante tradicional, mas com poucos representantes no mercado atualmente. “Podem-se notar características de malte evidentes, porém com forte personalidade dos lúpulos americanos tanto no aroma, quanto no paladar”, explica o sócio da Bierland, Eduardo Krueger.
As cervejas em garrafa já podem ser encontradas no Sul e no Sudeste do Brasil em supermercados, bares, restaurantes e lojas especializadas. Um dos diferenciais das cervejas da Bierland é que elas não contêm componentes químicos como estabilizantes, antioxidantes ou corantes. “Nosso sabor é preservado ao máximo e de forma natural”, observa Krueger.
Para levar ao mercado produtos diferenciados, a empresa também conta com a experiência de mais de 30 anos do mestre cervejeiro Ilceu Dimer, reconhecido pela Câmara de Indústria e Comércio da Baviera. Além disso, é a única cervejaria artesanal de Santa Catarina a contar com a consultoria de um sommelier de cerveja, Paulo Bettiol.
Em 2011 novos produtos ainda devem chegar aos apreciadores de cervejas especiais: a Imperial Stout e a Strong Golden Ale.
Sobre a Bierland Vienna
A Vienna foi desenvolvida com o intuito de reviver o estilo, pois poucas cervejarias no mundo continuam a reproduzi-lo. É um estilo de cerveja bastante tradicional e importante. Ele foi desenvolvido em 1841 por Anton Dreher na cidade de Vienna, na Áustria. Antes disso, as lagers eram predominantemente escuras. A pioneira utilização de maltes pálidos (Pale), inspirado nas Pale Ales inglesas, por mestres cervejeiros como Dreher foi crucial para a popularização das lagers ao redor do mundo.
Especificações - Coloração avermelhada, teor alcoólico 5,4%. Aroma com presença discreta de malte e marcante de lúpulo. No paladar, inicialmente percebe-se suave adocicado provenientes das três variedades de malte, em seguida a generosa porção de lúpulo traz toques cítricos e pronunciado amargor.
Fonte: Presse Comunicação Empresarial, por Ana Paula de Sousa – 15/03/2011
Antares chega ao Brasil no fim do mês
As Antares que serão vendidas no Brasil: Kölsch, Porter, Barley Wine, Scotch e Imperial Stout
Apesar da proximidade geográfica, a Argentina ainda é um nicho cervejeiro carente de bons representantes no Brasil. O que temos dos “hermanos” até hoje, em termos simples, é mais do mesmo: a Quilmes, a Cordoba e a Isenbeck, lagers industriais que pouco ou nada diferem das nacionais. Agora, chega por aqui a marca que, provavelmente, é a mais conhecida deles lá (seria, apesar da diferença de litragem de produção, o equivalente à nossa Eisenbahn pré-venda à Schincariol): a Antares, de Mar de Plata.
Aberta em 1998, a microcervejaria tem um bom repertório de estilos, dos quais cinco serão vendidos por aqui: Kölsch, Porter, Barley Wine, Scotch e Imperial Stout. Não tenho muita experiência com as cervejas da Antares: as duas que tomei até hoje foram comemorativas – uma pilsen bem lupulada e uma doppelbock que, já com certo tempo de guarda, não chegou a impressionar. Embora minhas maiores expectativas estejam na Barley Wine e na Imperial Stout, também geram curiosidade a Kölsch (estilo pouco representado por estas bandas, apenas com uma receita da Eisenbahn e a importada Gäffel) e a Scotch (até onde me recordo, apenas Bodebrown, do Paraná, e a Whitehead, do Rio Grande do Sul, produzem comercialmente o estilo).
A Antares, que deve ter seu lançamento na 23ª Super Rio Expo Food, na semana que vem, é a estréia da importadora Via Gourmet, de Curitiba, ligada ao Clube do Malte. Em Curitiba, as long necks custarão R$ 9,90 cada; fora da capital paranaense, os preços dependerão dos distribuidores locais.
Fonte: Blog Estadão – 16/03/2011
Mr. Beer Cervejas abre 17º quiosque em dois anos de atuação
Rede de franquias aproveita bom momento do mercado de cervejas artesanais e aposta na venda em shoppings
A venda em quiosques localizados em shopping tem sido a aposta da rede Mr. Beer Cervejas para explorar um mercado que se diferencia pela qualidade dos produtos. Especializada em revenda de cervejas artesanais, a empresa inaugura nesta sexta-feira (18/3) sua 17ª unidade em apenas dois anos de atuação.
A nova loja está localizada no Santana Parque Shopping, na zona norte de São Paulo. O objetivo é alcançar 25 unidades até o final de 2011. Atualmente, quase todas as lojas da Mr. Beer estão localizadas em shoppings, com excessão do estabelecimento que fica no aeroporto de Congonhas e da primeira loja de rua que será inaugurada em Londrina, no Paraná. De acordo com o proprietário da marca, Rodolfo Alves, atuar nos centros de compra possibilita minimizar os riscos de um novo negócio. “A presença da loja no shopping, apesar de ser mais cara, menos rentável, garante fluxo de pessoas”, afirma.
O foco da A Mr. Beer Cervejas está voltado para uma clientela acostumada a transitar no mundo gourmet, que consome azeites e vinhos de qualidade, por exemplo. “Há também os curiosos, para quem o produto está acessível”, diz Alves. “O negócio de cervejas especiais cresce mais do que o de cerveja comum, coincidindo com o bom momento do país”.
Além do mercado em expansão que garante o fluxo de clientes nos estabelecimentos, a rede de cervejas conta com a procura de um maior número de produtores nacionais. “No Brasil, tem crescido o negócio de microcervejarias artesanais. Além de vender, acabamos fazendo a propaganda da cerveja nacional, expondo-a na gôndola”, afirma Alves. Dos 100 rótulos diferentes presentes nos quiosques Mr. Beer, 25% são nacionais e 75% importados.
A compra de cervejas é centralizada na franqueadora, o que permite ganho de escala e poder de barganha pela rede. “Conseguimos preços melhores do que o que conseguiria um vendedor sozinho que fosse comprar diretamente com o fabricante”, diz o empresário.
Cerveja Especial
As cervejas especiais comercializadas pela Mr. Beer diferenciam-se das cervejas industriais mais populares por serem feitas sem a adição de produtos químicos e apenas com cereais maltados, como cevada, trigo, aveia e centeio. “A matéria prima é 100% importada, inclusive pelos nacionais artesanais, que importam os insumos”, diz Rodolfo Alves.
O processo de fabricação artesanal e suas peculiaridades interferem diretamente no custo final. Segundo a Mr. Beer Cervejas, alguns dos rótulos apresentam custos que se assemelham ao de um Champagne. A Cerveja Deus, por exemplo, tem valor semelhante ao Viúve Clicquot.
Fonte: Revista PEGN – 17/03/2011
Abadessa e seu 5º aniversário
A microcervejaria Abadessa, com o apoio da BierMarkt, comemora no dia 30 abril, seu 5º aniversário, e pretende festejar junto com seus clientes essa pequena história. Para os participantes, será oferecido traslado, churrasco e camiseta, incluso no preço do convite. As únicas obrigatoriedades são informar o tamanho da camiseta, portar documento de identidade e claro, levar o seu próprio caneco.
Fonte: Equipe Cervesia – 22/03/2011
Com mais de 60 pontos de venda em todo o país, Schornstein ganha espaço no mercado nacional
Sinônimo de leveza e tradição, a Schornstein possui fábrica em Pomerode onde fabrica diversos tipos de chope como Pilsen, Weiss e Bock
A Schornstein, conhecida nacionalmente pela qualidade de seus chopes produzidos artesanalmente segundo a Lei de Pureza Alemã de 1516, vem a cada dia conquistando seu espaço no mercado cervejeiro.
Com mais de 60 pontos de venda em todo o país, a empresa vem ampliando seus serviços e pretende se consolidar como referência no mercado nacional de chope. A Schornstein foi a primeira microcervejaria do país a abrir uma filial – construída em Holambra, há cerca de 40 km de Campinas, marca de um importante passo rumo à conquista do mercado paulista pela cervejaria.
O plano de expansão no estado conta também com a ampliação dos pontos de vendas em bares e restaurantes da capital e do interior, ampliação do serviço de delivery e divulgação do bar de fábrica, o Schornstein Krug, que vem para somar à cultura cervejeira e ao roteiro gastronômico do interior paulista.
Conheça os chopes Schornstein:
Schornstein Pilsen Natural
Produzido artesanalmente segundo as Leis de Pureza Alemã de 1516, o Schornstein Pilsen Natural tem um aspecto consistente, sabor caracterizado por um leve amargor e baixo teor alcoólico – 4,5% Alc. O estilo Pilsen é leve, suave e refrescante. Entretanto, embora seja impecável no verão, o Schornstein Pilsen Natural vai muito bem o ano inteiro, acompanhado de pratos leves, como massas e saladas.
Schornstein Pilsen Cristal
Ideal para quem aprecia a leveza no bom chope, o Schornstein Pilsen Cristal é resultado da filtração do Schornstein Pilsen Natural para retirada de leveduras. Caracteriza-se pela suavidade do sabor, aspecto cristalino e baixo teor alcoólico – 4,5% Alc. -, fruto de um processo artesanal de produção e do seguimento da Lei de Pureza Alemã de 1516. Pode ser degustado com pratos mais leves, pouco condimentados, com aromas e paladares mais definidos.
Schornstein Weiss
Seguindo a lei da Pureza Alemã, o Schornstein Weiss leva em sua receita 50% de malte de trigo alemão. Trata-se do tipo de chope mais consumido no Sul da Alemanha, com 5% de teor alcoólico. Possui aroma marcante, sabor refrescante e coloração turva, ideal para ser consumido durante o ano todo. Pode ser saboreado com um belo prato de peixe branco empanado e legumes e pratos condimentados e apimentados, especialmente da cozinha Tailandesa e Mexicana.
Schornstein Bock
De cor escura e tons avermelhados, o Schornstein Bock possui um forte aroma de torrefação, leve adocicado final e considerável teor alcoólico – em torno dos 7% -, caracterizando-se como um chope forte e encorpado, produzido segundo a Lei da Pureza Alemã de 1516. Originário do norte da Alemanha, o chope do tipo Bock é ideal para ser apreciado no inverno. Nos dias de frio, harmoniza-se bem com um mousse de queijo com calda de goiabada quente. No entanto, pelos seus diversos sabores, é um chope que permite ousadia ao seu apreciador.
Schornstein Pale Ale
Resultado de um processo alta fermentação que pode durar de três a quatro semanas, o Schornstein Pale Ale se caracteriza como um chope de coloração cobre profunda, sabor frutado e forte aroma de malte e lúpulo. Possui 5% de teor alcoólico. Produzido de acordo com a Lei da Pureza Alemã de 1516, esse clássico inglês harmoniza perfeitamente com frutos do mar e peixes mais gordurosos, com amargor pronunciado do chope suavizando a presença da gordura.
Schornstein Imperial Stout
O Schornstein Imperial Stout é produzido, seguindo a lei da Pureza Alemã de 1516, a partir de seis diferentes tipos de malte e dois tipos de lúpulo. Encorpado, o chope traz um blend de sensações, denotadas pelo amargor do lúpulo, a torrefação do malte e calor provocado pelo álcool (8%). Esse tipo de chope confere ao mercado cervejeiro um novo conceito de degustação, similar à do vinho. Harmoniza bem com queijos, carnes de caça, chocolates negros, melões e charutos.
Sobre a Cervejaria Schornstein
Inaugurada em Junho de 2006 na cidade de Pomerode, a fábrica fica localizada no Vale do Itajaí (SC), com bares de fábrica (Schornstein Kneipe em Santa Catarina e o Schornstein Krug em São Paulo), onde os visitantes podem degustar os produtos da cervejaria acompanhados por petiscos especiais, produzidos de modo a harmonizarem com os seis tipos de chopes produzidos nas fábricas.
Em Santa Catarina os chopes Schornstein também estão disponíveis em distribuidores espalhados por Florianópolis, Blumenau, Rio Negrinho, Joinville e Jaraguá do Sul. Para a região de São Paulo, a marca possui o serviço de delivery Schornstein em casa, sendo ideal para festas e eventos.
Fonte: Inteligemcia – 24/03/2011
O chope duplo de Dado Bier
Cervejaria gaúcha, que fez sucesso nos anos 1990, investe para ampliar a produção e se expandir para fora do Rio Grande do Sul
O empresário gaúcho Eduardo Bier fez história ao criar, em 1995, a Dado Bier, uma das primeiras microcervejarias brasileiras a ficar conhecida nacionalmente.
Mais de 15 anos depois, o segmento de cervejas premium e artesanais representa 5% das vendas totais no Brasil e fatura R$ 1,5 bilhão. Grandes companhias do setor, como a Schincariol, que comprou Baden Baden, Devassa e Eisenbahn, passaram a investir nessa área.
Bier, ao contrário, acabou ficando de fora de sua festa. Apesar dos esforços para se expandir nacionalmente, a Dado Bier obtém 60% de suas receitas no Rio Grande do Sul.
Agora, a empresa faz uma nova aposta para ampliar seu raio de atuação. Está investindo R$ 6 milhões para duplicar a capacidade de adega (tanque para maturação da cerveja) de sua unidade de produção em Santa Maria, no interior do Estado.
Com isso, pretende produzir dez milhões de litros em 2011, quase 60% a mais do que no ano passado. O faturamento da cervejaria também deve crescer na mesma proporção, chegando a R$ 27 milhões. No total, a receita da Dado Bier – que inclui seus cinco restaurantes – deve atingir R$ 45 milhões até o final do ano. “Vivemos nosso melhor momento”, disse Bier à DINHEIRO. “Trabalhamos no ano passado com capacidade máxima.”
Uma de suas prioridades é São Paulo, onde Bier planeja abrir um restaurante nos próximos dois anos. A empresa deve também aumentar a distribuição em supermercados.
Na década de 1990, a Dado Bier agitou a capital paulista com um bar discoteca, cujas cervejas eram produzidas no próprio local. Entre os sócios destacavam-se os tenistas Cássio Motta e Luiz Mattar, que se tornou um empresário bem-sucedido na área de tecnologia, com a empresa de terceirização Tivit.
Bier conta também com o aumento do consumo de bebidas premium. “Microcervejarias representam um nicho especial de mercado, com tendência interessante de crescimento”, afirma Alexsandra Machado, diretora da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe). “O consumidor está ávido por novos rótulos e sabores.”
Mas nem sempre foi assim na área das cervejas premium. Bier fundou a Dado Bier incentivado pelo seu tio, Jorge Gerdau Johannpeter, controlador do grupo Gerdau, um dos maiores conglomerados nacionais. Foi ele quem emprestou a Bier R$ 400 mil (o capital inicial total foi de R$ 800 mil) para abrir a cervejaria. Em pouco tempo, as cervejas artesanais da Dado Bier viraram febre no Rio Grande do Sul e começaram a ser conhecidas por apreciadores da bebida, principalmente nos Estados do Sul e Sudeste.
Fonte: Isto é, por Sérgio Spagnuolo – 25/03/2011
Sucesso no twitter, Eisenbahn realiza mais uma edição do ProveTuite
No próximo dia 30, às 20h, acontecerá mais uma edição do Provetuite (#provetuite), ação destinada aos amantes de cervejas especiais realizada integralmente via Twitter.
Idealizado pela marca de cervejas Eisenbahn, o projeto tem como objetivo aproximar o consumidor do universo gastronômico e proporcionar experiências por meio de dicas e sugestões.
Como funciona? A Eisenbahn disponibiliza os produtos que devem ser adquiridos na sua página nas redes sociais, www.facebook.com/cervejaeisenbahn, www.twitter.com/_eisenbahn, e pouco antes do início da ação os seguidores recebem um post com o link de acesso.
Juliano Mendes (@julianomendes), especialista em cervejas e consultor da Schincariol, irá harmonizar a cerveja Eisenbahn Weizenbock com os queijos Gorgonzola e Roquefort em tempo real e com transmissão ao vivo por meio da twitcam. Todos poderão fazer perguntas e interagir com o mediador.
A ação acontece pela segunda vez. Em janeiro, a Eisenbahn Strong Golden Ale foi harmonizada com o queijo Gouda. O #provetuíte também teve uma versão experimental em dezembro de 2010. Devido ao sucesso de adesão, a marca resolveu inserir o projeto no seu calendário oficial.
Fonte: A4 Comunicação, por Vanessa Caccianiga e Luana Abdulklech – 29/03/2011
| < Anterior | Próximo > |
|---|