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2011 - Dezembro
Cervejaria Cidade Imperial
Trineto de Pedro II, fundador de Petrópolis, primeira cidade a produzir cerveja no país, o príncipe Francisco de Orleans e Bragança dirige a Cidade Imperial com DNA de cervejeiro. Sua avó, Elizabeth Dobzensky, fabricava cerveja na cidade de Chotebor, na região da Bohemia, atual República Tcheca. Após uma série de viagens à Europa, Francisco começou a se interessar por fabricantes de cerveja e se decidiu por abrir uma microcervejaria nos moldes das cervejarias alemãs.
A qualidade da água, localização e história de Petrópolis – única cidade imperial das Américas – foram os fatores definitivos para a criação da Cidade Imperial, em 1997. A estrela do rótulo simboliza os cervejeiros e as cores verde e amarelo remetem à Bandeira Brasileira.
Enquanto isso, o mercado foi se tornando mais receptivo às cervejas especiais. Hoje a Cidade Imperial é a única microcervejaria do país com sistema de envase industrial. Tem 15 funcionários e optou por pasteurizar toda a produção – 3 mil garrafas/hora e cerca de 60 mil litros/mês, fora o chope claro e escuro.
Produtos
A cervejaria produz a Cidade Imperial clara, com característica Premium, puro malte, tipo Pilsen, médio teor alcoólico, aroma típico de cerveja de baixa fermentação e sabor suave. Com os mesmos padrões da clara, a Cidade Imperial escura possui sabor caramelado.
Já a Helles München, lançada durante o inverno, deu tão certo que foi mantida na linha de produtos. Tem sabor acentuado, maior concentração de malte em sua composição que a torna exclusiva, de cor âmbar e amargor mais marcante. É envasada sem filtração e possui um teor alcoólico mais alto de que outras cervejas, de 6%. Sua maturação é de 40 dias.
Segundo o mestre cervejeiro Rafael Farinha, o trabalho em uma microcervejaria segue os mesmos moldes operacionais de uma cervejaria de grande porte. Dentro de suas dimensões, são efetuadas todas as operações, visando um produto de qualidade mais aprimorada que uma cerveja comercial.
Paulista, filho do mestre cervejeiro da Antarctica, Farinha fez seu curso de mestre cervejeiro na Alemanha, na Doemens Akademie, em 1970. Após 36 anos de experiência, está há seis na Cidade Imperial. O filho seguiu a vocação da família e vive na Alemanha como mestre cervejeiro. Ou seja, aos 70 anos, Farinha entende do riscado como poucos. E adora o que faz.
Quem está à frente da cervejaria é Rita de Cássia de Orleans e Bragança, advogada de formação, enquanto Francisco, formado em Economia, administra a Tribuna de Petrópolis, a Rádio Tribuna de Petrópolis, a Gráfica Sumaúma e a Companhia Imobiliária de Petrópolis, de propriedade da família Imperial. “Nosso gosto pela bebida é tradição familiar. Meu pai, D. Pedro Gastão, adorava uma cervejinha. Como nasceu na Europa, tinha o hábito de consumir a bebida em temperatura ambiente. Foi assim que nos acostumamos a apreciá-la”, explica o príncipe, cujo tio, D. João, tinha um alambique em Paraty até falecer.
Segundo Rita, o investimento inicial da cervejaria foi destinado ao chope, para melhor conhecimento do mercado. Após aprovação do público alvo e oferta de investimentos em equipamento voltado para o envase, oferecido pela Krones do Brasil, pioneira em equipamentos de primeira linha, foram idealizadas as cervejas, que estão no mercado desde 2005.
Novo endereço
A fábrica da cervejaria Cidade Imperial acaba de se mudar do Vale da Boa Esperança para o bairro da Mosela, mais próximo ao centro histórico de Petrópolis, de forma a se tornar mais uma opção ao turismo local. A área total mais que duplicou em relação às instalações anteriores: está com 1.460 metros quadrados.
Não por acaso, a casa nova fica no bairro de colonização alemã, à Rua Mosela 1.341, cujo nome homenageia o rio Mosel. Na Alemanha, este rio faz confluência com o rio Reno na cidade de Koblenz, formando a Praça da Confluência. Foi na praça de mesmo nome, em Petrópolis, que o conde D’Eu construiu o Palácio de Cristal para a Princesa Isabel. E para quem não sabe a Cervejaria Cidade Imperial segue a Lei da Pureza Alemã: todos os produtos são elaborados com malte, lúpulo e fermento.
A nova instalação dispõe de uma loja conceito, onde os visitantes poderão degustar os produtos Cidade Imperial em ambiente acolhedor, além de terem a oportunidade de fazer um tour pela nova fábrica.
Contato
Novo endereço: Rua Mosela, 1431 - Petrópolis – Rio de Janeiro
Telefone: (24) 2220-4800
E-mail: atendimento@choppimperial.com.br
Blog: www.cervejacidadeimperial.blogspot.com
Site: www.choppimperial.com.br
Fonte: Mediação / Imprensa e Comunicação, por Celina Côrtes e Cervesia
Vixnu-IPA Imperial – Cervejaria Colorado
A Cervejaria Colorado recebeu o registro da sua tão esperada IPA Imperial. Em 2010, os cervejeiros Patrick Zanello e Matt Brynildson (Firestone Walker) fizeram uma receita colaborativa seguindo a linha da receita original da já famosa Indica. Realçando maltes e lúpulos na receita criaram uma IPA Imperial, que foi chamada de Double Indica e que agora foi batizada como Vixnu. A receita final foi afinada pela equipe cervejeira da fábrica, junto com as opiniões que sempre são ouvidas dos consumidores e especialistas.
A cerveja Vixnu não será pasteurizada e terá toda sua cadeia refrigerada, desde a fábrica, transporte, distribuição até o ponto de venda. Tudo isto para preservar os aromas e os sabores dos lúpulos americanos utilizados na sua fórmula.
“Esta cerveja é para quem gosta muito de malte, rapadura e lúpulo. Se você procura uma cerveja aguada, simples e rápida de tomar, não vai encontrá-la nesta garrafa. Por outro lado se você gosta de cervejas extremas vai gostar muito desta IPA Imperial lotada de aromas de cítricos e maracujá, de um belo corpo maltado e amargor agradável e persistente. Vixnu, extrapole com moderação”, diz Marcelo Carneiro da Rocha, proprietário da Cervejaria Colorado.
Serviço:
Estilo: IPA Imperial
Nome: Colorado Vixnu (leia-se vishnu).
Na mitologia hindu, Vixnu (também Vixenu; em hindi transl. Vishnu, da raiz sânscrita vishva, "tudo"), juntamente com Shiva e Brahma formam a trimúrti, a trindade hindu, na qual Vixnu é o deus responsável pela manutenção do universo.
Álcool: 9,5% (ABV)
IBU 75
Cor: Acobreada, levemente avermelhada
Espuma: Cremosa e persistente, forma a conhecida “teia de aranha”
Ingredientes:
Água (Aquífero Guarani)
Maltes: Pilsen e Caramunich I
Rapadura
Lúpulos: Galena, Cascade, Simcoe, Amarillo e Citra.
Dry Hopping
Leveduras: Nottingham/ALE
Harmonização: Muito cuidado com a cerveja para que ela não se sobressaia ao prato, por isso a sugestão é harmonizar com pratos fortes, apimentados e molhos mais condimentados. Queijos do tipo Stilton (azuis e mais leves do que Gorgonzola) também são sugeridos por outras cervejarias que fazem o mesmo estilo.
*Segundo o BJCP (Beer Judge Certification Program)
Categoria 14C: Imperial Indian Pale Ale, uma cerveja Indian Pale Ale intensificada em teor alcoólico, corpo, e amargor
Aroma: Um proeminente e intenso aroma de lúpulo, que pode ser derivado de lúpulos Americanos, Inglês e / ou variedades nobres (embora um caráter cítrico esteja quase sempre presente).
Alguma doçura maltada limpa pode ser encontrada no fundo.
Um pouco de álcool geralmente pode ser observado, mas não deve ter um caráter "quente".
Aparência: A cor varia do âmbar dourado ao cobre avermelhado médio; algumas versões podem ter um matiz alaranjado. Deve ser claro, embora versões dry-hopped podem ser um pouco confusas. O colarinho deve persistir.
Sabor: O sabor do lúpulo é forte e complexo, e pode refletir o uso de Americano, Inglês e / ou variedades de lúpulos nobres. Amargor alto para absurdamente alto, embora a espinha dorsal de malte geralmente suporte o caráter forte do lúpulo, e proporciona um melhor equilíbrio. Finalização seca para meio-seco. Um limpo sabor suave de álcool geralmente está presente.
Paladar: Suave, médio-leve a médio corpo. Sem adstringência alta derivada do lúpulo, embora moderada a média-alta carbonatação podem se combinar para tornar uma sensação geral seca na presença de doçura do malte. Pode se observar um aquecimento suave proveniente do álcool.
História: Uma inovação recente da América, refletindo a tendência de cervejeiros artesanais americanos de inovar para satisfazer a necessidade de aficcionados por lúpulos, e para produtos cada vez mais intensos. Esta categoria pode ser estendida para cobrir históricas e modernas ales norte-americanas, que são mais fortes, mais lupuladas, e sem a intensidade de malte das barley wines. O adjetivo "Imperial" é arbitrário e implica simplesmente uma versão mais forte de uma IPA; "double", "extra", "extremo", ou qualquer outra variedade de adjetivos seriam igualmente válidas.
Firestone: http://www.firestonebeer.com
Cervejaria Colorado: www.cervejariacolorado.com.br | www.facebook.com/cervejacolorado | twitter (@cervejacolorado)
Fonte: Assessoria de Comunicação, por Cristina Bielecki – 07/12/2011
Festival Brasileiro da Cerveja terá um dia a mais em 2012
Sucesso de público e de número de rótulos em 2011, o Festival Brasileiro da Cerveja ganhou um dia a mais em 2012. Serão quatro dias de conhecimento, música e atrações envolvendo a bebida mais popular do país.
O evento acontece entre 21 e 24 de março do próximo ano no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). O organizador do evento Valmir Zanetti comenta que a decisão partiu do sucesso do festival este ano, que trouxe a atenção do mercado cervejeiro do mundo todo para o Brasil.
"No próximo ano teremos o The Great South Beer Cup, um dos concursos mais importantes da América Latina, e uma mostra do campeonato mundial. Além disso, as cervejarias devem trazer as primeiras novidades do ano para Blumenau", explica.
O BeerFilm Festival também vai ter uma mostra competitiva de filmes sobre cerveja no próximo ano. O evento também ocupará dois setores do Parque Vila Germânica.
Fonte: Assessoria de Comunicação, por Tânia Rodrigues – 07/12/2011
Cervejaria Sankt Gallen aposta no turismo e inaugura "vila alemã" em Teresópolis (RJ)
Uma bela opção turística para os amantes da cerveja surgiu em Teresópolis. Ao mesmo tempo em que lança um novo rótulo - Rubine - a cervejaria Sankt Gallen, fabricante das apreciadas cervejas especiais Therezópolis e St. Gallen, acaba de inaugurar em sua fábrica o que ela está denominando de "templo da cultura cervejeira na região serrana do Rio de Janeiro".
Instalado no bairro do Alto, o empreendimento, com capacidade de 243 lugares, é uma réplica de uma vila do sul da Alemanha e inclui uma cervejaria com tanques de maturação e panelas de cozimento (que produzirá de sexta a domingo), o Bistrô 1912 e ainda um ambiente exclusivo para fondues e racletes, batizado de Abadia.
Com investimento total de mais de R$ 4 milhões, "a Vila St. Gallen pretende fomentar o turismo na região e fazer de Teresópolis novamente um destino valorizado", explica o proprietário Mozart Rodrigues. Nos fins de semana, uma feira de antiguidades e pocket shows de blues e jazz farão parte da programação. O espaço, que oferecerá cursos diversos de harmonização, cervejeiro artesanal com certificado e análise sensorial, pretende enriquecer a vida cultural e social da cidade, tornando-se mais um ponto de atração para turistas do Brasil inteiro. "Todo o projeto da Vila St. Gallen tem como objetivo contar uma história e proporcionar aos visitantes uma autêntica experiência com o universo cervejeiro", diz Mozart.
Rubine
A cervejaria está comemorando também o lançamento da Rubine, uma bock de cor vermelho intenso, composta por maltes tostados do tipo Munich e malte Vienna, "equilibrados pelo leve amargor do lúpulo e pela leveza da água mineral das montanhas", diz a empresa.
A Therezopolis Rubine tem teor alcoólico de 6,5% e, apesar de a cerveja bock ser conhecida como sazonal de inverno, estará presente o ano inteiro na carta da Sankt Gallen. Harmoniza com carnes de caça (javali), paleta de carneiro, batatas gratinadas, salada de beterrabas, creme de shitake ou de lentilha, feijoada, goulash, foie gras, ossobuco, pato assado, pimentão recheado, rabada e nozes. A Rubine harmoniza também com algumas sobremesas, como o creme brulée. Deve ser bebida e 5 graus.
Passaporte gastronômico
A Vila St Gallen vai oferecer um "passaporte gastronômico" aos clientes, a fim de estimular a visitação a outros pontos interessantes da cidade. Foi criado um cadastro que inclui 40 restaurantes de Teresópolis. A cada restaurante frequentado, um carimbo no passaporte. Após o quinto carimbo, o cliente é contemplado com um jantar de cortesia no Bistrô 1912 para duas pessoas.
Visitas e cursos
- Visitação à cervejaria para grupos de 10 pessoas, com duração de 30 minutos. O cervejeiro acompanha o grupo falando sobre a história, os ingredientes e o processo cervejeiro. Por fim, uma degustação.
- Curso de análise sensorial e degustação: duração de aproximadamente 4h
- Curso de harmonização e cultura cervejeira: duração de aproximadamente 3h
- Curso de cervejeiro artesanal. Ministrado por Mauricio Machado, cervejeiro da Sankt Gallen, e João Veiga, diretor da Acerva do Rio de Janeiro. Duração de um dia (das 9h às 18h). Este curso confere certificado aos participantes.
Vila Sankt Gallen
Rua Augusto do Amaral Peixoto, 166 - Alto, Teresópolis - RJ. Horário: Qua/qui (só funcionam o Bistrô e a Abadia), das 18h30 à 1h30; sex (abertura da Vila St Gallen), das 18h30 às 2h; sab, das 9h às 2h30, dom, das 9h às 23h30. Informações pelo telefone (21) 2642-1575.
Fonte: Site SRZD / Sidney Rezende, por Chico Junior – 08/12/2011
Cerveja Way Beer chega ao mercado em meia garrafa
Chegam ao mercado as garrafas da Way Beer, microcervejaria curitibana que só vendia chope em barril.
As embalagens são as tradicionais meias garrafas de cerveja, mas ao invés de 300 mililitros de conteúdo, têm 310 mililitros. A grande novidade, entretanto, é que a embalagem não tem rótulo.
A decoração é impressa em serigrafia, com cada estilo numa cor característica. O design é da Komm: Design Estratégico. A bebida está à venda em Curitiba e em São Paulo.
Fonte: Riolatas | edição 19 – 09/12/2011
Cervejas paranaenses com premiações internacionais
As cervejas paranaenses estão indo muito bem, obrigado. E os prêmios refletem a qualidade da bebida produzida por aqui. Em 2088, a De Bora Bier, do cervejeiro Edigyl Pupoi, de Imbituva, levou o prêmio de melhor English India Pale Ale (IPA) no 3º Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, realizado em Belo Horizonte.
Em 2010, a Junka Beer, do cervejeiro André Junqueira, fez bonito no 5º Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, em Porto Alegre. O rótulo levou a categoria Oktoberfest/Märzen. No mesmo ano, a São Seba foi a vencedora do concurso Mestre Cervejeiro da Eisenbahn. Hoje os seus três criadores têm a marca Ogre Bier e a cerveja de malte defumado (Rauchbier) Caldo de Bituca.
Neste ano, a cervejaria Way Beer, de Pinhais, teve a sua American Pale Ale eleita como a melhor Pale Ale do país pela revista masculina Maxim. No Mondial de la Biére, realizado em Montreal, no Canadá, a curitibana Bodebrown levou a medalha de ouro com a cerveja Strong Scotch Ale Wee Heavy. Já no South Beer Cup, em Buenos Aires, a marca levou duas medalhas de prata nos estilos Dry-Stout, Old-Ale
Fonte: Parana Online, por Eduardo Santana – 12/12/2011
Curitiba se destaca como pólo produtor de cerveja
Curitiba hoje pode ser considerada uma cidade referência quando o assunto é cerveja artesanal. Com mais de 20 rótulos, a capital paranaense se tornou uma das maiores produtoras do segmento e entusiastas da cultura da cerveja. A coisa ficou tão séria, que em dezembro de 2011 foi criada a Associação dos Cervejeiros Artesanais do Paraná (Acerva – PR), que conta já com mais de 100 integrantes. Além disso, a cidade e a Região Metropolitana já tem sete microcervejarias: Asgard, Bier Hoff, Bodebrown, Gauden Bier, Klein Bier, Way Beer e Wensky Beer.
A tendência vai na contramão das grandes cervejarias. De acordo com a Suellen Presser, da Klein Bier, de Campo Largo, enquanto as marcas industriais cresceram em média 5% ao ano, os rótulos de microcervejarias avançam 30%. As pessoas querem novas opções, experimentar outros tipos e sabores de cervejas. Por isso essas marcas menores têm conquistado espaço no mercado”, afirma Suellen.
A Klein Bier está funcionando há apenas dois anos e meio e já tem um lugar de destaque entre as cervejarias de Curitiba e Região Metropolitana. Suellen e o marido, Henrique Presser, começaram a produzir cerveja em casa para servir para os amigos mais próximos. Em 2099, a brincadeira virou coisa séria e hoje a Klein Bier fabrica 50 mil litros mensais. Desde julho, a marca aposta nas cervejas especiais. Ao todo são cinco tipos, Pilsen, Tchec, Weiss, Brown Ale, e Stout. “Hoje, 30% da nossa produção é de cervejas e o resto de chopp”.
Apreciação
Para os que acham que cervejas especiais são feitas para beber em grande quantidade está redondamente enganado. Esse tipo de bebida tem graduação alcoólica alta e justamente por isso são fabricadas para apreciação. “São cervejas para acompanhar com uma refeição ou apreciar seu sabor em menores quantidades, já que têm de 4% a 6% de álcool. Então é para degustar, tentar descobrir novos sabores. Nada de entornar”, ressalta.
Saiba um pouco mais sobre os tipos de cerveja:
Cervejas artesanais: São Produzidas de forma caseira, com equipamentos modernos ou não. Existe todo um cuidado no processo de produção – dos ingredientes até o modo de preparo.
Cerveja Ale: Têm alta fermentação ou fermentação quente (geralmente entre 15 e 24°C). São mais vigorosos e encorpadas, podendo ser doce ou amarga, clara ou escura. Alguns tipos de cerveja da família Ale: Weizenbier, Kölsch, Belgian Pale Ale, Strong Ale, Bière Brut, Weizenbock, Stout.
Cerveja Lager: Cerveja de baixa fermentação ou fermentação a frio (de 6 a 12°C). Tem graduação alcoólica que varia entre 4 e 5%. O tipo mais conhecido é a Pilsener.
Cerveja Lambic: É diferente das Ale e Lager por causa da sua fermentação que é espontânea. É o tipo de cerveja mais antigo do mundo e é conhecida por ser muito peculiar, por possuir uma extensa gama de aromas, que vão do frutado, como framboesa, cereja ou banana, ao cítrico como vinho branco ou vinagre.
Fonte: Paraná Online – 12/12/2011
Das Bier completa cinco anos no mercado e lança novo chope
Artesanal de Gaspar acompanha o crescimento do setor e terá programação especial na semana de aniversário
O Brasil teve o maior crescimento do mundo quando o assunto é consumo de cervejas artesanais. O aumento foi de 1.500% entre 1960 e 2010, segundo os dados do Larousse da Cerveja. A Das Bier está dentro da onda de expansão há cinco anos e comemora. A marca está de aniversário no dia 16 de dezembro e planejou uma programação especial que inclui o lançamento oficial do novo chope da marca. O Pale Ale foi escolhido pelos clientes no bar da fábrica e através das redes sociais na campanha “Quero meu chope preferido na Das Bier”, em setembro deste ano.
A Das Bier segue a Lei da Pureza Alemã e oferece os chopes Pilsen, Weizen e Braunes Ale. “Temos que comemorar. Afinal completamos meia década de trabalho, conquistas e crescimento”, diz o gerente comercial e de logística da artesanal de Gaspar, Emerson Bernardes.
Durante a semana de aniversário serão realizados sorteios de brindes e rodadas de chope por conta da casa. Na sexta (16/12) o vencedor da promoção “Quero meu chope preferido na Das Bier” irá receber a premiação, um barril de 30 litros do novo estilo. No sábado a Choppmotorrad vai participar da festa e no domingo o almoço será embalado pelo grupo Hausmusikanten.
Site: www.dasbier.com.br
Fonte: Oficina das Palavras | Imprensa – 13/12/2011
Um ano marcado por novidades no mercado de cervejas
Bierland fecha 2011 com três lançamentos e premiações internacionais
A cervejaria Bierland, de Blumenau (SC), termina o ano de 2011 com uma importante contribuição para o mercado de cervejas Premium. Foram conquistados neste ano quatros prêmios internacionais: no Australian International Beer Awards 2011 a empresa levou duas medalhas de bronze com Pale Ale e a Bock. Na Copa de Cervejas da América, em Santiago, no Chile, ganhou duas medalhas de bronze: uma para a Bock e outra para a Imperial Stout. Além dessas duas premiações, a Bierland Pale Ale foi eleita a melhor cerveja da categoria English Pale Ale. E a mais recente premiação aconteceu em Nuremberg, na Alemanha, no mês de novembro, onde a Bierland Vienna ganhou a medalha de prata no European Beer Star, o mais respeitado concurso de cervejas do mundo.
“As premiações vieram coroando todo o trabalho da cervejaria Bierland, que neste ano lançou três novas cervejas para atrair ainda mais o público deste crescente mercado de bebidas mais sofisticadas, produzidas para serem degustadas e harmonizadas com as refeições”, comenta Eduardo Krueger, sócio da Bierland.
Os lançamentos deste ano foram a Bierland Vienna Lager, a Imperial Stout; e a Strong Golden Ale. Um dos diferenciais das cervejas Bierland é que não contêm componentes químicos como estabilizantes, antioxidantes ou corantes, ao contrário de outras cervejas, que utilizam esses ingredientes para aumentar o prazo de validade. Desta forma o sabor é conservado ao máximo e de forma natural.
Outros estilos de cerveja já consagrados da Bierland são Pilsen, Bock, Weizenbier e Pale Ale.
Saiba mais em: www.bierland.com.br
Fonte: Presse Comunicação Empresarial, por Adriana Schimila – 14/12/2011
Edelbrau
Subindo a “Rota Romântica”, ou descendo a “Rota do Vinho”, você chegará à cidade de Nova Petrópolis, onde encontrará a mais nova cervejaria do Rio Grande do Sul – Cervejaria Edelbrau.
Fruto de experiências colhidas pelos seus empreendedores nas viagens realizadas à Europa, a Cervejaria Edelbrau nasce numa das cidades mais “alemãs” do país. Nova Petrópolis, cidade das bandinhas típicas, dos grupos folclóricos, do canto coral, da alta gastronomia, agora também conta com a sua própria cervejaria, que vem para fortalecer e preservar a identidade de sua terra.
A Cervejaria Edelbrau nasce produzindo o Chopp Pilsen e com perspectiva de ampliar sua gama de produtos já em 2012.
Edelbrau é qualidade. Seu chopp conta com ingredientes provindos da Europa, com sabor do puro malte e segue à risca a lei de Pureza Alemã de 1516, a Reinheitsgebot, que prevê somente a utilização de malte, lúpulo e cevada, sem adição de produtos químicos.
Fonte: Cervejaria Edelbrau | 17/12/2011
Bom desempenho faz cerveja dos Simpsons dobrar produção
A procura foi grande, e a cerveja Duff - preferida de Homer Simpson - deve chegar a cerca de 50 bares paulistanos até o fim de janeiro (atualmente são 35 locais). Desde o lançamento, em novembro, já foram vendidas em torno de 40 mil garrafas (de 355 ml cada). "Como lançamos no verão, a fábrica está saturada. Mas compramos novas máquinas e vamos aumentar a produção", conta Conrado Kaczynski, sócio da Duff Brasil. De acordo com o empresário, a intenção é dobrar a produção da cerveja, que atualmente é de mil caixas por mês, chegando a mais de 150 pontos de dose.
Posicionamento
A Duff existia apenas no "Simpsons" até 2007, quando passou a ser produzida e vendida na Europa. Segundo Kaczynski, a Duff se diferencia das cervejas mais populares. "As cervejas 'de massa' costumam ter mais ingredientes misturados, para ficarem mais baratas, fracas, leves. A Duff não é dessa forma. Foi elaborada para ser uma cerveja mais de degustação, mais premium", destaca o sócio.
Fonte: Folha de São Paulo – 22/12/2011
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