Curiosidades

Informação nunca é demais! Ainda mais quando se trata de cerveja!

Aqui abrangemos Novidades, Dicas e conhecimentos diversos do mundo cervejeiro.

 

*O conteúdo é de responsabilidade exclusiva das fontes citadas.

**Caso haja necessidade podem haver adaptações no texto.

***Se você deseja compartilhar alguma matéria nas redes sociais

e os ícones não apareceram, clique no ícone da impressora.

Cerveja Artesanal: Quais são suas características?

cerveja artesanal

Hoje em dia, é raro um bar ou um supermercado ter em suas geladeiras apenas os rótulos tão explorados em comerciais televisivos. A cerveja artesanal chegou para disputar pela atenção e pelo espaço à mesa (ainda bem!).

Além do nome que as diferenciam das cervejas industrializadas, existem muitos outros aspectos que têm conquistado o consumidor. E, neste post, vamos falar sobre essas características. Confira:

O QUE É CERVEJA ARTESANAL?

Basicamente, uma cerveja artesanal é aquela que privilegia ao máximo as características manuais e naturais de produção da milenar bebida. Ou seja: sem a adição de conservantes e de outros produtos industrializados.

A sua composição é à base de água, lúpulo, levedura e cevada maltada. Existem outros ingredientes que podem acompanhar o processo, como frutas e grãos (o trigo é um deles) — o que apenas destaca a variedade de rótulos e de tipos de cerveja que são produzidos.

Além disso, é válido entender algumas outras características que tornam a cerveja artesanal tão especial. Vamos conhecê-las?

QUAIS SÃO AS CARACTERÍSTICAS DA CERVEJA ARTESANAL?

Produção reduzida

Quando comparamos a quantidade produzida com a cerveja industrial, a cerveja artesanal fica muito abaixo — e é isso que a torna tão especial.

Assim, ocorre um imenso cuidado com relação aos ingredientes, ao processo de fermentação e ao controle de temperatura em todas as etapas, o que impacta muito no sabor final.

Como resultado, os mestres-cervejeiros têm em mãos múltiplas possibilidades para trabalhar com a produção de diferentes tipos de cervejas.

Técnicas experimentais

Hoje, degustação de cerveja se tornou assunto sério. Afinal, ao redor do mundo, especialistas têm transformado a produção de cerveja em um laboratório. E essas experiências se convertem em rótulos que desafiam a visão, o olfato e, claro, o paladar dos degustadores.

Isso porque, agora, existe uma complexidade de elementos que galgou a cerveja artesanal ao protagonismo da arte gastronômica. Podemos combinar, de múltiplas maneiras, cerveja com petiscos e pratos principais.

Diferenciação

Da sua coloração do seu aroma à inventividade dos rótulos, a cerveja artesanal já se apresenta como um produto diferente do qual o consumidor se habituou ao provar uma cerveja. Assim, a cultura cervejeira que já é tão tradicional na Bélgica, na Alemanha e nos Estados Unidos começou a enraizar no boca a boca tupiniquim.

Isso ajudou a formar um nicho, a expandir os diferenciais desse produto e a estruturar um mercado em expansão, sempre em busca de novidades e em ampliar o seu conhecimento a respeito do assunto.

É de se considerar que a cerveja artesanal conserva, em seu DNA, a diversidade. Afinal, por meio da sua capacidade produtiva relativamente baixa, do uso de ingredientes naturais e de técnicas diferenciadas, as possibilidades são ramificadas em dezenas e mais dezenas de tipos de cervejas.

De cervejas leves e frutadas às encorpadas e robustas, o mercado de cerveja artesanal é um amplo universo à espera do seu desbravamento. 

Fonte: Bebida Express Blog – 02/06/2017

A Cerveja Artesanal BeoBrew Tem Música como um de seus Ingredientes

beo brew

Você já se perguntou como seria uma Cerveja Artesanal se música fosse usada como um ingrediente no processo de fabricação? Cerveja não é provavelmente o que poderíamos esperar como o próximo produto a ser lançado pela B & O Play.

No entanto, em um esforço para se conectar mais com seu público, a empresa de hardware música fez uma parceria com uma das cervejarias artesanais mais inovadoras e respeitadas do mundo a Mikkeller para criar a Beobrew, uma cerveja que é infundida com a música. 

BeoBrew é uma IPA com 6,8% de teor alcoólico, que segundo seus fabricantes “possui um sabor brilhante e aromático com citrinos e notas florais.” Alguns dos sabores vem do delicado lúpulo Simcoe e Centennial escolhidos a dedo no Vale Yakima, no centro de Washington. O resto só poderia vir do tipo de música que foi tocada enquanto a cerveja estava sendo fabricada. 

Ao tocar música no tanque de fermentação, estamos adicionando um ingrediente que leva a cerveja a um novo nível. Quando a música toca, bombeia um padrão único de vibrações que auxilia a levedura durante a fermentação e incentiva o fermento para produzir ésteres mais saborosos que os que teria sem a presença de música.”

Como seria de imaginar, o tipo de música escolhida para este experimento não foi ao acaso. O pessoal da B & O PLAY e da Mikkeller trabalhou com Danish curador musical da Le Gammeltoft de Heartbeats para escolher uma seleção de talentos dinamarqueses para a cerveja. Isto inclui Balvig, Kikos, Louis Petri e Moody. Ouça aqui um mix desta seleção!

O processo de produção da Beobrew começa como qualquer outro na cervejaria artesanal Mikkeller. A única diferença, neste caso, é que os cervejeiros “adicionam” música nos tanques durante. 

Existem literaturas científicas sobre como música faz um vinho ter sabor diferente, ou influenciar o sabor de caramelo, mas quando se trata de como um som em um tanque pode fazer ésteres se comportar de maneira diferente, vamos apenas dizer que os resultados são inconclusivos.

Seja como for, BeoBrew ainda é uma Deliciosa Cerveja Artesanal, e se devemos ter uma cerveja com infusão de música, eu gostaria da minha com uma nota de Led Zeppelin, por favor.

Música Pode Afetar o Processo de Fermentação da Cerveja Artesanal? Pois a BeoBrew tem um toque de Música como Ingrediente.

beo brew1

Fonte: ActaMundi – 01/06/2017

Conheça 5 Normas para transporte de bebidas em voos

cerveja transporte

Imagine a seguinte situação: você viajará de avião e deseja levar como presente uma bebida especial que você já comprou ou que planeja comprar. É nesse momento que surge a dúvida sobre o transporte de bebidas: o que é permitido? Qual a quantidade liberada? Como embalar as garrafas adequadamente?

Pensando em lhe ajudar, no post de hoje trouxemos 5 normas para que você possa realizar o transporte de bebidas em voos domésticos no Brasil, com segurança e tranquilidade, confira!

  1. É PRECISO SER MAIOR DE 18 ANOS

A primeira norma quando se trata de transporte de bebidas alcoólicas em aviões é a idade. Menores de 18 anos não podem embarcar com esse tipo de conteúdo de forma alguma.

  1. EXISTE LIMITE DE QUANTIDADE PARA O TRANSPORTE DE BEBIDAS

Embora as bebidas alcoólicas sejam consideradas como artigos perigosos, você pode levar até 5 litros na bagagem de mão, contanto que o teor alcoólico seja de até 70% por garrafa. Elas não podem conter mais de um litro em cada.

Já na bagagem despachada, é possível transportar quaisquer quantidades de bebidas alcoólicas se elas possuírem um teor alcoólico menor que 24%, como é o caso das cervejas, por exemplo. Caso elas tenham o teor acima de 24% até 70%, a regra é a mesma que a da bagagem de mão, ou seja, apenas 5 litros por passageiro.

Em voos internacionais, é necessário despachar as bebidas, que não devem passar de 12 litros, o que equivale a 16 garrafas de vinho ou 330 ml de cerveja.

  1. VOCÊ PODE ADQUIRIR MAIS BEBIDAS NO DUTY FREE

Além dos mencionados 12 litros por pessoa, no duty free de desembarque no Brasil, você pode adquirir mais 24 garrafas de bebidas alcoólicas. No entanto, elas devem estar embaladas em uma sacola selada, contendo as notas fiscais.

  1. AS EMBALAGENS TÊM QUE SER ADEQUADAS

Para realizar o transporte de bebidas, é necessário embalá-las de acordo com as normas. As garrafas precisam ser condicionadas em dois sacos de retenção impermeáveis, de modo a evitar transtornos caso ocorra o rompimento.

Embora o plástico bolha seja a forma mais conhecida para evitar os impactos nas garrafas, alguns produtos já foram criados especificamente para essa finalidade. Por exemplo, o Wine Skin, que é um tipo de plástico bolha que tem o formato exato de uma garrafa de vinho. Além disso, o preço é em conta e a praticidade é a grande vantagem.

No entanto, caso a garrafa que você vá transportar não seja de vinho, outro produto pode ser a solução, que é o Jet Bag. Ele não tem formato padrão, sendo possível transportar produtos como a cachaça, e ainda é revestido pelo mesmo material que as fraldas de bebê. Dessa forma, ainda que a garrafa se quebre, você não ficará com uma mala encharcada, pois o material absorverá tudo.

As bebidas também podem ser transportadas em caixas, desde que possuam a etiqueta de Limite de Responsabilidade (LR) e que você assine um documento se responsabilizando por possíveis danos a embalagem.

Para despachar as bebidas como bagagem você pode optar por colocar em um isopor próprio ou malas que têm especificamente essa função. Apesar de serem mais caras, as malas podem ser a melhor opção para quem carrega esse tipo de produto com frequência. Caso contrário, o isopor pode ser mais vantajoso.

  1. OPTAR POR UMA VARIEDADE MAIOR É MELHOR

Variar nos tipos de bebida e nos rótulos pode ser a melhor alternativa para evitar que o fiscal da alfândega deduza que você vai comercializá-las, o que poderia causar a perda do direito da isenção das taxas em compras, que é de US$ 500 por pessoa.

Uma dica importante sobre o transporte de bebidas é que você deve guardar as notas para apresentar aos fiscais caso os preços das garrafas sejam questionados.

Fonte: Bebida Express Blog – 19/05/2017

Florianópolis tem novos cursos sobre cerveja

Escola cervejeira sediada na capital catarinense apresenta agenda do 2º semestre

download

Science of Beer, uma das principais escolas cervejeiras do país, lança cursos inéditos (Foto: Divulgação)

Science of Beer Institute, escola de educação cervejeira sediada em Florianópolis, oferece na capital catarinense a partir de julho uma série de cursos inéditos. A grade de programação atende à demanda gerada com o crescimento do consumo de cerveja artesanal no país nos últimos anos, em que mais pessoas vêm procurando se inserir no mercado, seja produzindo sua própria cerveja, seja se aperfeiçoando nos conhecimentos sobre a bebida. (Para conferir mais opções de eventos, com agenda atualizada, consulte o roteiro da Beer Art)

Reconhecida nacionalmente, a instituição que já formou mais de mil alunos - hoje inseridos nas principais cervejarias do país - leva a Florianópolis uma programação que inclui aulas de formação profissional nas áreas de sommelier, tecnologia cervejeira, gestão e análise sensorial, além de aprofundamento em estilos de cerveja.

Amanda Reitenbach, diretora do Instituto, destaca:

“A curiosidade sobre a cerveja artesanal e a procura por qualificação nesta área é cada vez mais comum. Em razão disso, ampliamos nossa grade de cursos oferecidos em Florianópolis e nacionalmente.”

Em Florianópolis o curso de aprofundamento em estilos de cerveja se inicia em oito de julho e é dividido em três etapas, já o de tecnologia cervejeira é separado em cinco módulos e começa no dia 15 do mesmo mês. As aulas de sommelier de cerveja se iniciam em 7 de outubro e a as de gestão e análise sensorial encerram a grade de programação no período da manhã, entre 9 e dez 10 dezembro.

Serviço

O quê: cursos inéditos no Science of Beer Institute

Quando: 8 de julho Science of Beer - Styles, 15 de julho Tecnologia Cervejeira, 7 de outubro Sommelier de Cerveja e 9 de dezembro Gestão Sensorial

Onde: Science of Beer Institute, em Florianópolis

Fonte: Revista Beer Art – 22/05/2017

Gelada! 5 cervejas para beber no frio

Com a aproximação do inverno, os dias de temperatura baixa já estão mais comuns nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, principalmente. Nessa época, é comum que as pessoas consumam mais chá, chocolate quente, vinho e outras bebidas comuns aos tempos gelados do ano. Mas nem por isso, a gente precisa abandonar a preferência nacional. Por isso, existem cervejas para beber no frio. 

A diferença é que elas são diferentes daquelas que estamos acostumados a apreciar no cotidiano. As cervejas ideais para o inverno tem um teor alcoólico mais alto, o que dá a sensação de aquecimento ao corpo, além de contarem com sabores complexos e serem mais encorpadas do que as consumidas em larga escala no Brasil.

Vamos às opções (se tiver alguma sugestão para essa lista, deixe nos comentários).

5 CERVEJAS PARA BEBER NO FRIO 

cervejas para beber no frio dunkel 70012

EISENBAHN DUNKEL 

Esta cerveja torrada não é escurecida com caramelo ou corante respeitando assim, a lei alemã da pureza. Com aroma que contém notas que lembram café, chocolate e caramelo, sua cor é proveniente do malte de cevada torrado.

Origem: Blumenau – SC
Coloração: Negra
Teor alcoólico: 4,8%

cervejas para beber no frio bodebrown perigosa imperial ipa

BODEBROWN PERIGOSA IMPERIAL IPA 

Cerveja no estilo norte americano “Imperial IPA” ou “Double IPA” para satisfazer as necessidades dos aficcionados por lúpulo, por produtos cada vez mais intensos. Aromas cítricos dos lúpulos lembrando Maracujá e Goiaba. De coloração cobre, tem amargor elevado.

Origem: Curitiba – PR
Coloração: Laranja
Teor alcoólico: 9,1%
Preço médio: R$ 25,00

cervejas para beber no frio baden baden chocolate schornstein bock

SCHORNSTEIN BOCK 

É uma cerveja forte e robusta com 7,0% de teor alcoólico. É avermelhada e mostra uma bela e cremosa espuma de cor castanha clara. Aroma agradável que combina notas carameladas, madeira e tostado. Características que se mostram na boca, com um toque levemente adocicado, alcoólico e muito encorpada.

Origem: Holambra – SP
Coloração: Marrom avermelhada
Teor alcoólico: 7%
Preço médio: R$ 20,00

cervejas para beber no frio baden baden chocolate

BADEN BADEN CHOCOLATE

Com uma receita exclusiva, esta edição especial limitada possui corpo leve e aroma com notas adocicadas de cacau. A Baden Baden Chocolate Beer traduz o equilíbrio perfeito entre o delicioso sabor de chocolate e o amargor característico de maltes tostados e lúpulos especiais, deixando um final levemente seco e agradável.

Origem: Campos do Jordão – SP
Coloração: Marrom
Teor alcoólico: 6%
Preço médio: R$ 23,00

cervejas para beber no frio fullers

FULLER’S GOLDEN PRIDE

Uma cerveja tão alcoólica quanto um vinho, Golden Pride é quase um romance, você precisa saborear cada minuto, sua degustação deve ser longa, os aromas e sabores desta cerveja vão evoluindo com o passar do tempo e ela vai ficando melhor em temperaturas mais mornas. Seu rico perfil maltado é bem balanceado com lúpulos cítricos e frutados, a fermentação com levedura inglesa traz ésteres em alta quantidade remetendo a ameixas secas e uva passas. Encorpada e quente por causa do álcool, de coloração cobre intensa, com baixa formação e retenção de espuma, colarinho bege e cremoso, aproveite cada gole!

Origem: Londres
Coloração: Âmbar
Teor alcoólico: 8%
Preço no Clube do Malte: R$ 39,90

Fonte: Crônicas do Agora – 20/05/2017

Curiosidades sobre o preço da cerveja

O preço da cerveja foi tema de recente debate na Alemanha, por conta dos valores cobrados na Oktoberfest de Munique. O responsável pela festa tentou, sem sucesso, limitar o preço do caneco de um litro a 10,70 euros.

Caro para a Alemanha

Em 2016, em algumas tendas o caneco de um litro custou até € 10,70. E na edição deste ano, o preço não deverá ser mais baixo. A prefeitura não aprovou a sugestão do vice-prefeito e responsável pela Oktoberfest, Josef Schmid, que queria congelar o preço máximo do caneco por três anos. O preço é alto para padrões alemães, mas em nível internacional, nem tanto.

Vários fatores influenciam o preço

Os visitantes da maior festa popular do mundo vêm de todos os cantos do globo e estão acostumados a outros preços. Eles nem se admirariam de ouvir que esta garçonete carrega cerveja no valor de 100 euros. O preço da cerveja depende do copo, dos impostos, local e do evento.

Só a metade

Enquanto o caneco de chope na Oktoberfest contém um litro da bebida, no resto do mundo a quantidade é menor. A Guinness é servida em copos de cerca de meio litro. Na Alemanha, o "pint" (copo) da especialidade irlandesa custa 6 euros.

Em Colônia, menos ainda

Nos copos de Kölsch, a cerveja de Colônia, cabem 200 ou 300 ml. O preço de um copo com 200 ml da típica cerveja coloniana custa, por exemplo, € 1,80 na tradicional cervejaria Früh.

38870467 303

Fácil de transportar

Comparado ao trabalho da garçonete de Munique, o garçom em Colônia carrega uma carga bem mais leve e barata, pois o preço do litro é bem mais baixo: cerca 8,80 euros.

Trabalho pesado

A quantidade de canecos cheios carregados pelas garçonetes da Oktoberfest de Munique é uma atração à parte. Ao menos vale a pena, considerando que a gorjeta é proporcional ao preço da cerveja.

Impostos encarecem a cerveja

Nos países escandinavos não se bebe tanta cerveja quanto na Oktoberfest de Munique, mas isso não se deve ao fato de seus moradores serem abstinentes. As bebidas alcoólicas lá sofrem uma tributação tão alta que são produtos muito especiais. Para comprar bebidas com teor alcoólico superior a 3,5%, os suecos precisam ir a uma loja estatal, chamada "Systembolaget".

Já na Alemanha...

... a cerveja é barata em relação a outras bebidas. Um litro de cerveja "no-name" já se encontra em supermercados baratos a partir de € 1,50. A concorrência é tão grande que, na hora de comprar, muitos consumidores usam como critério o preço em vez da qualidade.

38870227 303

Lugar ideal para apreciar

O bebedor esperto não só compra barato, como também escolhe o local ideal para beber. No bar do hotel, é claro que a bebida é mais cara. E do minibar, mais ainda. Os dois da foto escolheram um local tranquilo em que com certeza não precisam gastar mais.

38871045 303

Mais barato ainda

Estes três são mais espertos ainda. Eles não só pouparam ao comprar a cerveja, como ainda usam a caixa como banco. Será que eles pagariam € 10,70 pelo litro na Oktoberfest? Vejamos uma tabela que compara os preços em vários países.

38883258 303

Comparação internacional

Aqui vemos que o preço na Oktoberfest até nem é tão alto! Mas o campeão mesmo é a Noruega, onde o litro de cerveja custa € 20,98! Não o incluímos no gráfico pois seria difícil manter as proporções.

A origem do nome

O caneco de um litro é mais comum na Baviera, onde ele é chamado Maßkrug. O termo Maß (ß tem som de "ss") significa "medida". Trata-se de uma antiga unidade de medida que na Europa do século 19 correspondia a 1,069 litros de volume e que no sistema métrico passou a ser considerado um litro. Quem não quer logo beber um litro, pode pedir a metade, "eine halbe Maß".

Fonte: Deutsche Welle – 22/05/2017