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Informação nunca é demais! Ainda mais quando se trata de cerveja!

Aqui abrangemos Novidades, Dicas e conhecimentos diversos do mundo cervejeiro.

 

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Este copo promete manter a cerveja gelada até o último gole

Produto preserva a temperatura da bebida por um longo período de tempo

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(HydroFlask/Reprodução)

São Paulo – Um copo que preserva a temperatura da cerveja por um longo período de tempo é o mais novo produto desenvolvido pela HydroFlask – empresa especializada em garrafas e outros recipientes térmicos.

Batizado de True Pint, o copo possui isolamento TempShield, que elimina a condensação e mantém o líquido sempre na mesma temperatura. Já a base é feita de aço inoxidável, livre de BPA e outros componentes químicos.

Disponível em várias cores, o True Pint é vendido no site da HydroFlask por 24,95 dólares e tem garantia vitalícia.

Assista ao vídeo e conheça mais detalhes do produto: https://vimeo.com/156513935

Fonte: Exame.abril – 16/07/2017

Tem tanto ingrediente possível para fazer uma boa cerveja que dá pra criar um abecedário cervejeiro

Das mais fracas e comuns às mais encorpadas e complexas em seus sabores, a cerveja é uma bebida tão cheia de possibilidades em seu sabor e em sua feitura quanto é popular em suas fórmulas mais clássicas. Com a popularização também de versões mais artesanais e elaboradas da bebida, aumentam também os ingredientes com os quais é hoje possível se fazer uma cerveja – aumento proporcional à variação de gostos e à quantidade de possibilidades em sabores ofertados no Brasil.

Assim, é possível desenvolver um verdadeiro abecedário de ingredientes (mais populares ou mais exóticos) com quais é e pode ser feita a cerveja. De A a Z, do trigo e água ao milho, passando pelo gengibre, pela rapadura e chegando até na formiga, o abecedário da cerveja ilustra o quão versátil a bebida é, assim como pode ser a criatividade humana na hora de criar e desenvolver as coisas que mais lhe dão prazer.

Água: Não é exagero afirmar que a água é o ingrediente mais importante na produção da cerveja, tanto na quantidade quanto na qualidade – compondo aproximadamente, 90% da bebida. E graças às tecnologias de tratamento da água utilizadas na indústria cervejeira atualmente, é possível obter a água ideal para a produção dos diferentes estilos.

EDIT Banana

Banana: fabricada pela cervejaria inglesa Charles Wells, a Banana Bread Beer é uma cerveja Ale com teor alcoólico de 5,2%. Com a adição de banana durante a fermentação, a bebida ganha notas intensas da fruta nos aromas e no paladar.

Cevada: seus grãos são a alma da cerveja e serão transformados em malte, que contribuirá para diversas características da bebida, como a cor, o corpo e os aromas. Quando uma cerveja se diz “puro malte”, quer dizer que é feita com “puro malte de cevada”.

Damasco: As cervejas do tipo Saison são um verdadeiro parque de diversões para os mestres-cervejeiros. Leves, frutadas e refrescantes, essas Ale surgidas na Bélgica podem possuir frutas entre os ingredientes. A Dádiva Saison Printemps, uma cerveja de edição limitada feita no interior de São Paulo, por exemplo, recebe a adição de damasco na produção.

Especiarias: A “escola belga” de produção de cervejas se caracteriza há vários séculos pela criatividade e a diversidade no uso de ingredientes. Por sua diminuta área territorial e localização estratégica – no meio da rota entre Holanda, França e Reino Unido – o país se beneficiou historicamente de produtos comercializados ali, como frutas e especiarias. É por isso que em vários tipos de cerveja belga estão presentes sementes de cominho, cravo e de coentro, que conferem aromas e sabores à bebida.

Formiga: Acredite, até formiga já foi parar na receita de uma cerveja brasileira. Em 2013, foi lançada em São Paulo a Saúva, uma Saison caseira e de produção limitada, em cuja receita foram utilizados figo, tucupi e formigas saúvas.

Gengibre: Lançada em 2015 em uma edição limitada de 2.000 litros, a Wäls Saison D´Alliance foi produzida em Belo Horizonte, para celebrar a parceria entre a Wäls e a cervejaria Ambev. Em sua composição foram usados gengibre, sálvia e hortelã.

Hortelã: Assim como a Wäls Saison D´Alliance, outra cerveja brasileira feita com essa erva é a Profeta Weiss, elaborada com trigo e hortelã.

Iogurte: Uma microcervejaria da Nova Zelândia e duas americanas testaram o uso de iogurte, no lugar de outras leveduras, na produção de suas “sour beers” (cervejas azedas) com o objetivo de reduzir o tempo de fermentação que, nesses estilos, é longo.

EDIT Jasmin

Jasmim: A microcervejaria Elysian, de Washington (EUA), elabora a IPA Avatar Jasmine, uma cerveja de corpo médio e 6,3% de álcool, em que flores secas de jasmim são adicionadas na produção.

Lúpulo: Essa flor da família das canabidáceas – a mesma da maconha, mas que não tem efeito entorpecente – é responsável pelo aroma e amargor da cerveja. Sua maior ou menor quantidade na produção irá definir se uma cerveja é mais ou menos amarga.

Milho: É um cereal amplamente utilizado na produção de cerveja há centenas de anos, no mundo todo. Ele deixa a cerveja mais leve e refrescante, e está presente nas marcas mais vendidas no mundo, entre elas Skol e Brahma (Brasil), e Corona (México).

Noz-moscada: Os monges que fabricam as cervejas do tipo Trapista (nos monastérios da Bélgica) utilizam em suas cervejas supercultuadas ingredientes alternativos como coentro, pimenta e até mesmo pitadas de noz-moscada.

EDIT oregano

Orégano: Produzida nos EUA, a Mamma Mia Pizza Beer se apresenta como uma “cerveja de pizza”. A receita inclui farinha, molho de tomate, alho, manjericão e orégano.

Priprioca: A microcervejaria Amazon Beer, de Belém (PA), produz cervejas com ingredientes típicos da Amazônia. Uma delas é a Red Ale feita com priprioca, uma erva aromática muito usada na indústria de cosméticos. Na composição da cerveja é utilizada a raiz, da qual é extraído um óleo.

Quinoa: Cereal típico do Peru e da Bolívia, e conhecido pelos Incas, é usado pela comunidade indígena Aymara na produção de cervejas locais.

EDIT Rapadura

Rapadura: A cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto, produz a Colorado Indica, ganhadora de vários prêmios – uma IPA inspirada na escola inglesa, lupulada e alcoólica –, em que lança mão de rapadura entre os ingredientes.

Sorgo: Pouco conhecido no Brasil, o sorgo é um grão largamente utilizado na África, tanto para a alimentação humana como para ração animal, devido à sua resistência às condições severas de clima – no caso, calor e escassez hídrica. Para a produção de cerveja, é utilizado in natura ou malteado.

Trigo: O trigo é a base das cervejas do tipo Weiss, da escola alemã. São leves, refrescantes e têm aroma de cravo e de frutas Entre as marcas mais conhecidas está a tradicional Franziskaner (desde o século 14).

Uva: Na Serra Gaúcha, principal região produtora de vinhos no Brasil, a cervejaria Petronius Beverage lançou em 2015 a Schatz Muskat, uma cerveja elaborada com uvas moscato.

EDIT viagra

Viagra: Em 2011, a cervejaria escocesa BrewDog apresentou a Royal Virility Performance, uma cerveja de edição limitada, produzida com o que chamou de “viagra herbáceo”, entre outros supostos afrodisíacos.

EDIT xarope

Xarope: Produzida no estado do Oregon (EUA), a Rogue Voodoo Doughnut Bacon Maple Ale mistura bacon e xarope de bordo (o tradicional maple syrup, usado nas panquecas doces americanas).

Zimbro: Original da Finlândia, o Sathi é um estilo de cerveja que mescla cereais malteados e não-malteados, entre eles cevada, centeio, trigo e aveia. Para incrementar o aroma, costuma-se acrescentar bagas de zimbro na receita.

Fonte: Hypeness – 11/07/2017

A cerveja da Idade Média é igual a que bebemos atualmente?

Você já imaginou como as cervejas eram feitas e consumidas há quinhentos mil anos? Será que o gosto era parecido com o da bebida que tomamos hoje? Uma história curiosa e um tanto surpreendente pode ajudar na busca por respostas. Há cerca de seis anos, cinco garrafas do líquido foram encontradas a quase 50 metros de profundidade no mar Báltico. Os recipientes, de cor marrom, estavam cheios, devidamente lacrados e, concluiu-se, estavam lá há duzentos anos. Apesar das distorções provocadas pelo tempo, eram garrafas de uma Red Ale, com características semelhantes às que tomamos atualmente.

A descoberta confirmou uma informação importante: as cervejas da família Ale, ou seja, fermentadas em temperaturas mais altas, dominaram a produção mundial por milênios. Na Alemanha, por exemplo, até o século 16, era impossível encontrar um exemplar das famosas Helles, Dunkel ou Bock. Além disso, durante muitos anos, a produção era estritamente doméstica, para o consumo da família.

GRUIT

Gruit: mistura de ervas usada para fazer cerveja

À medida que o processo foi sendo aprimorado e o produto chegava às tabernas, cresciam os olhos dos senhores feudais e da Igreja Católica, que viram na cerveja uma fonte de lucro… e de prazer. Os bebuns daquela época não faziam muito esforço para esconder o estado eufórico que o álcool produzia. Dizem até que alguns religiosos chegaram a vomitar a hóstia durante os cultos.

Bizarrices à parte, vale lembrar que, na Idade Média, tomar o líquido fermentado era um dos hábitos mais seguros, já que o processo de produção exigia uma etapa de fervura. Fervida, a bebida estava livre de contaminações. E foi justamente pensando em preservar a saúde dos alemães que os governantes criaram algumas regras que deixaram resquícios culturais cultivados até hoje.

Evitar a exposição da cerveja era lei e, por isso, os bebedores inventaram uma caneca com tampa articulada. Como o vidro ainda era um material muito raro, os recipientes, chamados de “stein”, eram feitos de madeira, pedra, metal, cerâmica ou porcelana.

Ingredientes estranhos
Acelerando a máquina do tempo e voltando mais de mil anos, é possível encontrar registros do uso de mel, zimbro e frutas vermelhas na produção de cervejas. Na verdade, atenuar o gosto forte da bebida era um grande desafio. Como nessa época o lúpulo não fazia parte da lista de ingredientes, a alternativa encontrada na Europa foi usar uma mistura de ervas que recebeu o nome de “gruit”. A fórmula era super secreta e variava de acordo com as plantas disponíveis em cada estação.

Com a descoberta das vantagens do lúpulo, as cervejas ganharam mais sabor e puderam ser conservadas por muito mais tempo. Afinal, a capacidade de preservar as características da bebida é uma das principais propriedades da espécie.

Para termos uma ideia das dificuldades enfrentadas por esses verdadeiros alquimistas, basta lembrar que milhões de litros de cerveja foram feitos sem a ajuda de equipamentos que hoje são considerados básicos, como, por exemplo, termômetro e hidrômetro. Cada produção era uma verdadeira aventura.

Fonte: Metrópoles – 07/07/2017

Amargo é ruim? Aprenda dicas para consumir cervejas mais fortes

É preciso treinar o paladar antes de sair tomando bebidas muito amargas

Tomar café puro, sem franzir a testa ou fazer careta, é praticamente impossível para quem não abre mão da bebida adoçada. Mais do que uma questão de gosto ou hábito, a preferência por alimentos doces pode estar relacionada a um passado esquecido: o período da amamentação! Além de habituadas com o gosto docinho do leite, as crianças têm mais papilas gustativas que os adultos. Isso significa que o amargo é sentido com mais intensidade por quem tem idade de apenas um dígito.

Outro fator que ajuda a explicar as sensações motivadas por estímulos ao paladar pode estar relacionado a um mecanismo de defesa do corpo. Pesquisas mostram que a rejeição ao sabor amargo nada mais é que uma reação do cérebro a um alimento que pode ser venenoso. Normalmente, venenos não são docinhos, certo?

Seja qual for a teoria usada para desvendar os mistérios do paladar, nós estamos aqui para te ajudar a vencer esse bloqueio, principalmente quando ele está relacionado à cerveja. O primeiro passo é entender como o nível de amargor é calculado nas cervejas e de que forma essa informação costuma ser repassada ao degustador.

Em muitos rótulos de cerveja você vai encontrar a sigla IBU, que significa International Bitterness Units. Trata-se da unidade de medida de uma escala de amargor calculada de acordo com três variáveis: o peso total de lúpulo usado na receita, a percentagem de alfa-ácidos liberados durante o processo e a quantidade de cerveja produzida.

Oficialmente, esse índice varia de 0 a 120. Quanto maior o IBU, mais amarga é a bebida. Enquanto uma Pilsen comum tem cerca de 5 IBU, uma IPA não terá menos de 50. Outra informação importante: quanto maior a proporção de malte em relação ao lúpulo e à água usada na receita, mais alcoólica e doce tende a ser a cerveja."

Claro que maltes torrados e defumados contribuem com sabores mais achocolatados, defumados e até mesmo amargo. Ainda assim, vale a regra, buscar bebidas escuras pode ser uma boa alternativa para quem quer acostumar o paladar a sabores mais intensos e não está a fim de se aventurar no lado amargo da vida.

Outra dica é sair da zona de conforto. Quando estiver em um bar ou em uma loja de cervejas especiais, escolha uma que seja um pouco diferente das que você está acostumado. Vá com calma, não precisa ser um estilo extremo, mas suba um pouquinho o nível de amargor ou deixe-se levar por uma receita mais ousada, mesmo que seja pedindo uma pequena dose. Já parou para pensar o quanto é divertido descobrir novos sabores? Sentir um gosto pela primeira vez? Se joga, vai!

É tudo uma questão de treino
Pelo que vimos e sentimos ao longo desses cinco anos trabalhando com cerveja, arriscamos dizer que é possível treinar o paladar para sabores mais intensos ou diferentes do que estamos acostumados. Eu, Marina, lembro a primeira vez que tomei uma Sour Beer. Foi em São Francisco, na Califórnia, e odiei! Não conseguia chamar aquilo de cerveja, era azedo e estranho demais.

Invicta 1000 IBU

Invicta 1000 IBU: vai encarar?

Meses depois, fiz novas tentativas no Festival de Cerveja, em Blumenau. Não foi aquele susto, mas ainda assim era esquisito demais pra mim, meu cérebro ainda não aceitava aquelas informações com naturalidade e sensação de prazer. Aos poucos fui experimentando outros rótulos e a percepção do sabor começou a mudar. O azedo deixou de ser uma característica ruim e eu comecei a associar esse tipo de receita a uma sensação de refrescância. Hoje, Sour Beer é um dos meus estilos preferidos.

Por fim, um desafio: experimente a cerveja Invicta 1000 IBUs. Há quem diga ser impossível alcançar esse índice. Será que eles conseguiram?

Fonte: Metrópoles – 14/07/2017

Cerveja com manga e chope tecnológico: companhias aéreas inovam em voos

Aviões geralmente são relacionados a bebidas e comidas ruins. E há uma explicação científica para tal fato. Mas é possível ver um movimento de companhias aéreas para mudar esse conceito nos últimos anos. Alguns dos exemplos podem ser vistos abaixo, como as parcerias entre cervejarias e companhias aéreas para entregar bebidas personalizadas aos passageiros.

Cerveja artesanal

Pensando em como a altitude altera o paladar dos passageiros, a asiática Cathay Pacific declara ser a primeira companhia aérea do mundo a criar uma cerveja artesanal para seus voos. A parceria com a cervejaria Hong Kong Beer Co rendeu a Betsy, nome dado em homenagem à primeira aeronave da empresa, um rótulo tipo ale com ingredientes selecionados do Reino Unido e Hong Kong que, segundo declaração da empresa, pode ser degustado tanto em solo como nas alturas.

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Cathay Pacific afirma ser a primeira companhia aérea a servir cerveja artesanal em voos. Foto: Divulgação

Rótulo com manga

Mas oferecer cerveja em voos não é uma exclusividade da Cathay Pacific. Os passageiros da classe executiva da Scandinavian Airlines podem degustar durante a viagem uma cerveja criada para eles exclusivamente pela cervejaria dinamarquesa Mikkeler. A parceria, que foi formada em 2014, já rendeu alguns rótulos para serem consumidos em altas altitudes, como a Sweet and Sour, cerveja feita com manga que contrasta com a acidez da fermentação natural.

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Scandinavian Airlines oferece alguns rótulos de cerveja, entre eles a Sweet and Sour. Foto: Divulgação

Chope tecnológico

A companhia aérea holandesa KLM, por sua vez, oferece chope em alguns voos desde agosto de 2016. A prática, se considerarmos a técnica tradicional de se fazer chope, é desaconselhada em aviões, pelos riscos de se ter gás carbônico para a pressurização da bebida dentro da aeronave. Assim, em conjunto com a Heineken, a KLM desenvolveu uma tecnologia para utilizar ar da cabine para a pressurização, chamada de The BrewLock.

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Heinekem e KLM desenvolveram tecnologia exclusiva para oferecer chope em voos. Foto: Divulgação

Fonte: Gazeta do Povo – Bom Gourmet – 09/07/2017

Sem culpa! Cientistas criam cerveja funcional com lactobacilos vivos

Cientistas da Universidade de Cingapura fizeram a bebida fermentada com “bactérias do bem” que regulam a flora intestinal

Um copo de cerveja bem gelada pode ajudar a melhorar a sua saúde e impulsionar a sua imunidade. Depois do kefir (leite ou água fermentados em uma cultura de bactérias) e do kombucha, uma mistura de chá e kefir, cientistas asiáticos agora criaram uma cerveja funcional probiótica.

Assim como os primos “fitness” citados acima, ela é fermentada com micro-organismos vivos que ajudam a regular a resposta do sistema imunológico, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Embora os benefícios dos alimentos probióticos já sejam bastante conhecidos, não existe no mercado ainda nenhuma cerveja com essa propriedade. Isso porque o próprio processo de fermentação da bebida impede o crescimento e sobrevivência das bactérias.

Para finalmente chegar ao produto, os cientistas da Universidade de Cingapura tiveram que cultivar o probiótico e a levedura em culturas puras e alteraram o processo comum de fabricação e fermentação da cerveja. Assim, conseguiram manter os lactobacilos vivos.

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NATIONAL UNIVERSITY OF CINGAPORE

A bactéria usada foi a do ácido lático, fermentada nos açúcares presentes no mosto (o resultado do cozimento do malte).

À BBC, Chan Meu Zhi Alcine, responsável pelo estudo, disse que o produto final, que leva cerca de um mês para ficar pronto, tem sabor ácido e marcante e teor alcoólico de cerca de 3,5%.

A universidade já patenteou a receita e agora os pesquisadores buscam parceiros na indústria para espalharem suas cervejas “saudáveis” no mercado. Alguém se voluntaria?

Fonte: Metrópoles – 05/07/2017