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Notícias de Mercado Microcervejarias

Notícias de Mercado - Microcervejarias

Esta seção apresenta as principais notícias do mercado das cervejas artesanais, nacionais e internacionais, sendo o conteúdo de responsabilidade exclusiva das fontes citadas.

Pernambuco fortalece turismo do álcool

Não são só as vinícolas do Vale do São Francisco, no Sertão, que têm potencial de roteiro turístico. Zona da Mata e Litoral começam a mostrar sua força com a cachaça e a cerveja

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Em um mês, as visitas rendem mais de R$ 100 mil em vendas de produtos à Carvalheira (Foto: Felipe Ribeiro/ JC Imagem)

Na terra dos altos coqueiros, não são apenas as belezas naturais, o melhor Carnaval em linha reta da América Latina e a cena cultural rica que encantam quem está de passagem. Se visitar Pernambuco, prepare-se também para agradar o paladar e encher o copo: apesar de pouco explorada, o Estado tem uma rota invejável para o turismo de bebidas alcoólicas que vai além das tradicionais vinícolas do Vale do São Francisco, no Sertão, e passa pelas fábricas de cerveja e de cachaça na Zona da Matae Região Metropolitana do Recife.

Na fábrica da “marvada” mais tradicional do Estado, a Pitú, o centro de visitação é antigo e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 13h. No espaço, localizado em Vitória de Santo Antão, Mata Sul, logo na entrada os visitantes já se deparam com um alambique de 1938, de propriedade do Engenho Arandu do Coito, usado na preparação da cachaça que encheu as primeiras garrafas da Pitú. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, mais de 300 pessoas visitam a fábrica mensalmente. As visitas, gratuitas, podem ser agendadas através do telefone (81) 3523.8066.

“Existe uma demanda do consumidor de se aproximar cada vez mais da marca. Então nós trazemos esse modelo europeu de visitação e abrimos a fábrica para quem quer conhecer o processo de fabricação da cerveja”, explica um dos sócios da cervejaria artesanal pernambucana DeBron, Eduardo Farias. A fábrica, localizada em Prazeres, Jaboatão dos Guararapes, também abre as portas para os visitantes se familiarizem com a matéria-prima, os meios de produção da bebida artesanal, o engarrafamento, e mais. Os grupos são recebidos sempre aos sábados nos horários das 10h e 11h. A entrada é gratuita, mas a degustação, cobrada.

RECIFE

Na Imbiribeira, Zona Sul do Recife, a Cachaçaria Carvalheira também recebe pernambucanos e turistas para conhecer em detalhes sua produção e os proprietários do negócio já têm consciência de que esta é uma chance de tornar a marca cada vez mais conhecida. “São geralmente turistas que passaram por Porto de Galinhas que vêm à cachaçaria através de um city tour. Recebemos cerca de 150 pessoas por dia das 9h até as 18h”, explica o empresário Eduardo Carvalheira. “Mostramos equipamentos antigos, como a moenda de madeira, o processo de destilação, nosso parque de envelhecimento da cachaça e temos também uma oficina de caipirinha”, completa. Ao fim do tour, os visitantes são conduzidos a uma loja, cujo ticket médio de consumo é de R$ 25. Ou seja, em um mês, as visitas rendem mais de R$ 100 mil em vendas de produtos à Carvalheira.

NICHO

O grande número de visitantes se deve a uma parceria realizada com a agência Luck Viagens, uma das poucas empresas do setor que perceberam a importância de ir além da rota dos vinhos no Estado. De acordo com o diretor de marketing da empresa, a inclusão da cachaçaria nos roteiros agrega valor à experiência dos viajantes. “A cachaça faz parte da nossa história enquanto Estado, e incluí-la nos nossos city tours enriquece ainda mais o roteiro”, diz sobre a importância do turismo do álcool.

Fonte: JC Online – 16/07/2017

Schatz Bier lança linha de cervejas de inverno

Rótulo que leva café, a Schatz Coffee Ale, é feito com grãos orgânicos do Café do Mercado

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É só o frio chegar que a gente já começa a procurar comidas e bebidas que combinem com a estação. Pensando nisso, a Petronius Beverages, de Caxias do Sul (RS), lança duas cervejas ideais para serem apreciadas no inverno. “Essas cervejas levam duas matérias-primas que são minhas paixões. O carvalho, que sempre usei nos destilados que produzi e que está presente na minha bebida favorita, o whisky, e o café, onde uso uma técnica de um antigo licor que eu fazia na década de 1980”, conta Emílio Kunz Neto, alquimista da Petronius.

Se no inverno não pode faltar café, a Petronius resolveu colocar na cerveja os aromas da bebida. Buscou na tradicional marca do Café do Mercado os grãos usados na Schatz Coffee Ale. “É uma cerveja que expressa o que a natureza tem melhor. Usamos cereais selecionados, água da chuva, lúpulo e café orgânico. Escolhemos os grãos do Café do Mercado pela qualidade dos cafés deles”, explica Emílio. Das montanhas do Espírito Santo, veio o café escolhido para produzir a cerveja: um blend de grãos orgânicos selecionados, de fazendas certificadas. "O café Montanhas tem um toque suave, deixando a bebida muito equilibrada e aromática. É uma cerveja de café muito fácil de beber", explica Clóvis Althaus Júnior, diretor do Café do Mercado.

Da Escócia veio a inspiração para criar a Schatz Oak Scotch. Uma scotch encorpada, com a complexidade aromática que a natureza oferece com a sua mais nobre madeira. A cerveja leva apenas ingredientes naturais: cereais selecionados, água da chuva, lúpulo e carvalho com grau de tosta ideal para o estilo. As duas cervejas têm a mesma base usada para elaborar o malte whisky. Kunz Neto buscou inspiração nas receitas do avô, do início do século passado. A Schatz Coffee Ale e a Schatz Oak Scotch estão à venda em lojas especializadas. O preço sugerido é R$ 26. 

Seis gerações 

O projeto familiar resgata a história de seis gerações de produtores de bebidas no Brasil. A Petronius Beverages, dos sócios Emílio Kunz, Júlio Cesar Kunz e Augusto Kunz, foi fundada há três anos, mas a paixão pela arte de produzir bebidas da família começou muito antes, em 1846, ainda na Alemanha, quando Johann Philipp Kunz deixou o pequeno vilarejo de Bierkenfield, na Prússia, e veio ao Brasil. Os primeiros antepassados foram responsáveis pelas primeiras receitas de destilados que levaram o nome da família.

Para receber a sede da Petronius Beverages, a família escolheu uma propriedade de rara beleza, no interior de Caxias do Sul, em São Valentim da 2ª Légua. Uma região cercada pela natureza, onde mantém história e contemporaneidade em perfeita harmonia. Na propriedade, está também a casa mais antiga da cidade, construída pelos primeiros imigrantes italianos em 1876. Hoje, a Petronius já está presente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás com as cervejas Schatz e a cachaça de alambique Serigote.

Fonte: Revista Amanhã, por Marcos Graciani – 06/07/2017

Cachaça Leblon se uniu à cerveja Jeffrey para criar um drinque que é a cara do Rio

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Cachaça Leblon e a Jeffrey: juntas num drinque exclusivo! || Créditos: Divulgação

Quem disse que cerveja e cachaça não dão samba? Que o Rio de Janeiro é um dos lugares mais lindos e encantadores do mundo a gente já sabe, mas definir o DNA desse lifestyle único sempre foi um desafio, superado agora com a ajuda de duas marcas que Glamurama adora: Cachaça Leblon e a cerveja Jeffrey se uniram num formato totalmente inusitado para apresentar à disputada ponte aérea Rio-São Paulo, e ao mundo todo, uma inovadora receita de drinque.

Essa união inusitada tem como principal objetivo expressar o frescor da cidade, o charme discreto da sua beleza natural e a alegria da sua gente. O sabor vai nascer de uma mesa criativa – um formato de beerstorming exclusivo da cerveja artesanal Jeffrey que acontece na próxima segunda-feira de forma inédita, com a Cachaça Leblon potencializando o sabor de uma cerveja. Marcela Rezende, Diretora Global da Leblon; o embaixador global da cachaça e mixologista Alex Mesquita e os sócios da Jeffrey: Gilson Val, Renato Tonicha e Eduardo Brand, vão se reunir para dar vida a essa nova e inusitada bebida que vai ser apresentada com exclusividade na loja-conceito da cervejaria no coração do Leblon, um dos bairros mais charmosos do Rio, no dia 15 deste mês, durante um evento cultural com bandas e atrações mil.

O melhor é que o drinque será vendido no Rio e em São Paulo, além de Nova York, cidade onde a Cachaça Leblon já virou queridinha da turma cool. E mais: outros países deverão receber a criação até o fim do ano, levando a experiência mundo afora. Fique ligado por aqui que vamos acompanhar tudo de perto!

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Mesa criativa que servirá de base para a criação do drink feito com Cachaça Leblon e cerveja Jeffrey || Créditos: Divulgação

Fonte: Glamurama – 06/07/2017

Cervejaria Edelbrau lança novo rótulo com inspiração belga

Perto de completar seu sexto aniversário, a Cervejaria Edelbrau de Nova Petrópolis/RS lança este mês ao mercado o seu mais novo rótulo: trata-se de uma Belgian Dark Strong Ale.

De cor âmbar-escuro, a Belgian Dark Strong Ale é uma cerveja complexa e encorpada, inspirada nas versões trapistas da Bélgica. No aroma e sabor, apresenta notas de caramelo, cereais tostados e frutas passas, como ameixa e uva. Equilibrada e aveludada no paladar, combina com carnes de caça, queijo gorgonzola, além de sobremesas à base de caramelo e chocolate ao leite.

Este é o terceiro rótulo da família de cervejas escuras da Edelbrau, que conta também com a Dunkel e a Winter, essa última uma Oatmeal Stout sazonal, produzida apenas nos meses de inverno.

A Belgian Dark Strong Ale começará a ser vendida na loja de fábrica da Edelbrau e em bares selecionados do Rio Grande do Sul a partir da próxima quinta-feira, 13 de julho. Envasada em garrafas de 500 ml, cerveja apresenta 8,3% de teor alcoólico e 24 IBU.

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Foto: Estéfani Hobus

Fonte: Revista da Cerveja – 06/07/2017

'Mulheres Cervejeiras' lançam a 1ª cerveja que incentiva o empoderamento feminino

'Sofremos preconceito de que mulher não sabe produzir cerveja, que é uma atividade masculina', disse representante; lançamento será em Curitiba.

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'American Pale Ale – Mulheres Cervejeiras' vai ser lançada neste sábado (8) (Foto: Daiane Santos/Arquivo pessoal)

Em franca expansão, o mercado cervejeiro ganha espaço em Curitiba. No primeiro semestre de 2017, 30 bares de cervejas artesanais foram abertos na cidade, segundo a Associação das Microcervejarias do Paraná (Procerva).

No meio deste setor efervescente e, ainda, mais masculino do que feminino, as mulheres têm conquistado espaço. Elas estão mais presentes nos eventos, representado 40% do público, de acordo com a Procerva, e também assumiram o comando do preparo.

Há inclusive um coletivo, o "Mulheres Cervejeiras", criado na capital paranaense, que quer mostrar o empoderamento feminimo no universo cervejeiro.

Mulheres Cervejeiras

"É um mercado muito novo, ainda mais quando a mulher está apresentando. Buscamos o empoderamento no mercado de trabalho no ramo cervejeiro, porque ainda é um ramo muito masculino. Sofremos preconceito de que mulher não sabe produzir cerveja, que é uma atividade masculina", disse a digital influencer Daiane Santos, de 22 anos, uma das representantes do movimento.

Para o coletivo, que existe há aproximadamente um ano e meio, o preparo de uma bebida pode representar o conceito do emponderamento feminino no ramo. E isso se consolida com American Pale Ale Single Hop Amarillo, que será lançada, em Curitiba, neste sábado (8).

O rótulo é a primeira cerveja oficial do movimento.

"Nossa intenção é dar voz às mulheres que sonham trabalhar nesse mercado", afirmou Daiane.

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Daiane Santos, de 22 anos, é uma das representantes do movimento 'Mulheres Cervejeiras', que surgiu em Curitiba (Foto: Daiane Santos/Arquivo pessoal)

A digital influencer explicou como a confraria se tornou um movimento: "Surgiu aqui em Curitiba, quando nos reuníamos para degustar cerveja. Encontramos especialistas e recebemos o apoio de cervejarias. É um movimento que hoje está em todo o Brasil. A ideia é orientar as mulheres para que tenham uma experiência de degustação".

A cerveja

A receita da "American Pale Ale – Mulheres Cervejeiras" é de uma cervejeira de Uberlândia (MG) e foi preparada com a colaboração da cervejaria República de Curitiba, que fica em Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense.

"Não somos uma cervejaria. Fizemos em parceria com a República de Curitiba. Convidamos uma menina de Uberlândia, que faz a parte da confraria e que tinha a receita, e produzimos a cerveja", contou Daiane.

Os 500 litros da bebida foram feitos em maio durante três workshops, com a presença de 40 pessoas.

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Cerveja foi produzida em maio (Foto: Arquivo Pessoal/Daiane Santos)

Lançamento

O lançamento da "American Pale Ale – Mulheres Cervejeiras" será em um bar que tem uma mulher como beer sommelier.

Marilise de Oliveira, de 30 anos, largou a carreira na área de recursos humanos em São Paulo para iniciar uma empreitada empreendedora. Com dois sócios, Marilise abriu o Hendrix Brew House, que é uma "casa da cerveja", em Curitiba, em dezembro de 2016.

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Marilise de Oliveira, de 30 anos, resolveu empreender no segmento cervejeiro; ela é uma beer sommelier (Foto: Marilise de Oliveira/Arquivo pessoal)

No local, são vendidos chopes e cervejas artesanais locais e também de outras regiões. Além disso, há a intenção de produzir a própria cerveja, mas, por enquanto, este plano ainda não foi colocado em prática.

"Eu trabalhei om RH [recursos humanos] por 12 anos. Quando olhava a longo prazo, não era com RH que eu queria continuar trabalhando, mas não sabia fazer outra coisa da minha vida. Procurei um caminho de afinidade. Gosto de tomar cerveja. Encontrei o Instituto de Cerveja [em São Paulo] e tomei a decisão de fazer o curso de sommelier. Fui fazer por hobby, mas o curso tem uma robustez muito grande e aquilo me abriu os olhos e me deu coragem", contou a empreendedora.

A partir dessa experiência, Marilise percebeu o aumento da quantidade de mulheres no ramo cervejeiro. "Vi no curso que, pelo menos, 40% da turma era de mulheres. Tinha um 'pré-conceito' que teriam poucas mulheres. À medida que fui entrando no meio, percebi um número grande de mulheres ativas no segmento, nomes de referência. Há apoio do empoderamento no meio cervejeiro", relatou.

'Paladar não tem gênero'

Para Marilise, o preconceito acaba acontecendo mais entre os leigos – disse ao se referir a quem não faz parte do universo cervejeiro. Ela contou que, à frente do balcão do bar, precisa driblar a hostilidade com educação. "Paladar não tem gênero. Não tem cerveja para mulher ou para homem. Isso é o gosto de cada um".

A beer sommelier acompanhou todo o processo de produção da cerveja. Ela afirmou que o empoderamento feminino no mundo cervejeiro é uma bandeira do bar: "Estava no nosso plano de negócio".

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Cerveja será vendida em formato de chope no Hendrix Brew House (Foto: Marilise de Oliveira/Arquivo pessoal)

O mercado cervejeiro

Atualmente, o Paraná tem 51 cervejarias, contando com a fabricação cigana, que é quando existe uma parceria com uma cervejaria para que um cervejeiro produza a bebida. Segundo o diretor de marketing e comunicação da Procerva, Anuar Tarabai, nos últimos cinco anos, o setor quadriplicou no estado.

Por mês, são produzidos 400 mil litros de cerveja artesanal no Paraná. "Em Curitiba e na Região Metropolitana, só se produz cerveja artesanal", comemorou Tarabai.

Além disso, de 2011 até hoje, o estado coleciona 213 premiações nacionais e internacionais em rótulos de cervejas artesanais, também conforme a Procerva. "'Beba menos e beba melhor' é o nosso lema", disse o diretor de marketing e comunicação da associação.

Serviço

O lançamento da 1ª Cerveja Oficial do Mulheres Cervejeiras vai ser a partir das 18h no Hendrix Brew House, que fica na Rua Alberto Bolliger, nº 721, no Juvevê.

A cerveja vai ser vendida como chope por R$ 10 e R$ 14, em copos de 300 ml e 473 ml, respectivamente. A previsão é de que a versão em garrafa esteja disponível em 30 dias.

Não há entrada, porém, depois das 20h30, será cobrada a taxa de R$ 5 de couver artístico. A cantora Érica Geraldo e o guitarrista Diogo Mello farão um show com clássicos de Amy Winehouse e Janis Joplin, entre outros.

Fonte: G1 Paraná – 07/07/2017

Cervejas que simulam torta de limão e cocada são atrações de festa da Oceânica

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Lemon Cake e Yellow Cloud com fermento Conan são algumas das novidades da Oceânica | Divulgação

Você já deve ter ouvido por aí que cervejas harmonizam muito bem com comida. O que talvez você não esteja tão habituado são cervejas que simulam as características de um prato. Neste domingo, 16 de julho, uma cervejaria que tem apostado nessa tendência, a niteroiense Oceânica, irá apresentar suas novas receitas com essa pegada. Ela tem como referência outras marcas que investem no encontro da culinária com a cerveja, como Funky Buddha, da Flórida, dos Estados Unidos, e Omnipollo, da Suécia.

As novidades serão servidas no Dive In, festival que será realizado na Casa da Glória, na Zona Sul do Rio. A mais surpreendente delas (ao menos para quem ainda não provou) é a Lemon Cake, uma golden ale com limão e baunilha que simula uma torta de limão. O teor alcoólico é de 7,5%.

- A baunilha traz uma percepção de forte dulçor, mas, na nossa opinião, sem ser enjoativa - garantiu Rafael Bertges, que é um dos sócios da Oceânica.

A outra receita com pegada gastronômica é a Year Two, que comemora os dois anos da Oceânica. Trata-se de uma imperial porter com café, cacau e coco queimado, que foi envelhecida por cinco meses em barril de carvalho - e com 9,3% de álcool.

- A Last Snow (da Funky Buddha) é uma inspiração para a nossa Year Two, que lembra aquela cocada preta que vendem nos sinais de trânsito - compara Bertges. - O coco queimado fica bem evidente. Chegamos a entupir o fermentador de tanto coco. Para 800 litros de cerveja, foram 50 quilos de coco, que queimamos de um jeito bem artesanal.

Além da Lemon Cake e da Year Two, a Oceânica aproveitará o evento para lançar mais uma cerveja: a Yellow Cloud, uma New England APA, feita com a levedura Conan. Outras seis receitas da marca estarão engatadas: Deep Red Oak Aged (english barley wine), Slow Down (session IPA), Easy Dive (witbier), Born 2 Rock (imperial IPA), Slow Down com café (Session IPA com adição de café através de um filtro) e Easy Dive com tangerina e hortelão (witbier com adição de frutas).

O Dive In acontecerá de meio-dia às 21h do domingo, 16 de julho, com atrações musicais e opções de comida. Os ingressos custam a partir de R$ 20 antecipadamente (R$ 25 na hora). Quem levar uma garrafa da Year Two paga R$ 60. Duas custam R$ 95 e, três, R$ 120. No local, os chopes serão vendidos em copos de 300ml: Slow Down e Easy Dive a R$ 10, Born to Rock a R$ 14, Lemon Cake a R$ 16, Yellow Cloud a R$ 18 e Year Two e Deep Red a R$ 20. A Casa da Glória fica na Ladeira da Glória, 98, Rio de Janeiro.

Fonte: O GLOBO – 12/07/2017

Marcas de cervejas artesanais produzem juntas mais de 1 milhão de litros por mês em SC

Levantamento mostra que número de cervejarias no país aumentou 39,6% em 2016; 90% delas nas regiões Sul e Sudeste.

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Produção de cerveja artesanal cresce no país (Foto: Daniela Ayres/G1)

O mercado das cervejas artesanais está em plena expansão e, aos poucos, acontece uma revolução cervejeira no Brasil. A cada dia, novas bebidas artesanais são criadas para atender um público crescente e sedento por novidades. Mais leves e refrescantes ou com um gosto mais amargo, puro malte ou com uso de trigo, as cervejarias artesanais são uma verdadeira vocação do estado.

O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, atrás de Estados Unidos e China. E Santa Catarina tem mais de 50 marcas de cerveja que, juntas, produzem mais de um milhão de litros por mês de acordo com uma pesquisa da Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina (Acasc).

Dados da Acasc também revelam o crescimento do mercado das cervejas artesanais catarinenses: entre 2013 e 2016, o número de marcas mais que dobrou. Foram 28 novos negócios iniciados nesse período. Dos 42 entrevistados, apenas 14 começaram a sua trajetória de 1994 até 2012.

Destes, 35 possuem fábricas, seis são cervejarias ciganas (terceirizam a produção) e uma é brewpub (bar que fabrica a própria cerveja). As pesquisadas são responsáveis por 302 rótulos diferentes. Juntas as cervejarias que foram ouvidas investiram mais de R$ 22 milhões.

De acordo com o presidente da Acasc, Carlo Lapolli, esse crescimento se deu por uma mudança de comportamento do consumidor.

“O consumidor está aprendendo a apreciar a cerveja artesanal, um produto que prioriza o sabor e a qualidade. Mesmo com um preço mais alto, esse tipo de produto tem conquistado cada vez mais espaço nas prateleiras de empórios, mercados e nos restaurantes”, afirma.

De olho no grande potencial desse mercado, cada vez mais empreendedores investem no universo das cervejas artesanais.

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Empresário Valmir Zanetti (Foto: Daniel Zimmermann)

Cerveja Blumenau

Com menos de dois anos de história, a Cerveja Blumenau, nasceu junto com Festival Brasileiro de Cerveja, em Blumenau. Atualmente, tem 11 rótulos próprios e tem capacidade para produzir até 120 mil litros de cerveja por mês. “Estamos presente em mais de 2,8 mil pontos de venda em todo o país e a nossa capacidade de produção pode ser ampliada para até 400 mil litros por mês”, conta Valmir Zanetti, diretor da cervejaria.

A cervejaria também conta com o Bar da Fábrica, um espaço que comporta até 100 pessoas e onde os clientes podem avistar a produção dos rótulos da marca. “Mesmo com a crise nós acreditamos no momento e decidimos investir. Existem algumas dificuldades, como a questão logística, mas com criatividade a gente consegue driblar os problemas e crescer”, conclui o empresário.

A marca está presente em 19 estados e tem crescido mais de 100% desde a fundação. A expectativa é terminar 2017 produzindo 15 rótulos e alcançar o mercado internacional até 2019.

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Empresário Adilson Altrão (Foto: Daniel Zimmermann)

Schornstein

A cervejaria Schornstein, de Pomerode, está no mercado desde 2006. Mas, foi nos últimos anos que o diretor da cervejaria, Adilson Altrão, viu o negócio expandir. “Em 2005, a gente produzia 25 mil litros por mês, hoje, a nossa produção chega a 150 mil litros por mês e estamos presentes em todo o Brasil”, afirma o empresário.

Um dos grandes diferenciais da empresa é a inovação. A cervejaria acaba de lançar dois estilos de cerveja em lata e ainda este ano, deve inaugurar uma rede de beer trucks, para atender festas e eventos. “É preciso inovar toda hora, mas, não há dúvida que o crescimento só é possível por causa da qualidade do nosso produto”, revela.

A Schornstein tem mais de 60 produtos com a marca, inclusive um pão de cerveja, produzido a partir do bagaço da cerveja. A cervejaria cresceu 39% no ano passado, e para este ano a previsão de crescimento chega a 35%. Um dos fatores que contribuiu para o crescimento foi a nova fábrica, inaugurada em 2016. Entre os novos projetos está também a entrada no mercado de cervejas long neck em 2018.

Desafios do mercado

Um levantamento realizado pela Escola Superior de Cerveja e Malte, mostra que o número de cervejarias no país aumentou 39,6% em 2016. Foram 148 novas empresas. Até dezembro, elas produziram 13,8 bilhões de litros de 9.314 rótulos diferentes. Esses números comprovam que o mercado artesanal já representa quase 1% do total produzido no Brasil. Geograficamente, 90% das cervejarias estão localizadas nas regiões Sul e Sudeste.

Segundo Lapolli, um dos grandes desafios para o mercado artesanal é a alta carga tributária. “Cerca de 30% do preço final do produto são compostos por impostos. Estamos trabalhando para que a tributação seja igual à do vinho artesanal. Enquanto o vinho paga 4%, a cerveja artesanal paga 12%”, revela. A Acasc tem mais de 40 associados e a meta é chegar a 60 até o final de 2018. “No Brasil, o mercado das cervejas artesanais ainda é pouco representativo. Nos EUA, por exemplo, a cerveja artesanal representa 70% do mercado. Ainda temos um grande potencial a ser explorado”, conclui.

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Presidente da Acasc, Carlo Napolli (Foto: Divulgação)

Fonte: G1, Por Pricilla Back - 10/07/2017 

Eisenbahn prepara reality show sobre produção de cerveja caseira

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Foto: Felipe Carneiro, Agência RBS, BD

A Eisenbahn está preparando um reality show para aqueles que se aventuram em produzir cerveja caseira. Nove participantes concorrerão entre si em provas que envolvem as diferentes etapas de produção da bebida. O grande vencedor (ou vencedora) terá a sua receita produzida pela cervejaria, além de ganhar uma viagem para a Alemanha, com direito a acompanhante, e uma visita a Munique e ao circuito cervejeiro local.

O programa será produzido pela Endemol, empresa responsável pelo Big Brother Brasil. As inscrições abrem nesta segunda-feira pelo site www.mestrecervejeiro2017.com.br, onde também é possível consultar o regulamento completo.

Ainda não se sabe como funcionará a exibição – no regulamento, a companhia diz que o programa pode ir ao ar na TV aberta ou fechada, no Brasil ou no exterior, ou pela internet. Mais detalhes sobre isso devem ser conhecidos em breve. A previsão é de que as gravações iniciem no dia 21 de agosto.

Como a ideia da competição é valorizar a produção feita em casa, não serão aceitos cervejeiros profissionais, ciganos e nem aqueles que vendem regularmente cerveja caseira em bares e restaurantes. Também só podem participar pessoas maiores de 25 anos. Quem se inscrever precisará produzir 20 garrafas de amostra do estilo APA.

Fonte: clicRBS – 09/07/2017