Notícias de mercado

Esta seção apresenta as principais notícias do mercado cervejeiro nacional e internacional, sendo o conteúdo de responsabilidade exclusiva das fontes citadas.

Agora é lei: microcervejarias são incentivadas com programa específico

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Bernardo Rossi sanciona lei que beneficia 21 empresas que geram 1,5 mil empregos.
Capital Estadual da Cerveja, Petrópolis estimula o crescimento do setor.

A lei de incentivo à instalação de microcervejaria artesanal e de brewpubs (bares que produzem e vendem a própria cerveja) foi sancionada nessa quarta-feira (11.10). Um ato, na sede da prefeitura, com cervejeiros e equipes de secretarias e do legislativo envolvidos no programa de incremento do setor, marcou o início da vigência da lei que estabelece maior simplificação de licenças ambientais e agilidade na instalação destes novos negócios. A nova legislação disponibiliza áreas públicas para a comercialização das cervejas, como a Deguste, e estabelece que este segmento terá certificação e reconhecimento pelo poder público.

O incentivo fortalece o título de Petrópolis como Capital Estadual da Cerveja, conquistado nesse ano com a aprovação da Alerj. Essa é uma lei que ganhou força por causa da parceria do setor e o apoio do poder público e Câmara Municipal. A lei fortalece outros setores econômicos da cidade como um todo. É resultado de um estudo detalhado do setor feito pelo poder público e pelos empresários e agora incentiva outros cervejeiros a investir na nossa cidade, fortalecendo o setor em crescente desenvolvimento e gerando novos postos de trabalho.

A nova lei que beneficia o setor foi elaborada pela Prefeitura, por meio das Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Coordenadoria de Gestão Estratégica, em parceria com os empresários do setor e aprovada no dia 27 de setembro por unanimidade na Câmara de Vereadores. Também foi sancionada a Lei da Licença Ambiental Simplificada e a lei que modifica a Lupos (Leio de Uso Parcelamento e Ocupação do Solo), com relação à classificação das microcervejarias diante da classe das indústrias.

“Essa é uma vitória para os cervejeiros. A oficialização de um trabalho feito em conjunto. Não seria possível a criação dessa lei sem o apoio do governo e da Câmara. A aprovação da lei foi um primeiro passo. Agora, continuamos a lutar pela implantação de cursos técnicos na cidade, dando infraestrutura para o mercado e qualificando a mão de obra existente na nossa cidade”, declarou José Roberto Romão, presidente da Associação das Cervejarias Artesanais de Petrópolis (ACAP) e sócio-diretor da BrewPoint.

Petrópolis já tem 21 marcas de cervejas artesanais

O projeto foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico a partir de reuniões mensais com representantes do setor e do legislativo. O documento foi analisado pela Coordenadoria de Planejamento e Gestão Estratégica e apresentado para o Conselho Revisor do Plano Diretor. A lei leva em consideração a importância dos brewpubs e das microcervejarias artesanais, empresas cuja soma do faturamento anual de cerveja e chope não supera o teto do enquadramento previsto no Super Simples Nacional, da lei complementar 123/2006.

“Agradeço o empenho dos secretários e lideranças que nos ajudaram a chegar até aqui. Que o apoio e união dos cervejeiros sirvam de exemplo para outros setores da economia. Esse é um passo importante para a instalação de novas empresas da cidade. Continuamos conversando com o setor e buscando formas de incentivar ainda mais os demais setores envolvidos no crescimento do polo cervejeiro, como o metal mecânico”, contou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini.

A proposta de lei foi analisada pelo Conselho Revisor do Plano Diretor e, levando em consideração algumas observações do CRPD, foi elaborada a criação de uma nova definição de classe de Indústria na Lei de Uso Parcelamento e Ocupação do Solo (Lupos). Esse projeto também foi analisado pelos vereadores e aprovado por unanimidade. 

“Esse foi um trabalho que contou com a participação de vários agentes com diálogo aberto com os conselhos municipais. Todos foram favoráveis a criação da lei por isso foi criado um projeto de lei de sucesso que servirá de exemplo para o fortalecimento de outros setores”, explicou Roberto Rizzo, Coordenador de Gestão Estratégica.

Com a modificação na Lupos foi criada uma nova definição de classe de Indústria, aplicando a subdivisão em E1 e E2, sendo caracterizado de forma especial para indústria cervejeira e outras que estiverem vinculados às vocações do município. As empresas serão avaliadas com pareceres do turismo e cultura pelo Conselho Municipal, garantido o controle social. A classe E1 está especificada para a indústria de pequeno impacto, onde se enquadra as microcervejarias. Já os brewpubs poderão ser enquadrados na faixa E2. Dessa forma, eles poderão ser instalados em áreas do zoneamento menos restrito, entretanto, com condições específicas e adequadas para sua atividade.

Foi sancionada, ainda, a alteração na Lei Municipal 6.497 sobre a Licença Ambiental Simplificada. A Secretaria de Meio Ambiente deverá estabelecer o enquadramento dos empreendimentos e atividades sujeitos ao licenciamento conforme classificação de porte e potencial. Em uma única fase o órgão ambiental atesta a viabilidade ambiental, aprova a localização e autoriza a implantação e/ou a operação de empreendimentos.

“Fico feliz em poder colaborar com esse projeto, vendo o resgate da animação dos cervejeiros. Esses empresários têm um papel importante hoje na cidade porque eles estão elevando o titulo de Petrópolis como referência na produção de cervejas artesanais”, contou o secretário de Meio Ambiente, Fred Procópio.

A cerimônia contou com a participação de Márcio Salles, presidente da Águas do Imperador. “Estamos à disposição para ajudar os empresários dando suporte e orientando no processo de instalação das empresas na cidade que dependem de água, matéria-prima do produto”, ressaltou Márcio.

De acordo com a Associação das Cervejarias Artesanais de Petrópolis (ACAP), Petrópolis possui hoje, 21 marcas, distribuídas entre fábricas e ciganas. São oito plantas (fábricas) em pleno funcionamento - Bohemia, Grupo Petrópolis, Cidade Imperial, Buda Beer, BrewPoint, Odin, Real e Rocky Garden. Muitas já participam do tour da Rota Cervejeira RJ e do Circuito Cervejeiro de Petrópolis, e outras já estão se estruturando para receber visitantes. Juntas, as microcervejarias geram mais de 1,5 mil empregos diretos.

A cidade conta ainda com mais nove cervejarias ciganas (aquelas que ainda não possuem fábricas e suas marcas são produzidas em microcervejarias da cidade e de municípios vizinhos): Cazzera, Dr. Duranz, Vila de Secretário, Madame Machado, Guapa, Schröder, Tortuga, Cervejaria de Raiz e Sixel. Além disso, outras quatro marcas são associadas da Cervejaria BrewPoint: Imperatriz, Duzé, Rústika e Da Corte.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis RJ – 12/10/2017

Na Drinktec, Krones apresenta-se como um Grupo de vanguarda

O Grupo Krones foi destaque na edição 2017 da Drinktec, uma das mais importantes feiras de bebidas do mundo, realizada em setembro, na Alemanha. Em um estande de 10 mil metros quadrados, a companhia apresentou uma série de inovações em processos de fabricação de bebidas, máquinas, equipamentos, linhas de envase e embalagem, sistemas de intralogística, de tecnologia da informação, entre outros avanços.

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Uma das principais novidades da Krones na Drinktec foram as soluções referentes à digitalização, processo que permite uma produção mais flexível, eficiente, sustentável e com melhores resultados para os fabricantes de bebidas. É o futuro que começa agora, uma tendência que também já faz parte do foco do mercado industrial brasileiro, na avaliação de Silvio Rotta, diretor comercial da Krones do Brasil.

“A Krones apresentou, por exemplo, o Bottling on Demand, um estudo que demonstra como será possível envasar e embalar produtos de forma segmentada, sem prejuízos à produção. É uma solução extremamente flexível. Outra inovação em digitalização é a Share2Act, uma plataforma de rede social para instalações de produção”, conta Silvio.

Para o mercado brasileiro, destaque também para a Dynafill, a enchedora para cerveja mais veloz que existe atualmente no mercado, capaz de envasar uma garrafa em apenas 0,5 segundo; a Cervejaria do Futuro, 100% sustentável no que se refere ao consumo de energia; e a Varioline, uma linha modular de embalagem que permite processar mais de 20 combinações de embalagem em uma única máquina.

“Ao longo de cinco dias, tivemos um grande empenho em receber bem nossos clientes, acompanhá-los pelo estande e fornecer a eles as informações técnicas sobre as nossas novidades”, declara Silvio Rotta. As novidades foram tantas que, para um visitante dar apenas uma olhada rápida em todas as máquinas expostas, era preciso um tour de cerca de 2 horas e meia pelo estande. E a Krones contou com um grande grupo de profissionais do Brasil para garantir a atenção aos clientes brasileiros.

Para Silvio Rotta, a participação da Krones na Drinktec foi um sucesso. “A Krones novamente se apresentou como uma empresa de vanguarda, destacando suas novas aquisições, que tornam o nosso Grupo cada vez mais forte, confiável e responsável por soluções únicas aos clientes, tudo de um único fornecedor”. Nesta edição do boletim Krones News e nas próximas, vamos apresentar algumas destas inovações da Krones na Drinktec.

Fonte: Krones do Brasil – 15/10/2017

Proximidade do verão faz aumentar a importação de cerveja

As importações brasileiras de cervejas continuam aquecidas. Mesmo quem não gosta da bebida e muito menos sabe diferenciar uma Golden Strong Ale de uma Weissbier pode perceber que restaurantes, supermercados, bares e casas especializadas andam repletas dessas novidades vindas de outras regiões do mundo. Na Allog International Transport, por exemplo, a importação de cerveja vem crescendo anualmente. Ainda que a compra da bebida ocorra durante todo o ano, é possível observar uma demanda maior no período que antecede a temporada de verão no Brasil.

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Foto: DINO

Países como Holanda, Alemanha e Bélgica, na Europa; e México e Uruguai, na América Latina, lideram o ranking das importações intermediadas pela empresa. De acordo com Caroline Ferlin, Key Account Manager de importação marítima da Allog, as cervejas são importadas pelos modais marítimo e rodoviário. O carregamento da bebida na importação marítima é feito em contêiner de Dry Van e as garrafas vêm acomodadas em caixas de papelão dentro de pallets ou slip sheets. "Devido às regulamentações brasileiras do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os pallets de madeira e materiais de peação devem receber tratamento fitossanitário para que sejam aceitos no país", diz.

Segundo Caroline, há casos em que é necessário manter o produto sob refrigeração durante todo o processo da cadeia logística, como na importação de chope em barril. Neste caso, o transporte ocorre em contêiner Reefer com temperatura controlada. Além da importação do produto acabado - a cerveja pronta para o consumo - a empresa ainda movimenta matéria-prima para a produção nacional, como lúpulo, cevada, malte e levedura, bem como materiais para embalagens, maquinários para fábricas, entre outros.

Saiba mais

O mercado brasileiro de cerveja é o terceiro maior do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. O setor gera cerca de 2,2 milhões de empregos e sua receita corresponde a 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, contribuindo com R$ 23 bilhões de impostos ao ano. O Brasil fabricou 14,1 bilhões de litros de cerveja em 2016.

Fonte: Exame (Dino) – 09/10/2017

A nova cerveja artesanal em Portugal chama-se Brooklyn

A marca foi fundada em 1987 e chega agora ao mercado nacional. Há três variedades diferentes.

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Há três variedades disponíveis: Lager, East IPA e Naranjito.

Da próxima vez que estiver sentado num restaurante ou num bar a olhar para a ementa, é provável que repare que há um nome novo na lista. Falamos na cerveja artesanal Brooklyn, uma referência mundial que chegou agora ao mercado português.

A marca já é velhinha — foi fundada em 1987 pelos norte-americanos Steve Hindy e Tom Potter —, mas por cá é novidade. Distribuída pela Unicer, para já só vai ter três variedades disponíveis: Lager, East IPA e Naranjito. Comecemos pela primeira, a original Brooklyn Lager. Uma das impulsionadoras da revolução da cerveja artesanal, tem uma essência de malte com um aroma floral a lúpulo.

A Brooklyn East IPA é uma cerveja límpida, com um sabor equilibrado. Já na Brooklyn Naranjito, de inspiração mexicana, destaca-se a irreverência cítrica da laranja. As cervejas estão disponíveis em garrafas de 355 mililitros.

Fonte: NIT – 16/10/2017

GPA inicia venda de cerveja a granel em São Paulo

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Em fase de testes, o Grupo Pão de Açúcar começou a vender cervejas artesanais a granel. A companhia fez acordo com as microcervejarias paulistas Blondine (de Itupeva), Dádiva (Várzea Paulista) e Dama Bier (Piracicaba) para comercialização na unidade do Pão de Açúcar da Avenida Ricardo Jafet, na zona sul da capital paulista. As cervejas artesanais contam com injeção de gás carbônico no envase, feito em garrafões ("growlers"). No Pão de Açúcar, o consumidor pode comprar garrafões de 1 e 2 litros, ou levar seu próprio vasilhame. Nesse sistema, a cerveja fica de 20% a 25% mais barata em comparação à cerveja artesanal engarrafada, afirma a rede. As mesmas marcas em garrafas de 300 mililitros são vendidas, em média, a R$ 20 por unidade.    De acordo com o GPA, a intenção é trazer outras marcas no futuro e levar a experiência para outras unidades do Pão de Açúcar. Atualmente, as cervejas especiais e artesanais respondem por mais da metade das vendas de cerveja da rede Pão de Açúcar. De janeiro a agosto, as vendas da categoria cresceram 23% em volume e receita. Ao todo, o Pão de Açúcar vende mais de 200 rótulos de cervejas especiais. 

Fonte: Portal Giro News - 16/10/2017

Dynafill é capaz de encher uma garrafa de cerveja em apenas 0,5 segundo

As exigências dos fabricantes para o envase de bebidas são altas: alcançar desempenhos cada vez mais elevados consumindo menos CO2 e, no entanto, mantendo uma ótima qualidade do processo – e tudo isso em um sistema resistente, projetado de forma ideal em termos de limpeza. Para o enchimento de cerveja, estes são precisamente os critérios desenvolvidos pela Krones com a nova Dynafill.

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Esta enchedora possui algumas características valiosas, como reduzir o tempo do processo de envase em 50%, encurtar distâncias e substituir o que costumava ser duas unidades de máquina por uma somente. Como isso é realizado? A Dynafill executa o enchimento e o fechamento da garrafa em uma única unidade funcional, demandando apenas cinco segundos para isso. Pode-se afirmar com segurança que o conceito Dynafill está revolucionando o engarrafamento de cerveja.

A inovação mais impressionante está no processo de enchimento em si, que permite que a garrafa seja envasada com cerveja em apenas 0,5 segundo. Segundo Florian Habersetzer, da área de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias de Processos da Krones AG, a matriz da empresa na Alemanha, a Dynafill oferece também grandes vantagens em termos de qualidade.

“O sistema permite que o enchimento seja realizado em uma atmosfera fechada e definida. A ausência de um gás de retorno durante o enchimento evita que o anel seja pressurizado com oxigênio. Além disso, não há nenhum canal aberto após o enchimento. Uma vez que o fechamento da garrafa ocorre em uma câmara selada, o oxigênio pick-up através do head space da garrafa pode ser minimizado”, explica Habersetzer.

O número de válvulas de enchimento da máquina foi reduzido de 100 para 66, e isso mantendo um rendimento de 36.000 recipientes por hora. O consumo de CO2 é 20% mais baixo do que com os sistemas convencionais. A Dynafill pode trabalhar com a bebida nos modos coldfill e warmfill (temperaturas de até 30°C) – a duração do processo, é claro, em ambos os casos, fica em menos de cinco segundos, sempre estável. O envase a quente também demanda menos válvulas de enchimento: 66 em vez de 120 (igualmente para 36.000 recipientes por hora).

Para conhecer um pouco mais a Dynafill, veja aqui um vídeo especial sobre a enchedora.

Fonte: Krones News - 15/10/2017