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Chamado de e-nose, invenção de Amanda Reitenbach detecta compostos indesejáveis na bebida.

“Trata-se de um instrumento constituído por um arranjo de sensores parcialmente seletivos, utilizado na análise de compostos voláteis. Essa tecnologia procura detectar o perfil dos compostos voláteis e necessita de uma quantidade pequena de amostra (15 ml), permitindo resultados rápidos e de menor custo”, descreve a engenheira química, diretora do Science of Beer Institute (SC) e inventora do projeto Amanda Reitenbach. O trabalho foi desenvolvido no seu doutorado na universidade Versuchs- und Lehranstalt für Brauerei in Berlin (VLB) eV e no curso de Engenharia Química da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A ideia do protótipo é avaliar e detectar os chamados off-flavors da cerveja.

O “nariz-robô” funciona da seguinte maneira: o processamento das informações recebidas do e-nose exige que o equipamento seja acoplado a uma interface multivariada capaz de reconhecer padrões aromáticos e que analise os perfis dos aromas, para assim identificar os compostos indesejáveis. Segundo a doutora, a tecnologia mostra uma alternativa promissora para ajudar no desenvolvimento do setor cervejeiro com relação ao aroma das bebidas. “As pesquisas para produzir equipamentos que simulem o olfato humano têm avançado consideravelmente. E, neste contexto, meu trabalho se concentra na investigação de diferentes técnicas que podem ser utilizadas para criação de sistemas de reconhecimento de padrões de odor para narizes artificiais de baixo custo e rápida resposta”, comenta Amanda.

Segundo a assessoria do Science of Beer, a ferramenta, apesar de já ter registro de Instituto Nacional de Propriedade Industrial e certificação de todos os institutos responsáveis, ainda é um protótipo que busca investimentos para o financiamento de se tornar o um produto comercial.  O desenvolvimento do e-nose foi possível mediante ao custo de cerca de 50 mil dólares e 5 anos de estudo na universidade alemã.

Fonte: Revista da Cerveja – 12/04/2017

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