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Depois da acirrada disputa pela Cintra, a Cerpa, cervejaria do Pará, é a candidata da vez. Além da AmBev, que já estudava a possibilidade de adquirir a empresa desde outubro, agora a mexicana Femsa também está analisando o ativo.

A AmBev anunciou no início deste ano o interesse em construir uma nova planta na região Norte e disse que anunciaria o estado eleito até o fim de dezembro - o que não deve acontecer, justamente pelo fato de a empresa estar considerando a aquisição da Cerpa. Para a líder do mercado, a compra da cervejaria paraense seria uma saída para resolver rapidamente o problema de falta de capacidade produtiva na região. A Cerpa é uma empresa familiar, que enfrenta dificuldades financeiras.

A cervejaria tem uma fábrica moderna em Belém, mas usa menos da metade da capacidade de produção. Segundo o Valor apurou, as negociações ainda não avançaram porque a família está dividida. Enquanto o proprietário, Konrad Karl Seibel, resiste em negociar a companhia, sua esposa é grande interessada na venda do ativo. A Cerpa tem benefícios fiscais atraentes. Um de seus principais produtos é a Cerpinha, produto da categoria super premium. Em Belém, a Cerpa, que já concorreu de perto com as marcas da AmBev, tem hoje uma participação de 4,9%, atrás de Skol, Antarctica, Nova Schin e Kaiser. A região Norte é a que mais cresce no Brasil em vendas de cerveja. De janeiro a agosto, cresceu 14% em volume de vendas, contra a média nacional de 6,8%.

Fonte: Valor Econômico – 26/12/2007

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