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A AmBev resolveu levar o varejo para dentro de casa e controlar o mais de perto possível os pontos-de-vendas. Colocou sua agressividade típica na até então morna operação de franquias e acelerou o passo para fazer do chope Brahma uma marca onipresente. De sofisticados shoppings e complexos de cinema até rodoviárias, estações de trem, metrô, aeroportos, supermercados e na beira da praia, a ambição é colocar a marca onde houver gente. Muita gente. No fim de 2003, a empresa criou o conceito Brahma Express, lojas que oferecem tudo para quem quer montar uma festa em casa. Desde o chope, até copos, mesas e cadeiras. Todos com o logotipo da marca Brahma. A área era tocada de forma tímida até que em agosto de 2007 ganhou uma diretoria e equipes próprias. Sob o título de desenvolvimento de novos negócios, a área saltou de 25 operações em 2005 para 315 no fim do ano passado, em 19 estados brasileiros. Com a expansão de 2007, a AmBev já está entre as cinco maiores franqueadoras do Brasil, ao lado de nomes como McDonald's e Bob's. Nos carrinhos, o franqueado investe a partir de R$ 50 mil (US$ 28,4 mil), R$ 10 mil por carrinho (US$ 5,7 mil) (no mínimo cinco). Um quiosque exige investimento a partir de R$ 35 mil (US$ 19,9 mil) e nas lojas, o valor ultrapassa R$ 100 mil (US$ 56,8 mil). Todo equipamento e manutenção é feito pela AmBev, que chega a investir R$ 400 mil (US$ 227,2 mil) numa loja.

Líder de mercado, a AmBev está buscando aumentar sua rentabilidade - objetivo destacado em cada um de seus balanços. Apesar de estragar rápido, o chope é mais rentável que a cerveja. Além disso, está cada vez mais caro e difícil fechar contratos de exclusividade com os bares e restaurantes e, com a franquia, a AmBev tem o controle do negócio, pois participa da gestão e é dona de mais da metade do negócio - a seleção dos candidatos é rigorosa e os resultados são acompanhados de perto. Nos últimos três anos, as vendas de chope da companhia cresceram 22%, uma média de 7% ao ano, acima das vendas de cerveja, que vêm subindo ao redor de 5% ao ano. As franquias representam hoje entre 8% e 10% do negócio de chope. A partir deste ano, a empresa vai expandir a experiência para a marca Stella Artois e montar quiosques com o chope da marca belga.

Fonte: Valor Econômico - 04/01/2008

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