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Bebida consumida fora de domicílio ficou mais barata 0,51% no mês de agosto

RIO - Em meio a alta de preços que mexe com o orçamento do brasileiro e até mesmo com as pesquisas de intenção de voto nas eleições presidenciais, pelo menos um alívio já é sentido no bolso: a cerveja está mais barata em bares e restaurantes do Rio. O recuo foi de 0,51% em agosto, segundo dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador agregado da bebida também apresentou diminuição de 0,19% no mês passado, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil).

Os dados divulgados na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que medem a inflação oficial, levam em conta o produto consumido fora dos domicílios. O recuo no preço da cerveja ainda não foi percebido pelos amigos Sérgio, Daivis e Ney, que gostam de se reunir para apreciar o produto.

"Não notei, mas já que o preço está diminuindo, vou poder me reunir com os amigos mais vezes no fim do trabalho", comemora o técnico de inspeção Sérgio Machado, 48 anos.

Quem também promete aproveitar a queda do custo é o administrador Ney Almeida, 34 anos. "Com preço menor vou comprar mais cervejas para o churrasco que pretendo fazer no fim de semana", disse.

Outro admirador do produto, porém, comedido, o agrônomo Daivis Araújo, 34 anos, acredita que não vai consumir mais a bebida em função do preço. Porém, considera o custo mais baixo um incentivo.

"Não faz diferença para mim, porque eu bebo sempre a mesma quantidade. Se o preço aumentar, todos fazem um esforço para continuar bebendo o mesmo volume", pondera.

Mesmo com o recuo no preço da cerveja, a inflação oficial em agosto ficou em 0,25%. Em julho, a taxa havia marcado 0,01% e em agosto do ano passado, o índice havia atingido 0,24%. O IPCA acumula alta de 4,02% no ano e de 6,51% em 12 meses, resultado pouco acima do teto da meta da inflação do governo, de 6,5%.

Os consumidores de cerveja também esperam que haja mais promoções, como as que ocorreram no Carnaval e na Copa. A CervBrasil considera que o diálogo com o governo federal é o método mais saudável para concretizar projetos de desenvolvimento sustentável. A negociação permitiu que o aumento de tributos fosse adiado por três meses em função da importância do setor para a economia do país.

Prévia do IGP-M tem a primeira alta desde o mês de maio e fica em 0,26%

Índice de inflação que rege os contratos de aluguel, o IGP-M subiu 0,26% na primeira prévia de setembro. O resultado reverte o quadro de deflação de 0,31% apurado no mesmo período de agosto. Com isso, o percentual volta a subir pela primeira vez desde maio. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o resultado deve-se à alta dos preços no atacado depois de terem recuado no mês anterior, além da aceleração da inflação no varejo. A última vez que o IGP-M registrou alta foi na primeira prévia de maio. O indicador havia encerrado agosto com deflação de 0,27%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, teve avanço de 0,31% na primeira prévia de setembro, após cair 0,56% na mesma prévia de agosto.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no índice geral, registrou alta de 0,18%, contra variação positiva de apenas 0,03%. Por sua vez, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,12%, abaixo do resultado de 0,44% na primeira apuração do mês anterior. O INCC responde por 10% do IGP-M.

Fonte: O Dia – 10/09/2014

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