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O plano é passar de 10,8 milhões de garrafas de 600 mililitros por mês para 24 milhões. Com apenas quatro anos de vida, a carioca Cervejaria Teresópolis já planeja mais que dobrar sua capacidade de produção. A empresa pretende ainda ampliar as vendas via distribuição direta, prática iniciada em 2006, e lançar marcas, disse o gerente de marketing da Teresópolis, Marco Antônio Frederico. A capacidade atual atinge 10,8 milhões de garrafas de 600 mililitros/mês. A meta é chegar a 24 milhões de garrafas/mês em 2010.

O aporte está em estudo e será preciso a compra de tanques e a construção de linhas de produção. A companhia aposta no potencial de crescimento do segmento premium, que responde por apenas 5% do mercado brasileiro de cervejas,enquanto nos Estados Unidos fica com 26% e na Argentina, 12%. "As velhas cervejas baratas estão sumindo do mercado, com o recente acesso à cerveja premium, que antes não tinha.

O público está mais exigente", observou Frederico. A empresa pretende lançar novas marcas premium ainda este ano. Neste mês, a Teresópolis apresenta a nova embalagem long neck da Black Princess e inicia a distribuição de seus produtos na região Nordeste, reflexo da estratégia de focar na distribuição direta dos produtos. Atualmente, as marcas são encontradas no Rio, Minas, São Paulo e Espírito Santo. A fábrica, na região serrana do Rio, foi erguida com aporte de R$ 80 milhões e equipamentos importados da Alemanha, Suíça e Bélgica. "A idéia era construir uma cervejaria com tecnologia industrial, de ponta, mas quase artesanal, com o cuidado do mestre-cervejeiro."

A primeira marca da Teresópolis é a Pilsen Lokal Bier, que atua no mesmo nicho de Skol, Brahma e Sol. Em 2006, lançou a Therezópolis Gold Premium, produzida com receita dinamarquesa de 1912, do mestre cervejeiro Alfredo Claussen. "É feita com água da serra, maltes importados e três tipos de lúpulos - um amargo e dois aromáticos", disse Frederico, informando que a Gold concorre com marcas como Stella Artois, Bohemia Weiss e Cerpa. Também em 2006 a empresa relançou a Black Princess Premium, com fórmula de 1882 e que era consumida no Império e no começo da República. "Dom Pedro II inaugurou em 1882 a fábrica da Cervejaria Princesa, que produzia a marca", disse Frederico, ressaltando que a Princess, há 15 anos fora de produção, foi a cerveja preta mais consumida no Rio entre 1940 e 1980.

Fonte: Gazeta Mercantil - Indústria - Fevereiro/2007

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