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O crescimento de 83% no valor das importações de cerveja em 2006 animou a Ambev a fazer uma nova investida no mercado brasileiro. As uruguaias Patricia, Pielsen e Nortenha desembarcam no próximo fim de semana em bares, restaurantes e lojas especializadas da capital paulista. As bebidas fazem parte do portfólio de importados da Ambev, que planeja uma série de lançamentos neste ano. O objetivo é aproveitar a conveniência de pertencer ao grupo InBev e trazer sabores diferentes para brigar com categorias como vinho e vodca, além de fazer frente a bebidas de apelo jovem, como Smirnoff Ice.

"O brasileiro tem vontade de experimentar novos sabores, especialmente de países em que o produto seja reconhecidamente bom", diz Gonzalo Grilo, gerente de marketing da central de importações da Ambev. A empresa avalia importar cervejas da Alemanha, Inglaterra, Bélgica, República Tcheca e Canadá, fabricadas pela InBev. Sabores de outras nacionalidades poderão ser oferecidos neste ano durante a Oktoberfest, em Blumenau (SC). Para um consultor do setor de bebidas, a AmBev está aproveitando produtos de padrão regular no exterior para posicioná-los como premium no Brasil. "Pode ser também uma tentativa de testar a embalagem de um litro no País, o que já foi feito antes pela Skol, sem sucesso". No caso das cervejas do Uruguai há o facilitador de serem importadas sem a alíquota de 20%, uma vez que o país faz parte do Mercosul.

A meta é chegar neste ano a 100 mil pontos de venda nas principais capitais, mas a aceitação das marcas da uruguaia FNC vai ser provada primeiro em São Paulo. Sem informar qual a expectativa de vendas, Grilo acredita que há boas chances para as premium. "O mercado das cervejas tradicionais, como Brahma e Skol, aumentou 7,6% em 2006, enquanto que o premium subiu 11%", lembrou. O sucesso das importadas, que em 2006 foi puxado pelas alemãs, é limitado pelo preço: enquanto o litro da brasileira custa R$ 3,40, as uruguaias, de 960 mililitros, ficarão entre R$ 7,50 (no auto-serviço) e R$ 12 (geladas nas mesas). São apenas 4 milhões de litros de cerveja importada consumidos em média ao ano no Brasil, ou 0,05% do total. Mas Grilo garante que a AmBev trará versões menores, como a long neck, para atender diferentes bolsos.

Fonte: Valor Econômico – Empresas - Tendência & Consumo - Abril/2007

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