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A AmBev divulgou lucro líquido de R$ 645,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, um número 1,5% inferior ao resultado registrado no mesmo período no ano passado. A empresa teve despesas operacionais de R$ 369,6 milhões, com a amortização do ágio de aquisições como a cervejaria canadense Labatt (R$ 282,4 milhões), o aumento de participação na mexicana Quinsa (R$ 58,3 milhões), entre outros. A receita líquida totalizou R$ 4,655 bilhões, um incremento de 17,3% sobre o resultado para o primeiro trimestre do ano passado. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos e depreciações) foi de R$ 2,031 bilhões, um aumento de 18,9% sobre os primeiros três meses de 2006.

O resultado foi puxado principalmente pelo incremento na unidade "Cerveja Brasil" - acréscimo de R$ 110 milhões - e da Quinsa (R$ 339,3 milhões). O resultado financeiro líquido (receitas financeiras menos despesas) foi negativo em R$ 296,2 milhões, antes resultado também negativo em R$ 170,4 milhões no início do ano passado. A AmBev registrou um volume de 16,934 milhões de hectolitros de cerveja no primeiro trimestre, um avanço de 5,1% sobre a produção do primeiro trimestre do ano passado. No segmento refrigerante, foram 5,877 milhões de hectolitros, um avanço de 9,9% sobre a produção no ínicio de 2006.

A receita por hectolitro (cerveja) foi de R$ 144,7, um crescimento de 5,1%. A empresa atribuiu o incremento ao aumento de preços em janeiro, o maior volume vendido por meio de distribuição direta, e o crescimento das marcas do tipo "premium" (mais caras). No segmento refrigerante, a receita por hectolitro atingiu R$ 86,30, um aumento de 5,3%, puxado pelo aumento de preços entre 2006 e 2007 e pela melhora no mix de produtos, explicou a empresa, no balanço.

Fonte: Folha de São Paulo - Dinheiro - Maio/2007

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