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A cervejaria belgo-brasileira InBev, número um mundial em termos de volume, anunciou em 10.05 resultados melhores que os previstos pelos analistas no primeiro trimestre de 2007, graças a um aumento de sua produção e a um rígido controle dos custos. De janeiro a março, o grupo, que produz as cervejas Stella Artois, Leffe, Beck's e Brahma, registrou um aumento de 68% no lucro líquido, a 280 milhões de euros (US$ 378 milhões). Por ação, o lucro chega a 0,46 euros para o período, contra 0,27 euros em comparação com o primeiro trimestre de 2006, afirmou a InBev em um comunicado. O grupo obteve ainda um aumento de 9% (3,05 bilhões de euros) no faturamento e um resultado bruto de exploração (EBITDA) de 962 milhões de euros, o que representa uma alta de 18%. "A InBev considera que os resultados do primeiro trimestre confirmam sua estratégia de garantir um controle de custos coerentes, consolidando ao mesmo tempo sua capacidade de desenvolver e aumentar os volumes e o faturamento", afirma o comunicado.

De fato, durante o primeiro trimestre do ano, o grupo com sede em Leuven (leste de Bruxelas) aumentou o número de litros de cerveja vendidos, produzindo 10,18 milhões de hectolitros, um crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período em 2006. "Este primeiro trimestre confirma nosso compromisso de continuar crescendo e estabelecer nossas atividades sobre os seguintes princípios: aumentar os volumes além da tendência global da indústria, aumentar nossos produtos além dos volumes produzidos, manter nossos custos inferiores à inflação", comentou o presidente da InBev, o brasileiro Carlos Brito. A InBev nasceu em 2004 da fusão entre a belga Interbrew e a brasileira AmBev e é a segunda cervejaria do mundo em termos de faturamento, atrás da americana Anheuser-Busch (AB).

Fonte: Diário do Grande ABC - Economia - Maio/2007

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