Cerveja e Saúde

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Um grupo de estudantes da Universidade Rice, no Estado americano do Texas, pretende criar uma cerveja transgênica que contém resveratrol, uma substância química presente no vinho que tem se mostrado capaz de reduzir os riscos de câncer e doenças cardíacas em experiências com ratos de laboratório.
Os estudantes estão tão entusiasmados com o projeto que vão inscrevê-lo no maior concurso internacional de biologia sintética, o iGEM (International Genetically Engineered Machine), que será realizado nos dias 8 e 9 de novembro em Cambridge, no Estado americano de Massachusetts.Na competição, as equipes utilizam DNA para criar organismos vivos que fazem coisas incomuns, como bactérias que se comportam como um filme fotográfico.
Esta é a terceira vez que o grupo, conhecido como Rice BiOWLogists, entra na competição. No ano passado, os estudantes apresentaram um vírus bacteriano que combatia a resistência a antibióticos, mas não levou o prêmio.
"Depois do concurso do ano passado, estávamos conversando sobre o que faríamos este ano", disse Taylor Stevenson. "Peter Nguyen (outro estudante) fez uma piada sobre colocar resveratrol na cerveja, mas nenhum de nós levou à sério." Mas, quando a equipe começou a pensar em um novo projeto, descobriu que haviam sido publicados muitos trabalhos científicos sobre a modificação de fermento com genes ligados ao resveratrol.
Fase teórica
A equipe tem planos de fermentar algumas doses para teste nas próximas semanas, que conterão "marcadores" químicos de sabor ruim, necessários para que sigam a experiência. Esse produto não será consumido, de acordo com os estudantes.
Até hoje, só uma variedade de fermento transgênico foi aprovada para uso em cervejas, e os jovens pesquisadores dizem acreditar que vai levar muito tempo para que sua criação seja apreciada.
Estudos indicam que o resveratrol possui propriedades antiinflamatórias, anticâncer e produz benefícios cardiovasculares para animais de laboratório. Ainda não foi estabelecido se a substância oferece benefícios também a seres humanos, mas o resveratrol já é vendido em lojas de produtos naturais.
Fonte: BBC Brasil – 17/10/2008
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Com baixo teor alcóolico, propriedades isotônicas e sabor fiel ao original, bebida puro malte foi desenvolvida por pesquisadores de Araraquara (SP). Análise de voluntários foi satisfatória.
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, desenvolveram a primeira cerveja saudável, com baixo teor alcoólico e propriedades isotônicas.
A bebida puro malte pode evitar a desidratação e repor nutrientes importantes para o corpo durante atividades físicas.
Segundo o estudo, a produção da cerveja não demanda custos além daqueles envolvidos no processo da bebida tradicional.
Além das técnicas e dos ingredientes diferenciados, a cerveja desenvolvida no laboratório da Unesp mostrou-se fiel ao sabor original.
A pesquisa está em busca de empresas parceiras para financiar a produção da cerveja, para que possa ser produzida em larga escala e assim chegar aos mercados para consumo do público.
Vantagens da cerveja saudável
A bebida oferece uma série de inovações e benefícios que não são encontrados nas cervejas tradicionais que são comercializadas. Dentre as principais vantagens estão:
- Baixo teor alcoólico, devido à interrupção da fermentação;
- Propriedade isotônica, após adição de sais;
- Hidrata e repõe nutrientes;
- Contém substâncias antioxidantes naturais, que podem retardar o envelhecimento das células;
- Produção com baixo custo.
Pesquisa e avaliação de voluntários
O estudo, desenvolvido em programa de doutorado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFar), buscou produzir uma cerveja do tipo Pilsen que preservasse os ingredientes originais, como o malte, lúpulo, levedura e água.
Ao longo dos quatro anos do estudo, sob a responsabilidade da pesquisadora Deborah Oliveira De Fusco, foram produzidos mais de 120 litros da cerveja.
A pesquisa também contou com a participação de 115 voluntários, desde consumidores até potenciais compradores da bebida.
As avaliações dos voluntários foram reunidas em formulários e analisadas pelos pesquisadores, a fim de identificar se a aceitação da bebida obteve um resultado satisfatório quando comparada a duas cervejas com baixo teor alcóolico já comercializadas no mercado.
“O resultado da análise sensorial foi extremamente satisfatório, pois os consumidores não mostraram preferência por nenhuma das bebidas, indicando que nós atingimos um bom nível de aceitação de sabor ", afirmou o professor orientador do estudo, Gustavo Henrique de Almeida Teixeira.
Para tornar a bebida isotônica, foram adicionados sódio e potássio na receita com o objetivo de aumentar a concentração de sais minerais na cerveja. Isso permite seu consumo durante a prática de exercícios físicos, já que tais elementos repõem os nutrientes que são perdidos na transpiração ao longo de um esforço excessivo.
Além da adição dos sais para conferir a propriedade isotônica, a única diferença entre o processo de fabricação da cerveja saudável e o da cerveja tradicional encontra-se na fase de fermentação.
Assim, após a fase de adição das leveduras, o processo de fermentação é interrompido no segundo dia, para que o teor alcoólico da bebida seja controlado e não ultrapasse os 0.2%.
Fonte: G1 – 29/10/2021
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A cerveja possui efeito antiinflamatório quando consumida com moderação, mostrou um estudo recente. Os pesquisadores da Universidade Médica de Innsbruck, na Áustria, provaram que a cerveja bloqueia os processos químicos negativos e promove a produção de uma proteína que estimula o sistema imunológico.
Além disso, a bebida protege de dano o aminoácido que age como um tranqüilizante natural, ativa a ação cerebral e promove a produção do hormônio de felicidade, informaram os pesquisadores.
Fonte: BelgianShop WeekLetter 1370 – 13/01/2009
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
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O álcool presente na bebida pode ser prejudicial para o atleta, que precisa beber na hora apropriada e sem exageros. No Brasil, foram consumidos, em 2008, cerca de 56 litros de cerveja por pessoa. Com toda essa quantidade, nem os atletas escapam. Mas, como em quase tudo na vida, é bom não exagerar, para não correr o risco de ter o pedal prejudicado pela bebida.
“Consumida com moderação a cerveja traz em seus ingredientes vitaminas do complexo B, fosfato e magnésio, que são nutrientes importantes para uma dieta saudável”, afirma a nutricionista Mariana Escobar. No entanto, de acordo com a nutricionista Mariana Klopfer, o grande problema da cerveja é o álcool, pois este componente compromete o valor nutritivo que a cerveja poderia ter.
Entre os efeitos desta substância podem ser listados a inibição do ADH (hormônio antidiurético), hormônio responsável pela regulação urinária, o que nos faz ter mais vontade de ir ao banheiro, causando desidratação, e a inibição da enzima responsável pela quebra da gordura, diminuindo a capacidade do corpo utilizá-la como fonte de energia.
“O álcool também prejudica a recuperação muscular, a recuperação de glicogênio e as regulações hormonais que estão relacionadas com as funções como dormir e acordar”, afirma Escobar. Por isso que quem bebe antes de dormir desperta muitas vezes durante a noite, acorda mais cedo que o usual e, por vezes, não atinge os estágios mais profundos do sono, de acordo com Klopfer. Com o sono afetado, a recuperação se torna insuficiente, influenciando de forma negativa a performance do treino seguinte.
No entanto, a cerveja não é uma bebida tão calórica e não apresenta o risco de engordar. Cada lata tem por volta de 123 kcal, quantidade de energia que pode ser queimada com cerca de 25 minutos de pedal a 15 km/h.
Porém, mesmo não engordando, há o problema da barriga. Ao ser ingerida em demasia, a bebida alcoólica leva nosso corpo a priorizar mecanismos de desintoxicação para a eliminação do álcool, prejudicando o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. “Esse desvio no metabolismo proporciona o acúmulo de energia sob a forma de gordura corporal, que, se não for gasta, acumula-se na barriga, no caso dos homens, e nos quadris, glúteos e na barriga das mulheres”.
Uma cervejinha depois do treino: Mas como o pedal ajuda na queima da energia extra, não há motivo para atletas se preocuparem com a barriga. Contudo, aqueles que não resistem a pelo menos um copo depois do treino, principalmente nos finais de semana mais quentes, devem tomar cuidado. “A cerveja não recupera glicogênio muscular por não possuir a quantidade de carboidratos suficiente, não recupera as micro lesões musculares por não possuir proteínas e ainda desidrata”, afirma Escobar. “Após o treino precisamos repor a água que foi perdida durante a transpiração. Evite ingerir bebidas alcoólicas após os treinos e beba água, pois a ingestão de álcool estimula a diurese, o que causa perda excessiva de água, ou seja, o processo inverso que queremos após o treino”, complementa Klopfer.
Por isso, o segredo é beber com responsabilidade. Se consumida nas quantidades e momentos apropriados, a cerveja está longe de fazer mal. E uma rotina de atividades esportivas só ajuda os fãs da bebida, uma vez que uma vida fisicamente ativa minimiza os efeitos negativos do álcool. “Nunca proíbo meus atletas de tomar cerveja, mas sempre recomendo que bebam em um dia que não tenham treino ou competição”, finaliza Mariana Escobar.
Valores nutricionais da cerveja pilsen (300 ml):
| Energia | 123 kcal |
| Álcool | 10,8 g |
| Proteína | 0,9 g |
| Carboidrato | 11,1 g |
| Lipídio | 0 g |
| Água | 276,9 g |
| Cinzas | 0,3 g |
| Fibra | 0,6 g |
| Cálcio | 15 mg |
| Fósforo | 36 mg |
| Magnésio | 18 mg |
| Ferro | 0,09 mg |
| Sódio | 15 mg |
| Potássio | 75 mg |
| Zinco | 0,06 mg |
| Cobre | 0,03 mg |
| Manganês | 0,04 mg |
| Tiamina | 0,02 mg |
| Riboflavina | 0,08 mg |
| Niacina | 1,36 mg |
| Vitamina B6 | 0,15 mg |
| Vitamina B12 | 0,06 mcg |
Fonte: UOL Esporte - Nutrição, por Felipe Vilasanchez – 10/06/2009
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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para a saúde, sobretudo para o sistema cardiovascular. Uma cerveja por dia para as mulheres e duas para os homens são a quantidade ideal. Mais do que isso é prejudicial à saúde.
Se forem respeitadas as doses recomendadas, a cerveja ajuda a prevenir problemas cardiovasculares, desacelera o envelhecimento, favorece o sistema imunitário e a saúde dos ossos.
Contudo, todos estes benefícios só sucedem no organismo se as doses recomendadas de cerveja forem acompanhadas por uma alimentação equilibrada e exercício físico. Quem garante é a nutricionista Vanessa Pimentel. Além disso, garante a especialista, desta forma, quebra-se o mito de que a cerveja engorda.
"A cerveja é uma bebida saudável e que faz parte da dieta do Homem desde os tempos ancestrais. É muitas vezes olhada de forma injusta como sendo uma bebida inferior ao vinho. Apesar de tudo, quando consumida com moderação, a cerveja faz bem à saúde. Reduz o colesterol, melhora o sistema imunitário, é antioxidante e, contrariamente ao que a maioria das pessoas pensam, a cerveja não engorda", diz ela.
O consumo moderado de cerveja, ao contrário do que acontece com o consumo excessivo e com a abstenção, pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, como por exemplo: ataques de coração e algumas formas de trombose, conforme já foi demonstrado em muitos estudos feitos um pouco por todo o mundo. Deste modo, estima-se que a ingestão de 30g de álcool por dia (cerca de 3 copos de cerveja), pode reduzir o risco de doenças coronárias em 25%.
A explicação para esta situação acontece na quantidade de colesterol no sangue (HD2, o bom colesterol) aumentar quando se consome álcool, diminuindo assim o risco de doenças. Investigações realizadas mostram que 2 copos de cerveja por dia (20g de álcool) pode aumentar o colesterol HDL na ordem dos 4%. É claro que o consumo em excesso não vai fazer este valor subir, indo, ao invés, provocar vários problemas em outros sistemas do nosso organismo.
"Outra explicação para os benefícios atrás descritos baseia-se na tendência que existe para a redução do aparecimento de coágulos no sangue quando se consome álcool. Outras investigações foram efetuadas no sentido de se aferir da influência do consumo de álcool em certo tipo de doenças. Deste modo, obtiveram-se resultados que evidenciam que o consumo moderado de cerveja ou vinho pode proteger contra a formação de pedra na vesícula, osteoporose e até a diabetes", conta Pimentel.
Vale lembrar que o fato de bebermos dois copos de cerveja não evitará por completo o aparecimento de qualquer uma das doenças mencionadas. Outros fatores como o controlo do peso, uma dieta equilibrada ou o exercício físico regular são também essenciais para uma melhor qualidade de vida.
Dieta x Cerveja
A cerveja pode contribuir positivamente para uma dieta saudável. A sua produção, a partir de cereais como a cevada maltada, o lúpulo, o trigo, o arroz ou o milho, ajudam na dieta equilibrada. Só para você entender: a cerveja é basicamente água (cerca de 93%), constituindo pois uma fonte excepcional deste bem essencial à vida, servindo igualmente para saciar a sede. Fornece vitaminas essenciais e diversos sais minerais, podendo realçar-se o seu elevado teor de potássio e baixo valor de sódio, indispensável a uma tensão sanguínea normalizada. Tem baixo teor de cálcio e é rica em magnésio o que ajuda à proteção contra a formação de pedra na vesícula.
Contém, igualmente, compostos do lúpulo, que ajudam na prevenção da descalcificação óssea. "Isto pode ser uma das razões pela qual o consumo diário de cerveja (33cl de cerveja ± igual a cerca de 13g de álcool) tem sido referido como capaz de reduzir em 40% o risco de formação de pedra nos rins", afirma a especialista.
Além de todos os benefícios já mencionados, a cerveja tem outros de menor importância, por exemplo, é fonte de fibra solúvel, derivada das paredes das células dos grãos de cevada maltada. Um litro de cerveja contém, em média, 20% da dose diária recomendada de fibra, chegando algumas a fornecer 60%. Além de ajudarem a uma saudável função intestinal, as fibras têm uma ação benéfica ao encurtarem o tempo de digestão e absorção dos alimentos, para além de reduzirem os níveis de colesterol o que, por sua vez, diminui o risco de doenças do coração.
A lista de efeitos benéficos que o consumo moderado de cerveja pode trazer à nossa saúde é vasta e encontra-se em constante crescimento. Os estudos sobre os diversos ingredientes que a compõem, levam a descobertas que estão longe de ser imaginadas pela maior parte de nós. No entanto, facilmente se percebe que, tendo em conta os produtos que servem para elaborarmos uma cerveja, muitas outras virtudes poderão ser investigadas nos próximos anos.
"Agora, sabe-se que a cerveja é uma excelente fonte de vitaminas, sendo especialmente rica em vitaminas do grupo B, como por exemplo a niacina, a ribofalvina, a piridoxina e os folatos. De fato, a piridoxina (vitamina B6) dá uma proteção adicional aos seus consumidores contra as doenças cardiovasculares, comparativamente com o que acontece aos consumidores de vinho e bebidas alcoólicas", conta Vanessa Pimentel.
Por seu lado, os folatos também têm uma ação protetora contra as doenças cardiovasculares e certos tipos de cancro, sendo que para este último facto também contribui a existência de antioxidantes, provenientes da cevada maltada e do lúpulo. A cerveja contém, por bebida (de teor equivalente de álcool), mais do que duas vezes os antioxidantes do vinho branco e apenas metade dos que contém o vinho tinto.
"Muitos dos antioxidantes do vinho tinto são constituídos por moléculas de elevado peso que, por isso, não são tão facilmente absorvidas pelo organismo como as moléculas mais pequenas presentes na cerveja. Para além do mais, recentes investigações demonstraram que certos antioxidantes (flavanóides do lúpulo) têm capacidade para ajudar na luta contra o cancro (do trato gastrointestinal, do peito e tiróide, pelo menos)", finaliza a nutricionista.
Fonte: ES Hoje – 11/11/2014
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Quem consome álcool moderadamente, fortalece a função dos seus rins. A esse resultado chegou um novo estudo da Charité de Berlim.
A Dra. Elke Schaeffner e seu grupo de estudos avaliaram o estudo americano "Physicians Health Study", que contém dados de 11.000 médicos americanos sobre a saúde. Os pesquisadores seguiram a pergunta sobre os efeitos que o consumo de álcool mostra sobre os rins. “Homens, que consumiam sete drinques por semana, mostravam um valor de queratinina 30% inferior aos abstêmios”, assim a Dra. Elke Schaeffner, da Clínica Charité para Medicina Renal e dirigente do estudo.
Queratinina é o fator de medição para a saúde dos rins. O valor de queratinina em bebedores moderados demonstrou ser melhor do que o de homens com consumo mais elevado ou menor de álcool. Eles possuíam o menor risco de sofrerem doenças relacionadas às funções renais.
O estudo alemão confirma com isso várias pesquisas internacionais, que comprovam que o consumo moderado de cerveja é bom para o sistema digestivo. Assim, por exemplo, o Instituto Nacional da Saúde em Helsinque** descobriu em 1999: uma garrafa de cerveja diariamente reduz o risco de pedra nos rins em 40%. Como “consumo moderado de cerveja” vale: um litro de cerveja diariamente para os homens; para as mulheres em torno de meio litro, pois elas levam mais tempo para decompor o álcool.
* Schaeffner et al.: "Alcohol Consumption and the Risk of Renal Dysfunction in Apparently Healthy Men", Arch Intern med. 2005; 165:1048-1053
** American Journal of Epidemiology 1999; 150:187-94
Fonte: DBB
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold
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- Categoria Pai: Cerveja
Um até dois copos de cerveja ao dia mantém o cérebro saudável na idade. Esse é o resultado de um estudo norte-americano divulgado recentemente (*), que observou mais de 12.000 mulheres. Uma equipe de cientistas de Boston (EUA) foi atrás da pergunta se o álcool influencia a capacidade do cérebro de mulheres mais velhas. Eles utilizaram para isso os dados do grande estudo americano "Nurses Health Study", um estudo de enfermeiras com mais de 120.000 participantes. Os pesquisadores selecionaram as mulheres saudáveis entre 70 e 81 anos. Elas tiveram que ser submetidas a diversos testes de memória por telefone. Elas deveriam, por exemplo, enumerar animais por um minuto e se lembrar de seqüências de números. Dois anos mais tarde os testes foram repetidos e os resultados comparados entre si.
Os resultados do estudo são inequívocos: mulheres, que bebem regularmente um pouco de álcool, fazem com isso também bem ao seu cérebro. Os melhores valores mostraram aquelas, que consomem um copo de cerveja diariamente (aprox. 375 ml de cerveja, que possuem um teor alcoólico de cerca de 15g). Elas obtiveram melhores resultados nos testes; seu desempenho de memória foi até 23 % melhor do que o das abstêmias.
(*) Stampfer, MJ et al
Fonte: DBB
Traduzido e Adaptado por Matthias R. Reinold

